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sábado, 26 de janeiro de 2019

EBC diz que não noticiou exílio de w., por ‘decisão jornalística

EBC diz que não noticiou exílio de    w  .,  por ‘decisão jornalística

[O fracassado ex-bbb, j w, que virou ex-deputado, não foi eleito deputado em 2018, visto que ele herdou as sobras dos votos dados ao Freixo - recebeu pouco mais de 24.000 votos, que sobraram do Freixo, e agora passa a terceira suplência para um que recebeu sobras de pouco mais de 17.000 votos.

Achamos este assunto muito insignificante para merecer mais do que uma nota - por isso, com este POST, encerramos o assunto.
 
Parabenizamos a EBC - Empresa Brasil de Comunicação - que, segundo a jornalista Mônica Bergamo, optou "concentrar a cobertura jornalística no acompanhamento da crise da Venezuela e nos desdobramentos da reunião do Fórum Econômico Mundial de Davos";

Convenhamos que são assuntos bem mais importantes do que a renúncia de um terceiro suplente de deputado, que em nada engrandeceu o Poder Legislativo. 

Caso queira saber mais sobre matéria de O Globo sobre ameaças que o ex-bbb diz ter recebido, clique aqui 

Caso queira saber mais sobre a paranóia do j w clique aqui e saiba mais das ameaças que ele diz ter recebido da desembargadora Marília Neves  

 

 Abaixo comentários do Blog do Reinaldo Azevedo sobre a crise de covardia do ex-bbb, que virou ex-deputado

" Comento
O deputado andava com seguranças e carro blindado fornecidos pela Câmara.
[dinheiro público = dinheiro nosso, do contribuinte, mal usado, desperdiçado.] Dadas as circunstâncias, trata-se de proteção devida. É evidente que isso tudo é detestável e inaceitável. É compreensível que o parlamentar tenha se deixado abalar, mas mantenho a crítica que fiz ao modo como ele tornou pública a questão.

Mais do que ninguém, Wyllys tinha uma tribuna para denunciar as ameaças de que era alvo. Deveria ter tornado públicos esses constrangimentos e ameaças. Notando alguma desídia dos órgãos de investigação, idem. Compreende-se que tenha medo. No país de Marielle Franco, assassinada por milicianos [até agora há apenas rumores sobre a autoria do possível assassinato da vereadora e do seu motorista] categoria que já contou com discursos de apoio do agora presidente da República e cujos membros já foram condecorados por um de seus filhos —, convém ter cuidado.

O país nunca viveu dias tão intolerantes nas redes sociais. Infelizmente, os sinais do novo poder não apelam para a paz, mas para a guerra. Sim, cumpre lembrar que o candidato que se elegeu presidente transformou a arma, que ele simulava com as mãos, em símbolo. Sua primeira medida de vulto foi justamente facilitar a posse de armas. E ele promete franquear também o porte.   Fanáticos costumam intimidar e ameaçar até em locais públicos aqueles que consideram seus adversários. Era o caso de Wyllys. Quando o presidente da República se refere a seus adversários ideológicos, a linguagem é sempre agressiva, de confronto e de desqualificação. Esquece que é a encarnação da institucionalidade. E isso, por óbvio, estimula a incentiva a agressividade.

Dito isso tudo, considero: se o encaminhamento dado por Jean Wyllys tem a virtude, vá lá, de levar a questão para o noticiário, é evidente que o desfecho é muito ruim. Da forma como as coisas se encaminharam, aqueles que o ameaçaram e que fizeram terrorismo nas redes sociais ou em mensagens que lhe eram enviadas diretamente estão comemorando o sucesso de sua empreitada.  Até onde se sabe, também a equipe que trabalhava com Wyllys foi pega de surpresa. Estamos falando de um deputado, de um político. E o que lhe faltou, nesse caso, foi dar o devido tratamento… político.

A Polícia Federal está investigando o caso. Infelizmente, ninguém aposta que possa chegar a algum lugar. Os mesmos que engrossaram o coro boçal contra Wyllys não deram trégua nem diante do anúncio que ele fez. Inventaram a história de que o deputado está se recusando a assumir um novo mandato porque a PF teria estabelecido conexões entre ele e Adélio Bispo de Oliveira, o homem que feriu Jair Bolsonaro com uma faca. [Adelio foi por vários anos militante do Psol, mesmo partido do ex-bbb.]  Hamilton Mourão, o vice-presidente, veio a público para negar que a investigação tenha esbarrado em algo parecido.

Isso, por si, evidencia os dias asquerosos que vivemos. Há verdadeiras milícias organizadas nas redes sociais, com o auxílio de robôs, que se profissionalizaram na injúria, na calúnia e na difamação. Tudo com o anonimato devidamente garantido. A nossa Polícia Federal já demonstrou que, quando quer, desvenda os esquemas mais intrincados. Ninguém espera, no entanto, que desse mato vá sair algum coelho.
Infelizmente, com a desistência, o caso, em si, tende a desaparecer. E os criminosos terão marcado um tento. O seu mandato deveria ter se transformado numa tribuna para denunciar esse outro tipo de milícia. Porque, afinal, não se ameaçava apenas o indivíduo Jean Wyllys, mas o mandato de um deputado federal, que representa a população. [o mandato que não representava a vontade da população, visto ser público e notório que o ex-bbb só se elegeu devido ter herdado os votos que sobraram do candidato Freixo;

o ex-deputado Psolista teve pouco mais de 24.000 votos = deputado menos votado em 2018 =  menos de 1/6 dos quase 150.000 que recebeu nas eleições 2014 - indicador seguro que seu desempenho não agradou ao eleitorado.
Pior é que seu suplente, David Santos, teve menos votos  = pouco mais de 17.000, tem 33 anos e se declara casado com o jornalista Glenn Greenwald.] 

Para encerrar: o jornalismo da EBC (Empresa Brasil de Comunicação), sob o comando do governo federal, recebeu a ordem para ignorar o caso. Dizer o quê? Essa gente não aprende nada nem esquece nada. Ao proceder assim, reforça o discurso de Wyllys sobre o lugar em que se encontra o inimigo. [segundo a jornalista   Mônica Bergamo, a EBC optou "concentrar a cobertura jornalística no acompanhamento da crise da Venezuela e nos desdobramentos da reunião do Fórum Econômico Mundial de Davos";

Esclarecemos que apesar de ser tradição do Blog Prontidão Total, utilizar na grafia do nome de algumas pessoas letras de tamanho proporcional a importância da pessoa e usar só as iniciais - na presente matéria, a partir do 'comento', por se tratar de uma transcrição e por respeito ao autor da matéria, optamos por transcrever ipsis litteris.]