[o pt = PERDA TOTAL = NÃO TEM FUTURO; mesmo que tudo ocorra da forma que os mais otimistas da corja lulopetista imaginam, desejam, incluindo até a inclusão do nome do presidiário na urna eletrônica e ser o primeiro colocado, estará levando o segundo colocado, JAIR BOLSONARO, a ocupar a presidência da República - que será o melhor para o Brasil.
É pacífico que sendo ilegal uma candidatura, os votos a ela conferidos serão anulados, assumindo o segundo colocado - aquele que tiver metade mais um dos votos válidos.]
Dada a estratégia do PT de manter Lula candidato o maior tempo possível, apesar de saber que ele não poderá concorrer, a legenda já deve ter um recurso preparado [recurso preparado a eficiente trupe da defesa lulopetista (eficiente em perder, não ganha uma, ainda que de consolação) sempre tem.
Eles raciocinam em cima do número de petições e não na argumentação - eles seguem no trato dos seus recursos a mesma política de massa de reboco = joga a massa na parede, se colou, colou.]
A partir do veredito da Justiça Eleitoral, que impediu na noite
desta sexta-feira (31/8) a candidatura do ex-presidente Luiz Inácio Lula
da Silva à Presidência da República, o PT precisará decidir se prefere
recorrer ao Supremo Tribunal Federal (STF), por meio de um recurso
extraordinário questionando a constitucionalidade da decisão, ou se pede
embargos declaratórios — artifício que não tem poder de mudar a
decisão, apenas de rever algum ponto que tenha ficado mal explicado, por
exemplo. Após mais de sete horas de votação, o TSE proibiu, por 6 a 1, a participação de Lula no pleito deste ano.
O
prazo para que o partido recorra à Suprema Corte, possibilidade
considerada mais provável pelos especialistas consultados pelo Correio,
é de três dias corridos. Ou seja, o PT tem até segunda-feira (3/9) para
entrar com o recurso. "É uma opção válida, dentro da legalidade",
afirma o professor de direito eleitoral João Paulo Oliveira, da
Universidade Estácio/Complexo de Ensino Renato Saraiva (CERS).
Dada
a estratégia do PT de manter Lula candidato o maior tempo possível,
apesar de saber que ele não poderá concorrer, a legenda provavelmente já
tem um recurso preparado e deve apresentá-lo o quanto antes. Um dos
argumentos que a defesa do petista, preso em Curitiba desde 7 de abril, é
o comunicado do Comitê de Direitos Humanos da Organização das Nações
Unidas (ONU), emitido em 17 de agosto que determina [???] que o país "tome
todas as medidas necessárias" para que o ex-presidente "possa desfrutar e
exercer seus direitos políticos, enquanto esteja na prisão, como
candidato para as eleições presidenciais".
O
STF, entretanto, não tem prazo para tomar a decisão final. A expectativa
dos especialistas é de que isso ocorra, no máximo, até o fim da semana
que vem, antes do feriado de 7 de setembro. Quando o Supremo bater o
martelo, Lula não poderá ser candidato e o vice, Fernando Haddad, deverá ser substituído como cabeça de chapa do PT.
"O STF não tem prazo, mas, tendo em vista uma comoção em torno dessa
decisão, porque estamos falando daquele que foi o presidente mais
popular da história do nosso país, acredito que o Supremo não vá demorar
a julgar o assunto", comenta Saraiva. Segundo ele, a Corte já julgou
três ações similares, com base na Lei da Ficha Limpa. "A
decisão deve ser rápida, até porque não precisa passar pelo plenário. A
campanha de Haddad deve começar já na semana que vem", acredita o
cientista político Sérgio Praça, da Fundação Getulio Vargas (FGV). O
Judiciário, segundo ele, tem mostrado querer o mínimo de polêmica
possível. "Ficaria surpreso se demorasse", admite França.
O
primeiro ministro a votar nesta sexta foi Luís Roberto Barroso, que
considerou Lula inelegível, em razão da condenação que sofreu no caso
Triplex. Ele determinou o prazo 10 dias para o PT substituir Lula na
propaganda eleitoral. Além disso, ele vetou a participação do petista no
horário destinado à campanha, bem como a retirada do nome do
ex-presidente das urnas. "Se ele tiver usado
estrutura, como locação de estúdio, ou qualquer outro gasto com a
gravação, provavelmente não pode usar. Os gastos serão questionados,
porque despesas com campanha só podem começar a ser feitas depois do
registro da candidatura, quando Lula já estava preso”, explica a
advogada Karina Kufa, especialista em direito eleitoral. Pouco mais de uma hora após Barroso vetar que a imagem de Lula seja vinculada à campanha do PT, o partido divulgou, em sua página oficial no Facebook, o programa eleitoral o ex-presidente.
Dilema
Independentemente
de decisões judiciais, a chapa pode trocar os candidatos até 20 dias
antes do pleito; ou seja, até 17 de setembro. Essa é a data-limite para
que o PT substitua, por vontade própria, Lula por Haddad nas urnas. A
corda-bamba na qual o PT tem se equilibrado é entre defender o direito
de Lula ser candidato até o fim ou garantir uma boa transferência de
votos ao vice, Haddad. A pouco mais de um mês das eleições, essa
dificuldade se torna maior a cada dia, já que Haddad, embora tenha sido
prefeito de São Paulo, é pouco conhecido em outras regiões do país. "A
dúvida é se esse tempo é suficiente para que o povo se informe, entenda
que, quando digita 13 e aparece o Haddad, está votando na chapa do
Lula", explica Praça.
Em nota divulgada pouco
antes do término do julgamento, o PT afirmou, em nota, que vai recorrer
da decisão do TSE junto à Suprema Corte. "Diante da violência cometida
hoje (31) pelo Tribunal Superior Eleitoral contra os direitos de Lula e
do povo que quer elegê-lo presidente da República, o PARTIDO DOS
TRABALHADORES afirma que continuará lutando por todos os meios para
garantir sua candidatura nas eleições de 7 de outubro.Vamos apresentar
todos os recursos aos tribunais para que sejam reconhecidos os direitos
políticos de Lula, previstos na lei e nos tratados internacionais
ratificados pelo Brasil. Vamos defender Lula nas ruas, junto com o povo,
porque ele é o candidato da esperança", diz a nota. [dificil saber quem é mais idiota: nós que lemos o amontoado de asneiras chamadas de NOTA ou quem escreveu?]
Veja a íntegra da votação no TSE: