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domingo, 13 de maio de 2018

Motociclista sem habilitação tenta furar bloqueio do Exército, é atingido por disparo e morre



Motociclista morto após furar bloqueio do Exército não tinha habilitação


Um motocicilista foi morto na noite deste sábado após furar um posto de bloqueio e controle do Exército na área da Vila Militar, na Zona Oeste do Rio. Identificado pelo Corpo de Bombeiros como Diego Augusto Ferreira, de 25 anos, ele não teria obedecido a ordem de parada dos militares que estavam na Rua Salustiano Silva, em Magalhães Bastos. Ainda não se sabe os motivos para o homem não ter parado na blitz das Forças Armadas. Esta é a primeira morte causada por um militar do Exército desde o início da intervenção federal no Rio de Janeiro.
Homem morreu ao tentar furar posto de bloqueio - Reprodução do Twitter / SulacapNews



De acordo com a assessoria de Comunicação Social do Comando Militar do Leste (CML), por volta das 20h30, o homem "foi atingido por um disparo de arma de fogo proferido por um dos soldados que operavam o posto". O Comando Militar informa ainda que todas as providências legais cabíveis estão sendo tomadas neste momento, além de destacar que as circunstâncias estão sendo apuradas. Segundo o CML, Diego tinha três antecedentes criminais, dois deles quando ainda era menor de idade. O ultimo caso, ele foi enquadrado por furto a estabelecimento comercial. A perícia no local foi realizada pela Polícia do Exército, e o inquérito será aberto pela Justiça Militar. A motocicleta que o rapaz pilotava não era dele. O dono do veículo esteve no local, mas o CML não informou se a moto tinha sido roubada. O corpo de Diego segue no IML do Campo Grande.

ÔNIBUS INCENDIADO
O episódio ocorreu próximo à Transolímpica, uma das principais vias expressas do Rio de Janeiro. Nas redes sociais, usuários comentaram o acontecimento: "Acabaram de matar um na Vila Militar. Mano, que isso, meu Deus..." e "A cidade está cada vez mais violenta... a gente sai de casa e não sabe se volta, o que vamos encontrar pela frente. Quantos perigos enfrentamos" são algumas das mensagens deixadas na internet.  Ainda nas redes sociais, informações da página Padre Miguel News apontam que um ônibus da linha 793 ( Pavuna x Magalhães Bastos), da Viação Pavunense, foi incendiado na Rua Almeida e Souza em forma de protesto contra a morte do motocicilista. [carioca está ficando burro e age contra ele mesmo;
um motociclista, com antecedentes criminais, desobedece uma ordem de parada, é atingido por um disparo efetuado por um militar no estrito cumprimento do dever legal, more no local e a população revoltada queima um ônibus.
Resultado: um ónibus a menos para atender a população.] 


A família de Diego Augusto Ferreira, de 25 anos, morto após furar uma blitz no Exército na Vila Militar, na noite deste sábado, acredita que o rapaz não obedeceu à ordem de parada dos militares porque não tinha habilitação. O jovem, que trabalhava como vendedor de bolsas no camelódromo da Uruguaiana, saiu de casa para comprar óleo de motor para o carro do avô, com a moto de um vizinho.

O posto de bloqueio do Exército, montado na Rua Salustino Silva, em Magalhães Bastos, fica a 800 metros da casa do rapaz, que morava com os avós e com o tio, MC Magalhães, sucesso no funk na década de 90. Extremamente abalada, a família ainda não foi ao Instituto Médico Legal, de Campo Grande, para reconhecer o corpo.


— Estávamos em casa, eu e a avó dele, nós o criamos. Ele saiu com a moto do vizinho para comprar oléo de motor e aconteceu isso. Estamos até agora sem entender, arrasados. Ele não tinha habilitação, mas gostava de moto. Mas isso não justifica o tiro. Ninguém pode tirar uma vida assim — disse o avô, José Luiz da Silva, de 70 anos, admitindo que Diego era usuário de drogas.
Diego tinha três antecedentes criminais, dois deles quando ainda era menor de idade, segundo levantamento do Exército. No último caso, ele foi enquadrado por furto a estabelecimento comercial. 


O Globo