Explicações de Jair Bolsonaro & família, em vez de esclarecer, geram mais suspeitas
[o que existe até agora sobre o relatório do Coaf e que possa implicar Bolsonaro?
NADA.
Tudo que existe é um relatório daquele órgão informando a existência de uma movimentação atípica (movimentação atípica não é, necessariamente, um crime), realizada por um ex-assessor de um dos filhos de Bolsonaro.
Até o momento, a movimentação não envolve sequer o filho de Bolsonaro - o que era assessorado pelo 'movimentador'.
Quando, e se, surgir prova ou fundado indício de algum ato ilícito praticado pelo ex-assessor e este ato implicar o presidente Bolsonaro, ou mesmo um dos seus familiares, o caso pode tomar outro rumo.]
Bolsonaro foi eleito agora. Já querem derrubá-lo. Vamos permitir? NÃO
O governo de Jair Bolsonaro
& família ainda não começou, mas tem conseguido a façanha de errar
antes da estreia, com explicações que, em vez de explicarem e
esclarecerem, geram mais suspeitas. É lamentável o modo como Jair
Bolsonaro e sua equipe vêm tratando o caso relativo ao ex-assessor do
deputado estadual e senador eleito Flávio Bolsonaro (PSL-RJ), filho mais
velho do presidente eleito.
O Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf) detectou movimentação atípica, entre janeiro de 2016 e janeiro de 2017, no valor de R$ 1,2 milhão, feita por Fabrício Queiroz, policial militar que, até 15 de outubro, estava lotado no gabinete de Flávio Bolsonaro.
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O Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf) detectou movimentação atípica, entre janeiro de 2016 e janeiro de 2017, no valor de R$ 1,2 milhão, feita por Fabrício Queiroz, policial militar que, até 15 de outubro, estava lotado no gabinete de Flávio Bolsonaro.
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