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sábado, 25 de agosto de 2018

Operação Segura Tropa

Bolsonaro radicaliza para não perder votos

Há menos de um mês, o deputado Jair Bolsonaro (PSL) concluiu que estava na hora de tentar avançar sobre fatias do eleitorado que resistem aos seus encantos. A melhor maneira para isso seria suavizar seu perfil de líder duro e repleto de ideias extremas.  Assim tentou se apresentar em sabatinas e nos dois primeiros debates de televisão entre candidatos a presidente da República. Não gostou dos resultados. Menos ainda de ter sido alçado pelas pesquisas à condição de o candidato mais rejeitado.

Então com medo de que parte do seu eleitorado cativo desertasse, deu meia volta volver. É o que se vê desde o início da semana. Voltou a radicalizar seu discurso. Pior do que simplesmente não crescer seria começar a diminuir de tamanho.  É necessário armar as crianças e ensiná-las a atirar, pregou no interior de São Paulo. Quem reagir a assaltos será condecorado se ele for eleito. Rasgue-se o Estatuto da Criança e do Adolescente. Confine-se em campos especiais quem peça refúgio ao Brasil. [o confinamento é inviável, desumano e contraria todos os principios humanitários;
mas, se o Brasil não tem - pelo menos até o presente momento - condições de propiciar condições dignas de vida a quase 20.000.000 de brasileiros - incluindo, sem limitar 13.000.000 de desempregados e 4.000.000 de desalentados (neologismo para a fusão de desempregados + sem esperança de conseguir emprego), que adianta posar de humanitário? o único resultado será piorar as já péssimas  condições de vida de milhões de brasileiros e incluir mais seres humanos no rol dos desfavorecidos.
Ser humanitário é algo que exige condições reais, materiais, econômicas  - não é possível ser humanitário apenas pensando.]
 
Sabatinas? Nunca mais. Bolsonaro “está de saco cheio com elas” e tem mais o que fazer. Debates? Irá a mais três, se tanto. Depois, só se disputar o segundo turno. [talvez nem precise disputar o segundo turno, já ganha no primeiro.
Sabatina com uma Marina = pura perda de tempo. A candidata se diz evangélica e prega conduta de ateu.] É pau, é pedra, bateu, levou. Não bateu? Mesmo assim poderá levar.

Bolsonaro de raiz na veia para quem gosta dele.  Que país será esse? Pergunta que não quer calar.  Eleitor capaz de acreditar que Lula é candidato, Jair Bolsonaro não é político e Michel Temer é o principal culpado pela herança maldita que recebeu de Dilma Rousseff, que Brasil de fato ele quer?

Blog do Noblat - Veja