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domingo, 15 de abril de 2018

Vantagem eleitoral de Lula cai após prisão, diz Datafolha - Marina Silva não conta, só tem arranque, depois trava total

Sem o petista no cenário, Jair Bolsonaro e Marina Silva aparecem tecnicamente empatados em segundo lugar

Pesquisa Datafolha divulgada neste domingo pelo jornal Folha de S.Paulo mostra que a vantagem eleitoral do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva diminuiu após sua prisão, na semana passada. O petista aparece agora com 31% das intenções de voto, uma queda em relação ao levantamento anterior, realizado no fim de janeiro quando aparecia com 37%.

A nova pesquisa foi feita entre quarta (11) e sexta-feira (13) com 4.194 pessoas de 227 municípios. A margem de erro é de dois pontos percentuais para mais ou para menos. Com Lula disputando a eleição, o deputado Jair Bolsonaro (PSL) aparece com 15% das intenções de voto e a ex-senadora Marina Silva (Rede), com 10%. O ex-ministro do Supremo Tribunal Federal Joaquim Barbosa (PSB) e o ex-governador Geraldo Alckmin (PSDB) aparecem tecnicamente empatados nesse cenário, com 8% e 6% das intenções de voto, respectivamente. [uma pesquisa que aponta Joaquim Barbosa com 8% de intenções de voto mostra que ainda está muito cedo para que resultados de pesquisas eleitorais sejam considerados - Joaquim Barbosa com 0,8% seria um resultado mais próximo da realidade.
Difícil de entender a insistência em incluir Lula - um condenado cumprindo pena, inelegível por força da Lei da Ficha Limpa, politicamente morto - no rol de candidatos.
A candidatura de Lula é tão natural quanto a candidatura de Calabar, o traidor.]
 
Em seguida, aparecem o ex-ministro Ciro Gomes (PDT), com 5%, Álvaro Dias (Podemos) e Manuela Dávila (PCdoB), com 2%.  A pesquisa também analisa outros cenários: com o PT lançando o ex-prefeito Fernando Haddad e o ex-governador Jaques Wagner e até mesmo com o partido fora da eleição. Nesse último cenário, sem Lula e sem a candidatura à reeleição de Michel Temer (MDB), Bolsonaro e Marina aparecem tecnicamente empatados, com 17% e 15% das intenções de voto, respectivamente. Também aparecem empatados nesse cenário Joaquim Barbosa (9%), Ciro Gomes (9%) e Geraldo Alckmin (8%).

Pré-candidatos que estiveram ao lado de Lula antes de sua prisão, como Manuela D’Ávila e Guilherme Boulos (PSOL), aparecem lá atrás, com 2% e 1% das intenções de voto, respectivamente. O empresário Flávio Rocha (PRB), apoiado pelo MBL, também aparece com apenas 1% das intenções de voto, mesmo desempenho obtido pelo presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM).  Joaquim Barbosa ainda não lançou sua candidatura, embora tenha se filiado ao PSB. O PT mantém, por enquanto, o discurso de que registrará a candidatura de Lula, apesar da prisão. Caberá à Justiça Eleitoral deferir ou não o registro da candidatura do petista. [agora que tudo indica a Justiça perdeu o medo da gang lulopetista, dificilmente  o TSE vai violar a Lei da Ficha Limpa;
além do mais, violar a Lei da Ficha Limpa a favor de Lula ou de qualquer outro condenado em segunda instância, seria igual a impunidade e o general Villas Boas já deixou bem claro que o Exército e o povo repudiam a impunidade.]

O Datafolha também analisou cenários em que Temer disputa a reeleição. Tendo Haddad como candidato do PT, Temer aparece com 2% das intenções de voto, mesmo percentual do concorrente petista.  Com Jaques Wagner como candidato petista, Temer e o ex-governador recebem 1% das intenções de voto.

O Globo