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sábado, 24 de julho de 2021

Mario Frias afirma que Museu da Língua Portuguesa ‘vandaliza’ cultura ao usar pronome neutro - Revista Oeste

Edilson Salgueiro

Entidade escreveu ‘todes’ em anúncio sobre retomada de atividades

O secretário especial da Cultura, Mario Frias, criticou o uso do pronome neutro “todes” pelas mídias sociais do Museu de Língua Portuguesa. “O governo federal investiu R$ 56 milhões nas obras do Museu da Língua Portuguesa, para preservarmos o nosso patrimônio cultural, que depende da preservação da nossa língua”, disse o secretário. “Não aceitarei que esse investimento sirva para agentes públicos brincarem de revolução.”
 [PARABÉNS ao ilustre Secretário Especial da Cultura,  por mais uma ação em defesa dos valores nacionais. Falta punir os que insistem em contrariar a legislação - a Língua Portuguesa é o idioma oficial do Brasil, o que torna seu uso obrigatório. A pretexto de discutir aberrações, tentam impor uma. O Decreto 6.583,de 29 de setembro de 2008 e o  Decreto Legislativo Nª 54, de 16 de abril de 1995,estabelecem o uso de uma ortografia unificada para a língua portuguesa.  
Os gestores que usarem dinheiro público para divulgação de aberrações e implantações de práticas ilegais devem ser punidos, no mínimo, com a demissão sumaria, e o ressarcimento aos cofres públicos dos recursos gastos com divulgação de atos de pouca vergonha.]

Frias garante que vai tomar as medidas necessárias para impedir que verbas públicas federais sejam utilizadas em propagandas ideológicas. “Se o governo paulista se comporta como militante, vandalizando nossa cultura, não o fará com verba federal”, asseverou.

A confusão
O Museu da Língua Portuguesa adotou a escrita de pronome neutro em seus perfis nas mídias sociais. Em 12 de julho, a instituição publicou um post em que aparece escrito o termo “todes”, apesar de ele ser inexistente nas normas oficiais do idioma.

Depois da repercussão negativa, a entidade se pronunciou em nota enviada ao jornal O Estado de S. Paulo.

“Desde sua fundação, em 2006, o Museu da Língua Portuguesa se propôs a ser um espaço para a discussão do idioma, suas variações e mudanças incorporadas ao longo do tempo. Sempre na perspectiva de valorizar os falares do cotidiano e observar como eles se relacionam com aspectos socioculturais, sem a pretensão de atuar como instância normatizadora. Nesse sentido, o Museu está aberto a debater todas as questões relacionadas à língua portuguesa, incluindo a linguagem neutra, cuja discussão toca aspectos importantes sobre cidadania, inclusão e diversidade.”

Leia também: “A estupidez da linguagem neutra”, reportagem de Cristyan Costa publicada na Edição 62 da Revista Oeste