Nesta quarta-feira, 23, o presidente do TSE agendou um encontro com agentes das Polícias Militares do Brasil
O encontro, que contou com a participação de 24 comandantes-militares, ocorreu na sede do TSE, em Brasília. O corregedor-geral da Justiça Eleitoral, Benedito Gonçalves, também esteve presente.
A reunião teve como objetivo fazer um “balanço” das operações de segurança pública durante as eleições. Moraes e os policiais também debateram os bloqueios que paralisaram rodovias pelo país, em protesto contra a falta de isonomia no processo eleitoral.
Em 1º de novembro, Moraes autorizou as PMs a desobstruir as rodovias, inclusive as federais. Até então, o trabalho estava sendo realizado pela Polícia Rodoviária Federal (PRF).
Na reunião desta quarta-feira, o TSE informou que deverá ser criado um grupo de trabalho para desenvolver as propostas discutidas pelos ministros e pelos comandantes-militares. As seguintes sugestões foram debatidas:
1) a previsão orçamentária para auxílio às policiais militares durante atuação nas eleições; [lembrete: as eleições mais próximas estão previstas para o final de 2024 e já estão discutindo gastos - item 1. Pode até ocorrer eleições por agora, mas depende do resultado de questionamentos que apresentados pelos candidatos Bolsonaro e Braga Netto (para evitar que nos acusem de disseminação de fake news - detestamos mentiras e desprezamos os mentirosos, o que explica nosso desprezo pelo eleito - destacamos que pensamos que PODE, não estamos dizendo que ocorrerão eleições por agora.)
Analisando o restante da pauta, foi totalmente inútil tal reunião.],
2) a fiscalização da não utilização de celulares na cabine eleitoral por detector de metal;
3) o auxílio das Guardas Municipais Metropolitanas, dos Corpos de Bombeiros e das Polícias Civis;
4) a elaboração de um manual de procedimento operacional geral para os períodos eleitorais;
5) a verificação de possível alteração de locais de votação que estejam, hoje, em locais críticos;
6) o aprimoramento de reuniões preparatórias aos pleitos eleitorais para a melhor atuação integrada; e
7) a presença de um coronel da PM, da ativa ou da reserva, junto aos núcleos de inteligência dos TRES.
Redação - Revista Oeste