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sexta-feira, 16 de agosto de 2019

Caso Epstein cada vez mais bizarro: Bill Clinton, Bill Gates… - Veja

O quadro do ex-presidente americano vestido de mulher que o milionário suicida tinha na mansão em Nova York é mais um detalhe inacreditável


Se você é um milionário americano que gosta de cortejar outros ricos e poderosos, tipo Bill Clinton, o que faria?
Colocar seus Boeings a serviço dele? 
Certamente. Levar o ex-presidente, notório pelas aventuras sexuais, à sua ilha particular lotada de beldades adolescentes? Sem dúvida.
Ter um retrato dele travestido de mulher, com cara de chapado e, ainda por cima, um vestido azul – inevitavelmente ligado ao caso do traje de Monica Lewinsky, guardado como prova do sêmen derramado – já entra no campo da bizarrice.

E isso é tudo o que não falta na vida e, principalmente, na morte de Jeffrey Epstein, que se suicidou ou foi suicidado na mais difícil das circunstâncias: sentado no chão de sua cela no Centro de Correção Penal de Nova York, com um lençol no pescoço. A ação penal contra ele era a mais famosa do momento nos Estados Unidos: tráfico sexual, um jeito encontrado por promotores federais de Nova York de aumentar a punição ridícula que o milionário, com seu harém de menores de idade recrutadas nos Estados Unidos e em países do leste europeu, havia recebido.
Epstein já tinha sido encontrado semidesfalecido, na cela, com hematomas no pescoço. Foi colocado e, atenção, retirado, do regime especial para suicidas em potencial (com estrado de cama em aço fundido no chão, lençóis de papel e outros recursos de prevenção).

O companheiro de cela dele foi retirado um dia antes do suicídio. Os guardas que deveriam fazer uma inspeção visual a cada trinta minutos, dormiram por três horas seguidas. Depois, tentaram alterar as gravações que mostram sua negligência. Não deu muito certo.  O diretor e a vice-diretora do Centro de Correção Penal foram afastados enquanto o FBI investiga a inacreditável – literalmente – sequência de erros. É preciso um esforço bem grande para acreditar que tenham sido cometidos ao acaso.
E dá para aceitar que numa dependência do sistema penitenciário de Nova York, a cidade onde desde o Onze de Setembro não se mexe uma folha de árvore sem que seja registrado, não havia uma câmara na cela do prisioneiro mais famoso dos Estados Unidos?
Com tantas pontas soltas, a maior dúvida ainda é: quem era Jeffrey Epstein? Como ficou tão rico, chegando à marca do um bilhão de dólares, fortuna reduzida para “apenas” 550 milhões quando seu castelo começou a cair?
E como conseguiu manter contatos no alto mundo, mesmo depois que sua ficha sujíssima se tornou conhecida?

Uma das recentes, e espantosas, revelações recentes: o multibilionário Bill Gates, o gênio discreto hoje afastado do dia a dia da Microsoft, discutiu “assuntos filantrópicos” em “diversas ocasiões” com Epstein.
É um mistério imaginar o que poderia aproximar o santo Gates, o maior filantropo do mundo, de um sujeito que fazia trambiques com o dinheiro dos outros outra revelação do momento -, transportava famosos no “Lolita Express”, o apelido de seu Boeing, para orgias na sua ilha do Caribe e recrutava meninas a partir dos 14 anos para seu harém.
O retrato de Bill Clinton, fazendo pose de Tio Sam safado, em pleno Salão Oval, foi fotografado por uma empresária que conheceu a mansão de Epstein em Nova York, a maior da cidade.

SALTO ALTO
A mulher, não identificada, passou o flagrante para o tablóide inglês Daily Mail. Ela disse que vislumbrou o quadro durante uma visita, em 2012. Ficou chocada com “a pintura muito provocadora, sexual” do ex-presidente, com sapato vermelho de salto e “a mão numa posição esquisita”.
Detalhe perverso: o vestido é muito parecido com um usado por Hillary Clinton num jantar de gala.
(...)

Ah, sim: o juiz encarregado de uma das ações penais contra Epstein morreu no domingo. Não foi exatamente uma surpresa, pois tinha 96 anos. Mas quem ainda acredita em coincidências nesse caso?


Blog Mundialista -  Vilma Gryzinski - Veja



domingo, 6 de setembro de 2015

"A FALÊNCIA DO GOVERNO"

Perpetrou-se da maneira mais deprimente possível. Pela primeira vez na história da República um governo enviou ao Congresso uma proposta orçamentária na qual admite publicamente que não será capaz de pagar as próprias contas. E isso já no próximo ano. Que dirá nesse! Dilma evidenciou assim o desastre de sua gestão, não apenas no campo político como também na área econômica. É bem verdade que muitos já desconfiavam, embora não soubessem da extensão. O rombo anunciado é de R$ 30 bilhões para 2016. Analistas alegam ser bem maior. De uma maneira ou de outra ele foi produzido em meio a um coquetel de barbeiragens que incluiu desonerações e subsídios a rodo, gastos desmedidos da máquina, desperdício com funcionalismo e pedaladas fiscais para acobertar a lambança. 

Em resumo: abusando da chamada contabilidade criativa, na qual gastar em proveito de um projeto de poder foi regra, Dilma quebrou o Estado. Colocou em colapso as contas públicas e agora quer fazer crer que nada disso foi culpa da tal “nova matriz econômica” que o PT implementou ao longo de anos. Diante da gravidade dos números que não fecham, a mandatária recusou-se sistematicamente a fazer cortes. Seguiu ignorando os apelos por austeridade. Tentou tapar o buraco com o famigerado imposto sobre cheques (CPMF). 

Não conseguiu e buscou, como ultimo recurso, apresentar a tal peça orçamentária indicando déficit. Mesmo a contragosto de seu ministro da Fazenda, Joaquim Levy, que alertava para o risco de fuga de capitais e aumento da ameaça de perda do grau de investimento. O impacto da ideia foi um horror. O súbito impulso pela transparência, após quatro anos e oito meses negando a realidade e passando a descabida mensagem de que “a crise é passageira”, redundou em pânico nos mercados. Da noite para o dia todos os indicadores foram revistos negativamente: as estimativas de PIB desabaram; as de inflação e desemprego subiram e o câmbio entrou em parafuso. A presidente Dilma demonstrou mais uma vez que não tem qualquer noção sobre como conduzir, razoavelmente, o País a um porto seguro. Sua palavra e as promessas que pregou desde a campanha, e ainda sustenta, não valem mais um real furado. Com o orçamento deficitário ela assinou um atestado de incompetência e de renúncia às atribuições mais elementares de um chefe da Nação, dentre as quais a de gerir os recursos oficiais

E segue penalizando a sociedade que, para variar, vai pagar o pato com mais impostos e cada vez menos direitos. Há menos recursos para a educação, para a saúde, transporte, segurança... sobram verbas apenas para manter os projetos políticos de simpatizantes muitos deles aboletados nos 22 mil cargos comissionados e 39 ministérios do harém dispendioso do Planalto. Historicamente, foi Lula quem deu a partida ao conceito temerário de que “governar é gastar”. Abriu a temporada de distribuição de dinheiro público sem planejamento para financiar o populismo e estimulou os saques ao Tesouro para promover a farra petista e agradar aliados. Mesadinhas a políticos na base do Mensalão e desvios de estatais como os descobertos no Petrolão estão na origem da mesma e desavergonhada receita que colocou o Estado nas cordas. Nos últimos tempos, para fugir da responsabilidade pelo excesso de erros, Dilma passou a atribuir os problemas à crise internacional. 

A negação dos próprios equívocos virou uma rotina petista. Foi a mesma tática que na semana passada levou o governo a tentar de forma marota jogar no colo do Congresso a missão de encontrar saídas para o nó de suas contas. Com a credibilidade em farrapos, corroída por mentiras sem fim, quer dividir o ônus de medidas impopulares com deputados e senadores. Afinal não tem mais como maquiar suas despesas nem como promover pedaladas fiscais inconsequentes. O certo seria dar o exemplo. A sanha perdulária do Estado deveria ser o primeiro alvo de ataque antes de se pedir mais sangue, suor e lágrimas de uma população que foi enganada e espoliada por anos a fio. Que a presidente e o partido que lhe dá sustentação entreguem antes sua cota de sacrifício e que tenham a coragem de levar adiante as necessárias reformas estruturais. Do contrário, que cedam lugar a quem tem competência para a missão.

Fonte: IstoÉ - Editorial  - Carlos José Marques, diretor editorial