Blog Prontidão Total NO TWITTER

Blog Prontidão Total NO  TWITTER
SIGA-NOS NO TWITTER
Mostrando postagens com marcador Evangélicos e católicos. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Evangélicos e católicos. Mostrar todas as postagens

quarta-feira, 3 de outubro de 2018

Já no dia do protesto, as fotos mais ousadas do “#EleNão” invadiram templos evangélicos e católicos. O resultado foi contraproducente

Meus caros, eu não me deixei iludir por aquela que foi, sem dúvida, uma manifestação muito evidente da repulsa provocada pelas ideias de Bolsonaro. Ocorre que o alvo dos protestos não dormem no ponto. Por bastante contundente, o “#EleNão“ fez com que o outro lado se preparasse para a batalha. Por bastante diversificado, como já notei aqui, levou para as ruas também as tribos que não têm receio de, vamos dizer assim, afrontar os tais “valores conservadores”.

 

Fotos de pessoas seminuas ou fazendo caricaturas sobre sensualidade, sempre com o ânimo de provocar os conservadores, inundaram as redes sociais e circularam freneticamente sobretudo entre evangélicos. O tema foi matéria de proselitismo religioso em milhares de templos país afora, como se o comportamento de uma extrema minoria — e não estou fazendo juízo de valor sobre se mostrar a bunda é bom ou ruim — fosse, na verdade, o padrão dos muitos milhares que se reuniram para dizer “Ele Não”. Assim como a garotada embriagada, carregando bebida na mão, que desceu a Augusta no domingo, com camisetas de Bolsonaro, não representava o comportamento das também milhares de “Ele Sim”. [a turma embriagada são da 'quinta coluna' - vestiram uma camiseta de Bolsonaro e invadiram as ruas tentando 'queimar ' os apoiadores/eleitores do capitão;

a maioria das fotos são pornografia barata e mostra que a quase totalidade dos intitulados #EleNão são imorais, não respeitam a Família, que querem destruir a qualquer custo e junto pretendem levar para o abismo da pouca vergonha os VALORES MORAIS e os BONS COSTUMES - mas,não conseguirão, o capitão e milhões de BRASILEIRO DO BEM farão o necessário para impedir que tenham êxito e as auto intituladas vadias e viados serão mais uma vez derrotados.

Até fotos de mulheres nuas, defecando, em close, estão circulando na internet.

Por respeito aos seus leitores, este Blog publicou apenas uma ou duas e que estão entre as menos ofensivas - imagina as ofensivas.

Além do restabelecimento da FAMÍLIA e dos BONS VALORES - que a maioria dos brasileiros valoriza e pretende conservá-los Bolsonaro é o anti-PT.]

Ocorre que os bolsonaristas sentiram o cheiro do perigo — a eventual generalização de uma onda contra o candidato e partiram para a guerra, aplicando, digamos assim, as vacinas. Certamente havia pobres protestando contra Bolsonaro, como os há entre seus admiradores. Mas O “#EleNão” é um movimento liderado pela classe média mais descolada, informada, para a qual o feminismo e as conquistas políticas da mulher são um valor. 

Mas as mulheres de renda mais baixa e que vivem outra realidade tiveram acesso nos cultos, também os católicos, a imagens que não as representam. Não duvidem: mostrar o bumbum num protesto genérico contra conservadores pode até provocar algum efeito positivo. Numa disputa eleitoral, porque é disso que se trata, corresponde a desnudar-se diante do inimigo. Não costuma ser uma boa política. Certamente ele fará um uso da coisa diferente daquele que o desnudo imaginou.


Não estou responsabilizando o “#EleNão” pela inversão de tendência. Estou informando o que acontece e explicando como as coisas funcionam.


quinta-feira, 3 de maio de 2018

Qual o motivo de uma Câmara de Vereadores se envolver com projetos gays? O Rio tem inúmeros problemas mais sérios e que merecem a atenção dos seus vereadores



Bancada religiosa na Câmara tenta barrar projetos de lei que tratam de questões de gênero e sexualidade [assuntos que não são de competência dos vereadores e devem ir para o arquivo.]

Evangélicos e católicos resistem a propostas sobre a questão de gênero

Numa sessão destinada à votação de seis projetos de lei da vereadora Marielle Franco (PSOL), três propostas que tratam de questões de gênero e sexualidade sofreram, nesta quinta-feira, resistência da bancada religiosa. Após muita negociação, duas delas foram aprovadas em primeira discussão, mas ainda podem ser modificadas quando voltarem ao plenário para a segunda votação. Outra, que cria o dia de luta contra a homofobia, a lebofobia, a bifobia e transfobia, acabou sendo adiada. [alguém diga qual a importância, necessidade,  da existência de um dia dedicada a tais preferências sexuais? 
Qualquer dia algum vereador vai apresentar projeto de lei estabelecendo que um percentual das vagas de qualquer concurso público (incluindo vestibular)  deve ser reservado aos gays - sendo exigido durante a inscrição que seja comprovada a bizarra preferência sexual.
O município do Rio, o Estado do Rio e o Brasil tem coisas mais importantes em que gastar tempo e dinheiro público.] 

Marielle e o motorista Anderson Gomes foram assassinados no dia 14 de março, no Estácio.  A bancada do PSOL teve que negociar com vereadores evangélicos e católicos para que as propostas fossem votadas sem emendas. [na segunda votação esse acordo deve ser ignorado e os projetos arquivados.] O acordo foi costurado com Alexandre Isquierdo (Democratas), ligado à Assembleia de Deus Vitória em Cristo. Um dos projetos prevê a realização de uma campanha permanente contra a violência e o assédio sexual. O outro trata da criação de um terceiro turno em creches, para receber crianças cujos pais trabalham ou estudam à noite. 

SEGUNDA DISCUSSÃO ESTE MÊS
O vereador Professor Tarcísio (PSOL) disse que a tendência é que essas duas propostas sejam aprovadas na segunda discussão, que deve acontecer ainda este mês, mas com emendas da bancada religiosa que retirarão qualquer referência à questão de gênero. [o ideal mesmo é que na segunda votação o assunto vá para o arquivo.] No caso do projeto que cria o Dia de Luta contra a Homofobia (17 de maio), a iniciativa de pedir o adiamento partiu de Cláudio Castro (PSC), ligado ao movimento carismático da Igreja Católica. — Há uma resistência da bancada fundamentalista em relação a questões envolvendo LGBTs. A aprovação da data era simbólica para a causa. Mas a questão religiosa pesa na Casa — disse Tarcísio. [vereador Tarcísio: tem maior peso na eleição, quando serão lembrados os nomes do que desperdiçaram tempo e dinheiro público defendendo causas que não merecem nenhum tratamento especial e esqueceram dos PROBLEMAS REAIS que o município do Rio enfrenta - tais nomes não receberão votos.] 
 
Isquierdo argumentou que não existe na Câmara um bloco religioso, mas, sim, “vereadores que professam a fé católica e a evangélica”. Segundo ele, muitos políticos, independentemente de religião, são contrários a um debate ideológico sobre gênero, principalmente nas escolas. Ele lembrou que, em abril, uma emenda da bancada do PSOL que previa a discussão de gênero no novo Plano Municipal de Educação foi rejeitada.
Todos somos contra discriminações, mas, por trás desses projetos, está uma tentativa de abrir espaço para que a questão de gênero entre em debate nas escolas com viés de convencimento. E com isso nós não concordamos disse Isquierdo.
Cláudio Castro explicou por que pediu o adiamento de um dos projetos de Marielle:
Hoje, existe uma discussão muito concentrada em uma camada da população que sofre discriminação. Esse debate tem que ser ampliado. Existem outros preconceitos, como o contra gagos.

Um dos momentos mais tensos da sessão ocorreu quando o vereador Otoni de Paula (PSC), da bancada evangélica, anunciou que votaria contra a resolução que dá o nome de Marielle Franco à tribuna do plenário. O projeto foi apresentado pelas seis vereadoras da Câmara. Otoni alegou que seria um ato precipitado, já que as investigações que apuram o duplo homicídio ainda não foram concluídas. As pessoas que estavam nas galerias ouviram o discurso de costas, gritando palavras de ordem. Foi dele o único voto contrário à resolução. Mônica Benício, viúva de Marielle, acompanhou a sessão. [lamentavelmente o Rio permanece fazendo questão de se destacar por votar em candidatos absurdos e propostas sem sentido.
Por isso é que também continua se destacando na falta de segurança, na criminalidade, na falência.]
— A voz de Marielle não será calada. Nós vamos continuar na rua — prometeu Mônica.
Também foi aprovado um projeto que incentiva a formulação de políticas públicas voltadas para as mulheres. Os vereadores votaram ainda uma proposta que obriga o município a garantir medidas socioeducativas determinadas pela Justiça a jovens fora de abrigo. 

Cerca de 60 pessoas acompanham a sessão na Câmara Segundo a equipe da vereadora, o esforço é de "manter vivo o seu legado" e fazer "Marielle Presente por meio de suas ideias". A parlamentar foi eleita com 46.502 votos em 2016, a quinta mais apoiada pelos eleitores cariocas. As propostas refletem o engajamento na causa dos direitos das mulheres, dos negros, da comunidade LGBT e também da população de baixa renda.

Veja os projetos de Marielle Franco:
Espaço Coruja (PL 17/2017): Criação de um programa de acolhimento a crianças no período da noite, durante o trabalho ou o estudo de seus responsáveis. A ideia é cuidar dos pequenos e propiciar que mães com dupla jornada permaneçam em seus empregos e estudos. [tem algum sentido, mas deve ser avaliado com muita atenção, especialmente a relação custo x beneficio.]

- Dia de Thereza de Benguela no Dia da Mulher Negra (PL 103/2017) [para que este dia? aproveitem e crie o 'dia da mulher nissei', o 'dia da mulher índia', o 'dia da mulher branca'] 
-  Inclusão no calendário oficial da cidade a data para marcar o dia em que a homossexualidade deixou de constar como doença no Código Internacional de Doenças.[qual o motivo de um dia para comemorar a data em que uma disfunção deixou de constar como doença do CID? e ainda incluir essa bobagem no calendário oficial da tão maltratada cidade do Rio de Janeiro.]

O Globo