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quinta-feira, 13 de outubro de 2022

A blitz de Bolsonaro em Minas, o estado que decide eleições

Bolsonaro intensifica campanha em Minas em busca de virada sobre Lula

Com o apoio do governador Romeu Zema, o presidente foi a Belo Horizonte nesta quarta e volta sexta à cidade; nesta quinta, será a vez de Braga Netto em BH

Jair Bolsonaro está determinado a conseguir a virada no segundo turno sobre Lula em Minas Gerais, o estado que costuma refletir o resultado da eleição nacional. Com o apoio do governador reeleito Romeu Zema, o presidente foi a Belo Horizonte nesta quarta e já vai retornar à cidade nesta sexta, pouco mais de 48 horas depois. Detalhe: ele já esteve em BH na última quinta, para uma agenda na Federação das Indústrias de Minas.

A blitz da campanha no estado não para por aí. Na tarde desta quinta, o general Walter Braga Netto, candidato a vice de Bolsonaro, estará na capital mineira para um encontro com Zema e deputados do estado.  Em Minas, o segundo maior colégio eleitoral do país, Lula teve no primeiro turno 48,29% dos votos válidos contra 43,60% de Bolsonaro, uma vantagem de pouco mais de 560.000 votos. Mas, em BH, o resultado foi o oposto: o presidente 46,60% contra 42,53% do petista.

No ato de campanha na manhã desta quarta, Bolsonaro discursou para apoiadores ao lado de Zema e do pastor Valdemiro Santiago, fundador da Igreja Mundial do Poder de Deus. Nesta sexta, também com o governador a tiracolo, ele irá se reunir com uma parcela dos 853 prefeitos mineiros e  receberá uma carta de reivindicações das cidades do estado.

Zema, aliás, mergulhou de cabeça na campanha de Bolsonaro à reeleição. Ele inclusive participa de uma propaganda eleitoral do candidato do PL defendendo que os mineiros devem ser “PTfóbicos”, tese que vem difundindo no estado.

O foco em Minas não se limita à campanha do presidente. No último sábado, Lula foi a Belo Horizonte e comandou um grande ato, que teve até a participação do cantor Chico Buarque. No primeiro turno, o ex-presidente também passou pelo estado algumas vezes, mas não conseguiu eleger os seus candidatos ao governo, Alexandre Kalil, e ao Senado, Alexandre Silveira.[alguém lembra de algum sucesso desse cantor? só valem sucessos deste século.
É igual ao sucesso daquela outra cantora, a tal Mercúrio, cujo último sucesso foi na década de 90.]

Coluna Radar - Revista VEJA


domingo, 8 de março de 2015

O 'Partido Progressista" - que já tinha entre seus membros muita coisa ruim - foi contaminado após se tornar aliado do PT

Partido Progressista, o ‘filho’ da ditadura que coleciona escândalos

Com 31 dos 49 políticos investigados, legenda é umas das principais aliadas do Governo

De filho da ditadura militar (1964-1985) a para-raios de escândalos, esse é o Partido Progressista, a sigla que teve mais políticos citados na Operação Lava Jato até o momento, 31 dos 49. [o Partido Progressista não foi constituído durante o Governo Militar; quem deu sustentação política ao Governo Militar foi a Aliança Renovadora Nacional - ARENA que em 1979, já durante o governo Figueiredo (ocasião em que começou o desmonte do Brasil, anistiando terroristas, transformando a abertura lenta e gradual do presidente Ernesto Geisel em uma bagunça que gerou a Nova República) a Arena foi substituída pelo PDS e mesmo tendo levado para a nova legenda muitos BRASILEIROS DO BEM, recebeu muita coisa que não presta.

Mas, zoneou mesmo foi em 2003, já no primeiro mandato do $talinácio Lula,  quando - apesar de ainda ter em seus quadros políticos que valorizam qualquer partido político - perdeu muitos membros importantes e do BEM, recebeu muita coisa que não presta e passou a existir mais em função de apoiar os sucessivos desgovernos petistas.

Hoje, possui poucos políticos que realmente dignifiquem qualquer partido, sendo até complicado entender porque alguns políticos sérios e competentes ainda continuam naquela agremiação partidária.] Oriundo da Arena, a agremiação de direita que deu suporte ao regime militar brasileiro, o PP sempre apoiou os governos, independentemente de quem fosse. Sua principal diferença do PMDB, que também costuma ser um fiel aliado do Palácio do Planalto desde a redemocratização, é o tamanho: os progressistas são menores.

A relação dos membros do PP investigados por desvios de recursos da Petrobras é eclética. Vai de um padre baiano, o ex-deputado José Linhares da Ponte (Padre Zé), a um evangélico paulista que está na cúpula da Igreja Mundial, o missionário José Olímpio. Há ainda mensaleiros, como Pedro Henry e Pedro Corrêa, um ruralista gaúcho anti-índios, Luiz Carlos Heinze, e o vice-governador baiano que diz estar “cagando e andando” para a investigação, João Leão.

Continuar lendo.............. Partido Progressista ... no El País