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sexta-feira, 6 de março de 2015

"NO LIMITE DA PACIÊNCIA"

NO LIMITE DA PACIÊNCIA

Esquenta por esses dias o caldeirão social do Brasil. Somados às habituais greves e paralisações da temporada, surgem aqui e acolá sinais claros de que o ponto de fervura está próximo. A radicalização que tomou conta de militantes do PT e de organizações sindicais em um confronto com manifestantes antigoverno foi apenas um dos inúmeros episódios lamentáveis dessa ebulição de ânimos. Não um fato isolado. 

O bloqueio de estradas por caminhões em todo o País, com registros de violência em várias partes; a agressão verbal ao ex-ministro Mantega nas dependências de um hospital; e os protestos em portas de fábrica e nas sedes de governos estaduais e municipais são a gênese de uma animosidade em escalada. Para o próximo dia 15 está convocada uma passeata em nível nacional que deve vocalizar a insatisfação com os rumos do País

A ideia de que o Estado e todas as forças que o compõem vêm abusando da paciência dos brasileiros é premente. Especialistas apontam que, após a divisão política nas urnas e o agravamento da crise econômica, a hostilidade social ganhou as ruas e segue piorando dia a dia. O professor Milton Lahuerta, da Universidade Estadual Paulista, chegou a comparar o Brasil de hoje com a Espanha em plena Guerra Civil. No meio da arena de disputas, é notória a incapacidade da presidente eleita Dilma Rousseff em promover a prometida conciliação, para a qual bastariam gestos elementares de diálogo com os diversos setores. Mas a chefe da Nação hesita, se isola e ignora os apupos da maioria. Dá demonstrações de descaso com o clamor que escuta de seus governados. 

Nas pesquisas sua popularidade desaba, mal começou o segundo mandato. Enquanto isso, tal qual um carbonário prestes a incendiar as massas com gritos de ordem, o ex-presidente Lula convoca simpatizantes para a “guerra”. Em um encontro na semana passada com trabalhadores da Petrobras – entoando a cantilena do populismo inconsequente - disse estar pronto para “lutar” e, ao lado do coordenador do movimento radical MST, João Pedro Stédile, não deixou margem a dúvidas: “Sabemos brigar também, sobretudo quando o Stédile colocar o exército dele na rua”. 

Até onde almeja ir o patrono de Dilma? No Brasil de inúmeras demandas e tanto descontentamento, não há espaço para o equivocado lema do “nós contra eles” que Lula insiste em pregar. Neste momento, triste é perceber a ausência de líderes pacificadores, chamando o País para a racionalidade. Fazem falta nomes como Ulysses Guimarães e Tancredo Neves, que apostavam no jogo da convergência e uniram a Nação em torno de uma mesma ideia: a democracia. 

Fonte: Editorial - Revista IstoÉ


sábado, 28 de fevereiro de 2015

Brasil - um país conflagrado. O impeachment da Dilma é o primeiro passo, a primeira ação insubstituível para salvar o Brasil

Caldeirão social fervilha em meio a brigas de militantes nas ruas, paralisações de rodovias por caminhoneiros, greves de professores e metalúrgicos e uma população cada vez mais revoltada com o aumento do desemprego e do custo de vida. 

Aonde vamos parar?

A Revista IstoÉ mostra em reportagem a conflagração que assola o Brasil de ponta a ponta e sempre crescente.
As causas para revolta se avolumam e o governo nada faz. Finge negociar,  mas o mentor da 'criatura' que está na presidência da República incita a população ao conflito, a invadir as ruas a pretexto de defender a Petrobras.
O ministro da Justiça recebe advogados de empreiteiras cujos chefões estão presos como consequência da operação Lava-Jato buscando formas de favorecer à impunidade dos criminosos do PETROLÃO - PT.

O advogado-geral da União, Luiz Inácio Adams - xará do $talinácio - age como fosse advogado-geral das empreiteiras e dos criminosos presos pela Lava-Jato.

Lula chama um grupo de marginais, terroristas, criminosos da pior espécie - os bandidos do MST, na verdade um movimento social terrorista - para invadirem as ruas agindo como o 'exército' do PT.

Os facínoras do MST indo as ruas certamente serão acompanhados e apoiados por seus cúmplices - os integrantes da facção criminosa PCC. 

Leia a reportagem da IstoÉ:

" No final da tarde da terça-feira 24, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva se dirigiu à sede da Associação Brasileira de Imprensa (ABI), no centro do Rio de Janeiro, para participar de uma manifestação em favor do governo Dilma Rousseff. Organizado pela Central Única dos Trabalhadores (CUT) e pela Federação Única dos Petroleiros (FUP), o ato público tinha por mote a “defesa da Petrobras”, bandeira política empunhada pelo PT para tentar se contrapor ao bilionário escândalo de corrupção estourado há quase um ano pelos investigadores da Operação Lava Jato.
 AMBIENTE INFLAMÁVEL
Na tarde da terça-feira 24, militantes se digladiaram  em frente à ABI, durante
ato em defesa da Petrobras.  Do lado de dentro da associação, Lula conclamou
a militância à luta. Nessa atmosfera conturbada, caminhoneiros paralisaram
as principais rodovias do País e sindicalistas vestidos de leões
protestaram contra a deterioração  dos salários

A reunião programada para dar demonstração de força de setores alinhados com as causas governistas, no entanto, transformou-se num lamentável retrato do grau de radicalização e intolerância que tomou conta do País nos últimos tempos. Antes mesmo da chegada de Lula, os cerca de 500 militantes que o aguardavam entraram em confronto físico com duas dezenas de pessoas que se dirigiram ao local para gritar contra o governo e a corrupção. A partir desse momento, o espaço em frente à sede da ABI virou ringue de pancadaria entre os ativistas. As lamentáveis cenas remetiam aos insanos embates entre torcidas organizadas de futebol. De um lado, as tradicionais cantorias “olê, olê, Lula, Lula” e, do outro, os gritos de “Lula, ladrão, Lula, ladrão”. A troca de sopapos só terminou depois que a PM chegou. Do lado de dentro da associação, Lula jogava gasolina na fogueira fazendo uma convocação belicosa recheada de expressões como “luta” e “guerra”.

(...) 

Se há dois anos as multidões se revoltaram contra os preços das passagens de ônibus urbanos e as deficiências na organização da Copa do Mundo, agora o mau humor guarda relação com a enxurrada de denúncias de corrupção do Petrolão e com as medidas anunciadas por Dilma para enfrentar a crise econômica que a presidente reeleita legou a ela mesma. Os primeiros sinais de descontentamento começaram ainda no ano passado, na esteira do resultado das urnas. Ao contrário do que propagandeou durante a campanha, a presidente Dilma aumentou os juros e baixou medidas que afetam direitos trabalhistas e previdenciários. Também ficou evidente que as manobras contábeis utilizadas no primeiro mandato jogaram a economia do País no buraco, com a inflação estourando o teto da meta e o crescimento em torno de zero. Tudo muito, mas muito diferente do mundo mágico alardeado pelo marqueteiro João Santana.

O Brasil de verdade aos poucos se apresentou. O País já havia saído dividido das urnas. O clima de ebulição social, no entanto, ficou mais escancarado nas últimas semanas, quando vários focos de insatisfação engrossaram os protestos contra os governantes. Metalúrgicos da região do ABC fizeram uma greve de seis dias contra ameaças de demissão nas montadoras, uma das consequências do desarranjo da economia nacional. Professores da rede pública do Paraná, Estado governado pelo tucano Beto Richa, e do Distrito Federal, sob a administração de Rodrigo Rollemberg, do PSB, organizaram paralisações contra salários atrasados e más condições de ensino. Nas duas unidades da federação, até a sexta-feira 27 o ano letivo ainda não havia começado.

(...) 

 EM DEFESA DO IMPEACHMENT
Ex-governador de São Paulo, Alberto Goldman defende a deposição de Dilma.
Para o integrante do PSDB, será a solução a para crise atual.

Ler íntegra da reportagem IstoÉ 

Fotos: Marcos de Paula/Estadão Conteúdo; Antônio Lacerda/EFE; Miguel SCHINCARIOL/AFP Photo; Márcio Cunha; Ag. o Dia/Estadão Conteúdo; Sérgio Lima/Folhapress, José Cruz/Ag. Brasil; Joka Madruga/APP-Sindicato Lucas Lacaz Ruiz/Folhapress, Fernando Frazão/Ag. Brasil; Paulo Lisboa/Brazil Photo Press; Ed Ferreira/DPA/ZUMAPRESS.com; Rafael Hupsel/Ag. Istoé