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quarta-feira, 27 de abril de 2016

Dilma admite que afastamento é inevitável, diz jornal

Nos bastidores do Palácio do Planalto, a presidente já trabalha com a possibilidade de ser afastada do governo e pretende desarrumar a casa para a chegada de Temer
A presidente Dilma Rousseff admitiu a aliados que seu afastamento temporário da presidência por 180 dias, o que depende da aprovação da admissibilidade processo de impeachment na Comissão Especial do Senado, tornou-se inevitável. Segundo apuração do jornal Folha de S.Paulo, a presidente decidiu traçar uma agenda para “defender seu mandato” e impedir que o vice Michel Temer “se aproprie” de projetos e medidas de seu governo.

A estratégia, que conta com o aval do ex-presidente Lula, tem o objetivo de manter a mobilização da base social do PT e reproduzir o discurso de que Dilma e “vítima de um golpe”.

A presidente pediu à sua equipe para “apressar” tudo que estiver “pronto ou perto de ficar pronto” para ser anunciado antes da comissão aprovar a admissibilidade do seu processo de impeachment, em votação prevista para o dia 6 de maio.

Segundo a Folha, Dilma não quer deixar para Temer ações e medidas elaboradas durante seu governo. Estão inclusas, por exemplo, licitações dos aeroportos de Salvador, Porto Alegre, Fortaleza e Florianópolis, concessões de portos e medidas tributárias como mudanças no Supersimples.

A ordem do Planalto é “limpar as gavetas” e deixar um governo “desorganizado” para Temer. Neste ritmo, Dilma ainda vai tentar instalar o Conselho Nacional de Política Indigenista (CNPI), anunciar a prorrogação da permanência de médicos estrangeiros no programa Mais Médicos, participar da Conferência Conjunta dos Direitos Humanos e entregar novas unidades do Minha Casa, Minha Vida no Pará.

Apesar de Dilma e Lula reconhecerem que o governo não tem forças para impedir a admissibilidade do processo no Senado, ambos acreditam que ela será inocentada ao fim do julgamento, no Plenário da Casa. Parlamentares do PT e o próprio ex-presidente Lula, porém, avaliam que após o afastamento de Dilma, o quadro vai ficar “muito difícil” e, mesmo que ganhe no julgamento, ficará sem condições de governabilidade.

Por outro lado, os 180 dias de Temer no poder terão forte presença de movimentos sociais nas ruas, greves e parlamentares petistas freando as ações do peemedebista.

Fonte: Folha de São Paulo

quarta-feira, 19 de agosto de 2015

A Espera da denúncia

Cunha deve esperar confirmação de denúncia para se pronunciar, diz Picciani

O líder do PMDB na Câmara dos Deputados, Leonardo Picciani (RJ), disse nesta que o presidente da Casa, o peemedebista Eduardo Cunha (RJ), deve esperar a confirmação da denúncia da Procuradoria Geral da República (PGR) antes de se pronunciar. Há expectativa de que a PGR denuncie Cunha, a qualquer momento, por envolvimento no esquema de corrupção da Petrobras. O presidente da Câmara já está há quase três horas recebendo parlamentares em seu gabinete, à espera de quórum para a votação do segundo turno da PEC da Maioridade Penal.

Picciani disse que não pode haver antecipação de condenação do presidente da Câmara e refutou a possibilidade de afastamento imediato de Cunha. "Presunção de inocência vale para qualquer cidadão", declarou o líder afirmando que, numa possível denúncia, a continuidade de Cunha na função não representaria constrangimento para os parlamentares.

Nos bastidores, deputados aguardam a oficialização da denúncia pela PGR e os considerados "anti-Cunha" conversam sobre a possibilidade de ele deixar o comando da Câmara.

Picciani contou que o peemedebista está "absolutamente tranquilo" e que ele considera tratar-se de um tema grave, que não pode ser tratado de forma abstrata. "Ele não tem temperamento de (deixar) se abater", afirmou.