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domingo, 13 de novembro de 2016

“Vai todo mundo ficar igual ao Rio?”



Mirem-se no mau exemplo de um estado que deixou a folha inchar e deitou na cama dos royalties 

A pergunta, em tom dramático, foi feita a empresários pelo ministro do Desenvolvimento Social e Agrário, Osmar Terra, em defesa do ajuste fiscal do governo Temer. “Vamos deixar piorar? Com o Rio de Janeiro aconteceu isso, gastou muito mais do que arrecadou, prometeu muito mais do que pôde cumprir e acabou. Não consegue nem pagar a folha, nem os aposentados.” Para Osmar Terra, “o Rio acabou”.

O Rio é um exemplo “didático” do que não deve ser feito. Foi o adjetivo usado pelo ministro da Fazenda, Henrique Meirelles. Mirem-se no mau exemplo dos gestores irresponsáveis e imprevidentes do Rio e tentem frear o colapso. Mirem-se no mau exemplo de um estado que deixou a folha inchar até explodir e que deitou na cama dos royalties do petróleo, vivendo na farra sem pensar no amanhã. Uma mistura de má gestão, incompetência, falta de planejamento, desperdício de recursos, prioridades erradas, mordomias e desvios. Nenhuma economia resiste a isso.

O plano do governador Pezão é apelidado de “pacote de maldades”. A maior maldade não passará: o confisco da remuneração mensal dos servidores. Uma coisa é aumentar o desconto da Previdência de 11% para 14%. Tudo bem. A outra é descontar 30% mensalmente de Previdência dos isentos e de todos os servidores aposentados para ajudar a reequilibrar as contas do Estado. Esquece, Pezão – parece que já esqueceu. É uma provocação em tempos bicudos e um convite ao que vimos: o vandalismo na Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro, a Alerj, e o confronto com a PM.

O Rio de Janeiro não é o único estado sem dinheiro e sem saber se pagará ou não o 13º aos servidores. Oito estados estouraram a despesa de pessoal – Minas Gerais, Mato Grosso do Sul, Rio Grande do Sul, Paraíba, Distrito Federal, Goiás e Paraná, além do Rio. Salários já são pagos com atraso ou em parcelas.  Mas, se fosse só isso... Na verdade, os servidores são vítimas mas também causa da calamidade dos cofres vazios. Pelos dados do Tesouro Nacional, o Estado do Rio, entre 2012 e 2015, ou seja, em três anos, aumentou seu gasto com pessoal de R$ 20,8 bilhões para R$ 31,6 bilhões; e o gasto com inativos dobrou de R$ 5,2 bilhões para R$ 10,8 bilhões. É ralo que não fecha.

A calamidade financeira já atinge os serviços essenciais, na saúde e na educação. As cenas de penúria e sofrimento da população pelo país afora, exibidas diariamente nos telejornais, lembram as da Venezuela, quando o modelo populista de Hugo Chávez entrou em colapso. O estado de Mato Grosso há cinco meses não repassa às prefeituras as verbas mensais para a Saúde. No Distrito Federal, 40 mil alunos ficaram sem transporte escolar porque as empresas não recebem o pagamento do governo estadual. Merenda escolar? Sumiu em muitos estados. [e o Governo do DF, comandado pelo incompetente e mentiroso Rollemberg, veicula na TV propagando mentirosa.
Na propaganda atribui que 77% da arrecadação do DF é utilizada para pagar servidor público, sobrando apenas 23% para Saúde, Educação e outras despesas.
Omite, propositadamente em uma atitude de má fé, que todas as despesas com o pessoal da Saúde, Educação e Segurança são bancadas pelo Governo Federal - o que faz com que as despesas com pessoal custeadas pelo GDF não atinjam nem 50%.
Recursos para cobrir despesas com merenda escolar, material para a Saúde recebem também aportes do GDF.
Rollemberg tenta disfarçar sua incompetência com mentiras - aliás, o maior responsável pelo desastre Rollemberg é o ELEITOR do DF que a´pós eleger o ladrão Agnelo votou no incompetente Rollemberg.
Cada povo tem o governador que escolhe, o governado que merece.
Por tudo isso é que o ideal seria o governador do DF voltar a ser indicado pelo presidente da República e uma Comissão de Senadores formar a "Comissão do DF. 
Era assim que as coisas funcionavam antes da tal 'constituição cidadã', aquela que só dá direitos e esquece os deveres.
O DF era bem melhor do que atualmente sem contar que não tinha a 'casa do espanto', que possui 24 deputados, sendo que no mínimo 20 deles são ladrões.
Sem esquecer que além de no mínimo 20 deputados distritais serem ladrões, comprovadamente os 24 são incompetentes e não apresentam nenhum projeto que seja útil à população.]
 
Começamos a ver hospitais fechando, escolas fechando, postos de saúde fechando. Os índices de criminalidade estão aumentando. A ousadia dos bandidos cresce nas ruas. O orçamento da segurança pública está à míngua. No Estado do Rio, três restaurantes populares que serviam 7.500 refeições por dia foram fechados. Ao todo, são 16 os restaurantes populares, mas o estado deve R$ 22 milhões às dez empresas responsáveis por eles.
 
Mães com crianças de colo e velhos dão com a cara na porta fechada dos postos de saúde. Uma folha de papel informa que o atendimento médico foi suspenso por falta de equipamentos, manutenção, profissionais e salários. Você se lembra das vítimas das tempestades de 2011 na Serra Fluminense e em Niterói? Pezão quer suspender o Aluguel Social para quase 10 mil famílias desabrigadas. Ao mesmo tempo, o governo Pezão gastou, só de janeiro a outubro, R$ 74 milhões com aluguéis de imóveis, R$ 34 milhões em aluguéis de veículos, R$ 5,6 milhões em aluguéis de vagas de estacionamento, R$ 7,2 milhões em passagens aéreas.

Tenta-se arrecadar na marra dos mais pobres, após se abrir mão de bilhões de reais em impostos dos mais ricos, com as chamadas renúncias fiscais. “Precisamos de medidas anticorrupção, de uma Lava Jato fluminense para reaver verbas que sumiram em comissões. Com o que é proposto, chegamos a uma solução parcial, mas não resolvemos a megacrise estadual”, afirma Istvan Kasznar, professor de economia e administração pública da Fundação Getulio Vargas do Rio. “As elites políticas pagam pouco desse ajuste, e o povo paga tudo.”

Se ao menos se desse um basta à esquizofrenia. Mais um trem da alegria (ou da tristeza?) foi aprovado na Câmara em Brasília: aumento salarial para auditores fiscais e analistas da Receita Federal, acompanhado de “bônus de eficiência”. O projeto, enviado pelo Executivo ao Congresso, prevê impacto de R$ 8,5 bilhões até 2019 nas contas do governo federal. Quem quer mesmo ficar igual ao Rio?

Fonte: Ruth de Aquino - Revista Época

 

quarta-feira, 16 de setembro de 2015

Quem mandou não votar no Frejat e na Flávia Arruda? Agora aguentem que tem mais. Rollemberg só não é igual ao Agnelo por não ser tão ladrão quanto, mas em incomPTncia os dois se completam


Greve: Após "pacote de maldades" de Rollemberg, Sindsaúde deve paralisar 23 mil servidores no DF
Principal reivindicação é pagamento de reajuste salarial garantido em lei
Após a confirmação de que não conseguirá cumprir a lei e honrar o reajuste salarial dos servidores no DF, o SindSaúde decidiu convocar os servidores da saúde para uma assembleia-geral com indicativo de greve no próximo dia 30 (quarta-feira), às 10h, no estacionamento do ambulatório do Hospital de Base. A afirmação é da presidente da entidade, Marli Rodrigues.

O motivo é a insatisfação dos servidores com o “pacote de maldade” ... anunciado pelo governador Rodrigo Rollemberg na tarde de terça-feira (15), que foi em desencontro com a conversa mantida com os sindicalistas no dia anterior. “O governador nos mostrou a dificuldade em honrar o reajuste, mas garantiu que procuraria uma solução. O discurso foi mudado em menos de 24 horas e não tivemos nem chance de participar da decisão”, esbravejou Marli Rodrigues, presidente do sindicato.

 Marli adianta que colocará na pauta da assembleia a possível greve-geral. “Além de escolherem a dedo quem pagará por esse festival de ingerência no governo local, essa gestão demonstra que não reconhece a importância do servidor, que tem praticamente carregado o governo nas costas, além de não respeitar o que é lei. Se é assim, vamos partir para o enfrentamento”, continua.

 O Sindicato dos Servidores em Estabelecimentos de Saúde (SindSaúde) representa 104 categorias da pasta, que engloba cerca de 23 mil servidores, nos quais a grande maioria atende diretamente a população do Distrito Federal. Ainda em janeiro, já com ameaças de não recebimento de direitos atrasados, o sindicato chegou a fazer greve que durou quase uma semana. O fim do movimento se deu após o governo prometer depositar pelo menos o salário do mês na conta dos servidores.

Fonte: Blog do Sombra