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sexta-feira, 12 de maio de 2017

Nenê Constantino: austero, discreto, bilionário. Empresário de origem humilde e que figurou na lista da revista Forbes por possuir fortuna superior a 5 BI de dólaresentre

Nenê Constantino: austero, discreto, bilionário  e condenado por assassinato

[no Brasil, ainda república Banânia, certas coisas são tão absurdas, tão fora da realidade,  que se tornam difíceis de acreditar.
A Banânia é um dos raros países do mundo, talvez o único, em que um grupo de bandidos invade propriedade alheia, desfruta da mesma pelo tempo que lhes convém e depois cobram indenização do proprietário para desocupar o que invadiram.]
 
O Tribunal do Júri de Taguatinga condenou Constantino e outros três réus pelo assassinato de Márcio Leonardo da Sousa Brito. O líder comunitário morreu aos 26 anos, em 12 de outubro de 2001. 

Fundador da Gol Linhas Aéreas, dono de um conglomerado de empresas de transportes de passageiros e um dos mais ricos empresários brasileiros, Nenê Constantino, 86 anos, tem ganhado destaque no noticiário mais por problemas com a Justiça e escândalos políticos do que pelo sucesso nos negócios. Além das acusações por duplo homicídio e tentativas de assassinato, apareceu como pivô da renúncia do então senador Joaquim Roriz (PMDB-DF).
 
Na última quinta-feira (11/5), o Tribunal do Júri de Taguatinga condenou Constantino e outros três réus pelo assassinato de Márcio Leonardo da Sousa Brito. O líder comunitário morreu aos 26 anos, em 12 de outubro de 2001, com três tiros, por causa da disputa por um terreno. O empresário é o mandante do crime, segundo a acusação do Ministério Público e o entendimento dos jurados.

O envolvimento de Constantino com pistolagem contrasta com o perfil austero e discreto consolidado ao longo de 60 anos como homem de negócios bem-sucedido. Ele sempre fez questão de não esconder o jeitão de interior no meio empresarial. Aos poucos, a habilidade fez com que acumulasse conquistas na área de transportes rodoviários e, mais recentemente, aéreos. Em 2008, a revista Forbes divulgou que a fortuna de Nenê Constantino e sua família eram de mais de US$ 5 bilhões (dólares).
 
Mesmo assim, o mineiro de Paracatu manteve os hábitos simples. Tem até hoje ex-rodoviários como melhores amigos. Filho de lavrador, não concluiu o primário. Constantino nasceu em uma família humilde. Quando menino, ajudava o pai trabalhando na lavoura e vendendo verduras na rua.

Aos 18 anos, comprou o primeiro caminhão, com o qual montou uma empresa de transportes. Ele entrou no ramo após levar uma carga de manteiga de Paracatu para Recife (PE). Na busca do que trazer de volta para encher o caminhão, Nenê recebeu a sugestão de levar passageiros. Colocou uma placa “Rio-São Paulo” no veículo e transportou um grupo no pau de arara para a Região Sudeste. Vendeu o caminhão e comprou duas jardineiras (veículo de transporte de passageiros) para abandonar o transporte de cargas e se dedicar ao de passageiros. A partir de então, passou a comprar pedaços de empresas de ônibus em dificuldades.

Nenê dividiu seus negócios entre os filhos (Henrique, Joaquim, Ricardo e Júnior) em 1994. Os quatro irmãos se juntaram e as três irmãs ficaram com empresas de transporte em Brasília, além de shoppings e hotéis. Em 2000, os Constantinos já tinham a maior frota de ônibus do país e uma das maiores do mundo. Eram quase 6 mil coletivos espalhados por sete estados e o DF. Transportavam 1,2 milhão de passageiros por dia.

A família Constantino é dona do Grupo Áurea, hoje Grupo Comporte, composto pelas empresas Transportes Coletivos Intermunicipal Pássaro Marron, São Paulo São Pedro, Princesa do Norte, Breda, União, Piracicabana, Empresa Cruz, Manoel Rodrigues, Itamarati, Transportes Coletivos Grande Londrina (em Londrina), Transportes Coletivos Grande Bauru (Bauru), além de empresas de transporte coletivo em Cuiabá, Maringá (PR), Vitória da Conquista (BA) e, em Blumenau (SC) sob caráter emergencial. A Comporte fez sua estreia nos trilhos, em dezembro de 2014, ao vencer a licitação para operar o VLT de Santos.

Inovação nos céus
Constantino mora na capital do país desde 1977. Manteve-se longe dos holofotes até o fim da década de 1990, quando entrou no ramo da aviação. Em janeiro de 2001, o empresário confirmou o perfil ousado e fundou a Gol Linhas Aéreas. Enveredou em um ramo marcado por experiências malsucedidas de colegas especializados em transportes urbanos. A família Canhedo, por exemplo, dona da Viplan – que já foi a maior empresa do mercado no DF e quebrou – arriscou investimentos no setor aeroviário, mas a iniciativa acabou com a falência da Viação Aérea de São Paulo Sociedade Anônima (Vasp).

Já a Gol Linhas Aéreas começou a operar inovando no mercado aéreo brasileiro. Voos com tarifas baixas e sem gastos com alimentação chamaram a atenção no início dos anos 2000. A empresa deu início às atividades com apenas quatro aviões. Com 122 aeronaves em operação, é a segunda maior do mercado brasileiro, atrás apenas da binacional Latam, que tem 159 aviões (os números são de 2016). A data de fundação da Gol, porém, coincidiu com os crimes que envolvem o nome do empresário. Desde então, os negócios da família Constantino alcançam fazendas, concessionárias de veículos e empresas de engenharia.
 
Dívidas com o fisco
Além da fundação da Gol, uma investigação do fisco levou Constantino à mídia. Em 2001, o INSS conduziu investigação das companhias de ônibus da família. Na época, o cálculo era que as dívidas seriam de cerca de R$ 240 milhões. Outra polêmica envolvendo o empresário foi o fato de seu nome constar em cadastro de empregador que explora trabalho escravo. Isso acontecia em uma fazenda da qual era sócio. Nenê disse que desconhecia a situação e que deixou a sociedade.
Bezerra de ouro
O empresário também apareceu na mídia por causa de um amigo influente, o ex-governador do Distrito Federal Joaquim Roriz. O político renunciou ao mandato de senador em 2007 depois que se abriu investigação por conta da partilha de um cheque de R$ 2,2 milhões — o documento continha a assinatura de Constantino. O caso veio a público durante a Operação Aquarela, da Polícia Civil do Distrito Federal. A ação desmontou um suposto esquema de desvio de dinheiro do Banco de Brasília (BRB).

Durante a apuração do caso, a corporação flagrou uma conversa na qual o senador Joaquim Roriz (PMDB-DF) e o ex-presidente do BRB Tarcísio Franklin de Moura tratam da divisão da cifra milionária. Roriz decidiu renunciar ao mandato para evitar uma cassação e preservar direitos políticos. A origem do dinheiro sacado em uma agência do BRB seria um cheque do empresário Nenê Constantino, presidente do Conselho de Administração da Gol Linhas Aéreas. Na época, o ex-governador do DF alegou que parte do dinheiro seria usado para a compra de uma bezerra. Constantino chegou a perder a compostura no dia em que foi chamado a depor sobre o caso e agrediu um fotógrafo.
 
Benefícios da Justiça
A velhice tem garantido benefícios a Constantino. Em março de 2012, ele passou a cumprir prisão domiciliar. Em agosto de 2012, o Superior Tribunal de Justiça (STJ) revogou a prisão, mas determinou recolhimento domiciliar noturno e em fins de semana.

Nenê Constantino já foi julgado e absolvido em outra ação, que tratava da tentativa de homicídio de seu ex-genro, Eduardo Queiroz Alves. Ele foi inocentado em 16 de agosto de 2015, pelo Tribunal do Júri de Brasília, que analisou a denúncia do Ministério Público, segundo a qual, em 2008, Constantino teria contratado um pistoleiro, por meio de um policial militar, para matar Queiroz. Na ocasião, o pistoleiro teria atirado diversas vezes contra o carro da vítima, que sobreviveu.
 
ENTENDA O CASO

Disputa por terreno

Márcio Leonardo tinha 27 anos quando morreu com três tiros. Ele liderava um grupo de moradores que comprou lotes em uma invasão na QI 25 de Taguatinga Norte. O terreno pertencia a uma empresa das filhas de Nenê Constantino e havia servido de garagem da Viação Planeta. Constantino queria vender o terreno a uma empreiteira, o que não aconteceu por conta da invasão. O empresário tentou uma ação de reintegração de posse na Justiça, sem sucesso. Os moradores criaram uma associação, presidida por Márcio, e exigiram uma indenização para deixarem o local. [os na matéria chamados de moradores, na realidade invasores, alegam que compraram os lotes; se tal compra ocorreu,  foi realizada de outros invasores de propriedade privada, portanto, ladrões, e quem compra produto de furto/roubo é, no mínimo, receptador - atividade criminosa conforme tipifica o Código Penal Brasileiro.
E, quando o ladrão pretende cobrar do legitimo proprietário para devolver o produto do furto/roubo está cometendo, no mínimo, o crime de extorsão.]
 
O crime foi registrado na 17ª Delegacia de Polícia (Taguatinga Norte) e repassado à Coordenação de Investigação de Crimes Contra a Vida (Corvida), hoje Coordenação de Homicídios, sete anos depois, sem resolução. Com isso, passou a ser investigado pela delegada Mabel Alves de Faria e uma das equipes dela. O responsável pelos disparos, Manoel Tavares, morreu assassinado antes de as investigações passarem para a Corvida.
Agentes usaram escutas telefônicas autorizadas pela Justiça. Segundo Mabel, os depoimentos do acusado João Marques também foram fundamentais para elucidação do caso. Eles coincidiam, ao menos em partes, com o que era captado nas escutas e com o exame de balística do Instituto de Criminalística da Polícia Civil. Também com depoimentos de testemunhas.
 
Fonte: Correio Braziliense
 
 

domingo, 7 de agosto de 2016

Boulevard é a área mais crítica da segurança dos Jogos Rio 2016

Localizado na Zona Portuária do Rio, o Boulevard Olímpico abriga a Pira e diversas atrações artísticas. A grande concentração de pessoas preocupa as Forças Armadas 

Nas reuniões para tratar da segurança nos Jogos Rio 2016, comandantes das Forças Armadas, coronéis da PM e delegados de polícia falavam do Boulevard Olímpico com preocupação. Porta voz das operações militares, o coronel do Exército Mário Medina até embarga a voz quando o assunto é a área de lazer, localizada às margens da Baía de Guanabara, na região portuária do Rio. O Boulevard abriga desde sexta-feira (6) a Pira Olímpica, cujas chamas não podem se apagar até o fim das Olimpíadas. Isso já despertaria apreensão de sobra, mas o local ainda tem outros atrativos, como telões para assistir às competições dos Jogos, praça de alimentação, lojas, quiosques que vendem cerveja e palcos de shows. Cerca de 80 mil pessoas passarão diariamente por lá. Nesta sábado (6), ÉPOCA circulou pela área que, segundo a PM, tem 2,5 quilômetros de extensão. A caminhada confirma: ali está o ponto mais crítico da segurança nas Olimpíadas.


Existem pelo menos oito pontos de entrada no Boulevard, por diferentes ruas. As pessoas não passam por qualquer tipo de revista. Também não se viam barreiras para abordar suspeitos. Havia poucos policiais circulando. No final da tarde, o policiamento aumentou e três áreas de acesso foram fechadas. O Boulevard também é patrulhado pelos militares da Marinha, cujos quartéis estão localizados na região. No começo do dia, a Pira Olímpica tinha uma vigilância modesta formado por dois guardas municipais e mais adiante quatro fuzileiros navais. O reforço veio no começo da noite. Para tirar selfies, uma multidão ficou em volta da Pira, cercada por grades e um espelho de água. Um gramado recém plantado foi pisoteado, mas os seguranças preferiram não interferir.


O público chega principalmente de trem. Em cada viagem partindo do centro, com intervalo de 15 minutos, o VLT (veículo leve sobre trilhos), um bondinho moderno, despeja centenas de pessoas na estação dos Museus, o principal acesso ao Boulevard. Construído para as Olimpíadas, o VLT chega lotado. Os passageiros ainda estão confusos sobre o uso do cartão de embarque. Cada um deve passar o seu no leitor dentro do trem. Quem der calote, e for descoberto, paga multa de R$ 170. A viagem tem seus solavancos devido às paradas bruscas nos sinais de trânsito. Os motoristas cariocas ainda não se acostumaram ao VLT.

O Boulevard atrai principalmente jovens interessados nos shows os telões com transmissão das competições empolgam menos. Rapazes e meninas circulam quase sempre com copos plásticos cheios de cerveja. Os seguranças evitam garrafas e copos de vidro. Ali também é um ponto familiar. Há muitas crianças, carrinhos de bebês e pessoas idosas de mãos dadas para não se perderem. Isso pode bem acontecer. Em um ponto, na área mais central, o Boulevard afunila. A pista fica estreita. De um lado está o prédio da Marinha e de outro, a água meio turva da Baía de Guanabara. Sem alternativa, as pessoas caminham a passos lentos. Mais à frente, quando o passeio abre, o público é aguardado por ansiosos vendedores ambulantes com garrafas de água e latinhas de cerveja escondidos em mochilas. Eles escondem as mercadorias, pois só credenciados em barracas com bandeira da Coca-Cola podem vendê-las. Uma garrafa de água custa R$ 5.

A Marinha afirma que a área do Boulevard está sob responsabilidade da Secretaria de Segurança Pública. A secretaria diz que há uma preocupação com a grande concentração de pessoas, mas afirma que está no controle da situação. A PM diz que mantém 100 homens no patrulhamento por turno na área, das 8h30 às 00h30. Em caso de emergência, diz a Marinha, 3 mil fuzileiros navais, considerados a tropa de elite da Força, estão pronto para agir. Espera-se que não se chegue a isso.

Operação das Forças Armadas conta os dias para a Rio 2016 acabar em paz

 


 

terça-feira, 7 de junho de 2016

Se a Dilma voltar



O Brasil virou uma piada internacional. Outro dia, vi um programa na CNN sobre nós. Tive vontade de chorar 


O Brasil virou uma piada internacional. Outro dia, vi um programa na CNN sobre nós. Tive vontade de chorar. Segundo a imprensa estrangeira, nós somos incompetentes até para sediar a Olimpíada, a economia está quebrada e o impeachment pode impedir os Jogos, pois somos desorganizados, caem pontes e pistas, os mosquitos estariam esperando os atletas, a Baía de Guanabara é um lixo só, bosta boiando, o crime campeia na cidade, onde conquistamos brilhantemente o recorde de estupros.

Até um programa humorístico famoso, o “Saturday Night Live”, fez uma sátiraDilma fumando charuto e tomando caipirinha, numa galhofa insultuosa que sobrou para o país todo. Mas Dilma sabe defender o país. Seus discursos revelam isso. Senão, vejamos, suas ideias:  “Antes de Lula, o Brasil estava afunhunhado. Mas o presidente Lula me deixou um legado, que é cuidar do povo brasileiro. Eu vou ser a mãe do povo brasileiro. O Brasil é um dos países mais sólidos do mundo, que, em meio à crise econômica mundial, das mais graves talvez desde 1929, é o país que tem a menor taxa de desemprego do mundo.”

“Nós não quebramos, este é um país que tem… tem aquilo que vocês sabem o que é. Por isso, não vamos colocar uma meta. Vamos deixar a meta aberta, mas, quando atingirmos a meta, vamos dobrar a meta. Ajuste fiscal? Coisa rudimentar. Gasto publico é vida. Eu posso não ter experiência de governar como eles governaram; agora, governar gerando emprego, distribuição de renda, tirando 24 milhões da pobreza elevando a classe média, eu sei muito bem fazer.”

“Entre nossos projetos, nós vamos dar prioridade a segregar a via de transporte. Segregar via de transportes significa o seguinte: não pode ninguém cruzar rua, ninguém pode cruzar a rua, não pode ter sinal de trânsito, é essa a ideia do metrô. Ele vai por baixo, ou ele vai pela superfície, que é o VLT.”

“A mesma coisa nós vamos fazer com o Seguro Defeso, por exemplo. Nós somos a favor de ter Seguro Defeso para o pescador, sim. Agora, não é possível o pescador morar no semiárido nordestino e receber Seguro Defeso, por um motivo muito simples: lá não tem água, não tendo água não tem peixe. Também não seremos vencidos pela zika e dengue; quem transmite a doença não é o mosquito; é a mosquita”.  “Antes, também os índios morriam por falta de assistência técnica. Hoje não; pois temos muitas riquezas.” “E aqui nós temos uma, como também os índios daqui e os indígenas americanos têm a deles. Nós temos a mandioca. E aqui nós estamos comungando a mandioca com o milho. E, certamente, nós teremos uma série de outros produtos que foram essenciais para o desenvolvimento de toda a civilização humana ao longo dos séculos. Então, aqui, hoje, eu estou saudando a mandioca. Acho uma das maiores conquistas do Brasil.”

“Vocês, dos jogos indígenas, estão jogando com uma bola feita de folhas, e por isso eu acho que a importância da bola é justamente essa, o símbolo da capacidade que nos distingue como… Nós somos do gênero humano, da espécie sapiens. Então, para mim, esta bola é um símbolo da nossa evolução. Quando nós criamos uma bola dessas, nós nos transformamos em homo sapiens ou ‘mulheres sapiens’”.

“Eu ouço muito os prefeitos — teve um que me disse assim: ‘eu sou o prefeito da região produtora da terra do bode’. Então, é para que o bode sobreviva que nós vamos ter de fazer também um Plano Safra que atenda os bodes, que são importantíssimos e fazem parte de toda tradição produtiva de muitas das regiões dos pequenos municípios aqui do estado.”
“Aqui tem 37 municípios. Eu vou ler os nomes dos municípios... Eu ia ler os nomes, não vou mais. Por que não vou mais? Eu não estou achando os nomes. Logo, não posso lê-los.”

“A única área que eu acho que vai exigir muita atenção nossa, e aí eu já aventei a hipótese de até criar um ministério, é na área de… Na área… Eu diria assim, como uma espécie de analogia com o que acontece na área agrícola.”

“A Zona Franca de Manaus, ela está numa região. Ela é o centro dela porque ela é a capital da Amazônia. Aliás, a Zona Franca evita o desmatamento, que é altamente lucrativo — derrubar árvores plantadas pela natureza é altamente lucrativo.”

“Eu quero adentrar agora pela questão da inflação, e dizer a vocês que a inflação foi uma conquista destes dez últimos anos do governo do presidente Lula e do meu governo. Não acho que quem ganhar ou quem perder, nem quem ganhar nem perder, vai ganhar ou perder. Vai todo mundo perder. A autossuficiência do Brasil sempre foi insuficiente.”

“Os homens não são virtuosos, ou seja, nós não podemos exigir da humanidade a virtude, porque ela não é virtuosa. Se os homens e as mulheres são falhos, as instituições, nós temos que construí-las da melhor maneira possível, transformando… aliás isso é de um outro europeu, Montesquieu. É de um outro europeu muito importante, junto com o Monet.”

“Até agora, a energia hidrelétrica é a mais barata, em termos do que ela dura com a manutenção e também pelo fato de a água ser gratuita e de a gente poder estocar. O vento podia ser isso também, mas você não conseguiu ainda tecnologia para estocar vento. Então, se a contribuição dos outros países, vamos supor que seja desenvolver uma tecnologia que seja capaz de na eólica estocar, ter uma forma de você estocar, porque o vento ele é diferente em horas do dia. Então, vamos supor que vente mais à noite, como eu faria para estocar isso? O meio ambiente é sem dúvida nenhuma uma ameaça ao desenvolvimento sustentável.”

“Aliás, hoje é o Dia das Crianças. Ontem eu disse que criança… o dia da criança é dia da mãe, do pai e das professoras, mas também é o dia dos animais. Sempre que você olha uma criança, há sempre uma figura oculta, que é um cachorro atrás, o que é algo muito importante.” “Por isso, afirmo que não há a menor hipótese do Brasil, este ano, não crescer. Eu estou otimista quanto ao Brasil. Eu sou algo que a humanidade desenvolveu quando se tornou humana.”

É isso aí, gente, se Dilma voltar, ela tem em mente um projeto ambicioso de país. Estamos salvos.

Fonte: Coluna do Arnaldo Jabor -  O Globo