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quarta-feira, 10 de agosto de 2016

Postura com Neymar faz Micale perder o pulso da Seleção Brasileira - Neymar não soma, não lidera, apenas divide

O técnico da seleção brasileira de futebol masculino Rogério Micale está sendo questionado pelos jogadores por conta dos poderes totais dados a Neymar, segundo reportagem do portal UOL. Os colegas reclamam que o atacante do Barcelona não é enquadrado pela CBF nem pela comissão técnica, e que tem postura diferente da qual atua pelo clube espanhol.

Neymar também é questionado como líder. Antes dos Jogos, o técnico declarou que "gostaria de ser dependente" do jogador, além de ter dado a braçadeira de capitão a ele e não ao veterano Fernando Prass, que acabou posteriormente cortado.
 
O técnico também é contestado taticamente. Pessoas próximas a jogadores reclamam da exposição excessiva no meio-campo, além da utilização de quatro atacantes ao mesmo tempo. 
 
No domingo, depois do frustrante empate contra a África do Sul, Renato Augusto mencionou indiretamente a confusão tática da equipe após mudar de posição praticamente por decisão própria. "Não tenho como mudar isso (chega pouco à frente), porque é a forma como a equipe joga. Entendo da parte tática e por isso seguro mais. Quando o Rafinha entrou (aos 10min do segundo tempo), a gente tinha um jogador a mais no meio, e falei para o Micale que eu iria para a função de centroavante, para dar mais profundidade ao time".
 
O Brasil volta a campo nesta quarta contra a Dinamarca na partida decisiva para a classificação. [a ideia é a seleção se apresentar com um time misto, com Marta e Formiga, substituindo Neymar e Gabriel e mais nove jogadores do sexo masculino.
A insegurança do Micale é tamanha que ontem após visita do técnico Tite à seleção olímpica, Micale fez questão de declarar para a TV que ele era o técnico da seleção e não o professor Tite.]
 
Fonte: UOL/Yahoo

segunda-feira, 18 de janeiro de 2016

Morre Gabriel, 12 anos, por falta de um avião para transportar um coração para transplante. Enquanto isso, Dilma mobiliza estrutura gigantesca da FAB para ir a Porto Alegre conhecer um neto

Até quando? Todos se perguntam até quando vamos assistir crianças, idosos, adultos morrerem a míngua nas portas dos hospitais, enquanto a corja dos que nos governam usufruem sem pudor das mordomias que somos obrigados a bancar.

[Sexta-feira passada, morreu Gabriel - morador de Brasília, capital da República - por problemas cardíacos. Necessitava de um transplante, o coração estava disponível a menos de mil quilômetros de Brasília, mas não havia avião disponível para trazer o órgão.

Mas, no mesmo dia Dilma Rousseff - avó formidável, generosa no uso dos recursos públicos quando em proveito próprio e dos seus familiares - , usava uma gigantesca estrutura da FAB para 'dar um pulo' em Porto Alegre e conhecer um neto.

O deslocamento da ainda presidente além do deslocamento do Força Aérea 51 - avião presidencial cujo designativo é derivado da preferência etílica do ex quase dono do Brasil (Dilma, a criatura, por gratidão ao seu criador, manteve o designativo da aeronave -  envolveu esquema de segurança com bloqueio de ruas, dezenas de viaturas, etc.]

Já, o inocente Gabriel, morreu a míngua...] 

Morre menino que deixou de receber um coração por falta de transporte

Gabriel tinha 12 anos e estava internado em UTI de um hospital de Brasília

O menino que deixou de receber um coração novo por falta de um avião da Força Aérea Brasileira (FAB) morreu na noite da última sexta-feira, 14 dias depois da oferta — e da recusa — de um órgão. Gabriel tinha 12 anos e estava internado em unidade de terapia intensiva (UTI) de um hospital em Brasília, à espera de um transplante. 
 Uma oportunidade real surgiu no primeiro dia do ano, com um coração em boas condições disponível em Pouso Alegre (MG), a menos de mil quilômetros da capital federal. A chance acabou desperdiçada por falta de transporte, como O GLOBO mostrou em reportagem publicada no dia 10.
 

O estado de saúde do menino vinha se agravando. A morte ocorreu na noite de sexta-feira e foi confirmada por familiares e por um profissional de saúde que atua no sistema de transplantes de coração em Brasília. O sepultamento ocorrerá neste domingo, numa cidade do interior de Minas Gerais, onde vive a família de Gabriel. Ontem, por volta das 16 horas, uma nova doação de coração surgiu no sistema de transplantes, e desta vez em Brasília — não haveria, portanto, necessidade de transporte. Um adolescente de 16 anos do Distrito Federal teve morte cerebral após ser baleado na cabeça. A família decidiu doar todos os órgãos. Gabriel era o primeiro da fila à espera de um coração. O órgão foi destinado ao segundo da lista.

A família de Gabriel estava em Brasília para o tratamento do problema no coração do menino. Ele era uma das duas crianças na capital federal inscritas na lista de transplante a outra é uma bebê de nove meses. Familiares contam que o garoto tinha um coração com alterações, mesmo problema que vitimou dois tios, e por isso dependia de um transplante para viver. A doença se manifestou há menos de seis meses. Doações de coração são raras. Para crianças, são mais raras ainda. O órgão tem um tempo de isquemia de quatro horas, que é o período em que pode ficar sem irrigação sanguínea nenhuma, até trocar de peito. É o menor tempo dentre os órgãos com possibilidade de transplante.

A Central Nacional de Transplantes, em 1º de janeiro, disparou e-mails a centrais de regulação de alguns estados e do Distrito Federal para ofertar o coração surgido em Pouso Alegre. Na oferta, porém, a central já informava a falta de transporte até a cidade mineira. A equipe que cuidava de Gabriel nem chegou a embarcar.  A FAB confirmou ao GLOBO que recebeu o pedido para o transporte do coração e que "não pôde atender por questões operacionais". A instituição informou ainda que o episódio passou a ser investigado. "As circunstâncias envolvidas no caso estão sendo apuradas", afirmou em nota do Centro de Comunicação Social da Aeronáutica.

As condições eram favoráveis ao transplante do coração. A Central Nacional de Transplantes não informou objeções sobre a qualidade do órgão, mas apenas referentes a condições logísticas. Pouso Alegre tem um aeroporto; naquele dia, aviões da FAB não decolaram para transportar autoridades; e a FAB já fez percursos maiores, um deles superior a 1,5 mil quilômetros, para buscar corações que foram transplantados em pacientes de Brasília.

Transplantes no Brasil são quase que inteiramente feitos pelo Sistema Único de Saúde (SUS). O sistema é considerado eficiente, mas tem falhas principalmente no transporte interestadual de órgãos.  O Instituto de Cardiologia do DF, responsável por fazer os transplantes de coração em Brasília, não forneceu informações sobre a morte de Gabriel. O Ministério da Saúde, em nota enviada à reportagem, disse que o menino "estava na lista nacional de espera por transplante em caráter prioritário e com acompanhamento da sua situação de saúde".


"Contudo, a realização de um transplante, bem como o tempo de espera para cada órgão, varia de acordo com as características do receptor e do potencial doador que devem guardar estreita compatibilidade como características genéticas, tipo sanguíneo, variações antropométricas, entre outros aspectos", cita a nota.

A pasta apontou ainda o "desafio logístico". "O exíguo tempo dificulta a realização da retirada e do transplante em casos em que o potencial doador se encontra no interior do país, como ocorrido no dia 1º de janeiro, em que o possível doador estava na cidade mineira de Itajubá, a 40 minutos de carro de Pouso Alegre, onde fica a pista de pouso mais próxima."

Em 2014, conforme o ministério, foram feitos mais de 5 mil voos para transporte de órgãos. Esse transporte é feito principalmente na aviação comercial. Em 2013, o Ministério da Saúde e a FAB assinaram um acordo de cooperação técnica para priorizar o transporte de órgãos e tecidos.

Fonte: O Globo

terça-feira, 20 de outubro de 2015

- Chefia, o Oswaldinho “cristovou”?



Como sabem todos os que leem esta coluna, Bagá é ciclotímico. Vai da euforia à depressão de uma rodada pra outra, intercaladas, naturalmente, por ataques de fúria avassaladora, no período posterior às derrotas. E como, nos últimos jogos, elas têm sido bem constantes (foram cinco, sem seis rodadas!) dá pra imaginar o humor da fera, quando a encontrei, ontem, espantando pardais a urros, na Praça General Osório.

Bramindo, com fúria, o formidando crioulo fuzilou, tão logo me viu atravessar a rua Jangadeiros: - Chefia, o Oswaldinho “cristovou”?

E agora? Dizer o que? Após um começo estupendo, com seis vitórias em seis jogos, o Flamengo de Oswaldo já perdeu cinco das últimas seis partidas. E, pode-se dizer, deu adeus às chances de conquistar uma vaga na Libertadores, possibilidade aberta, exatamente, pela surpreendente sequência de triunfos, depois que o novo treinador substituiu Cristóvão: - Calma, Bagá! A coisa parece ter desandado, mas é preciso paciência e confiança,  pois o Oswaldo tem condições de fazer um bom trabalho no ano que vem – argumentei.

Pra que? Minha tentativa de acalmar a besta-fera só fez enfurece-la ainda mais: - Como esse elenco molambento e baladeiro? Nem que seja mágico. Treinamos 10 dias pra levar duas lambadas seguidas, chefia. Também, quando o time alinhou pra ouvir o hino, antes do jogo com o Inter e eu vi, lado a lado, César Martins, Canteros, Márcio Araújo e Pará, percebi logo o que viria pela frente. É muito perna-de-pau junto. Esses quatro têm que comandar a “barca” de dispensas no fim do ano. São horrorosos. Jogando com eles, simplesmente, não dá pra sonhar com um time que preste.

Apesar de meu espírito pacifista. Estava ficando difícil discordar do gigante de ébano. E ele, sem me dar tempo de pensar, prosseguiu sua cantilena: - No duro, no duro, deveriam ficar apenas o Guerrero, o Jorge e o Emerson, que aliás precisa ser colocado nos eixos pra deixar de tomar cartão amarelo em todos os jogos. O resto, vou te dizer, é fraco. Claro, tem alguns, como o Éverton, o Allan Patrick, o Paulinho, o Cirino, o Samir, talvez o Gabriel e mais um ou outro que, se estiverem bem acompanhados e entenderem que futebol é pra ser levado a sério e não vivido na gandaia, podem até ficar no grupo. Mas se for pra continuar no bagaço, como vários deles andam, melhor botar todos na rua! – rosnou.

Bagá anda inconformado, também, com o critério de contratações do Mais Querido: - Quem é que escolhe os jogadores que vão ser contratados? O Stevie Wonder ou o Ray Charles? Porque o cara é cego, chefia. O Nenê estava dando sopa no mercado e preferiram o Ederson, que é mais um camisa dez de enfermaria! O que faz o Rodrigo Caetano nessa hora? Não é função dele mapear bem o mercado e apontar as melhores escolhas? É muita bola fora!

Com a provável reeleição de Bandeira de Mello (que está disparado em todas as pesquisas), o furibundo torcedor espera que a escolha do futuro vice-presidente de futebol seja especialmente bem feita:  - O tal do Biscotto pode ser gente boa e coisa e tal, mas não tem cacife pra segurar esse foguete. O Mengo precisa de um cara forte, que bata de frente com os adversários, seja do ramo e conheça bem as manhas e manias dos jogadores. Um Domingo Bosco moderno. Senão é engolido por eles, como tem acontecido com todos os que passaram por lá nos últimos três anos.

Como eu já nem argumentava, diante das palavras enraivecidas, mas prenhes de razão, Bagá resolveu se despedir, dando a sua fórmula de transformar o pesadelo em sonho, na próxima rodada: - Chefia, não vamos pra “Liberta”, mas podemos, pelo menos, nos despedir com dignidade, carimbando a faixa do Timão, lá dentro de Itaquera, né? Já pensou, que beleza? Um a zero, gol do Guerrero! Ia ser uma despedida e tanto. Depois, podia dar férias pra todo mundo, avisando a maior parte desses perebas que nem precisavam voltar no ano que vem. Mengôôôô!

E lá se foi o ciclope, balançando a pança e rindo da própria piada, por acreditar que, apesar dos pesares, o Flamengo é até capaz de aprontar diante do virtual campeão brasileiro. Sonhar, não custa nada, não é Bagá?

Fonte: Blog do Renato Mauricio Prado

quinta-feira, 9 de julho de 2015

Seja bem-vindo Paolo Guerrero - Fora Cristóvão

Não convenceu

Claro, vencer por 2 a 1 é melhor que perder (apesar de um gênio tipo a Dilma achar que perder no Senado por 62 a 0 ainda é governar... . Ela não está totalmente errada... se tratando dela  podia perder, e se ficar vai perder, por 81 a 0)  - apesar que a derrota traria a vantagem da demissão sumária do incompetente Cristóvão.

Mas o MENGÃO não convenceu.
O resultado permitiu ao menos receber Paolo Guerrero de uma forma honrosa - em face que a recepção foi adiada por falta de razões para comemorar.

Vencer por 2 a 1 é a mesma coisa que por um a zero e na maior parte é resultado de  uma ou duas jogadas de sorte.

O adversário - o tal de Inter - não está lá essa grande coisa... disputa com o Vasco o 20º lugar e o seu primeiro rebaixamento.

De qualquer modo, o Flamengo apresentou uma melhor movimentação, conseguiu evitar transformar faltas a seu favor, cobradas no campo do adversário, em contra ataques.

Mas, mantém a mesma inconstância, incapacidade de transmitir tranquilidade. Faz o primeiro gol, as vezes o segundo e começa a se desorganizar - insiste em  uma postura de vitória  só permitida  à Alemanha, quando o adversário é o timinho chamado seleção brasileira e os germânicos já tem enfiado 7. 
Ontem foi o primeiro aniversário do vergonhoso massacre. 

Outro aspecto positivo foi que o MENGÃO quebrou  o tabu de treze anos sem vencer o Inter em casa.

Cristóvão o que motivou a imbecilidade de você ameaçar que o Gabriel iria jogar e deixar,   quase que todo o segundo tempo pronto para entrar,  e sem razão colocar outro?.


Agora é remover Cristóvão - ainda esta semana - e entregar o comando para o Jayme de Almeida. 

O CLUBE DE REGATAS FLAMENGO - MENGÃO - o maior de todos,  merece coisa melhor que um técnico chamado Cristóvão Borges.