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quarta-feira, 29 de setembro de 2021

Bolsoringa malvadão e a crise energética… global - Gazeta do Povo

Rodrigo Constantino

Depois de mais de 80 dias de estabilidade, a Petrobras anunciou nesta terça-feira, 28, um aumento de quase 9% no preço do diesel nas refinarias. Com o reajuste, o preço médio do diesel vendido pela companhia a distribuidoras passará de R$ 2,81 para R$ 3,06 por litro — um reajuste médio de R$ 0,25 por litro. A gasolina, por sua vez, se mantém inalterada.

O preço dos combustíveis virou tema político sensível no país, e a oposição aproveita para tentar desgastar ainda mais o presidente. Bolsonaro passou a ser o responsável pela inflação, pela narrativa esquerdista. Aqueles que antes mandavam deixar a economia para depois, agora só falam de economia. E ignoram uma tal pandemia...

Os mercados entraram em pânico nesta terça e despencaram no mundo todo. O medo veio do risco de apagão na China. Pelo menos 20 províncias e regiões chinesas que representam mais de 66% do Produto Interno Bruto (PIB) do país adotaram alguma forma de racionamento de energia. Algumas empresas já operam à luz de velas e shopping centers estão fechando mais cedo.

A maior montadora do mundo, a Toyota, e fornecedores de gigantes como Apple e Tesla já vêm reduzindo produção devido ao menor suprimento de eletricidade. A ruptura das cadeias produtivas globais por conta da reação sem precedentes a esta pandemia, além da gigantesca injeção de liquidez nos mercados pelos bancos centrais, tem produzido uma escalada inflacionária no mundo todo. O preço da carne, por exemplo, disparou nos Estados Unidos.

O Reino Unido enfrenta uma crise de combustíveis que deixou postos nas grandes cidades desabastecidos e incitou o governo a deixar os militares de prontidão para transportar o produto caso o problema se agrave. Dezenas de postos colocaram avisos dizendo que estão sem gasolina ou diesel, relata a imprensa local. Mais de dois terços dos postos de gasolina britânicos esgotaram os seus estoques de combustíveis na segunda-feira, no quarto dia da crise.

Quando observamos o que se passa em outros países, com falta de energia e combustível, o aumento de preço da Petrobras parece um problema menor. A alternativa seria ainda pior, caso o governo seguisse a velha receita populista de controle de preços. Todos têm motivo de sobra para indignação, mas é preciso apontar para os culpados certos. Bolsonaro é o alvo errado. 
Mas a oposição, desesperada e sem escrúpulos, só pensa em narrativas oportunistas para desgastar o presidente.  
Só podemos concluir que se trata mesmo do Bolsoringa malvadão, um vilão digno de filmes do 007 que arquiteta planos mirabolantes para destruir o mundo.

Rodrigo Constantino, colunista - Gazeta do Povo - VOZES


quinta-feira, 25 de outubro de 2018

Quem, paga a conta?

Quando se verifica a situação das contas estaduais, é o caso de perguntar: por que tantos políticos disputam o cargo de governador com tanto empenho? 

O diagnóstico é simples: há pelo menos cinco anos, a despesa com pessoal (ativos e inativos) cresce acima das receitas; há mais tempo ainda, os governos estaduais foram irresponsavelmente estimulados pelo governo federal a tomar empréstimos para tocar obras caras e que não dão retorno, como os estádios da Copa; vários Estados estão simplesmente dando o cano nos clientes e nos seus credores. A coisa chega ao ridículo: o governo de Minas [Fernando Pimentel, petista, não reeleito e o governador das consultorias fantasmas, também  responde a vários processos.] foi processado para devolver à Toyota uns 500 carros que havia comprado e não pagou. Quer dizer, estava na pior e ainda saiu comprando carros novos.

A situação é mais dramática em Minas, Rio e Rio Grande do Sul, mas nada menos que 16 Estados estão gastando com a folha um valor acima dos limites de prudência definidos pela Lei de Responsabilidade Fiscal.  Numa situação assim – despesas crescendo acima das receitas, com endividamento já elevado – não tem outra saída: aumentar impostos, cortar gastos e renegociar dívidas.  E o cara quer se eleger para isso? – pergunta o leitor de bom senso.  Mas bom senso não é exatamente a coisa mais bem distribuída entre políticos. No caso, os pretendentes a governador acham que não vão pagar as contas. Acham que vão empurrar tudo para os credores, em especial o governo federal.

[pergunta de um blogueiro ingênuo e meio lerdo: 
se o cargo de governador já e complicado, não atrativo, cabe estender a pergunta para o Bolsonaro: qual o motivo dele desejar ser presidente da República?  - sabe-se que ele tem como objetivo melhorar o Brasil, melhorar as condições de vida dos brasileiros (saúde, educação, segurança, emprego e outras melhoras imprescindíveis) e sendo eleito muita coisa vai fazer de boa para o Brasil;
mas, com muitas dificuldades?

não faço a mesma pergunta para o Haddad, por dois motivos:
- não converso com poste: e,
- por ser notório que Haddad no governo será a continuidade da ação da quadrilha formada pelo NOMENKLATURA do PT, da organização criminosa constituída pelo 'perda total', no assalto aos cofres públicos e o desmonte do Brasil, transformando-o em Cuzuela = Cuba + Venezuela.]


Considerem o caso do Rio de Janeiro. É o único Estado que está em processo de recuperação fiscal. Com isso, o governo fica dispensado de pagar o serviço da dívida por três anos, enquanto coloca em prática um programa de ajuste que inclui corte de gastos, controle geral de despesas e privatizações para fazer caixa e abater dívidas. Inclui também a proibição de reajustes salariais enquanto durar o programa – o que é uma medida óbvia.
É para esse programa que devem caminhar outros Estados, se o governo federal, patrocinador dos acordos e principal credor, quiser mesmo fazer o ajuste fiscal.

Nenhum candidato a governador se comprometeu com isso, nem os mais atrapalhados. Ao contrário, no Rio, o candidato Witzel acha que o pagamento da dívida deve ser estendido pelo prazo de … 100 anos. Eduardo Paes não gostou da privatização da Cedae, condição necessária para o prosseguimento do programa de recuperação. Em Minas, que necessita urgentemente do programa e tem boas estatais para vender, os dois candidatos colocaram restrições á privatização.

Em resumo, o presidente eleito tem um problema próprio: a reforma da previdência, de longe a maior despesa, e crescente, da União. Só com os aposentados do INSS, o governo federal compromete quase 50% do gasto total. Com pessoal, mais uns 25%. E o Congresso eleito, pelas primeiras análises, não é propriamente reformista. Em compensação, o Congresso é sempre amplamente favorável a medidas que facilitem a vida financeira dos Estados, onde se encontra a clientela de deputados e senadores. O Judiciário também tem uma tendência a espetar contas no orçamento federal, incluindo as suas próprias demandas.

Assim, os governadores aliados do presidente eleito vão tentar negociar na base da conversa, da troca de apoio, aquelas coisas. E os de oposição podem escolher a via do Judiciário. A demanda básica será a mesma: empurrar dívidas para Brasília e arrumar uns trocados a mais. Isso para um governo federal cuja dívida bruta caminha na direção dos 100% do PIB.  Assim, a nova equipe econômica terá que fazer dois ajustes fiscais: o seu, da União, e aqueles dos outros, dos Estados.
E para quem a União pode mandar a conta?

Adivinhou: o contribuinte, que pagará na forma de impostos e cortes na prestação de serviços públicos. Claro, a alternativa responsável está posta: para o governo federal, reforma da previdência, contenção dos gastos com pessoal e muitas, muitas concessões e privatizações para recuperar o investimento. Na relação com os Estados, o governo federal não tem como evitar uma renegociação de dívidas, mas deve exigir contrapartidas efetivas dos governadores;
A ver. Mas os sinais não são bons.

Carlos Alberto Sardenberg, jornalista


Coluna publicada em O Globo - Economia 25 de outubro de 2018

 

terça-feira, 2 de fevereiro de 2016

INsegurança Pública no DF



Pai é assassinado em frente a escola particular quando ia buscar o filho
As crianças estão dentro da unidade para não verem o corpo; elas só podem sair acompanhadas pelos pais ou responsáveis

Um homem de 51 anos foi morto em frente ao Colégio Rogacionista na QE 38, no Guará II quando ia buscar os dois filhos na escola, por volta das 12h desta terça-feira (2/2). Ele foi abordado por um assaltante ainda não identificado que levou o seu carro, um Toyota Corolla prata, placa PAN-3286, O veículo foi retirado nesta terça-feira (2/2) da loja. A polícia confirmou que foram efetuados três disparos de arma de fogo e um acertou o pescoço da vítima. 




Mulher de servidor iria acompanhá-lo para buscar crianças no colégio


Uma funcionária da escola, que preferiu não se identificar, informou que as crianças estão dentro da unidade para não verem o corpo. Elas só podem sair acompanhadas pelos pais ou responsáveis. As que saem os pais tampam os olhos e outras choram.

[O Distrito Federal está entregue aos bandidos; além da petralhada, tem os bandidos comuns e não tem policiais para combater.
O efetivo da PM é o mesmo do final dos anos 90 e necessitaria pelo menos dobrar; a Polícia Civil trabalha com um terço do efetivo que seria considerado o mínimo necessário.]

O Corpo de Bombeiros foi acionado, mas quando chegou ao local, a vítima estava morta. A Polícia Militar informou que o suspeito conseguiu fugir e que estaria com uniforme escolar. A Polícia Civil enviou uma equipe para fazer a investigação. O homem é morador da QI 26 do Guará II.

Fonte: Correio Braziliense