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domingo, 29 de janeiro de 2023

Você é contra o aborto? É mesmo? Como? - Pe. José Eduardo

Nota do editor: Este texto contém duas breves reflexões do sacerdote sobre aborto. Ambas me foram enviadas por terceiros. O título e a imagem foram escolhidos por mim para fins de edição no site.

        As pessoas não são mais capazes de diferenciar o que é uma mera condenação retórica do aborto de um efetivo combate político ao mesmo.

Uma condenação retórica é apenas a declaração de "ser contra" o aborto, desaprová-lo moralmente, dizer que não o faria... Isso até um abortista é capaz de fazer.

O efetivo combate político ao aborto consiste em lutar  para que os abortistas não cheguem ao poder e impedi-los por todos os meios possíveis de alcançar os seus objetivos.

A retórica serve apenas para nos mostrarmos bonzinhos; no final, é só uma demonstração de vaidade. O combate político visa atingir metas, não é apenas uma paróquia esquálida e vazia.

***

Esse papinho, de que a mudança da legislação sobre o aborto compete ao poder legislativo, ignora completamente os indevidos avanços do STF nessa matéria, avanços que estão sendo desinibidos neste momento pelas ações do atual chefe do executivo et caterva.

Não tenham dúvida: caso a presidência do Senado seja ocupada por um cúmplice do atual status quo, não terminaremos o semestre sem que o aborto tenha sido descriminalizado.

Claro! Tudo com aquele isentismo que se esconde por detrás da alegação de democracia e não sem aquela lamentação de prostituta traída, característica de "católicos, só que não", que é apenas obsceno teatrinho que esconde a conivência fria e consciente com os agentes da morte (pra eles, isso tudo é fixação delirante).

Transcrito pelo Blog Prontidão Total


terça-feira, 7 de janeiro de 2020

BOLSONARO DEVE SER PATRIOTA ABDICANDO DA CANDIDATURA À REELEIÇÃO? - Sérgio Alves de Oliveira




O retorno, ou não, do PT, ao “trono político”- formando  quadrilha com todo o seu “staff” de  apoiadores de esquerda - a partir de 2022, irá depender , em grande parte ,de  Bolsonaro: se  vence a sua “vaidade”, ou a “inteligência/patriotismo”.

Mas antes de tomar essa decisão, se concorre, ou não, à reeleição presidencial em 2022,o “capitão” Jair Bolsonaro deveria refletir um pouco sobre a seguinte questão: é evidente que a “vaidade”, que  a todos assola, em relação a quem jamais  ocupou  a cadeira presidencial, e se elege para tanto, será grande, mas praticamente do mesmo tamanho da “vaidade” referente à um candidato que foi  eleito, e depois  reeleito. A diferença é muito pequena.                                                                                 
Um  ou dois mandatos  presidenciais não farão  grande  diferença, tanto na “vaidade” pessoal, quanto no “prestígio”(ou “desprestígio”) histórico,do referido “ex”-Presidente. Bolsonaro já obteve a honra  de ocupar a cadeira presidencial durante um mandato de 4 anos, a partir de 1º de janeiro de 2019. A “história” se lembrará dele igualmente ,tanto por um, quanto por dois mandatos, se  porventura reeleito ele fosse. Mas apesar de ter trabalhado e votado em Bolsonaro, mais  por ser anti-PT,  e contra a corrupção - como acredito que teria sido  o caso da maioria dos que o elegeram -  não vejo perspectivas objetivas do mesmo ser reconduzido à Presidência, na eleição de 2022.  Se  ele “tentar”, será vencido pelo PT . E seria o maior culpado por essa “tragédia”.  [resistimos a tentação de tirar as "aspas" da tragédia, pela certeza de quem em 2022 nem PT haverá. e Lula será um refugo  político, curtindo reminiscências.]
Essa tendência vem da “vizinha” Argentina, que politicamente sempre se antecipa  ao que se passará no Brasil político do “amanhã”, e que cometeu   agora o “suicídio” político de escolher um pilantra de esquerda ,para  terminar de destruí-la.                                                                         
“Lá” o peronismo  e a esquerda se encarregaram  de destruir  Macri,elegendo Fernández ;  “aqui”, o PT faz o mesmo em relação à  Bolsonaro, a partir dos interesses do  seu “patrão” ,o “Mecanismo”, filial da “Nova Ordem Mundial, boicotando o  Governo, principalmente através dos seus “serviçais”, o Congresso Nacional, e o  Supremo Tribunal Federal,  para eleger outro “Fernández”, por aqui também, fazendo enormes esforços para que seja  o “larápio” Lula da Silva, que lamentavelmente sempre contou com um rebanho de  ovelhas idiotas para apoiá-lo, aplaudi-lo,  e cair na sua “lábia” tosca.

A verdade é que o povo tem memória muito curta. E os “canalhas” da política sabem e se valem dessa carência. Sabem que o povo não vai   “lembrar” que o maior estrago  político feito no Brasil começou em  1985,se “agigantando” de 2003 até 2018,  com as eleições de Lula da Silva e Dilma Rousseff/Michel Temer, período onde  a corrupção tomou contornos dramáticos, com a “roubalheira” que fizeram no erário, estimada em cerca  dez trilhões de reais, quase  o dobro do PIB (produto interno bruto) brasileiro.

Talvez o Governo Bolsonaro tivesse condições de melhorar um pouco esse caótico quadro deixado pelo PT “et caterva”, ao afinal do seu mandato. Mas ele não está conseguindo, apesar dos esforços, e  apesar de não haver notícias de “novas” corrupções no  seu Governo. Mas isso ainda seria muito pouco em relação ao que seria preciso fazer, ainda mais que a roubalheira  “passada” não está sendo atacada mediante o  ressarcimento devido. Recuperam “migalhas”. De um total gigantesco. Não adianta condenar  e prender criminalmente  o ladrão e não recuperar o dinheiro que ele roubou.  E é exatamente  isso o que está acontecendo.

Mas a essa altura dos acontecimentos, a “camarilha” do PT ainda  tem a cara de pau de atribuir  ao Governo Bolsonaro,”boicotado” por eles, em todos os sentidos, toda essa desgraça que eles  próprios construíram, durante o longo tempo em que estiveram no poder, com total apoio  do Congresso Nacional, e dos Tribunais Superiores, especialmente do STF.  E a essa altura dos acontecimentos, o preço da corrupção desse período, na prática do  “toma-lá-dá-cá”, entre os Três Poderes, deixou um rombo tal  nas finanças públicas que muitas gerações de brasileiros serão sacrificadas para pagá-lo. E os “cretinos” ainda têm  a ousadia de culpar Bolsonaro pelo que  eles próprios fizeram, e se apresentam agora como “oposição”(ao que fizeram). É muita cara de pau.  Mas a verdade nem sempre é percebida  pelo povo. Esse é o perigo. Se a maioria    acreditar nas mentiras da esquerda , invertendo a culpa pela caótica situação existente, volta o PT em 2022. É a “matemática” das urnas.

Quem tiver  a cabeça bem no lugar, que infelizmente talvez não seja a maioria, não vai entrar nessa armadilha de mentiras  preparada pelo PT. Mas quem decidirá serão os “outros”. Mas, como não há haverá maneira de escapar dessa democracia de “mentirinha” a curto prazo,a única chance de derrotar o PT e sua “quadrilha” de mentirosos  nas próximas eleições, seria a sua oposição agir com muita inteligência,   desprendimento a “nomes” e ,fundamentalmente, patriotismo, colocando  na cabeça de chapa presidencial para 2022,o nome de um  candidato que poderia ser  melhor aceito que Bolsonaro,sem tanto “desgaste”, e que poderia ser apontado em pesquisas de tendências idôneas (nada de Ibope,Datafolha,etc.).       
                   
E a  eventual vitória desse “outro” candidato presidencial  seria também a vitória da inteligência de Bolsonaro sobre a sua vaidade, e sobretudo a demonstração do seu patriotismo. Seria, portanto, a plena  vitória de Bolsonaro. Não se pode ignorar a força da mídia numa eleição presidencial. A Grande Mídia detesta” Bolsonaro.  E apoia o PT, que sempre lhe serviu, tanto quanto  aos  interesses dos grandes  banqueiros. Resta-lhe a força da Pequena Mídia, inclusive a de “fundo-de-quintal”, e as Redes Sociais. Esses “detalhes” devem ser levados em conta na decisão a ser tomada em relação à candidatura de Bolsonaro à reeleição. [Bolsonaro foi eleito para promover reformas de grande importância e que modificarão radicalmente o Brasil;
Bolsonaro deve ao povo essas reformas e o povo deve a Bolsonaro os votos para reelegê-lo em 2022 - com Moro como vice;
Moro tem o perfil para 2026, queira Deus que se realize.
as reformas não foram esquecidas a da Previdência foi apenas a primeira pedra do alicerce e as demais a pedra "angular".]  

 
Sérgio Alves de Oliveira - Advogado e Sociólogo


sexta-feira, 13 de dezembro de 2019

OS CÃES LATIRAM, LULA FOI SOLTO....E NADA !!! - Sérgio Alves de Oliveira


A polêmica soltura do ex-Presidente Lula , pelos seus “supremos” capachos , Ministros do STF, serviu antes de qualquer coisa  para que se demonstrasse   no mundo real a sabedoria  e a verdade contida na expressão popular: “cão que late, não morde”.  Não foram poucas as insinuações e “avisos” de gente “importante”, inclusive militares, até publicados na imprensa, que  uma eventual soltura de Lula poderia  ocasionar uma ruptura institucional sem precedentes, ou seja, que o “mundo cairia” sobre a cabeça dos responsáveis e, nas “entrelinhas”, que a soltura de Lula poderia ser revertida. Mas o que se  vê hoje, após a absurda libertação do ex-Presidente, é que todas essas “insinuações”, e avisos “castrenses”, não passaram de “balacas”, de palavras para assustar e  “inglês ver”. 

Lula  foi solto.  E ficou “tudo por isso mesmo”.  E na verdade nenhuma lei nova, ou  emenda à constituição (PEC), [sic] teria validade jurídica para reverter a “coisa julgada” , pela   qual a soltura de Lula foi determinada pelo Supremo. Somente uma constituição nova poderia fazê-lo. Mas essa alternativa em princípio estaria descartada em virtude da falta de coragem e “cegueira” acampada nas autoridades e políticos pretensamente  opositores ao mar de lama  representado e comandado por Lula da Silva.

As medidas que andam sendo cogitadas  e trabalhadas nas Duas Casas do Congresso (Senado e Câmara Federal), que tentam desesperadamente  fazer reformas na Constituição,ou no Código de Processo Penal, autorizando a  prisão de réus condenados por tribunais colegiados,ou em 2ª Instância, não passam de PALIATIVOS que só poderão ser aplicados nos futuros casos, não se aplicando a nenhum dos réus beneficiados pela decisão do Supremo de 7 de novembro, inclusive Lula.     
                                                                                                                   
Mas sobre esse “detalhe”, o silêncio, tanto dos  deputados e senadores, quanto  da grande mídia, chega a ser “sepulcral”. Essas reformas só pegarão os réus “mixurucas”, daqui para a frente. Os Lula(s) da Silva “et caterva” continuarão soltos.
As novas forças políticas, que se dizem “renovadoras”, não têm o  “crâneo” necessário  para que percebam  que as “garantias” dos seus opositores  e “boicotadores”,residem exatamente naquele texto constitucional  que   escreveram  em 1988 e que, segundo seus preceitos, estariam garantindo a  perpetuidade de poder político à corrente ideológica de esquerda. “Nadar” contra essa constituição, é mais difícil do que nadar contra qualquer  correnteza.

O jurista Modesto Carvalhosa percebeu  com muita clareza o obstáculo representado pela constituição vigente às reformas necessárias, pelo que merece  integral apoio das forças políticas,”militares”, e  populares, comprometidas com os melhores valores do povo brasileiro.

Sérgio Alves de Oliveira - Advogado e Sociólogo

segunda-feira, 10 de junho de 2019

O silêncio da grande mídia na roubalheira do PT

Hoje se observa com clareza solar o descomunal esforço feito pela esquerda  para transformar o Brasil no  “tubo de ensaio” do  renascimento   da experiência socialista/comunista, mesmo após o seu “nocaute” - com  a queda do Muro de Berlim e a extinção da União das Repúblicas Socialistas da União Soviética - URSS, respectivamente, em 1989 e 1991 - na versão  concebida pelo filósofo marxista, membro fundador e ex-Secretário Geral  do Partido Comunista da Itália, Antonio Gramsci.

Sabidamente a doutrina de Gramsci tinha como método a implantação do comunismo pela via pacífica, descartado qualquer método violento, mais ou menos nos moldes antes defendidos  pela corrente revolucionária   russa “menchevique”, em contraposição à “bolchevique, liderada por Lenin, que ao final venceu com muito sangue derramado  a  Revolução Russa de outubro de 1917,derrubando  o regime dos “Czares”. Gramsci queria chegar ao socialismo, pacificamente, criando assim o clima necessário para implantação definitiva do comunismo, ou marxismo, com alguns “temperos” de sua autoria, em relação à doutrina original de Marx.

Mas em toda a marcha da civilização jamais havia surgido no mundo uma população tão bem “moldada” para receber um programa socialista  “experimental”, testando na própria carne a doutrina do pensador italiano, o gramscismo. O Brasil da segunda metade do Séc. XX tinha o perfil ideal para que se implementasse essa experiência. É claro que os grandes pensadores socialistas não iriam tomar  a frente dos trabalhos para convencer o povo brasileiro das “maravilhas” do socialismo.

Os líderes gramscistas vislumbraram esse “palco” ideal no Brasil. E não perderam tempo. Começaram a selecionar dentre os trabalhadores  semianalfabetos os que já tinham se infiltrado na política - e que nem possuía as condições intelectuais necessárias para saber ao certo o que significava essa “doutrina”- para que promovessem no Brasil os interesses da  esquerda. E foi justamente essa a “identificação” que os trabalhadores/candidatos tiveram com a maioria do povo brasileiro, e  que  propiciou a sua ascensão rápida na política, através do voto, especialmente de  2002 para a frente. Esses trabalhadores ”novatos” na política partidária, geralmente saídos dos sindicatos, apesar da íntima “aversão” que tinham ao trabalho propriamente dito, souberam como ninguém fazer “política” e ascender  aos cargos eletivos nos Poderes Executivo e Legislativo. Elegeram-se, com facilidade, vereadores, prefeitos, deputados estaduais e federais, senadores, governadores e até presidentes da república, com Lula e Dilma.

Mas essa experiência do comando político da esquerda, do gramscismo, no Brasil ,deu pífios resultados. Foi um verdadeiro desastre. Nesse nefasto período em que a esquerda passou a participar da política, mandando, parcialmente, de 1985 a 2002, e quase  totalmente a partir daí, após a posse de Lula, nunca se roubou tanto do erário.   Muitos garantem que o “roubo” nesse período teria sido em torno de 10 trilhões de reais, equivalente  a cerca 1,5 do PIB Brasileiro. Essa gigantesca quantia foi estimada pelo Juiz e hoje Ministro da Justiça, Sérgio Moro.

Pois bem, durante todo esse período da roubalheira generalizada, tudo passou em “brancas nuvens” pela mídia. Embora sempre “atenta” a todos acontecimentos, para a roubalheira petista que praticamente “quebrou” o país, ela nada viu, ouviu, falou ou escreveu. Seu silêncio foi “sepulcral”. Onde estava essa mídia durante toda a roubalheira do PT “et caterva”? Só tem uma resposta: quietinha, comprada e faturando muito alto!!! Mais parece que nos poucos meses da Gestão Bolsonaro a mídia ficou “doente”. Não sei  se foi doença “mental”, ou “moral”. Mas tudo leva a crer  que  foi doença “moral”. Essa mídia começou a enxergar “miragens”. Mas foram “miragens” diferentes. Não se restringiram a ver malfeitos na política que não mais ocorriam desde 1.01.19. Foi uma “miragem” estapafúrdia. Que trouxe acontecimentos do passado como se estivessem acontecendo no presente. Lançou na conta de Bolsonaro o que era devido pelo PT, e que teve a sua cobertura midiática.

Resumidamente, o  relativo sucesso do gramscismo no Brasil se deve ao atingimento dos seus objetivos de tomada do poder político, iniciando pela ocupação dos principais espaços da mídia/meios de comunicação, do comando nas Escolas e Universidades, da infiltração na própria Igreja, onde logrou êxito na “doutrinação” de uma infinidade de religiosos, e na ocupação dos cargos mais relevantes da Política, da Administração Pública e do próprio Judiciário, onde conseguiu colocar uma grande quantidade   de “filhotes” do gramscismo, inclusive como juízes, desembargadores, e ministros de tribunais superiores. Não escaparam nem as Forças Armadas da sua infiltração. Nesse ponto, “Nota 10” ao gramscismo.

Deu para entender as razões do silêncio  da mídia e das diversas autoridades públicas  durante os longos anos da roubalheira do PT ? E por que alguns resolveram “acordar” somente após o surgimento do escândalo do “mensalão”, dos anos 2005 e 2006? Mas surpreendentemente essa mídia, antes mancomunada com o PT,  resolveu romper com o seu silêncio. Mas “rompeu” no momento totalmente errado. Agiu como se estivesse com a “faísca atrasada”. Acordou só depois de muito tempo em que deveria ter visto e  denunciado o que se passava  de irregular na política, da roubalheira que acontecia.

Só “acordou” no Governo Bolsonaro,que  tomou posse em 1º de janeiro de 2019, fazendo um enorme esforço para criar irregularidades que não existem,fictícias. Como explicado antes, foi pura “miragem”. Mas esse fenômeno lamentavelmente não foi “privativo” da mídia. Ele aconteceu também nos de cargos preenchidos por concurso público, com “estabilidade”, dentre eles os  servidores públicos, e alguns “agentes políticos” concursados (juízes,por exemplo). Hoje qualquer concursado com estabilidade se acha no direito de transformar o país na “Casa-da- Mãe-Joana”, onde todo  mundo manda e ninguém manda, ao mesmo tempo. Uns “metem o bedelho” onde não  deveriam, nem poderiam, inclusive invadindo competências da alçada  exclusiva  do Presidente da República.

Qualquer juiz da Comarca de “Cacimbinhas”, por exemplo, se acha no direito de ditar normas administrativas de repercussão NACIONAL para o Presidente da República cumprir. Como poderá funcionar um Governo se ele depender da “cabeça” individual de cada um dos milhares de juízes espalhados por todos os cantos do país?

Esse é verdadeiramente o típico reduto da “Casa-da-Mãe-Joana”. Como conceber, por exemplo, que um só juiz possa “determinar” políticas nacionais sobre radares em rodovias ou sobre verbas a serem distribuídas pelo Ministério da Educação para as Universidades?
 
Edição do Alerta Total – www.alertatotal.net
Por Jorge Serrão - serrao@alertatotal.net