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sábado, 27 de junho de 2020

Bancos, fintechs e Facebook buscam controle dos meios de pagamentos - VEJA - Economia

O rápido crescimento no Brasil nos últimos anos corre o risco de desaparecer em ritmo igualmente surpreendente. O hábito de comprar por meio de máquinas de leitura de cartões magnéticos ou com chip pode se tornar obsoleto num futuro próximo. Trata-se de uma tendência inexorável nos chamados meios de pagamento, em que já é possível fazer transações via QR code e reconhecimento facial, sem o uso das máquinas onde se inserem os cartões e digita-se a senha no teclado numérico. Um novo passo nessa reviravolta estava prestes a ser dado no país com a entrada em funcionamento do WhatsApp Pay, operado pelo aplicativo de mesmo nome pertencente ao Facebook, em parceria com a empresa líder em operações de pagamento, a Cielo. O lançamento foi revertido, entretanto, na noite da última terça-feira, 23. O Banco Central, que tem defendido a descentralização do sistema financeiro, determinou que as bandeiras de cartões Visa e Mastercard suspendessem o suporte ao sistema, jogando um balde de água fria (ao menos temporário) na empreitada. Mesmo com a decisão do BC em relação ao Whats­App, o fim das leitoras de cartão é visto como um processo inexorável. “As maquininhas estão com seus dias contados”, vaticina Paulo Caffarelli, CEO da Cielo, que hoje detém 42% do setor.

A decisão do BC, além de reforçar o interesse da autoridade monetária em se manter como indutora da modernização do mercado financeiro, atende aos apelos dos grandes bancos, que temiam o confronto com uma rede social tentacular na operação de transações financeiras. O Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) também não via com bons olhos a parceria entre Cielo e Whats­App por acreditar que poderia contribuir com a concentração no mercado — não levando em conta que outras empresas pretendiam entrar na parceria, como a Stone, que negociava a adesão. O BC argumenta que sua determinação tem por objetivo preservar um “ambiente competitivo” em um sistema de pagamentos “interoperável, rápido, seguro, transparente, aberto e barato”.

As características delineadas pelo Banco Central são as mesmas que a instituição usa para defender o PIX, tecnologia de transferência instantânea que deve estrear em novembro no Brasil. Já a proposta de parceria entre Whats­App e Cielo terá de passar por uma série de ajustes e exigências regulatórias para sair do papel. Mas tudo leva a crer que será apenas uma pausa. Apesar da momentânea sobrevida ao sistema tradicional, a decisão não interrompe o ciclo de inovação desse mercado. Segundo um levantamento feito pela consultoria EY, 54% dos brasileiros afirmam que usarão mais serviços financeiros digitais após a pandemia em detrimento do dinheiro vivo.

Em VEJA - Economia - MATÉRIA COMPLETA


domingo, 15 de setembro de 2019

Criptomoeda: o futuro chegou - Moedas digitais revolucionaram os negócios e em breve estarão no seu dia a dia - Isto É


Criptomoeda: o futuro chegou

Conhecidas até recentemente apenas como ativos para investimento, as criptomoedas ganham novas funções para promover o comércio de bens e serviços

Moradora de uma cidadezinha da região amazônica, Neusa começou a usar cartão de crédito quando era estudante do ensino médio. Adquiria produtos que chegavam até sua casa após uma jornada de barco que terminava no cais, onde retirava as mercadorias já pagas. Hoje, faz compras com criptomoedas. Seu uso não exige o intermédio de uma operadora de cartão de crédito. Com a criptomoeda, ela também envia um dinheirinho para o filho sem pagar taxas bancárias. O mais velho faz intercâmbio no exterior e troca a criptomoeda por moeda corrente. Neusa é cabeleireira, mas poderia ser advogada, balconista, médica, faxineira, executiva, funcionária pública. Recebe por seus serviços também com outro tipo de criptomoeda, que ganha espaço concorrendo com os meios de pagamento tradicionais. Por enquanto fictício, este cenário está para se materializar no Brasil e no resto mundo com a consolidação das moedas virtuais, que revolucionam a forma como nos relacionamos economicamente. É o que almejam desde executivos gigantes, como David Marcus, CEO do Libra, a moeda virtual do Facebook, até empreendedores digitais, como o brasileiro Pedro Alexandre, CEO da Wiboo e criador do Wibx, moeda nacional direcionada ao varejo.


As criptomoedas ficaram famosas com o Bitcoin, que teve uma valorização meteórica em 2017 quando sua cotação passou de US$ 960 para US$ 20 mil. Depois de cair, voltou a se valorizar este ano, e atualmente está cotado em cerca de US$ 10 mil. Essa moeda começou de forma experimental e hoje é negociada em todo o mundo com um valor de mercado de US$ 180 bilhões. No Brasil, a incorporadora Tecnisa foi uma das pioneiras em trabalhar com ela, aceitando-a nas negociações de imóveis. Segundo a empresa, foi a primeira construtora listada em bolsa do mundo a aceitar a criptomoeda. Essa trajetória fez vários investidores se familiarizarem com as novas moedas, cuja compra e venda é realizada principalmente nas chamadas exchanges (corretoras). Mas agora, com as chamadas criptomoedas de segunda geração, as funções se ampliaram. É o caso do Wibx, que representa três modelos de negócio: é um criptoativo, uma moeda para o varejo e um meio de fidelização. Essas novas funções estão fortalecendo e ampliando o mercado, diz Fabrício Tota, diretor de OTC em grandes clientes no Mercado Bitcoin, umas das maiores corretoras do País, que negocia as principais moedas como Bitcoin, Litecoin e Ethereum. Só essa exchange tem 1,6 milhão de clientes cadastrados, contra 1,2 milhão no final do ano passado. O volume negociado em 2019 já alcança R$ 3,5 bilhões. “O mercado está crescendo de forma sustentada. É uma cadeia, não uma explosão. A alta ocorre até num momento de maior estabilidade, como vivemos agora, com volatilidade pequena”, diz.
Criptomoedas ficaram famosas com o Bitcoin, que teve valorização meteórica. Hoje, crescem de forma sustentada

No caso do Wibx, o objetivo é entregar valorização, recompensa ao usuário (como os programas de fidelidade) e promover a descentralização da publicidade (como fazem as redes sociais, por meio do engajamento). Assim que houver a possibilidade de conversão (a troca da criptomoeda por dinheiro), ela estará apta para ser aceita também no varejo. “O celular se tornou a ferramenta mais poderosa do planeta. Com ele, as pessoas vão se tornar seus próprios bancos”, diz Alexandre. Diferente de outras criptomoedas mais antigas, como o Bitcoin, que funciona como um ativo de investimento, mas não possui penetração no varejo, a nova moeda virtual brasileira quer ser uma parceira das empresas de meios de pagamento (as maquininhas). “Seremos um integrador com outras plataformas, o que deve incluir também serviços de streaming, telefonia móvel em um modelo ponto-a-ponto”, diz Alexandre. “O Wibx beneficia o varejista porque estimula que as pessoas usem para comprar. Fomenta a economia real”, diz Guga Stocco, co-fundador da Domo Invest e um dos conselheiros da Wiboo.

POPULARIZAÇÃO Sucesso das criptomoedas levou o comércio a adotar a novidade. No Brasil, o Wibx será parceiro da Cielo (Crédito:Weedezign)
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Para apoiar o negócio, algumas iniciativas de impacto estão em curso. A Cielo, uma das principais plataformas de meios de pagamento do Brasil, será parceira. O Wibx também vai ser empregado para aquisição de produtos licenciados nos Jogos Pan-Americanos Masters, no Rio de Janeiro, em setembro do ano que vem. A expectativa é que 15 mil atletas amadores participem do evento. Uma das primeiras ações da empresa foi fechar uma parceria com a Associação Nacional de Restaurantes, oferecendo integração com as grandes redes.

No mundo, as iniciativas se multiplicam e atraem as novas gerações. “Vamos chegar onde as moedas correntes não chegam”, afirma Fernando Barrueco, diretor jurídico da Bolsa de Moedas Virtuais Empresariais de São Paulo (Bomesp), que defende o potencial desse novo ecossistema. Graças à rastreabilidade, as criptomoedas podem reduzir custos. É o caso de cinco grandes indústrias farmacêuticas brasileiras, que gastam até R$ 230 milhões ao ano com a distribuição de 200 mil amostras grátis de remédios — cerca de 5% do faturamento. Com a adoção das moedas, esses laboratórios vão distribuir “cupons” virtuais aos médicos, que os repassarão aos pacientes. Ao serem retirados nas redes de farmácias, a indústria saberá quem e como seus produtos são usados, já que os médicos não têm a obrigação de prestar relatórios aos fabricantes.
As corretoras tradicionais buscam seu espaço nesse imenso campo de possibilidades. A B&T Câmbio criou a Z.ro Bank para liquidação de moedas virtuais. Eles pretendem ser o elo final de uma cadeia que vai da grande marca ao motorista de aplicativo. “As plataformas [de pagamento] ainda não estão preparadas”, afirma o CEO Edísio Pereira Neto. A empresa pretende dar rapidez às operações de conversão, que vão demorar segundos, permitindo que o dinheiro de verdade caia na conta em poucas horas. Hoje, a demora é um dos problemas de algumas corretoras, o que provoca desistências de consumidores e empresas.

O negócio do dinheiro virtual poderá movimentará centenas de bilhões de dólares nos próximos anos. Só nos EUA há mais de 1 bilhão de dólares reservados por empresas americanas que buscam investimentos de risco em criptomoedas. De acordo com o Fórum Econômico Mundial, até 2027 10% do PIB global será armazenado na forma de criptoativos. Essa nova economia foi sacudida este ano com a notícia de que o Facebook iria lançar sua própria moeda, o Libra, em 2020. Com uma base de 2,3 bilhões de usuários, a rede social tem o potencial de mudar a dinâmica de como o mercado funciona. Lastreado no dólar, euro, iene, libra esterlina e dólar de Cingapura, o Libra chamou a atenção dos Bancos Centrais do mundo inteiro. O temor é que possa desestabilizar moedas internacionais. Como o Libra é registrado na Suíça, o governo americano pressiona o CEO David Marcus, temendo manipulações chinesas com o yuan. O Facebook, por seu lado, disse que vai colaborar com as autoridades. “Ainda há muitas perguntas a serem respondidas e preocupações a serem abordadas, mas, mesmo assim, avançamos”, diz Marcus.
Com o Libra e uma base de 2,3 bilhões de usuários, o Facebook pode mudar  a dinâmica de como o mercado funciona

Enquanto a moeda do Facebook não se concretiza — o plano inicial era ser lançada em junho do próximo ano —, autoridades se debruçam sobre formas de driblar os riscos de lavagem de dinheiro e financiamento do terrorismo, por exemplo. No Brasil, por determinação da Receita Federal, operações com criptomoedas passaram a ser informadas a partir de agosto. Já as operações realizadas em corretoras no exterior e as feitas entre as próprias pessoas físicas ou jurídicas sem intermédio de corretoras precisam ser reportadas pelos usuários. O imposto é sobre operações, indo de 15% a 22% sobre o lucro na venda, a partir de R$ 35 mil ao mês. O Banco Central já determinou que o dinheiro virtual é uma commoditie digital passível de entrar em balanços, deixando o mercado se desenvolver – o que contraria nossa lógica histórica de intervencionismo. “Estamos no início, mas as perspectivas são de valorização. Há muito potencial e o governo se mostra aberto”, diz Safiri Felix, diretor-executivo da Associação Brasileira de Criptoeconomia (ABCripto). Ou seja, acostume-se com as moedas digitais: muito em breve, você ainda vai ter uma.

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quinta-feira, 14 de maio de 2015

Só os bancos ganham no governo Dilma – lucro do Banco do Brasil, ‘apenas’ dobrou = R$ 5,8 BI no 1º trimestre



Parceria com Cielo e aumento dos juros fazem lucro do BB dobrar e chegar a R$ 5,8 bi no 1º tri
Sem efeito extraordinário, resultado ficou em R$ 3,025 bilhões, alta de 24,2%. Provisão contra calotes cresceu 43%
O Banco do Brasil registrou no primeiro trimestre de 2015 lucro líquido de R$ 5,818 bilhões, um crescimento de 117,3% na comparação com o ano passado. Esse forte crescimento está relacionado à parceria feita com a Cielo no segmento de meios eletrônicos de pagamentos, que gerou um resultado extraordinário de R$ 3,212 bilhões. Sem considerar os efeitos não recorrentes, o lucro do banco público foi de R$ 3,025 bilhões, valor 24,2% superior ao de igual período de 2014.

Outro fator importante para o crescimento do lucro do BB foi a carteira de crédito, ou seja, a elevação dos juros cobrados dos clientes, que garantiram uma margem de ganhos maior. O banco projeta para esse ano um crescimento de 9% a 13% na margem financeira bruta, mas o aumento foi de 17,6% nesse primeiro trimestre.  Esse aumento se deve a uma Selic maior no período e o resultado da reprecificação da nossa carteira de crédito. Também tivemos ganhos com a variação cambial — afirmou José Maurício Pereira Coelho, vice-presidente de Finanças.

O BB tem como política distribuir 40% de seu lucro em proventos (dividendos e juros sobre o capital) para os acionistas. Nessa conta, é levada em conta o lucro líquido (incluindo os fatores extraordinários). Com isso, o total a ser distribuído é de R$ 2,316 bilhões. O maior acionista do BB é a União.

Já a carteira de crédito do BB, incluindo avais e garantias, chegou em março a R$ 776,897 bilhões, alta de 2,1% na comparação com o estoque existente em dezembro e um avanço de 11,1% em 12 meses. As operações a empresas tiveram crescimento mãos forte, de 11% no ano, enquanto o estoque de empréstimos para pessoas físicas cresceu 7% desde março de 2014. A modalidade de financiamento de veículos teve uma queda no saldo de 6,6%. Já a carteira de crédito imobiliário subiu 45,5% em 12 meses.

INADIMPLÊNCIA
A inadimplência do BB (atrasos acima de 90 dias) ficou em 2,05% em março. Esse índice mostra uma estabilidade em relação a dezembro do ano passado, quando era de 2,03% e uma leve alta no comparativo de 12 meses. Ao fim do primeiro trimestre de 2914, a inadimplência era de 1,98%. Segundo Coelho, a expectativa é que a inadimplência do banco fique praticamente estável em 2015.  — Acredito que no ano vamos trabalhar com estabilidade na inadimplência — afirmou.

Apesar da praticamente estabilidade nos índices de inadimplência, o BB elevou fortemente suas provisões para devedores duvidosos, que são uma garantia para o banco em caso de calote. Essas despesas somaram R$ 5,999 bilhões, montante que representa um crescimento de 15,3% no trimestre e 43,3% no ano.

De acordo com Walter Malieni Junior, vice-presidente de Gestão de Riscos, explicou que essa elevação nas provisões seguem uma política mais conservadora do banco e estão atreladas ao aumento de risco de alguns clientes, mas não especificou nomes e nem a relação com as empresas envolvidas na Lava Jato, mas lembrou , no entanto, que os casos de recuperação judicial exigem uma reserva de recursos maior do banco. — A cadeia de óleo e gás está inserida nesse montante, assim como outros setores. E as recuperações judiciais, de qualquer setor, têm um nível de provisionamento — disse.

Ao considerar o lucro líquido, o retorno sobre o patrimônio líquido do banco foi de R$ 29,3%. Já no resultado recorrente, a rentabilidade ficou em 14,5%.

Fonte: O Globo

quarta-feira, 29 de abril de 2015

A farra dos Bancos – Santander lucra R$ 1,16 BI e Cielo lucra 911,8 MI



Santander anuncia lucro de R$ 1,6 bilhão no primeiro trimestre
Valor é 15% maior do que o mesmo período do ano passado, diz banco
O Santander Brasil encerrou o primeiro trimestre com lucro liquido de R$ 1,6 bilhão, valor 15% superior aos ganhos do mesmo período de 2014. O resultado, classificado pelo banco como lucro gerencial, não considera o impacto de despesas com amortização de ágio. Se incluído esse gasto, o lucro líquido ficou em R$ 683,8 milhões, um aumento de 31,9% frente ao mesmo trimestre do ano passado considerando a mesma base de comparação (lucro societário).

A carteira de crédito do Santander alcançou saldo de R$ 258,23 bilhões ao final de março, o que representou um avanço de 15,3% em relação à posição de um ano antes. Frente ao saldo de dezembro de 2014, o aumentou foi de 5,2%.

O índice de inadimplência para operações vencidas a mais de 90 dias caiu 0,4 ponto percentual em relação a março de 2014, para 3,3%. O resultado da operação do Santander no Brasil representou 21% do lucro global do banco, que foi divulgado nesta terça-feira e alcançou 1,7 bilhão de euros nos primeiros três meses do ano.

Desaceleração do mercado de cartões pesa no resultado da Cielo

Empresa tem lucro 14,9% maior, mas volume de transações sobe apenas 5,8%

A companhia anunciou nesta quarta-feira que teve lucro líquido de R$ 926,17 milhões no período, alta de 14,9% sobre um ano antes. Considerando apenas o resultado atribuído a acionistas da companhia, o lucro de R$ 911,8 milhões foi 13,6% maior, também na comparação anual.

Na esteira da menor atividade econômica do país, o volume de transações com cartões de crédito e de débito processado pela Cielo subiu apenas 5,8% em 12 meses, a R$ 126,5 bilhões, distante do crescimento de dois dígitos que caracterizou esse mercado no Brasil nos últimos anos.

Em número de transações, o aumento foi de 8,1%, revelando também uma queda do tíquete médio das operações.

Fonte: G 1