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quarta-feira, 8 de fevereiro de 2023

Amigos de Lula atacam o erário com a voracidade de um cardume de piranha - O Estado de S. Paulo

J. R. Guzzo

Entorno do petista promove assalto geral às bocas da máquina pública

O sobrinho do presidente Lula, com todos os seus 19 anos de idade, acaba de ganhar um emprego público no governo de Sergipe; rende, com os penduricalhos somados, 7.500 reais por mês. A nomeação foi por “critérios técnicos”, disseram os responsáveis. Aparentemente, o público sergipano não pode abrir mão dos serviços do rapaz, embora não seja possível determinar que tipo de trabalho, na prática, ele vai fazer – sua função é ser assessor.

A neta do falecido chefe terrorista Carlos Marighella fez melhor. Levou o cargo de presidente da Fundação Nacional de Artes, a notória Funarte – uma escolha realmente esquisita, neste momento em que o governo Lula em peso, o Supremo Tribunal Federal e toda a esquerda brasileira denunciam furiosamente o terrorismo como a maior ameaça que o País já teve pela frente. A mulher do compositor Chico Buarque também faturou uma assessoria, no BNDES; pelo que deu para entender, é alguma coisa com cara de “direito internacional”.

A lista vai por aí afora. Tudo bem: o assalto geral às bocas da máquina pública é uma prerrogativa de quem é declarado vencedor da eleição pelo TSE. Mas a voracidade de cardume de piranha com que os amigos de Lula vêm atacando o erário é algo nunca visto. 
O governo mal começou e as coisas já estão assim. Onde vão estar daqui a mais um mês, ou quatro anos? [A felicidade dos brasileiros e do Brasil, é que este governo acaba ainda em 2023 - a dúvida é se no final do primeiro semestre ou inicio do segundo. Importante é que não será por golpe de estado, ato antidemocrático, coisas de tipo e sim por INCOMPETÊNCIA do atual presidente e dos demais integrantes.]
A ministra Margareth Menezes, da Cultura, indicou a vereadora Maria Marighella para comandar a Furnarte.
A ministra Margareth Menezes, da Cultura, indicou a vereadora Maria Marighella para comandar a Furnarte. Foto: Eraldo Peres/AP
Não existe, desta vez, a menor preocupação em disfarçar alguma coisa – ao contrário, os presenteados fazem festa e, se for possível, vão querer mais empregos ainda, para si mesmos e para os amigos.  
Quem não sabe, por exemplo, da mina a céu aberto que são os conselhos das empresas estatais? 
Isso sem falar das diretorias em si dessas empresas, que podem ser ocupadas, agora, por qualquer pessoa que o presidente queira nomear; estima-se, por alto, que haja cerca de 600 cargos disponíveis para consumo imediato.
 
Há, também, os novos ministérios inventados por Lula. Como não existiam antes, terão obrigatoriamente de fornecer empregos para começar a funcionar; já estão, aliás, fazendo exatamente isso. Acima de tudo, há a certeza absoluta da impunidade. 
Vão aparecer reclamações aqui e ali, e as notícias sobre a farra serão publicadas na imprensa. Mas quem é que está ligando? 
Um terço dos ministros que assumiram em 1º. e janeiro têm problemas com a justiça, que vão de dívidas não pagas a peculato e corrupção; 
- uma ministra, inclusive, tem cinco milicianos do Rio de Janeiro em seu círculo mais próximo.  
Todos têm 100% de certeza que ninguém vai encostar neles. 
Não poderia ser diferente, num governo que não pronuncia, simplesmente, a palavra “corrupção” – e num país em que falar no assunto pode levar quem falou a ser acusado de “atos antidemocráticos”. Está tudo liberado.
J. R.Guzzo, colunista - O Estado de S. Paulo
 

sexta-feira, 30 de julho de 2021

Acusado pelo irmão por sumiço de meninos na Baixada diz que jogou sacos em rio a pedido de traficantes - O Globo

 Ao prestar depoimento à polícia, contudo, homem afirmou que não sabia o que estava dentro dos invólucros descartados; Justiça negou pedido de prisão [novidade.]

[Garotos desapareceram em dezembro 2020.] 

Lucas Matheus, Alexandre da Silva e Fernando Henrique desapareceram dia 27 de dezembro Foto: Reprodução

Um suspeito de envolvimento no sumiço de três crianças em Belford Roxo, denunciado por um irmão como tendo sido a pessoa que jogou os corpos dos meninos em um rio, prestou depoimento na Delegacia de Homicídios da Baixada Fluminense (DHBF). Ele não confessou o crime, mas admitiu ter jogado sacos entregues por traficantes embaixo de uma ponte da cidade, situada na Baixada Fluminense. O delegado Uriel Alcântara, titular da DHBF, pediu a prisão do homem, mas a Justiça não deferiu o pedido e ele continua em liberdade. [prender? para que? também não vão perder tempo protegendo o irmão denunciante - se proteger dificultará a quase certa vingança dos traficantes.] Matheus, de 9 anos, Alexandre Silva, de 11, e Fernando Henrique, de 12, sumiram no dia 27 de dezembro do ano passado.

Desaparecidos:  Operação termina sem informações sobre paradeiro dos três meninos de Belford Roxo

De acordo com a denúncia feita pelo  irmão do suspeito, os meninos teriam sido espancados e mortos a mando do traficante José Carlos dos Prazeres Silva, o Piranha, que tem a prisão decretada por tráfico. [decretada, porém, não efetuada; fácil para o 'piranha' permanecer em liberdade: basta se esconder em uma das favelas do Rio - áreas em que por suprema determinação a Polícia não pode entrar.] O motivo do crime, ainda segundo o denunciante, seria que uma das crianças estaria envolvida no furto de uma gaiola de passarinho. O homem procurou inicialmente o 39º BPM (Belford Roxo) e depois foi encaminhado para a DHBF, onde contou que os corpos foram jogados na localidade conhecida como Ponte de Ferro 38, no bairro Amapá, na divisa dos municípios de Belford Roxo e Duque de Caxias.

 O ponto indicado fica em um local ermo, próximo ao Arco Metropolitano, e é considerado como área de desova de cadáveres. No depoimento prestado pelo suspeito,  ouvido na DHBF nesta quarta-feira, ele afirma que não sabia o que havia no interior dos sacos que foram jogados no rio, próximo à Estrada Manoel de Sá. 

Ainda não se sabe quando a polícia fará buscas para tentar encontrar os corpos dos garotos desaparecidos e confirmar se realmente foram ou não assassinados. Nesta quinta-feira, um parente dos meninos disse ainda não ter sido procurado pela polícia e que nada sabia sobre a denúncia feita nesta quarta-feira.  —  Não sabemos de nada. A polícia não nos comunicou nada oficialmente. Ainda continuamos com o mesmo sofrimento de não saber o que aconteceu com os meninos —  disse o tio de um dos meninos.

Pistas falsas:  Trotes e até tentativa de extorsão dificultam localização de meninos desaparecidos na Baixada

As três crianças foram vistas pela última vez em uma feira do bairro Areia Branca, também em Belford Roxo. Moradores do Morro do Castelar, localidade que tem o comércio de drogas controlado pelo traficante Piranha, os meninos ainda foram flagrados por uma câmera de segurança quando estavam a caminho da feira.

Tecnologia: Análise de imagens em laboratório pode ajudar polícia a esclarecer desaparecimento de três crianças na Baixada

Pelo menos duas testemunhas também afirmaram, ao prestar depoimento na DHBF, terem visto os garotos no local. A polícia trabalha com a hipótese de que os meninos tenham desaparecido logo após sair da feira ou nas proximidades da comunidade em que moravam.

Procurada, a Polícia Civil emitiu uma nota sobre caso. Abaixo, a íntegra do documento.

"Um homem se apresentou no 39º Batalhão da Polícia Militar (BPM) de Belford Roxo e acusou o próprio irmão por envolvimento no desaparecimento de Lucas Matheus, Alexandre Silva e Fernando Henrique, que teriam sido mortos por traficantes da comunidade Castelar, em Belford Roxo. Após a declaração, o acusado foi detido pela PM e os dois foram ouvidos por agentes da Delegacia de Homicídios da Baixada Fluminense (DHBF). 

Em depoimento na unidade policial, ele negou as acusações feitas pelo irmão. Segundo a DHBF, as investigações continuam e buscas serão realizadas na possível área onde os corpos das crianças teriam sido levados."

Rio - O Globo


quinta-feira, 14 de setembro de 2017

A desesperadora situação de Janot, que piora a cada hora. Que tal delação premiada para Miller?

Um tsunami se arma. As tais gravações que ninguém ainda conhece já começam a circular por aí. Ele foi imaginado para engolir o Supremo, mas pode colher em cheio a Procuradoria-Geral da República

Rodrigo Janot está fingindo que não está nem aí para o que vai ao redor e diz que vai, sim, apresentar a nova denúncia contra Michel Temer.  Ontem à noite, Cármen Lúcia conversou a portas fechadas com o vice-procurador Nicolao Dino. E tentou fazê-lo ver — para que abra os olhos de Janot — que, em rio que tem piranha, procurador-geral deveria nadar de costas…

Mas sabem como Janot é determinado…  A sua situação está começando a ficar desesperadora.  As evidências contra Marcelo Miller vão se acumulando, de maneira escandalosa, e Miller também já está entoando aquela musiquinha de Luan Santana: “Eu tou contando tudo e não tou nem ligando pro que vão dizer”.  Pergunta: que tal se oferecer a Miller a chance da delação premiada? Rodrigo Janot, Deltan Dallagnol e Carlos Fernando sabem a importância que tem esse estatuto na apuração de crimes, não é mesmo?

Um tsunami se arma. As tais gravações que ninguém ainda conhece já começam a circular por aí. Ele foi imaginado para engolir o Supremo, mas pode colher em cheio a Procuradoria-Geral da República. Ou melhor: o ainda procurador-geral da República.  Podem esperar que vem coisa feia por aí.  Será um caso acabado de feitiço que se vira contra o feiticeiro.

 Vale a pena ler:  A “formalista” procuradora que rejeita “querida” já gravou vídeo incitando o povo contra o Senado

Fonte: Blog do Reinaldo Azevedo