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sábado, 11 de novembro de 2023

Uma ausência nas agendas de Lula - Alon Feuerwerker

Análise Política

A desaceleração começa a entrar, pouco a pouco, no debate econômico, pauta introduzida pelo próprio governo, enquanto o Legislativo está debruçado sobre iniciativas que só farão diferença, se fizerem, num futuro distante. Logo logo, as manchetes gritarão que se aprovou a reforma tributária, mas acordaremos no dia seguinte e o problema imediato estará igual a quando fomos dormir: como escapar do atoleiro da mediocridade? [mediocridade que integra o DESgoverno petista, que é a essência do DESgoverno do 'maligno'.]

Onde estamos, sabemos. O ministério da Fazenda precisa buscar alguma disciplina fiscal, para mostrar ao mercado que a política econômica é confiável
 O Congresso Nacional persegue firmemente a execução de suas emendas, o combustível para eleger prefeitos e vereadores que farão campanha para suas excelências dali a dois anos. 
E o Planalto não abre mão de gastar e investir.

O resultado prático é a agenda econômica ter girado neste terminal 2023 quase apenas em torno de mais arrecadação para o governo federal. Segundo o pensamento hegemônico na Brasília de agora, se o governo investir, vai estimular o investimento privado. Claro que ao útil une-se o agradável: governos com capacidade de investimento, e, portanto, de impulsionar negócios, têm mais bala na agulha para atrair apoios políticos, na sociedade e no Congresso.

Vai funcionar? Ainda é cedo, mas desde sempre falta uma perna na estratégia governamental. E o investimento privado? 
O que o governo tem feito para estimulá-lo, além da fé em que ele virá a reboque do Estado?  
É notável que, em seu primeiro ano no terceiro mandato, Luiz Inácio Lula da Silva não tenha repetido o que costumava fazer nos dois primeiros: o maior ausente em suas agendas, viagens e preocupações parece ser o capital.

Juro alto e cenário de provável aumento de impostos não chega a ser propriamente um estímulo ao investimento.

Lula é célebre pela convicção de que o consumo puxa o investimento, e portanto deve se preocupar mais com o primeiro que com o segundo. 
Daí a firmeza em redistribuir renda por meio do Estado e a energia dispendida em buscar aumentar a arrecadação de impostos, também para turbinar políticas públicas.
Não é uma linha que costume alavancar saltos no crescimento e desenvolvimento, mas também nisso Lula é beneficiado pelo zeitgeist.

Crescimento e desenvolvimento saíram de moda por aqui.

E tem um fator adicional. Sergio Massa faz um segundo turno competitivo na Argentina, mesmo tendo sido o ministro da Fazenda de uma economia longe de brilhante, ao contrário. 
Ali o “é a economia, estúpido” precisa ser visto de um ângulo mais sofisticado que o habitual. 
Para manter-se no poder, atender bem a clientela é sempre um recurso prudente quando não se consegue proporcionar prosperidade à sociedade em geral.

Pois para ganhar uma eleição em segundo turno bastam 50% mais um dos votos válidos.

O ótimo é inimigo do bom, e Lula parece buscar, antes de tudo, manter a maioria que o elegeu, enquanto constrói com cargos e verbas um colchão protetor no Legislativo, sempre uma fonte potencial de problemas. Por enquanto, já que a progressiva corrosão na popularidade caminha bem devagar, a operação está rodando a contento.

 Alon Feuerwerker, jornalista  e analista político


quarta-feira, 1 de março de 2023

Vamos pagar mais pela gasolina para custear um governo inchado - Alexandre Garcia

Vozes - Gazeta do Povo

Combustíveis

Preço da gasolina
Imagem ilustrativa.- Foto: Gerson Klaina/Tribuna [nos tempos de Bolsonaro, gasolina não chegava aos R$ 5,00.]

A partir de hoje, preços mais caros para gasolina e para o álcool. O governo não pode abrir mão de nos cobrar, de nós que abastecemos nossos veículos, quase R$ 29 bilhões do PIS e Cofins. 
 E, claro, a gente vai pagar também mais do que isso porque o preço da gasolina, desde criancinha eu sei, influencia o preço de tudo.  
Só tem alguns coleguinhas que não sabem disso e estão dizendo que só quem vai pagar é o dono do carro.
 
A decisão contrariou a presidente do PT, Gleisi Hoffmann, que queria manter a isenção, mas atendeu ao ministro da Fazenda, Fernando Haddad, que está precisando de dinheiro.  
Aliás, quando o governo fala em reforma tributária, claro que é para aumentar impostos, porque o déficit está em R$ 231 bilhões pelo orçamento, e ainda tem mais os gastos de um governo que inchou e passou a ter 37 ministérios.
 
São Paulo
Queria lembrar do governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas, o governador que dormiu na prefeitura de São Sebastião, botou um colchão no chão e ficou lá. 
Agora voltou para a capital e já se reuniu com os industriais do estado. 
Ele diz que tem que reindustrializar o meio Brasil, que é São Paulo, a indústria de São Paulo. 
E para isso vai criar uma campanha de política tributária e de desburocratização. Estimular São Paulo significa estimular o PIB brasileiro, não tenho a menor dúvida quanto a isso.

Alexandre de Moraes e os militares
Estou achando estranho essa decisão do ministro Alexandre de Moraes, de autorizar a Polícia Federal a incluir no inquérito do 8 de janeiro, militares do Exército brasileiro, sendo que o Exército já está fazendo um inquérito para entregar ao Ministério Público Militar.

Eu acho que é um atrito desnecessário porque, por exemplo, imagina se houver busca e apreensão por parte da Polícia Federal na casa de um general, como é que fica? 
Mas, enfim, os juristas é que devem responder essas questões que se tornam cada vez mais graves e importantes.
 
CPI
Bom, agora já tem assinaturas suficientes para instalar a CPI mista de deputados e senadores para investigar o 8 de janeiro. 
Na próxima reunião do Congresso Nacional vai ter de ser lido o requerimento e aí instalada a CPI. 
Já tem assinatura mais do que suficiente de deputados e senadores para isso. Depende agora da vontade do presidente do Congresso, que é o senhor Rodrigo Pacheco, para ler o requerimento e começar essa investigação para saber o que aconteceu de fato no dia 8, as causas, as consequências e os envolvidos.

Ingerência na Petrobras
Vai voltar a ingerência de preços na Petrobras.
Eu já mencionei o aumento no preço dos combustíveis.
Haddad, o ministro da Fazenda, já está dando palpite dentro da Petrobras. O presidente da Petrobras veio para uma reunião com o chefe da política do governo, que é o ministro Rui Costa, do Gabinete Civil, e Haddad. 

Mas e os acionistas da Petrobras, como é que ficam?

O governo é o acionista majoritário em ações com direito a voto, mas as outras pessoas – são milhões de acionistas, inclusive de outros países –, o acionista que está investindo para ter dividendos?  
Vai ter um colchão, como diz Haddad, para restringir a margem de lucro da Petrobras, mudar a política de preços, que é o preço internacional  cotado ao dólar? 
Vai voltar ao que era antes? Esse é um assunto muito importante e nós temos de ficar de olho nisso também.

Por fim, queria registrar aqui que aquela advogada que acusou a Prevent Senior de tratar uma doença, no caso a Covid, lá na CPI e depois na televisão, foi condenada a pagar uma indenização para a Prevent Senior no valor de R$ 300 mil por danos morais.

Alexandre Garcia, colunista - Gazeta do Povo - VOZES

 


domingo, 26 de novembro de 2017

Parlamentares guardam milhões debaixo do colchão, em dinheiro vivo

No momento em que a Receita Federal fecha o cerco sobre quem declara altas somas de dinheiro em espécie, levantamento de ISTOÉ revela quem são os parlamentares que guardam verdadeiras fortunas em casa

Muita gente gosta de dispor de dinheiro vivo em casa. Uns por comodismo, outros para escapar das filas e das tarifas dos bancos. Mas há também os que escondem grandes quantias de origem duvidosa debaixo dos colchões para escapar da fiscalização e dos rigores da lei. Foi o caso do ex-deputado Geddel Vieira Lima, que mantinha em um apartamento em Salvador malas com mais de R$ 50 milhões. É de olho nesses desvios que a Receita Federal acaba de adotar uma medida que torna obrigatória a comunicação de operações que envolvam dinheiro em espécie em valor igual ou superior a R$ 30 mil. 


Com a medida, o governo espera lacrar uma porta que ainda estava aberta à corrupção, à sonegação e à lavagem de dinheiro. Daqui em diante, até será possível guardar em casa dinheiro amealhado ilegalmente, mas será muito mais difícil fazer uso da propina. Na prática, a Receita quer saber quem compra imóveis, carros, joias, quadros e outros bens com dinheiro vivo – uma das ferramentas mais comuns da lavagem de dinheiro. Ou seja, a partir de agora, os políticos que lançam mão desse expediente nada republicano deverão ter mais cuidado. ISTOÉ fez um levantamento com base nas declarações de bens de deputados federais das principais bancadas e dos 27 senadores eleitos em 2014 para saber quem poderia cair na mira do Leão caso realize transações em dinheiro vivo. Entre os senadores da safra 2014, somente dois declararam guardar valores em espécie na residência: Acir Gurgacz (PDT-RO), que mantinha R$ 500 mil, e José Maranhão (PMDB-PB) que dispunha de R$ 398 mil.

As seis maiores bancadas, por estado, possuem 269 deputados. São elas: São Paulo (70 parlamentares), Minas Gerais (53), Rio de Janeiro (46), Bahia (39), Rio Grande do Sul (31) e Paraná (30). Desse total, 25 deputados declararam à Justiça Eleitoral, em 2014, terem mais de R$ 300 mil em espécie. Chama atenção os valores milionários mantidos dentro dos portões de suas residências pelos deputados Fernando Torres (PSD-BA) com R$ 3.234.256,82, Leonardo Quintão (PMDB-MG) com R$ 2,6 milhões, Misael Varella (DEM-MG) com R$ 1.374.191,69, e João Bacelar (PR-BA) com R$ 1,2 milhão. Em geral, a justificativa dada aos curiosos é a proximidade de compromissos financeiros de ordem pessoal. Daí a necessária liquidez.

Primeiro lugar
O campeão de recursos em espécie guardados em casa pertence à bancada de Pernambuco. É o deputado Marinaldo Rosendo (PSB), que declarou ter R$ 3,82 milhões. Em agosto desse ano, Marinaldo teve as contas de sua gestão à frente da prefeitura de Timbaúba rejeitadas pelo Tribunal de Contas do Estado por três votos a zero. Foi acusado de irregularidades na compra de material escolar e no repasse de recursos de empréstimos consignados aos servidores. De família tradicional mineira, o deputado Bonifácio de Andrada (PSDB-MG), que está no 10º mandato consecutivo, possuía, em 2014, R$ 950 mil em dinheiro vivo. Ele foi o relator da segunda denúncia da Procuradoria-Geral da República contra o presidente Michel Temer e proferiu um parecer pela rejeição do caso. [vai ver que o presidente Temer usou os recursos da mala com R$ 500 mil, que o ex-acusador-geral da República diz ser dinheiro de propina,  para pagar o deputado pelo relatório - estaria explicada a origem da dinheirama em poder do deputado Bonifácio.
Já que acreditam nas denúncias sem provas, fica fácil acusar o Loures de em algum momento ter acrescentado R$ 450mil  aos 500 já existentes na mala.

Janot diz, sem provas, que a mala era destinada ao Temer, mas, pode ser mais uma mancada dos Batista/Janot e a mala tinha como destinatário o deputado mineiro.
Afinal Rodrigo 'enganot' junto com os açougueiros Batista merecem  credibilidade total, tanto que pararam o Brasil por vários meses.]

O deputado Nelson Meurer (PP-PR) é réu da Lava Jato no Supremo Tribunal Federal, acusado de receber propinas de R$ 29 milhões entre 2006 e 2014. Apontado como um dos líderes do ‘quadrilhão do PP’, Meurer declarou ao TSE uma quantia de R$ 762.360 mil em espécie. O processo contra ele na Lava Jato está na reta final e o julgamento será marcado em breve. Outros paranaenses com fortunas em casa são Luiz Nishimori (PR), que possui R$ 800 mil, e Osmar Bertoldi (DEM) com R$ 700 mil. Em São Paulo, a curiosidade é que Paulo Maluf não aparece na lista. O ex-governador declarou ao TSE um patrimônio de R$ 39 milhões, composto de imóveis, terrenos ações, aplicações de renda fixa e fundo de investimento. Mas não tem reserva financeira em casa. Os principais destaques de SP no quesito dinheiro em espécie vão para os deputados Ricardo Izar (PSD), de R$ 800 mil, e Ricardo Tripoli (PSDB), num total de R$ 742 mil. Bruna Furlan (PSDB), que em 2010 tornou-se a deputada federal mais votada da história de São Paulo e é filha do prefeito de Barueri, Rubens Furlan, declarou guardar R$ 300 mil em casa.

Matéria completa em IstoÉ
 
 

segunda-feira, 20 de junho de 2016

Família não tem dinheiro para sepultar criança carbonizada na Estrutural



Jovem de 15 anos matou amigo com uma facada no pescoço, após discutirem sobre o empréstimo de aparelho de videogame, no sábado
O menino de 11 anos assassinado por um amigo de 15, na favela Estrutural, após um desentendimento por conta de um aparelho de videogame, não terá velório. A família de Maurício Costa Souza não tem dinheiro para bancar os custos da cerimônia, e precisou de ajuda do Centro de Referência  de Assistência Social (CRAS) do GDF para conseguir ao menos um caixão para o sepultamento. O enterro acontecerá às 16h desta segunda-feira (20/6) no Cemitério de Taguatinga. Delegado-chefe da 8ª Delegacia de Polícia (Setor de Indústria e Abastecimento), José Fernando Grana comentou o crime em coletiva de imprensa, na manhã desta segunda. Grana descreveu o menino de 15 anos, acusado de matar o amigo, como “uma pessoa fria”. O adolescente desferiu uma facada no pescoço da vítima por ela ter insistido em pegar o videogame do agressor emprestado. A violência aconteceu na casa do assassino, no Setor de Chácaras Santa Luzia, na Estrutural.

Maurício morreu por volta de 18h de sábado (18). O corpo do menino só foi encontrado, no entanto, às 8h de domingo (19). O rapaz de 15 anos contou à polícia que se irritou com a insistência de Maurício, que pedia ao amigo que o emprestasse um Playstation 2. Após o golpe fatal, o adolescente carregou o corpo da vítima até um local de acumulo de lixo nas proximidades, e o escondeu embaixo de um colchão descartado.

Mais tarde, moradores atearam fogo aos entulhos sem saber que o corpo da criança estava no local. O assassino confesso foi preso quando tentava deixar a região, após vizinhos descobrirem o cadáver carbonizado. Moradores já desconfiavam do adolescente, que negou o crime ao ser preso, mas decidiu confessar antes mesmo de chegar à delegacia. A polícia chegou a cogitar o envolvimento do padrasto do jovem no ato de barbárie, mas descartou a hipótese ao ouvi-lo em depoimento.

O homem contou que viu o adolescente chegar em casa com as mãos sujas de sangue. O jovem disse que havia se machucado. O agressor já tinha uma passagem por ato infracional análogo a roubo de veículo, cometido em maio, no Guará. “É um caso trágico. Uma criança de 11 anos perdeu a vida de uma maneira cruel. E mais, é estranho um jovem de 15 anos praticar um crime tão brutal, por uma discussão tão fútil”, disse José Fernando Grana.

A Delegacia da Criança e do Adolescente do Plano Piloto (DCA I) pediu a internação provisória do adolescente. Ele ficará em uma unidade socioeducativa por 45 dias, até que um juiz da Vara da Infância e Juventude do Tribunal de Justiça do Distrito Federal e Territórios analise o caso. 


Fonte: Correio Braziliense


quarta-feira, 6 de maio de 2015

DE MÃE PARA MÃE - Prisão é para punição e para dar exemplo



Prisão é para punição e para dar exemplo. Pensar em recuperação é romantismo e utopia.

[É preciso acabar com essa ideia de achar que prisão é para dar moleza a bandido. Prisão é para unir o bandido, apavorar o criminoso.
O bandido ao entrar em uma prisão tem que estar convencido de que suas chances de sobreviver, sair livre e voltar a delinquir, são mínimas.
A regra tem que ser: ‘bandido bom é bandido morto ou preso’.]

Carta enviada de uma mãe para outra mãe em SP, após noticiário na TV:
DE MÃE PARA MÃE:
Vi seu enérgico protesto diante das câmeras de televisão, contra a transferência do seu filho, menor infrator, da FEBEM / São Paulo, uma FEBEM, no interior do Estado.  Vi você se queixando da distância que agora a separa do seu filho, das despesas para visitá-lo, bem como de outros inconvenientes decorrentes daquela transferência.

Vi também toda a cobertura que a mídia deu para o fato, igualmente para outras mães na mesma situação e que vocês, contam com o apoio de Comissões Pastorais, Órgãos e Entidades de Defesa de Direitos Humanos, ONGs, etc...  Eu também sou mãe e, assim, bem posso compreender seu protesto, com o qual faço coro. Enorme é a distância que me separa do meu filho. Ganhando pouco, idênticas são as dificuldades e as despesas que tenho para visitá-lo. Com muito sacrifício, só posso fazê-lo aos domingos, porque labuto, inclusive aos sábados, para auxiliar no sustento e educação do resto da família...

Felizmente conto com o meu inseparável companheiro, amigo e conselheiro espiritual. Se você ainda não sabe, sou a mãe daquele jovem que o seu filho matou estupidamente num assalto a uma videolocadora, onde meu filho trabalhava, durante o dia, para pagar os estudos à noite.  

No próximo domingo, quando você estiver beijando e fazendo carícias no seu filho, eu estarei depositando flores no seu humilde túmulo do meu, num cemitério da periferia de São Paulo... E também ganhando pouco e sustentando a casa, pode ficar tranqüila, que eu estarei pagando de novo, o colchão que seu querido filho queimou na última rebelião da Febem.

Nem no cemitério, nem na minha casa, NUNCA apareceu nenhum representante destas "Entidades" que tanto lhe confortam, para me dar uma palavra de conforto, e talvez me indicar: "Os meus direitos"!

Se concordar, circule este manifesto!

Talvez a gente consiga acabar com esta inversão de valores que assola o Brasil.

DIREITOS HUMANOS SÃO PARA HUMANOS DIREITOS

Fonte: A Verdade Sufocada
 
[Por isso, defendemos a redução da maioridade penal para no mínimo 15 anos – até mesmo um limite menor, a ser estabelecido pelo Juiz competente considerando o potencial assassino do bandido.
Defendemos também a pena de morte para autores de crimes hediondos e para os reincidentes em qualquer crime punido inicialmente com pena igual ou superior a dez anos.
Entendemos que o crime de tráfico de drogas além de ser considerado hediondo deve ser punido com a pena capital e o usuário também deve ser segregado do seio da Sociedade  mediante prisão longa.  Punição rigorosa para o usuário de drogas desestimula o consumo e com isso a demanda, reduzindo a lucratividade do tráfico, forçando o “investidor” buscar fontes mais lucrativas.
Bandido bom é bandido morto.]