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sábado, 2 de março de 2019

Ação ostensiva da Policia Militar incomoda petistas [PM está certíssima]

Barreira da PM em velório de neto de Lula incomoda petistas e familiares

Silêncio prevalece no entorno do Cemitério Jardim das Colinas, em São Bernardo do Campo

A Polícia Militar de São Paulo fez um esquema especial de segurança antes da chegada do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva ao velório do neto Arthur. Ao todo, seis PMs armados estão na capela onde o corpo do menino está sendo velado. Além disso, mais de dez viaturas estão no entorno do local e uma barreira feita na entrada do cemitério causou incômodo à família de Lula. Entraram seis PM armados na capela onde está sendo velado corpo e chegou caminhão com grades.
[em que pese o respeito devido aos mortos, especialmente em um velório e em um cemitério, a Policia Militar está agindo de forma correta ao exercer um policiamento ostensivo.

Sendo o garoto Arthur neto de um ex-presidente da República que já desfrutou de grande (ainda que imerecido) prestígio há sempre o risco de multidões.
Apesar da presença do avô - presidiário cumprindo pena em Curitiba - ter sido bancada com recursos públicos (qual lei autoriza o erário arcar com os custos, se desconhece - tudo indica que não existe.) medidas de segurança precisam ser tomadas, de forma preventiva, para evitar eventuais tumultos, manifestações, etc (o enterro da esposa, ao qual compareceu, foi transformado pelo presidiário em showmicio ou veloriomicio).

Entre outros riscos presentes, se inclui o de fuga, via tentativa de resgate (a militância petista está em acelerado processo de extinção, mas, existem alguns sobreviventes, os militontos, capazes de qualquer coisa);
outro ponto é Lula ser assassinado - não por inimigos, visto que nenhum inimigo de Lula vai perder tempo para matá-lo - estaria transformando um morto político em mártir, o ideal é que Lula tenha vida longa, saúde perfeita, para que possa sentir cada minuto do tempo que durar sua prisão.

Mas, para fanáticos petistas há sempre a conveniente alternativa de tentar ressuscitar,  politicamente,  Lula. Os militontos já perceberam que a cada dia o presidiário perde mais prestígio, é mais esquecido, menos citado na mídia e sua morte física para os petistas seria um espasmo de sobrevida ao combalido partido.

Tudo isso não só recomenda, como impõe, a presença ostensiva da polícia, pronta para coibir qualquer tentativa de tumulto - o que inclui, sem limitar, tentativa do presidiário tentar transformar o velório em um comício, visto que assim procedeu no enterro da falecida esposa.] 

O deputado estadual Emídio de Souza e Paulo Okamotto, presidente do Instituto Lula, conversaram com o comando da Polícia Militar no local pedindo que os agentes sejam menos ostensivos e reclamando de exageros na operação. O comandante da PM afirmou que o combinado é a entrada apenas de familiares e amigos da família.  O clima no velório era de profunda tristeza. Sandro, filho caçula de Lula e pai de Arthur, chorava em uma cadeira ao lado do caixão branco do garoto, sob o qual foram postos um par de chuteiras e uma bola de futebol.

A imprensa está concentrada do lado de fora do Cemitério Jardim das Colinas, onde prevalece o silêncio, que só foi rompido por uma manifestante solitária que xingou Dilma Rousseff de ‘vagabunda’ em sua chegada — a única reação dos outros presentes foi de constrangimento. A petista, assim como o ex-deputado José Genoino, seguiu direto para o interior do cemitério.

Ao chegar, o deputado federal Rui Falcão disse que a família de Lula está preocupada com sua saúde. “É mais um drama, para um preso político, preso sem crime, preso sem culpa, e agora, antes de completar um ano de prisão, já perdeu sua esposa, perdeu o irmão, do qual não pôde participar do velório, e agora acho que pegaria muito mal proibi-lo”, disse.
Do lado petista, um pequeno grupo começou a gritar “Lula livre” assim que aumentou a movimentação de policiais antes da chegada do ex-presidente. Os portões só foram abertos ao público às 10h.

O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva deixou a superintendência da Polícia Federal em Curitiba por volta das 7h deste sábado, 2, rumo a São Bernardo, onde participa do funeral de seu neto Arthur Araújo Lula da Silva, de 7 anos, vítima de meningite meningocócica.  Lula deixou a sede da PF em Curitiba onde cumpre pena, em um helicóptero da corporação. Pouco depois ele embarcou no avião oficial do governo do Paraná no aeroporto Bacacheri, de onde seguiu para Congonhas, em São Paulo. De lá, Lula embarcou em outro helicóptero da PF em direção a São Bernardo.

A cremação de Arthur está marcada para 12h no cemitério Parque da Colina, onde também foi cremada a avó do garoto, Marisa Letícia, morta em 2017. Durante a noite de sexta-feira e a madrugada deste sábado parentes, amigos da família e aliados de Lula estiveram no local para prestar solidariedade à família. Entre eles a presidente do PT, Gleisi Hoffmann, os ex-ministros Alexandre Padilha, Gilberto Carvalho e Paulo Vannuchi, o presidente do Instituto Lula, Paulo Okamotto, e o médico Roberto Kallil Filho. De manhã chegaram o deputado estadual Emidio de Souza e o advogado Marco Aurélio Carvalho.

Estadão Conteúdo - Veja

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