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quinta-feira, 18 de outubro de 2018

Caso Marielle Franco ficará para Bolsonaro resolver

A ideologização do crime [se espera que Bolsonaro dê as investigações da morte da vereadora do PSOL - RJ o mesmo tratamento recebido pelas investigações das mais de 50.000 mortes não esclarecidas, ocorridas em 2017.

uma vida humana, seja de um figurão da política, de um rico empresário ou de um morador de rua,  tem exatamente o mesmo valor e a morte de qualquer um deles deve ser investigada da mesma forma.]


Michel Temer pretendia passar a faixa presidencial ao seu sucessor com o caso do assassinato da vereadora Marielle Franco (PSOL) esclarecido: quem matou, quem mandou matar e por que. Mas isso parece cada vez mais distante.  O provável é que o desfecho do caso fique para a próxima administração – ao que tudo indica a de Jair Bolsonaro (PSL). Há muitos indícios e até provas de como tudo ocorreu, menos uma confissão. É aqui que mora o perigo.

Generais da reserva que assessoram Bolsonaro enxergam a morte de Marielle por outro ângulo. Admitem que foram milicianos que a mataram, sim, mas por conta da quebra de um suposto acordo tácito que haveria entre eles e o PSOL.  O acordo: o partido poderia correr atrás de votos em áreas controladas pelas milícias, mas não atrapalhar depois os seus negócios. Marielle tornou-se um incômodo com sua pregação em defesa dos favelados e, por isso, acabou eliminada.

Blog do Noblat - Revista Veja


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