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quarta-feira, 29 de julho de 2015

Avaliação de risco! realidade ou fraude para ajudar o desgoverno Dilma?

Governo avalia que decisão da S&P pode ajudar na aprovação do ajuste no Congresso

Segundo técnicos, perda do grau de investimento será quase certa se parlamentares não apoiarem medidas

A equipe econômica avalia que a decisão da agência de classificação de risco Standard & Poor´s (S&P) de colocar a nota do Brasil em perspectiva negativa pode ajudar a pressionar o Congresso Nacional a votar logo o ajuste fiscal. Segundo técnicos da área econômica, se os parlamentares não trabalharem em conjunto com o governo, a perda do grau de investimento será quase certa. Em conversas com a Fazenda, a própria analista responsável pela avaliação do Brasil na S&P, Lisa Schineller, já disse isso às autoridades brasileiras. — Isso acaba ajudando o governo de alguma forma. Sem o Congresso aprovando o ajuste e alinhando o entendimento com o governo, o risco de perda de grau de investimento é alto — disse uma fonte do governo.
 
Ainda segundo os técnicos, embora a redução da meta de superávit primário (economia para o pagamento de juros da dívida pública) de 2015 tenha contribuído para a decisão de reduzir o viés da nota do país, o que orientou a agência foi o baixo crescimento e as incertezas políticas que cercam o governo.  O ministro da Fazenda, Joaquim Levy, ainda não se pronunciou oficialmente sobre a S&P. Ele chegou a cancelar sua participação numa entrevista que estava marcada para comentar a retomada dos trabalhos do Conselho Administrativo de Recursos Fiscais (Carf).

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A S&P mencionou em nota que a série de investigações de corrupção entre determinadas empresas e políticos pesa, cada vez mais, sobre a perspectiva econômica e fiscal do Brasil, colocando risco na implementação de políticas efetivas, particularmente no Congresso. A agência informou, ainda, que o país enfrenta circunstâncias políticas e econômicas desafiadoras. Em sua nota explicativa, a S&P destaca, entretanto, que houve uma correção política significativa durante o segundo mandato da presidente Dilma Rousseff.
 
Fonte: O Globo

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