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quinta-feira, 25 de maio de 2023

Lula aprova o arcabouço fiscal, mas recebe advertência do Congresso - Gazeta do Povo

Vozes - Alexandre Garcia

Vejam só, foi preso um major da Polícia Militar que estava de serviço, no dia 8 de janeiro. Foi preso pela Polícia Federal a mando da Justiça Civil, sob a acusação de que ele teria facilitado o acesso aos prédios do Palácio do Planalto, do Congresso e do Supremo.

Não foi prisão em flagrante, porque isso aconteceu em 8 de janeiro. Não sei se há provas, mas ele não está condenado, mas foi preso, portanto, prisão preventiva. 
A prisão preventiva é para aqueles que podem acabar com provas ou vão pressionar testemunha, ou ainda quando há o risco de cometerem o mesmo crime. 
De tudo isso eu pergunto o seguinte: não tem mais justiça militar, não? Cadê o Superior Tribunal Militar? Eu não sei, parece que tem lá um presidente que está cego, surdo e mudo.[e que possui extrema boa vontade com o ex-presidiário que preside o Brasil; deve estar confundindo que em seu atual cargo deve agir da mesma forma que agia quando era piloto do apedeuta presidente.]  Muito estranho.
 
MPs do Lula na berlinda
Outra coisa, houve uma reunião antes da aprovação do arcabouço, entre os presidentes da Câmara, do Senado e o ministro da Fazenda
E o ministro da Fazenda ouviu uma advertência para o governo. 
Lira e Pacheco disseram para ele que o governo não deve continuar a tentar de derrubar coisas que já foram aprovadas pelo Congresso Nacional como a autonomia do Banco Central, a privatização da Eletrobras e o marco de saneamento.  
Ou seja, não mexam nisso, porque afinal, não disseram, mas está muito claro, tem aí um monte de medida provisória do presidente Lula - nove - que se chegar até 1º de junho e a gente não fizer nada com elas, elas caducam, perdem o valor, inclusive essa em que criou 37 ministérios, e já estão mudando as medidas provisórias.
 
Por exemplo, o Coaf, aquele controle de movimentação financeira, volta para o Banco Central, que o presidente Lula tirou e botou no Ministério da Fazenda para ficar com a mão política em cima. 
O BC é autônomo em relação ao governo. 
Conab, que é a força do Ministério da Agricultura, que faz o levantamento de safra, comercialização, tudo isso, estava nas mãos do ministro do Desenvolvimento Agrário, que é o ministro do MST, e volta para o Ministério da Agricultura
Demarcação de terras indígenas estava nas mãos de Sônia Guajajara, que é ministra dos Povos Indígenas. [agora está no Ministério da Justiça, que, apesar do atual ministro, é o adequado para cuidar do assunto.]
 
Sai de lá. O cadastro ambiental agrário, estava nas mãos de Marina Silva - que chamou o agro ontem de ogro - vai sair também. 
E mais, pode ser aberta uma porteira pra passar um boi e depois passar boiada. Pode ser derrubado um decreto do presidente, na Câmara, por um decreto legislativo, que é a dispensa de visto para turistas canadenses, japoneses, australianos e americanos. 
Eu vejo aqui em Lisboa, a cidade está cheia de americanos, cheia de dólares, e aqui não tem Foz do Iguaçu, não tem Pantanal, enfim, o Congresso, como disse Lira, é conservador. 
O governo se diz progressista. Então abre o olho.

Petrobrás fora do mundo
Por fim, queria lembrar vocês, está tudo muito bem, novos preços da Petrobras, sem a paridade internacional. De imediato a alegria, só que a longo prazo, o perigo é o seguinte
Nós não temos capacidade de refino, de tudo que consumimos aqui. 
Então a gente importa, só que quem importa, importa o preço internacional. 
Foi isso que Pedro Parente, quando presidia a Petrobras no governo Temer, percebeu. 
Por isso, saneou a Petrobras, fazendo a paridade com o preço internacional. 
Não sendo feito isso, ninguém mais vai importar para perder, porque vai importar a cinco, e ter que vender a quatro, porque a Petrobras vende a quatro. 
Aí, a consequência da não importação do combustível para o nosso consumo é o desabastecimento. Esse é o risco a longo prazo.

Conteúdo editado por: Jônatas Dias Lima

Alexandre Garcia, colunista - Gazeta do Povo - VOZES


segunda-feira, 31 de outubro de 2022

AVULSAS

O TERROR COMEÇOU

Brasil já está em queda livre após vitória do LULA - 24 horas de venezuelização

E ISTO É SÓ O COMEÇO…

UMA PARELHA PERFEITA

 

E LULA NEM TOMOU POSSE AINDA…

 Será que ele vai tomar posse?

 

COM CONFORTO E AR CONDICIONADO

 

A SANGRENTA TIRANIA LATINA VIBROU

 

ELEITORES COMEMORANDO A VITÓRIA ONTEM

 Traficantes do Cpx da Maré comemorando a Vitória do Lula,
O Crime no Brasil compensa! pic.twitter.com/XYT8eJ9rsl

— Direita Bolsonarista (@Bolsonaro22Bra) October 30, 2022

Começou no Rio….
“Não acabou vai acabar eu quero fim da polícia militar” pic.twitter.com/VrVD2s39qp

VERGONHA: NORDESTE LASCOU O BRASIL

 



terça-feira, 20 de agosto de 2019

Após 3 horas, homem que sequestrou ônibus na ponte Rio-Niterói é morto

Por volta das 9h, o sequestrador foi baleado por atiradores de elite após descer do ônibus. Os reféns foram libertados ilesos

Um homem armado fez passageiros de um ônibus reféns na Ponte Rio-Niterói na manhã desta terça-feira (20/8). O veículo da Viação Galo Branco foi parado pelo sequestrador por volta das 6h da manhã. O trânsito no sentido Rio de Janeiro foi totalmente bloqueado e o congestionamento chegou a 81 km.  Pouco depois das 9h, o sequestrador foi baleado por atiradores de elite. O porta-voz da Polícia Militar (PM) do Rio de Janeiro, coronel Mauro Fliess, confirmou que o sequestrador foi morto por atiradores de elite. "A PMERJ informa que foi encerrada a ocorrência com reféns, na Ponte Rio-Niterói. O tomador de refém foi neutralizado por um atirador de precisão do BOPE e todos os reféns foram libertados ilesos", informou no Twitter a corporação.

Veja o momento em que sequestrador é baleado por atirador de elite | Primeiro Impacto 

Um homem armado fez passageiros de um ônibus da viação Galo Branco reféns no começo da manhã desta terça-feira (20). O coletivo cumpria a rota Jardim Alcântara-Estácio, sentido Rio de Janeiro, quando foi parado por um homem que se passou por um policial e rendeu o motorista durante a travessia na ponte Rio-Niterói. Agentes da Polícia Rodoviária Federal, Policia Militar do 12° Batalhão de Niterói, Batalhão de Operações Policiais Especiais (BOPE), RECOM ( Rondas Especiais e Controle das Multidões) foram à travessia - que teve de ser bloqueada nos dois sentidos - negociar com o sequestrador. Depois de quase 4 horas de tensão, um atirador de elite do BOPE aproveitou o momento em que o sequestrador desceu do ônibus e atirou de forma certeira. 
 

Por volta das 8h30, havia 31 pessoas reféns. Mais cedo, seis passageiros chegaram a ser liberados. As vítimas foram socorridas sem ferimentos, mas em estado de choque. Uma das mulheres saiu do local desacordada. Em um momento de tensão, a polícia pediu para que a imprensa e fotógrafos se afastassem do local. A polícia disse que a arma usada por ele era um simulacro, ou seja, de brinquedo. A ponte permanece interditada.

Em entrevista no local do sequestro após o desfecho do caso, o governador do Rio de Janeiro, Wilson Witzel, parabenizou a ação da polícia, classificada por ele como "exitosa". "(Matar o sequestrador) não era a melhor opção, a melhor era salvar todo mundo. Mas a prioridade era salvar os reféns", afirmou o governador. Witzel ressaltou que o mérito é da polícia, que é "quem sabe como deve agir".

"Agradeço à Polícia Militar, à Polícia Civil, à Polícia Rodoviária Federal e a todos os integrantes do Bope. Algumas vezes a popularização não entende o trabalho da polícia, que tem que ser dessa forma. Se a polícia puder fazer o trabalho dela de abater quem está armado com fuzil nas comunidades, a população vai agradecer", continuou o governador cuja política de segurança pública vem sendo alvo de críticas.

O governador ainda contou aos jornalistas que as prioridades agora são a perícia para possibilitar um estudo de caso e a atenção aos reféns e à família do sequestrador.

O sequestro
O homem teria se identificado como policial militar e ordenado que o motorista parasse o veículo e o atravessasse na pista. Ele está com um galão de combustível, um revólver e uma pistola de choque, e ameaça atear fogo no interior do ônibus. Ainda não se sabe qual é a motivação do sequestrador, mas as autoridades acreditam que a ação tenha sido premeditada. As vítimas estavam com celular dentro do transporte e imagens do interior do ônibus circulam nas redes socais. A televisão transmitia o sequestro ao vivo quando os tiros que o atingiram foram ouvidos, provocando em seguida aplausos da multidão de curiosos presentes no local. 
A polícia negociava desde cedo com o sequestrador que, segundo alguns reféns, não feriu nenhuma pessoa, mas ameaçou atear fogo ao ônibus. "Parou o motorista, anunciou que o ônibus seria sequestrado, não pediu as nossas coisas, amarrou nossas mãos e pediu para que fechássemos as cortinas", declarou ao canal Globo News Hans Moreno, um dos reféns. "Ele estava muito calmo, muito tranquilo".

"Pensei que ia morrer", disse Walter Freire, outro refém que concedeu uma entrevista à televisão, visivelmente nervoso. "Graças a Deus a polícia agiu bem", afirmou. Durante quase quatro horas, dezenas de carros ficaram bloqueados na ponte. Pouco depois das 10H00 o tráfego foi liberado, enquanto as ambulâncias permaneciam ao redor do ônibus. Antes da ação policial que pôs fim ao sequestro, o presidente Jair Bolsonaro, em sua residência oficial em Brasília, disse a repórteres que concordava com o uso de franco-atiradores. "Não tem que ter pena", disse ele, lembrando casos anteriores semelhantes. 

Correio Braziliense


segunda-feira, 16 de abril de 2018

O Rio precisa de policial nas ruas, para garantir a segurança da população, do povo, do contribuinte.

[Segurança exclusiva para deputado deve, quando comprovadamente necessária,  ser fornecida pela Assembleia e não pela Policia Militar ou  Civil.

Retirar policial das ruas para cuidar da segurança pessoal de deputado é um absurdo, abuso mesmo.]

PMs que faziam segurança de Marcelo Freixo estão entre os que serão devolvidos à Secretaria de Segurança

Deputado que presidiu a CPI das Milícias vive há dez anos com escolta policial 

Vivendo há dez anos sob escolta policial em razão de ameaças à sua vida desde que presidiu a CPI das milícias, o deputado Marcelo Freixo (PSOL) soube nesta segunda-feira pelo Diário Oficial que os quatro policiais militares que estavam no seu gabinete foram retirados pela Secretaria de Segurança. Segundo Freixo, dois deles cuidavam de sua segurança pessoal, enquanto outros dois garantiam a escolta do delegado Vinícius George, que atuou como braço direito nas investigações da CPI. Os nomes dos PMs estão na lista de convocação dos 87 policiais que estavam emprestados para a Assembleia Legislativa do Rio (Alerj).

Lembrando o assassinato da vereadora Marielle Franco, em que uma das linhas de investigação apura se o crime foi cometido por milicianos, o deputado afirmou que por questões óbvias , este não é o momento de ter suspensa sua segurança:  - Entrei em contato com o secretário, vou ao seu encontro daqui a pouco e tenho certeza que o bom senso vai prevalecer, porque não é possível que, diante desse momento, dessa situação , a gente tenha que parar para resolver isto. [qual momento? qual situação? o momento é da polícia estar nas ruas, em operações para combater o crime que prejudica TODA A POPULAÇÃO; a situação é de risco para todo o trabalhador.
É preciso acabar com a mentalidade de que policial militar ou civil deve ficar anos e anos por conta da segurança de deputados e outras autoridades.
Algum apoio na segurança de um parlamentar por alguns dias ou mesmo semanas é aceitável.
Mas, o parlamentar está há dez anos sendo protegido por policiais militares.]

Em nota, a Alerj nega que tenha decidido quais seriam os PMs devolvidos, e afirma que a decisão foi unilateral da secretaria de Segurança:  "A lista de agentes convocados não foi elaborada pela Alerj. Trata-se de uma decisão unilateral da secretaria baseada em critérios definidos por ela mesma. A posição da Mesa Diretora da Alerj foi pelo tratamento igual ao concedido aos outros poderes do Estado, que precisaram devolver cerca de 10% do seu efetivo de policiais cedidos", diz o comunidade enviado à imprensa.

Freixo evitou criticar diretamente a secretaria de Segurança:
-Não me cabe questionar quem deve ou não ter segurança, mas eu adoraria viver sem seguranças, adoraria ter minha vida normal regularizada. Mas não é o caso neste momento. Me parece muito óbvio que o bom senso tem que ser restabelecido - disse Freixo, que é um dos deputados com maior número de ameaças de morte do Rio desde a CPI das Milícias.


O também deputado estadual Carlos Roberto Osório (PSDB) disse achar que Freixo tem todas as condições necessárias para que tenha mantida a sua segurança com policiais militares. - É muito importante priorizar deputados que já tenham sofrido ameaças, que precisem realmente de proteção. Se algum deles teve policiais militares retirados de sua escolta é preciso que a secretaria de segurança faça uma reavaliação e os mantenha. Sou a favor do retorno de policiais militares que estão em gabinetes que não necessitam. Eu, por exemplo, não tenho nenhum policial militar em meu gabinete porque não preciso - disse Osório.

Em 2008 Marcelo Freixo presidiu a CPI das Milícias da Assembleia Legislativa. Foi um marco na luta contra o crime organizado e sua articulação com o poder público. O relatório final pediu o indiciamento de 225 políticos, policiais, agentes penitenciários, bombeiros e civis. Na ocasião foram apresentadas 58 propostas concretas para enfrentamento das milícias, entre elas a necessidade de cortar as fontes de financiamento das quadrilhas.

O Globo
 

sábado, 8 de abril de 2017

INsegurança pública no DF - Polícia Civil e Militar não se entendem e bandidos levam vantagem

Após confusão, PMs e agentes da Polícia Civil serão investigados

Segundo a PCDF, os militares estavam à paisana e não tinham mandado judicial para revistar a residência. Corregedorias das duas corporações serão acionadas

[uma sugestão: as duas corporações tem o DEVER de combater a criminalidade e DEVEM EVITAR que vaidades atrapalhem o combate ao crime.

Os policiais militares - considerando a matéria - estavam realizando um serviço velado e foram autorizados pelos moradores a ingressar no imóvel, portanto, não houve crime por parte dos militares.

A Polícia Civil estava realizando uma campana, o que comprova que os moradores já eram alvo de investigação policial, o que convalida o trabalho da PM - o Código de Processo Penal estabelece  em seu artigo  301. Qualquer do povo poderá e as autoridades policiais e seus agentes deverão prender quem quer que seja encontrado em flagrante delito.

Óbvio que a ação dos policiais militares pode ter atrapalhado uma investigação em curso da Polícia Civil - que seria infrutífera, haja vista que na busca realizada na residência nada foi encontrado que comprometesse os moradores.

Cabe ao comando das duas polícias envidar esforços para que as duas corporações trabalhem em conjunto e a favor da sociedade, evitando conflitos entre si e que só prejudicam o povo e favorecem os bandidos.

Se a busca dos policiais militares tivesse sido exitosa a intervenção da Polícia Civil enquadraria os agentes no artigo 301 do CPP.]

O delegado da 27ª Delegacia de Polícia (Recanto das Emas) instaurou um procedimento para apurar a ação de três policiais militares que, segundo a Polícia Civil, estavam à paisana e entraram em uma residência sem mandado judicial. Eles estavam à procura de armas de fogo. No mesmo momento, agentes da PCDF faziam campana na área e foram até a residência. Os dois grupos começaram a discutir e todos foram para a DP. O caso ocorreu por volta das 17h desta sexta-feira (7/4). 
 
O Sindicato dos Policiais Civis do DF (Sinpol) afirmou, em nota, que três PMs “invadiram” a residência, localizada no Recanto das Emas, sem uniformes e se identificaram como policiais civis. O trio entrou sem mandado de busca ou de prisão e não localizou nenhum produto de crime. No entanto, a casa já estava sendo monitorada pelos policias civis que, ao chegarem ao local, se depararam com os PMs. “Os policiais militares sem uniforme estavam de serviço, naquilo que a Policia Militar chama de serviço velado. Na verdade, trata-se de crime de usurpação de função pública, uma vez que compete aos policiais civis a investigação”, acusa a nota. 

Os moradores e os PMs foram para a 27ª DP prestar depoimento. Entretanto, antes de serem ouvidos pelo delegado de plantão, os policiais militares saíram da delegacia, segundo o Sinpol. Os policiais civis de plantão comunicaram ao Centro Integrado de Atendimento e Despacho (Ciade) que os policiais militares deveriam se apresentar na delegacia para serem ouvidos, o que não ocorreu até as 22h30, de acordo com o sindicato. 

O delegado instaurou um procedimento e o caso foi comunicado à Corregedoria Geral da Polícia Civil, que oficiará a Corregedoria da PM, para que também realize a apuração no âmbito administrativo e disciplinar. O Correio entrou em contato com a Assessoria de Comunicação da Polícia Militar e não obteve retorno até a última atualização desta reportagem.
 
Versão da PM
A comunicação da Polícia Militar enviou uma nota explicando o ocorrido. No texto, a corporação informa que a ação dos PMs foi toda filmada, inclusive o momento em que proprietários da residência permitem a entrada da equipe. A assessoria detalhou a ação dos agentes de segurança pública no episódio. Segundo a versão, a equipe de inteligência do Batalhão de Policiamento de Choque (BPCHoque) foi checar uma denúncia sobre “uma casa onde haveria armas de fogo escondidas, inclusive com o nome do suspeito e as fotos das supostas armas”.


Quando chegaram ao local, os policiais ouviram disparos e avistaram um suspeito correndo do local. Ele foi detido. “Um suspeito foi visto correndo do local e foi detido. Os policiais fizeram contato com duas moradoras da casa do suspeito e ambas permitiram que fossem realizadas buscas na residência. Um vídeo gravado na ocasião mostra claramente o momento em que os moradores permitem a entrada das equipes.” Na sequência equipes da Polícia Civil interromperam o trabalho da equipe “questionando a legalidade das buscas”.

Ainda segundo a nota, os policiais civis levaram o susspeito embora em um carro da corporação. “O comando da Polícia Militar foi informado sobre o ocorrido e determinou que o fato fosse registrado no Departamento de Controle e Correição da PMDF a fim de preservar provas, especialmente as filmagens realizadas pelos policiais militares.” O próximo passo será a instauração de um inquérito na corregedoria da corporação “para que as condutas praticadas pelo Delegado e agentes que interferiram na ação da PMDF sejam investigadas”. 
 
Atrito entre as corporações 
Em fevereiro deste ano, um agente da Polícia Civil e um policial militar discutiram na 20ª Delegacia de Polícia (Gama) durante o registro de uma ocorrência. Segundo a Polícia Civil, os PMs levaram à delegacia dois suspeitos de roubar uma moto - um adolescente e um adulto. No entanto, a testemunha teve dúvidas de que eles realmente eram os autores do crime. Por esse motivo, os agentes não conseguiam dar sequência ao registro da ocorrência.

Na versão dos militares, os agentes estavam dificultando o flagrante. Além disso, os suspeitos estavam feridos, pois, de acordo com a PM, reagiram à prisão. O agente, então, teria ouvido primeiro o suspeito antes de ouvir os militares e também insinuado que o homem teria apanhado dos policiais que o capturaram. Nesse momento, um soldado e o agente começaram a discutir e a se agredir verbalmente. Segundo a PM, o policial civil chamou o militar de "soldadinho de merda" e os dois precisaram ser apartados para não partirem para a agressão física. 
 
Fonte: Correio Braziliense
 
 

sábado, 6 de agosto de 2016

Governo corta o ponto de grevistas e suspende negociação com a Polícia Civil – Governo não pode aceitar ser refém de policia

Diante da radicalização do movimento grevista de policiais civis,  o governo decidiu cortar o ponto dos servidores e suspendeu as negociações enquanto durar a paralisação. 

O clima entre a Policia Civil do DF e a PM-DF,  apesar da aparência de normalidade, é tenso. Além da tradicional rivalidade, se for concedido aumento aos policiais civis a diferença salarial entre os policiais militares e os civis ficará enorme, absurda mesmo, em prejuízo dos militares.

[Os policiais do DF, especialmente os da Policia Civil, precisam entender que policial em greve não pode usar armas nem recursos da instituição.
Policial Civil tem o direito de fazer greve, tem o direito a divulgar que o efetivo é insuficiente, que a PC está sucateada e o salário defasado – mas tal direito deve ser exercido pelo policial DESARMADO e respeitando as decisões judiciais.


Vale lembrar fato ocorrido durante o Governo Itamar Franco. A Polícia Federal entrou em greve e pretendia ‘trombar’ com Itamar, chegando a usar o Edifício Sede, no Setor de Autarquias Sul, como ‘bunker’.

Itamar apenas determinou o deslocamento de um único blindado do EB – um Urutu – que estacionou nas proximidades do antigo Touring Club, próximo a Rodoviária do Plano e o alvo do seu canhão era o ‘bunker’ da PF. No dia seguinte a greve acabou e os federais não levaram nada do que pretendiam.

No momento em que armas do Estado são usadas contra o próprio Estado tem coisa muito errada e que precisa ser consertada a qualquer custo.

É conveniente que nos próximos eventos seja mantida na área um contingente do Exército pronto a intervir se os policiais civis iniciarem qualquer ação de desafio a determinação judicial, seja com manifestações ou mesmo ações mais violentas.
A presença de militares do Exército especificamente para impedir ações ilegais da Policia Civil evitará que esta função tenha que ser exercida pela PM, que mesmo tendo condições de bem desempenhar a missão, será um fator capaz de gerar  conflitos com resultados trágicos.
Já se tratando do uma tropa federal os policiais civis não se atreverão a encetar qualquer ação de ilegal e/ou de confronto.
Vale o ditado, melhor prevenir que remediar. ]

 O secretário chefe da Casa Civil,  Sérgio Sampaio,  classificou a greve e a manifestação durante a partida do Brasil como “uma afronta ao estado democrático de direito”.

Em entrevista na manhã desta sexta-feira, Sampaio voltou a mostrar as dificuldades financeiras do Executivo e afirmou que reajustes neste momento vão representar “menos remédios para a população,  menos recursos para programas sociais,  menos equipamentos nos hospitais”. “Esse é um debate que a sociedade precisa fazer”, explicou Sampaio.

Fonte: CB – Poder

domingo, 5 de junho de 2016

Polícia Militar invade e desocupa Torre Palace, em Brasília

Polícia Militar invade e desocupa Torre Palace nesta manhã, em Brasília

Os invasores reagiram ateando fogo no alto do prédio e ainda atiraram restos de construção nos policiais, que reagiram com várias bombas de efeito moral. Os adultos devem ser autuados por diversos crimes

 

[a ação exitosa da PM de Brasília, que não foi surpresa para ninguém, a nossa PM está apta a realizar,  com êxito,  missões mais complexas - é só o governador e o comando da Secretaria de Segurança Pública deixar que a PMDF cumpra sua missão -  não exime de responsabilidade a atitude omissa, mesmo covarde, do comando da INsegurança Pública do DF, governador Rollemberg à frente.
É inaceitável que um grupelho de marginais safados, marginais de m ... paralisem por cinco dias o Centro de Brasília, capital de República, causando congestionamento gigantesco de trânsito - entre outras mazelas.
Cada dia da omissão covarde dos responsáveis pela INsegurança Pública do DF custou mais de R$1.000.000,00, sem contar os prejuízos gigantescos - morais e materiais - causados aos motoristas do DF.]   
Policiais no alto do prédio, após desocupação: cinco dias de negociação

Após cinco dias tensos de negociação, a Polícia Militar invadiu o Torre Palace Hotel e concluiu a desocupação do prédio abandonado. A ação ocorreu por volta das 6h deste domingo (5/6) e durou pouco mais de meia hora. Os invasores resistiram e atearam fogo no alto do prédio, usando um fogão e um botijão de gás. Eles também atiraram restos de tijolos, telhas e pedras nos policiais, que reagiram com várias bombas de efeito moral. Um dos invasores, atingido por bala de borracha, foi levado para o hospital.

Imagens mostram o momento em que a polícia desce do prédio com os invasores rendidos: cerca de 12 invasores estavam no prédio, entre eles quatro mulheres e quatro crianças

As quatros crianças foram as primeiras a serem retiradas. Saíram assustadas, no colo dos policiais, foram atendidas em seguida por equipes do Corpo de Bombeiros e encaminhadas para o Hospital Materno Infantil de Brasília (HMIB). Todas aparentavam bom estado de saúde. Um homem foi ferido com uma bala de borracha no rosto, mas sem gravidade. Ele foi levado pelos bombeiros para o Hospital Regional da Asa Norte (HRAN).

No total, cerca de 16 invasores estavam no prédio, entre eles quatro mulheres e quatro crianças, segundo a PM. Os adultos devem ser encaminhados ao Departamento de Polícia Especializada (DPE) da Polícia Civil, onde devem ser autuados por crimes como tentativa de homicídio, resistência e dano ao patrimônio.
 
Em nota, a Secretaria da Segurança Pública e da Paz Social que a operação foi finalizada com sucesso. Cerca de 200 homens do Batalhão de Choque (BPChoque) e do batalhão de Operações Especiais (Bope), auxiliados por dois helicópteros e pelo Corpo de Bombeiros participaram da ação. Os ocupantes se renderam às 7h07.

Com informações de Isa Stacciarini e Maria Eduarda Soares (Esp. para o CB)
 

sexta-feira, 1 de abril de 2016

Impeachment depende da decisão de cerca de 40 deputados

Quatro líderes de partidos importantes, ouvidos, ontem, por este blog, coincidiram no diagnóstico: a aprovação do impeachment de Dilma na Câmara depende, no momento, da definição do voto de cerca de 40 deputados, a maioria deles do Partido Popular (PP), Partido da República (PR) e Partido da Social Democrático (PSD).

O impeachment será aprovado com folga pela Comissão Especial da Câmara. Ali, o governo já jogou a toalha. Espera reunir, apenas, 25 de um total de 65 votos. O governo admite que a oposição terá mais votos para aprovar o impeachment no plenário da Câmara. Só está empenhado em impedir que ela atraia 342 ou mais dos 513 votos possíveis .
Daí a “Operação Varejão”, deflagrada pelo governo atrás de 172 votos de deputados capazes de barrar o impeachment. Os escrúpulos, que sempre foram poucos, deixaram simplesmente de existir. Vale tudo por um voto cargos, liberação de emendas de parlamentares ao Orçamento da União, favores inomináveis, sinecuras a dar com o pau. 

O PP, por exemplo, conta com 49 deputados e já controla o Ministério da Integração Nacional com Gilberto Occhi. Mas ele será trocado, em breve, pelo deputado Cacá Leão (PP-BA), filho de João Leão (PP), vice-governador da Bahia e amigo de Jaques Wagner, atual chefe do Gabinete Pessoal da presidente Dilma. Occhi enfrenta problemas de saúde.

O governo ofereceu mais um ministério ao PP: o da Saúde. É o maior orçamento da Esplanada dos Ministérios, mas não tem dinheiro nem mesmo paga pagar as despesas do SUS. A presidência da Caixa Econômica Federal também foi oferecida ao PP. Que ficou de responder na segundo semana de abril, tão logo a Comissão Especial vote o impeachment.

O PP tem um problema: é o partido com maior número de deputados investigados pela Lava-Jato – 32, cinco dos quais já denunciados por corrupção ao Supremo Tribunal Federal. Mais da metade deles diz que votará pela aprovação do impeachment porque não quer arrumar confusão com suas bases eleitorais. Será? A conferir.

O PR do mensaleiro Valdemar Costa Neto, indultado há pouco pela Justiça, está à caça de mais cargos no governo. Não terá dificuldade de conseguir. Ocorre que quase dois terços dos seus deputados tende mesmo assim a votar a favor da saída de Dilma, que evita conversar pessoalmente com Costa Neto porque pegaria mal. Mande emissários ao encontro dele.

O PDS liberou seus deputados para votarem como quiser. E o ministro de Cidades, Gilberto Kassab (PDS-SP), deverá renunciar ao cargo na próxima semana. Governo e oposição disputam os votos do PDS. Há deputados, ali, que negociarão seu apoio a um lado e ao outro até o dia da votação do impeachment no plenário da Câmara.

Eduardo Cunha (PMDB-RJ), presidente da Câmara, acertou com líderes de partidos o calendário das votações do impeachment. Ele será votado pela Comissão Especial no próximo dia 11, uma segunda-feira. E pelo plenário a partir da sexta-feira dia 15. No plenário, a votação deverá se estender por três dias. Cada deputado terá um minuto para justificar seu voto.

Foi o governador Rodrigo Rollemberg (PSB), do Distrito Federal, que pediu a Cunha para só votar o impeachment no final da semana. Razões de segurança. A Polícia Militar do Distrito Federal estima que entre 200 mil a 300 mil pessoas mobilizadas pela oposição e pelo governo acamparão diante do prédio do Congresso à espera do resultado da votação.

Fonte: Blog do Noblat  - Ricardo Noblat