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segunda-feira, 19 de setembro de 2022

Bolsonaro comete abuso de poder em Londres e quem paga é o contribuinte - Míriam Leitão

O Globo
 
O presidente Bolsonaro não consegue entender o papel do chefe de estado. Primeiro, em vez de ir com algum representante do governo [ele representa o Brasil e, por extensão, o Estado e o Governo - respaldado por quase 60.00.000 de votos], ele vai acompanhado do pastor Silas Malafaia, um líder religioso que se comporta de forma inadequada. Para completar, o embaixador do Brasil no Reino Unido, Frederico Arruda, ainda faz uma declaração ridícula, dizendo que não há honra maior do que receber Malafaia. 
 
 Bolsonaro comete abuso de poder em Londres e quem paga é o contribuinte 
 Presidente Jair Bolsonaro e primeira-dama Michelle na chegada à Abadia de Westminster Marco Bertorello/AFP 
 
Bolsonaro usa toda a visibilidade de um chefe de estado em um momento histórico para campanha de reeleição. Fala sobre o preço da gasolina, xinga o adversário. E quando é perguntado sobre esse uso do funeral da rainha como campanha eleitoral, ele interrompe rispidamente a entrevista e diz para o repórter fazer " uma pergunta decente".

Essa é uma pergunta decente. Como o presidente do Brasil tem a coragem de ir para Londres fazer campanha? 
Em usar a residência oficial do embaixador para discursar na sacada e gravar vídeos de campanha? 
Isso é abuso do poder que ele tem como chefe de estado.[uma certeza o povo brasileiro pode e deve ter: se fosse ilegal, criminoso, o presidente Bolsonaro conceder entrevistas, falar, ele  já teria sido alvo de uma dezena de ordens judiciais, para cumprir em minutos, determinando que voltasse ao Brasil  e o senador estridente já teria atravessado a Praça dos 3 Poderes,  com uma notícia-crime debaixo do suvaco, para apresentar ao STF.]

Míriam Leitão,  jornalista,  - Coluna em O Globo - Leia MATÉRIA COMPLETA

 

 

domingo, 14 de agosto de 2022

‘Quero entregar País (a sucessor) bem lá na frente’, diz Bolsonaro - O Estado de S. Paulo

Denise Luna 

Presidente sinaliza em discurso a evangélicos confiança na reeleição; pastor Silas Malafaia, sem provas, ataca urnas eletrônicas e diz que, se elas forem hackeadas, será preciso fazer nova eleição

 [SE: Indica indeterminação; algo ou alguém indefinido: ainda não se sabe o resultado?]

O presidente Jair Bolsonaro, candidato à reeleição pelo PL, afirmou neste sábado, 13, na Marcha para Jesus no Rio, que pretende entregar o País “lá na frente” em situação melhor à que recebeu, sinalizando confiar na vitória em 2022.

“Quero, bem lá na frente entregar para aquele que pegar a Presidência uma situação melhor do que peguei em 2019″, disse Bolsonaro, a uma plateia de milhares de pessoas reunidas na Praça da Apoteose, no Sambódromo, no Centro do Rio, onde assistiam a apresentações de música gospel.

Bolsonaro discursou ao lado do governador do Rio, Cláudio Castro (PL), e do pastor Silas Malafaia, e acompanhado pela primeira-dama, Michelle Bolsonaro, mais ovacionada do que o próprio presidente.
Bolsonaro discursou ao lado do governador do Rio, Cláudio Castro (PL), e do pastor Silas Malafaia, e acompanhado pela primeira-dama, Michelle Bolsonaro, mais ovacionada do que o próprio presidente. Foto: Mauro Pimentel/AFP

Bolsonaro discursou ao lado do governador do Rio, Cláudio Castro (PL), e do pastor Silas Malafaia, e acompanhado pela primeira-dama, Michelle Bolsonaro, mais ovacionada do que o próprio presidente. Reconheceu que o Brasil passou por momentos difíceis nos últimos três anos e afirmou que nas últimas semanas começou a resolver o que chamou de questões materiais.

Em discurso voltado para o público evangélico e repleto de citações religiosas, Bolsonaro lembrou passagens da Bíblia e afirmou que “se o poder vem do povo é por que o povo escolheu bem seu representante”. Frisou ainda, que o Brasil está “condenado a ser cristão, a ser livre” e disse que é preciso “liberdade para decidir o futuro”. Citou ainda a facada que levou na campanha anterior para a Presidência, em 2018.

“Estive com a equipe médica que me operou em Juiz de Fora e disseram que de cem que levam uma facada como aquela, apenas um escapa”, concluiu. Observou ainda que nunca viu a Marcha para Jesus tão “grandiosa” como a deste sábado. “E olha que já vim aqui mais de dez vezes”, afirmou.

Denise Luna - O Estado de S. Paulo 

 

segunda-feira, 13 de dezembro de 2021

Nova tensão entre STF e Bolsonaro antecede posse de Mendonça marcada para quinta-feira - O Globo

 

Mariana Muniz e Dimitrius Dantas

Trégua entre presidente e o Supremo Tribunal Federal (STF) dá sinais de fadiga 

A trégua entre o presidente Jair Bolsonaro e o Supremo Tribunal Federal (STF) dá sinais de fadiga às vésperas da posse de André Mendonça, marcada para o dia 16. Na última semana, o presidente voltou a atacar ministros da Corte, três meses após o armistício que sucedeu as falas de teor golpista, em 7 de setembro. A tensão voltou a crescer depois que o ministro Alexandre de Moraes abriu inquérito para investigar declaração de Bolsonaro, que atribuiu de forma falsa relação entre a vacina da Covid e o vírus do HIV. A temperatura subiu ainda mais anteontem, quando o ministro Luís Roberto Barroso [em decisão monocrática]  determinou a adoção de um passaporte de vacina nas fronteiras do país, medida criticada pelo chefe do Executivo, apesar de recomendação da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). Julgamentos polêmicos e temas de interesse de Bolsonaro no Supremo ficam para 2022

O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), André Mendonça Foto: Marcos Oliveira / Marcos Oliveira/Agência Senado
O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), André Mendonça Foto: Marcos Oliveira / Marcos Oliveira/Agência Senado

O clima pode azedar ainda mais na quinta-feira, quando Mendonça será incorporado ao grupo de 11 ministros do STF, como informou ontem o colunista Lauro Jardim. Em razão dos protocolos sanitários adotados na Corte, será necessária a apresentação ou do comprovante de vacinação contra a Covid-19 ou de um teste RT-PCR negativo para participar da cerimônia de posse. O GLOBO apurou que auxiliares do presidente e da Advocacia-Geral da União (AGU) já trabalham para evitar um desgaste causado pela exigência sanitária do STF e aconselham Bolsonaro a fazer o exame laboratorial. 

[situação bem complicada e não havendo boa vontade pode complicar; entendemos que o presidente da República, Chefe do Poder Executivo e maior autoridade da Nação, não poder ingressar em um prédio público em solo pátrio é inconcebível. Tal procedimento só poderia ser adotado se ocorresse em uma representação diplomática estrangeira - mesmo assim, seria em consonância com protocolos certamente adequados.
Protocolos sanitários do STF exigem que o presidente Bolsonaro adote procedimentos com os quais não concorda e a sustentar a manutenção das exigências apresentam que todos são iguais perante a lei - o que é pacífico. Só que a exigência não consta de lei, sendo uma norma interna, de caráter administrativo da Suprema Corte.
Respeitosamente, pedimos vênia para sugerir um meio termo: o presidente não se vacina, nem realiza o teste RT-PCR, mas comparece à solenidade, se comprometendo a usar tal acessório durante todo o tempo que permanecer nas dependências da Suprema Corte.
Ao que se sabe a máscara é eficiente para impedir a transmissão, ou recepção, por quem a usa. A SAÚDE PÚBLICA estará preservada e nem o STF, a instância máxima do PODER JUDICIÁRIO, nem o Presidente da República, autoridade máxima do PODER EXECUTIVO terão sido desautorizados e mais uma vez os "adeptos do 'quanto pior, melhor'" perderão para o Brasil, para a Constituição Federal e para a Democracia.]

De acordo com relatos ouvidos pela reportagem, há no Supremo a compreensão de que a cobrança a respeito da vacinação ou da comprovação de que o visitante não está infectado deve valer para todos, sem que haja exceções. Existe, no entanto, o temor de que o presidente insista em não cumprir a medida e abra, assim, uma nova frente de batalha com o tribunal.

Criador do 'maior programa do mundo':Para neutralizar Lula, Bolsonaro tenta criar marca social para 2022:

Além da presença de Bolsonaro, a restrita lista de convidados para a posse de Mendonça tem a presença de lideranças evangélicas como o pastor Silas Malafaia, em cuja igreja no Rio de Janeiro o novo ministro do STF pregou na última quinta-feira, e o bispo Samuel Ferreira, um dos maiores cabos eleitorais quando o ainda advogado-geral da União não havia sido indicado para o cargo. O número de participantes que poderão estar presencialmente no evento foi reduzido para observar as medidas de distanciamento.

Na posse de André Mendonça, os ministros Ricardo Lewandowski, que substituirá Gilmar Mendes, atual decano do Supremo, e Nunes Marques, o mais novo, conduzirão o colega ao plenário. Alçado ao STF por ser “terrivelmente evangélico”, Mendonça fará um juramento, em seguida, em que dirá: “Prometo bem e fielmente cumprir os deveres de ministro do Supremo Tribunal Federal, em conformidade com a Constituição e as leis da República".

Críticas ao “passaporte”
Mendonça toma posse um dia antes de a Corte entrar em recesso, no dia 17, mas poderá, caso queira, trabalhar durante o período em que as atividades oficiais estão suspensas.

Bolsonaro é um crítico contumaz da exigência de comprovantes de vacinação, os chamados “passaportes da vacina”, e já repetiu em inúmeras oportunidades que não iria se vacinar contra a Covid-19. Na última terça-feira, durante solenidade no Palácio do Planalto, chegou a comparar o passaporte com uma coleira e disse que preferia perder a vida do que a liberdade, frase repetida horas depois pelo ministro da Saúde, Marcelo Queiroga. Tanto a vacinação quanto a exigência de apresentação de comprovantes de imunização são medidas recomendadas pelas autoridades sanitárias em todo o mundo.

O presidente ainda não comentou publicamente sobre a decisão de Barroso, relativa à exigência de comprovante de vacinação nas fronteiras. Porém, ontem pela manhã, ele enviou um recado aos apoiadores nas redes sociais, lembrando que, caso seja reeleito, poderá indicar mais dois ministros para o Supremo.“Vale lembrar. O vencedor das eleições de 2022 escolhe mais dois ministros para o Supremo Tribunal Federal. Bom Dia a todos!”, escreveu.

A decisão de Barroso ocorreu ao final de uma semana em que Bolsonaro abandonou o tom de comedimento em relação aos ministros do STF. Na última quarta-feira, ele voltou a atacar diretamente o ministro Alexandre de Moraes, por causa do novo inquérito que trata do vídeo com o elo, que não existe, entre a vacina da Covid e o vírus do HIV. E aproveitou para lembrar de ordens de prisão proferidas pelo ministro do STF contra seus aliados.Lamento a prisão do jornalista, do Zé Trovão, do Roberto (Jefferson), isso é uma violência praticada por um ministro do Supremo que agora abriu mais um inquérito em função de uma live que eu fiz há poucos meses. É um abuso — disse Bolsonaro durante uma entrevista ao jornal “Gazeta do Povo”.

A tensão entre o presidente e Alexandre de Moares atingiu o ponto mais alto em 7 de setembro, após o discurso inflamado de Bolsonaro na Avenida Paulista. Pressionado pela reação negativa aos ataques de teor golpista, quando disse que não obedeceria mais a decisões de Moraes, o presidente chamou o ex-presidente Michel Temer para negociar uma trégua com o Supremo. O resultado foi uma carta em que Bolsonaro dizia que as declarações foram feitas no calor do momento.

 Política - O Globo


sábado, 21 de setembro de 2019

Youtuber entrará com ação contra Silas Malafaia


Aquele youtuber que procedeu a distribuição de livros sobre LBGT, na Bienal do Livro, - em protesto contra decisão da Justiça que proibia vender livros de 'história em quadrinhos', com cenas de temática LBTG,  sem a devida proteção contra acesso indevido de crianças ao material (decisão que foi cassada monocraticamente por Dias Toffoli, ministro presidente do STF) - pretende processar o pastor Silas Malafaia, que protestou contra aludida distribuição.

Transcrito, com edição, do Blog do Ancelmo, Ancelmo Gois, em O Globo

terça-feira, 28 de maio de 2019

Malafaia tenta pressionar Toffoli contra criminalização da homofobia

Bancada evangélica corre para barrar criminalização -  Encontros com o presidente Dias Toffoli

A bancada evangélica está correndo para barrar a votação no STF que tipifica a homofobia como crime de racismo. O plenário do Supremo já tem maioria para votar a matéria no próximo dia 5 de junho. Na terça-feira (21), o pastor Silas Malafaia tinha encontro marcado com o presidente Dias Toffoli. Na pauta: visita de cortesia.
Bobagem. A criminalização da homofobia seria um dos temas da conversa, não tivesse sido desmarcado.

No dia seguinte (22), também como cortesia, a diretoria da bancada evangélica foi ao ministro. Na quinta (23), o deputado Sóstenes Cavalcante (DEM-RJ) disse em entrevista ao UOL que o STF “quer usurpar competência do Legislativo” ao votar a matéria.
“Entendo que eles [ministros] são obrigados a fazer esse julgamento, mas nós temos a convicção de que o STF terá o bom senso de retirar a matéria de pauta na próxima reunião, caso a gente consiga aprovar, em caráter de urgência, uma legislação que possa ser dialogada com todos da sociedade”, disse. [o STF tem o DEVER MORAL, ÉTICO e LEGAL de ANULAR tanto a sessão passada, quando cancelar a marcada para o próximo dia 5 de junho.
O motivo é simples: a sessão realizada cuidou e a futura dá continuidade ao julgamento de uma suposta omissão do Poder Legislativo em legislar sobre proibir ou não que as pessoas tenham o direito de não gostar de homossexuais, de ignorá-los.

Acontece que a alegada omissão NÃO EXISTE, tanto que horas antes do inicio da sessão passada em que a matéria foi analisada, o Supremo havia sido notificado pelo Senado Federal da existência de duas ações sobre a matéria tramitando, uma delas inclusive aprovada.

A existência de projetos de lei tramitando no Congresso sobre determinado assunto, impede que alegação de omissão em legislar prospere - se o projeto está tramitando, não está havendo omissão.
Demora na discussão de um assunto é normal no Congresso, casa política, em que o diálogo é norma, é praxe, é indispensável.

Não pode ser olvidado que o STF é campeão em travar processos, não decidir - basta um simples de vista de um ministro para parar um processo por anos e anos - veja um exemplo, clicando aqui e ninguém acusa o STF de omissão em julgar.]

Revista VEJA


 

sexta-feira, 12 de abril de 2019

Ida de Toffoli a evento religioso choca os colegas

A presença do presidente do Supremo, Dias Toffoli, num encontro do Conselho de Ministros Evangélicos, no Rio de Janeiro, causou grande incômodo em ministros de tribunais superiores. O blog conversou com dois colegas de Toffoli. Um deles, do STJ, declarou-se "chocado". Outro, do próprio Supremo, disse ter ficado "pasmado". 

Também estiveram no encontro Jair Bolsonaro e o presidente do Senado, Davi Alcolumbre. Os dois ministros realçaram que um dos organizadores do evento, o pastor Silas Malafaia, é investigado pela Polícia Federal na Operação Timóteo. Ele é suspeito de ceder contas bancárias de instituição religiosa sob sua influência para um esquema de cobranças judiciais supostamente fraudulentas de royalties da exploração mineral. Malafaia nega as acusações. Para os colegas, Toffoli constrangeu o Judiciário ao encostar sua autoridade de presidente do Supremo nas pendências judiciais de Malafaia. "Para além do caráter religioso, esse encontro foi um evento político", disse o ministro do STJ. "E o Toffoli estava lá. A pergunta que todos estão se fazendo é: Por quê?"


Ao discursar, Toffoli enalteceu os evangélicos: "Após momentos tão difíceis nos últimos quatro, cinco anos, com crise econômica agudíssima, com decréscimo do PIB, afetando principalmente as periferias, lá onde até o Estado não está muitas vezes, está uma igreja evangélica", afirmou. "Nada contra os evangélicos", disse um dos críticos de Toffoli. "Mas desconheço precedente em que um presidente do Supremo tenha comparecido e discursado numa assembléia da CNBB, num evento de umbandistas ou numa conferência de espíritas. Isso é inteiramente inadequado. Imagine se um presidente da Suprema Corte americana ou de qualquer país digno de admiração se prestaria a um papel desses.

É constrangedor."


 
A presença do presidente do Supremo, Dias Toffoli, num encontro do Conselho de Ministros Evangélicos, no Rio de Janeiro, causou grande incômodo em ministros de tribunais superiores. O blog conversou com dois colegas de Toffoli. Um deles, do STJ, declarou-se "chocado". Outro, do próprio Supremo, disse ter ficado "pasmado". Também estiveram no encontro Jair Bolsonaro e o presidente do Senado, Davi Alcolumbre. Os dois ministros realçaram que um dos organizadores do evento, o pastor Silas Malafaia, é investigado pela Polícia Federal na Operação Timóteo. Ele é suspeito de ceder contas bancárias de instituição religiosa sob sua influência para um esquema de cobranças judiciais suposta...... - Veja mais em https://josiasdesouza.blogosfera.uol.com.br/2019/04/12/ida-de-toffoli-a-evento-religioso-choca-os-colegas/?cmpid=copiaecola