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domingo, 14 de junho de 2015

Conversa de estelionatários - Dilma x CPMF

Dilma e a volta da CPMF: mais uma conversa de estelionatários

Sabem como é… Em caso de dificuldade, arranque mais dinheiro da sociedade. Afinal, os companheiros precisam sustentar suas pantomimas, e o dinheiro tem de sair de algum lugar.

A presidente Dilma Rousseff autorizou seu ministro da Saúde, Arthur Chioro, a fazer proselitismo por aí em favor da volta da CPMF. Agora, ele busca o apoio dos governadores e, segundo disse no Congresso do PT, já conversou com a maioria deles. “É preciso dar sustentabilidade ao sistema. E o partido já mostrou o caminho.” O governo deve apresentar a sua proposta no segundo semestre, durante a Conferência de Saúde.

Uma das ideias é estabelecer um piso de movimentação a partir do qual se cobraria o imposto. É impossível! Não tem jeito: a única forma de aplicar esse tipo de taxação é mesmo fazê-la incidir sobre qualquer movimentação.  Dilma foi eleita faz sete meses. Prometeu mundos na área da saúde, mas não disse de onde sairiam os fundos. Ora, deveria ter anunciado ao distinto eleitor que pretendia recriar a CPMF. Não disse. A conversa é parte do estelionato.

Joaquim Levy, ministro da Fazenda, diz não haver perspectiva para a volta do imposto: “Não que eu esteja vendo”.

[uma das razões da volta da CPMF é que o PT, partido dos trambiqueiros, percebeu que já esgotou todas as chances 'novidades' que usavam para roubar o Brasil e os brasileiros.
Agora o PT quer aumentar impostos, inclusive recriando a CPMF, para voltar a roubas os cofres públicos da forma convencional.
O estulto Rui Falcão mais o tal de Chioro não dizem que a CPMF será a partir de um piso de movimentação calculado a cada 30 dias.
A soma das movimentações no período é que decide se o piso foi ultrapassado e sobre o total geral - não sobre a parcela que excedeu o piso - incidirá a CPMF.
Sendo claro para até eleitor do PT entender: se o total dos 30 dias não atingir o piso não tem CPMF, mas, o total alcançando o piso a CPMF incidirá sobre tudo.
Esta informação provém de um íntimo de um assessor do governador do Ceará.] 
 

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