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terça-feira, 2 de março de 2021

Bolsonaro veta prazo de cinco dias para Anvisa aprovar vacinas

Segundo as regras em vigor, a Anvisa tem até dez dias para analisar os pedidos de uso emergencial de imunizantes

O presidente Jair Bolsonaro vetou nesta segunda-feira, 1º, para adequação à constitucionalidade e ao interesse público, o dispositivo que exigia que a Anvisa concedesse autorização temporária de uso emergencial para a importação, a distribuição e o uso de qualquer vacina do Covid-19 pela União, pelos estados, pelo Distrito Federal e pelos municípios, em até cinco dias após a submissão do pedido, dispensada a autorização de qualquer outro órgão da administração pública direta ou indireta e desde que pelo menos uma das autoridades sanitárias estrangeiras elencadas no dispositivo tivesse aprovado a vacina e autorizado sua utilização em seus respectivos países.

Justificativa para o veto
A justificativa para este veto, segundo o governo, é que esse trecho da MP viola o princípio constitucional da separação dos poderes ao “usurpar a competência do presidente da República”, contraria o interesse público “ao tornar compulsória a autorização temporária de uso emergencial para a importação, de forma a dispensar a prévia análise técnica por parte da Anvisa” e “tendo em vista que o prazo exíguo de até cinco dias”, além de gerar insegurança jurídica por “dispor sobre matéria análoga em diplomas legais diferentes”.

O trecho vetado estabelecia que, feito o pedido, a Anvisa teria cinco dias para autorizar o uso emergencial desde que a vacina tivesse sido aprovada em pelo menos uma das autoridades sanitárias estrangeiras relacionadas na norma. Segundo as regras em vigor, a Anvisa tem até dez dias para analisar os pedidos de uso emergencial de vacinas. O Congresso poderá agora manter ou derrubar o veto presidencial.

Imunização
Também foi vetado o artigo que previa que, no caso de omissão ou de coordenação inadequada das ações de imunização de competência do Ministério da Saúde referidas neste artigo, ficam os estados, os municípios e o Distrito Federal autorizados, no âmbito de suas competências, a adotar as medidas necessárias com vistas à imunização de suas respectivas populações, cabendo à União a responsabilidade por todas as despesas incorridas para essa finalidade. A justificativa do veto é que o tema se trata de competência privativa do Presidente da República e que contraria o interesse público.

Esses foram dois dos vetos à MP,
sancionada por Bolsonaro a fim de autorizar o governo federal a aderir ao Covax Facility para estimular o desenvolvimento e garantir a compra de vacinas contra a Covid-19. A lei estabelece diretrizes para a imunização da população. O governo já havia liberado R$ 2,5 bilhões para aderir à aliança.

A Covax Facility é uma aliança internacional da Organização Mundial de Saúde (OMS), da Gavi Alliance e da Coalition for Epidemic Preparedeness Innovations (CEPI), que tem como principal objetivo acelerar o desenvolvimento e a fabricação de vacinas contra a Covid-19 a partir da alocação global de recursos para que todos os países que façam parte da iniciativa tenham acesso igualitário à imunização. É uma plataforma colaborativa, subsidiada pelos países-membros, que também visa possibilitar a negociação de preços dos imunizantes.

Com Agência Brasil


segunda-feira, 25 de janeiro de 2021

Os que mandam e influem na máquina estatal furam a fila da vacina em favor de si mesmos - O Estado de S. Paulo

Safadeza

O início da vacinação em massa contra a covid deveria ser um momento de esperança, de apoio aos que têm de ser imunizados com mais urgência e, em geral, de solidariedade e espírito público. Não está sendo assim. Em vez disso, mal foi aplicada a primeira dose, começaram a estourar por todo o País denúncias de desrespeito grosseiro ao cronograma da vacinação, com os que mandam e influem na máquina estatal furando a fila em favor de si mesmos, de parentes, de amigos e de amigos dos amigos.  

[Não tivesse  os prefeitos em função do combate à covid-19, sido elevados a um nível de autoridade superior até ao Chefe do Poder Executivo da União, o Presidente da República, o prefeito de Manaus não teria surtado, nem muitos outros  estariam furando a fila.]

Pensando bem, a pergunta mais adequada diante do que está acontecendo é a seguinte: qual a novidade? Seria mesmo impossível, diante dos usos, costumes e vícios da casta superior que governa de fato este país, imaginar que essa gente aceite a ideia de que todos os cidadãos têm os mesmos direitos e deveres – e que, portanto, todos deveriam cumprir as regras adotadas para a aplicação progressiva da vacina. Na sua cabeça, as pessoas não são iguais.

Ao contrário: o Brasil, para eles, se divide entre os que têm crachá de autoridade em qualquer coisa que se relacione com “governo”, e os que não têm. E les têm. Então, com a maior naturalidade do mundo, tomam a vacina na frente dos outros. Por que raios os donos do aparelho público e os que influem nele iriam respeitar as regras da vacinação se, no resto do tempo, não respeitam regra nenhuma? É a lei do “sabe com quem está falando?”, mais forte no Brasil que todos os 250 artigos da Constituição Cidadã juntos.

Episódios de desrespeito aberto ao cronograma já ocorreram em mais de dez Estados; na próxima contagem, é possível que a fraude consiga atingir todos os 27. Em Manaus, aproveitando mais uma vez os poderes de mini-ditador que ele e milhares de outros chefetes ganharam com a covid, o prefeito teve um surto: baixou decretos nomeando pelo menos dez médicos como “gerentes de produto” – isso mesmo, “gerentes de produto” – e com isso todos puderam ser vacinados logo no primeiro dia. Mais: proibiu a divulgação do que tinha acabado de fazer – como se Manaus fosse um território com leis diferentes das do Brasil, no qual o prefeito tem direito de fazer censura oficial. Com a intervenção do Ministério Público, achou melhor baixar o facho – mas as vacinas, à essa altura, já estavam aplicadas.

Em São Paulo, médicos da Prefeitura brigam em público com médicos do Estado, acusando-se mutuamente de furar a fila para tomar a vacina; até estudantes de medicina entraram nesse bonde e foram vacinados como soldados da “linha de frente”. Uma secretaria da Saúde acha que a outra secretaria da Saúde está lhe passando a perna; reclamam que o envio das doses não está equilibrado. Na Bahia e em Sergipe, prefeitos de cidades do interior, que não têm nenhum direito a passar na frente de ninguém, mas têm o controle sobre as doses entregues a eles, foram os primeiros a se vacinar; como desculpa, disseram que estavam “dando exemplo”, para “incentivsurtadoar a população” a tomar a vacina. Que vacina? As doses que chegaram já foram consumidas por eles próprios e por quem mais tem carteirinha.

Em Pernambuco, Ceará, Paraíba, Rio Grande do Norte, Rio de Janeiro e Distrito Federal, pelo menos, os procuradores de Justiça investigam safadezas parecidaspolíticos, médicos recém nomeados, um gerente de informática e até um fotógrafo foram
observados furando fila.

E a vacinação dos milhões de brasileiros que não têm nada a ver com o serviço público? Para esses ainda “não dá data marcada”. Que esperem: autoridades, médicos que distribuem as doses da vacina e outros viajantes da primeira classe estatal estão “dando exemplo” e consumindo os estoques disponíveis. 

JR Guzzo, jornalista - O Estado de S. Paulo

sexta-feira, 7 de dezembro de 2018

Distrito Federal está SEM Governo - Mulher de 33 anos morre 40 minutos depois de ser mandada embora de hospital público do DF

Mulher morre após ter atendimento negado em Samambaia, diz família

Patricia Elen Macedo de Souza, 33 anos, foi levada pela mãe e o irmão ao Hospital Regional de Samambaia na manhã de quinta-feira (6/12) após sofrer três convulsões, mas foi barrada na porta da unidade de saúde. Ela morreu no caminho a uma UPA da região administrativa

Família aponta negligência e omissão do Hospital Regional de Samambaia. Secretaria de Saúde lamentou ocorrido.



[a notícia abaixo é apenas mais uma das dezenas que mostram que o Brasília, capital da República, ESTÁ SEM GOVERNO. 

Rollemberg, que alguns desavisados ainda consideram que está governando e  ainda chamam de governador, "renunciou", só que não comunicou a ninguém;
ele resolveu, por vingança contra a população de Brasília, abandonar a prática de todo e qualquer ato de governo, não renunciou mas não está nem aí.

A vingança dele é contra todo o povo de Brasília, quando ele deveria se vingar apenas dos eleitores que, por completa  falta de noção, votaram nele, o levaram ao segundo turno, deixando-o com a esperança de mais quatro anos para fingir que governava e fazer uma porção de besteiras.

- a matéria abaixo mostra o CAOS em que está a 'saúde pública' - ou a falta de - em Brasília;
- a Segurança Pública inexiste -  Samambaia, Ceilândia, Paranoá, Plano Piloto (408 Norte - antes dos DESgoverno Agnulo e Rollemberg era considerada área nobre) e outras localidades do Plano Piloto e cidades satélites,  não são mais palco de assaltos e sim de ARRASTÕES - até a PM é desacatada - o DF mostra todo dia;
- a educação pública está CAÓTICA - a INSEGURANÇA é total - alunos trocam tapas, alunas brigam rolando no chão, e nada é feito - não tem POLÍCIA e isto ocorre é em Ceilândia, Samambaia, Guará e, pasmem, LAGO NORTE - também antes dos dois DESgovernos era considerada área nobre; 

Os órgãos públicos funcionam se e quando querem - hoje mesmo a Secretaria de Fazenda simplesmente decretou horário especial e o atendimento que já é mínimo (das 12:30h as 18:30) passou para 9 as 12 - este horário também vale para o próximo dia 14 e na maior cara de pau colocaram o aviso desse horário abusivo em uma placa da SEF/DF, posto de Ceilândia. 

Além da quase totalidade das Delegacias da Polícia Civil funcionarem em horário comercial, de segunda a sexta, das 8h às 12h e das 14h às 18h, nos finais de semana o efetivo da Polícia Militar é reduzido em 50% - inclusive o número de viaturas.

Rollemberg esqueça a bronca que tem com o seu vice-governador e entregue o cargo para ele - talvez ele aceite administrar por alguns dias o resto.
Para mostrar o absurdo publicamos a notícia de duas fontes.
Para fechar o DESgoverno,  Rollemberg ainda é azarado - clique aqui e veja:
Rollemberg, o sem noção e também azarado até terremoto teve no DF, só faltou TSUNAMI no Lago Paranoá;
teve racionamento, só foi ele perder as eleições que os reservatórios, graças a DEUS, estão enchendo - um deles já está com 91%.
O viaduto que caiu um pedaço em fevereiro nada foi feito.]


Do G1 

Uma mulher de 33 anos morreu na Unidade de Pronto Atendimento (UPA) de Samambaia Sul, no Distrito Federal, 40 minutos depois de ter o atendimento negado no Hospital Regional de Samambaia (HRSAM). Segundo a família, Patrícia Elen foi levada ao hospital às 8h30 e morreu às 9h10. A mãe de Patrícia, Edna Jussara Macedo, acusa o hospital de negligência e omissão. A Secretaria de Saúde do DF lamentou o ocorrido.


De acordo com a família, uma funcionária que estava no setor de acolhimento do hospital rejeitou a paciente "antes mesmo de qualquer avaliação". Edna disse ao G1 que a filha teve um princípio de parada cardiorrespiratória e já havia convulsionado diversas vezes antes de ser levada para o hospital. 


Segundo ela, ao ligar para o Samu, logo que a filha começou a passar mal, os atendentes avaliaram a situação por telefone e orientaram que Patrícia ela fosse levada imediatamente para a unidade de saúde mais próxima. A família decidiu ir para o Hospital Regional de Samambaia."Chegamos no hospital por volta das 8h30 e a enfermeira falou para levarmos minha filha para a Upa", contou Edna. “Não precisa nem entrar, aqui ela não fica”, teria dito a servidora do hospital público.
“Eles trataram ela como se fosse um cachorro morto.”
Edna e o irmão de Patrícia, que estava no carro, se dirigiram à UPA, a menos de 15 minutos do hospital. No caminho, a mãe – que estava dirigindo – disse que percebeu que a filha não reagia mais aos estímulos do irmão. "Olhei pra trás e vi que ela não estava respirando". Patrícia foi recebida pela equipe médica da Upa que durante 20 minutos tentou reanimar a paciente. Mas não foi possível. 

“Me disseram que ela ficou sem respirar por 10 minutos, que se tivessem atendido ela no hospital talvez ela tivesse sobrevivido”

Hospital lamenta


Em nota ao G1, a direção do hospital "lamentou o ocorrido", e disse que não há registro da passagem de Patrícia pela emergência. O hospital explicou que, pela manhã, havia dois médicos de plantão. Segundo o Samu, a família foi orientada por telefone porque não havia ambulância para ir até a casa da família. 


Filha órfã e viúvo

A recepcionista Patrícia Elen deixa uma filha de quatro anos e um casamento de mais de sete anos. O viúvo, Rogério da Silva, não se conforma com a maneira com que a esposa foi negligenciada enquanto buscava por socorro na rede pública.

"Somos tratados como um animal, como se fosse um objeto que não presta mais."

O corpo de Patrícia foi encaminhado ao Instituto Médico Legal (IML) para que seja investigada a causa da morte.

* Sob supervisão de Maria Helena Martinho

Leia mais notícias sobre a região no G1 DF.

Do Correio Braziliense

Mulher morre após ter atendimento negado em Samambaia, diz família

Patricia Elen Macedo de Souza, 33 anos, foi levada pela mãe e o irmão ao Hospital Regional de Samambaia na manhã de quinta-feira (6/12) após sofrer três convulsões, mas foi barrada na porta da unidade de saúde. Ela morreu no caminho a uma UPA da região administrativa

Uma mulher de 33 anos de idade morreu, na manhã de quinta-feira (6/12), em Samambaia, após passar mal e não conseguir pronto atendimento na rede pública de saúde do Distrito Federal. A vítima, identificada como Patricia Elen Macedo de Souza, não resistiu a cinco convulsões e uma parada cardiorrespiratória. Familiares da mulher pediram socorro ao Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) e a levaram ao Hospital Regional de Samambaia (HRSam), no entanto, alegam que não tiveram o amparo de nenhum dos dois serviços.

(...) 

"Na manhã de ontem [quinta-feira], a minha irmã teve a primeira convulsão. Eu estava em casa com ela e tentei ajudar de alguma maneira, mas não sabia o que fazer. Liguei para o Samu, mas o atendente não acreditava quando eu falava que ela estava passando mal. Nem mesmo o médico quis ajudar. Ele simplesmente disse que não poderia deslocar uma ambulância até a nossa casa e pediu que eu levasse a minha irmã de carro ao hospital mais próximo", relatou Samuel.
 

Neste momento, Samuel ligou para a mãe, que estava trabalhando. Ela voltou para casa às pressas, e os três seguiram em direção ao HRSam. "No trajeto, a Patricia teve mais duas convulsões. Quando chegamos ao hospital, rapidamente um segurança nos trouxe uma cadeira de rodas, mas uma enfermeira da unidade recusou atender a minha irmã. Ela nem olhou para a Patricia para entender o que estava acontecendo. Mesmo com minha mãe gritando de desespero, a enfermeira apenas disse que não teria como atendê-la porque o hospital estava cheio e não havia médicos disponíveis naquela hora."

A enfermeira sugeriu que Patricia fosse levada à Unidade de Pronto Atendimento (UPA) de Samambaia Sul. "Carreguei minha irmã nos braços de volta para o carro e seguimos direto para a UPA. A Patricia teve mais duas convulsões, e, na última, ela parou de respirar. Já não demonstrava nenhum tipo de reação. Ela morreu antes mesmo de chegarmos lá", lamentou o irmão.

A equipe médica que recebeu Patricia tentou reanimá-la, mas sem sucesso. "Os médicos de lá fizeram de tudo, mas já era tarde demais. Eles nos disseram que se a Patricia fosse atendida 10 minutos antes, não teria morrido. Estou decepcionado. Ela morreu nos meus braços, sem que eu conseguisse fazer nada.” 

 

segunda-feira, 7 de novembro de 2016

Racionamento de água no DF - Nível do Rio Descoberto chega a 20,68%; e racionamento deve ser decretado

Na maior crise hídrica da história do Distrito Federal reservatórios nunca chegaram a uma marca tão baixa. Se o percentual chegar a 20%, a capital entrará, oficialmente, em estado de racionamento

O nível do principal reservatório do Distrito Federal, o Rio Descoberto, chegou a 20,68% na manhã desta segunda-feira (7/11). Se o percentual chegar a 20%, a capital entrará, oficialmente, em estado de racionamento. Essa é a maior crise hídrica do Distrito Federal que se agrava com índices cada vez mais baixos. Os reservatórios nunca chegaram a uma marca tão baixa desde a sua construção. O de Santa Maria está com 41,04%.

Já existe um plano de contingenciamento de água, feito em conjunto entre a Adasa e a Caesb. O projeto está pronto e em fase de pequenos ajustes. O estado de emergência já atingiu outras cidades, como em São Paulo. Já o DF é a terceira unidade da Federação brasileira a apelar para a taxa de contingência devido à crise hídrica. São Paulo usou o recurso entre janeiro de 2015 e abril de 2016 e o Ceará faz a cobrança desde dezembro de 2015.

Em 26 de outubro consumidores começaram a receber, nas faturas de água, um aviso sobre a cobrança da taxa extra, chamada de tarifa de contingência. Mas o pagamento em si começará a partir da fatura posterior àquela do comunicado. A ideia da Caesb é, primeiro, deixar o consumidor ciente para, só então, iniciar a cobrança, que deve chegar nos boletos deste mês e de dezembro.  

Fonte: Correio Braziliense

 

quinta-feira, 15 de setembro de 2016

Greve da Polícia Civil do DF - Policial não é rodoviário e não pode agir como fosse

Depois de protestos de policiais, só 10 DPs na capital funcionarão 24 horas

Outras 21 delegacias circunscricionais que não têm chefe, escrivão e agentes funcionarão apenas de meio-dia até as 19h

[os policiais civis - aliás qualquer categoria de policial - devem sempre colocar  suas obrigações legais de policiais acima dos interesses pessoais.
Devem também considerar um aspecto no mínimo curioso: interessante: com o elevado índice de criminalidade do DF, a greve dos policiais civis vai mostrar a população um dado negativo para a população: que os policiais civis não fazem falta.
É preciso ter em conta que para o POVÃO - a grande vítima das greves dos bancários, policiais, rodoviários - o que interessa é que a polícia evite os crimes. 
O POVÃO, em sua maioria, não distingue entre Policiamento Ostensivo, Preventivo e Repressivo, nem as ações de investigação  - o que realmente interessa para o povo é a redução da criminalidade.]

O diretor-geral adjunto, Cícero Vasconcelos, e o diretor de Polícia Circunscricional, Josué Ribeiro, confirmaram a alteração dos horários de atendimentos das delegacias circunscricionais e o fechamento dos dois postos avançados da Candangolândia e da Estrutural, a partir das 19h. As ocorrências após esse horário serão encaminhadas às centrais de flagrantes. O atendimento 24 horas ocorrerá nas seguintes delegacias: 1ª DP (Asa Sul), 5ª DP (Área Central), 6ª DP (Paranoá), 13ª DP, (Sobradinho), 18ª DP (Brazlândia), 20ª DP (Gama), 21ª DP (Taguatinga Sul), 23ª DP (P Sul), 29ª DP (Riacho Fundo) e a 31ª DP (Planaltina).

Outras 21 delegacias circunscricionais que não têm chefe, escrivão e agentes funcionarão apenas de meio-dia até as 19h. As demandas poderão ser feitas pela Delegacia Eletrônica (www.pcdf.df.gov.br). A decisão veio depois de mais protestos dos policiais civis na cidade. Na tarde de ontem, eles se reuniram em frente ao prédio da Direção Geral da corporação a fim de cobrar uma posição mais formal dos chefes em defesa da categoria. Entre as solicitações da categoria, estão a publicação das normas que regulamentam a remoção dos servidores, a manutenção de plantões e postos de identificação com, no mínimo, três policiais e a adequação do horário de funcionamento de plantão. “O trabalho está difícil. Os números da criminalidade aumentam e o setor está sobrecarregado com o trabalho. Isso prejudica as investigações e causa atraso nas ocorrências”, afirmou o presidente do Sindicato dos Policiais Civis, Rodrigo Franco. Para o policial civil aposentado José Carlos Saraiva, a manifestação de ontem pode surtir efeitos. “Entendemos que greve não resolve a nossa situação. Decidimos exercer nossas funções de categoria determinadas por lei”, afirmou.

A Casa Civil divulgou nota em que afirma o desconhecimento da decisão sobre os horários nas DPs. “A Secretaria da Casa Civil, Relações Institucionais e Sociais esclarece que não foi informada de tal decisão e que, caso o fato se confirme, tomará as medidas cabíveis para evitar maiores transtornos à população do Distrito Federal”, apontou a nota. 

Fonte: Correio Braziliense

terça-feira, 16 de fevereiro de 2016

Em ano de dengue,m zika, governo federal, DF e 17 estados cortam recursos contra epidemias

Em ano de dengue e zika: Governo federal, DF e 17 Estados cortam recursos de luta contra epidemias 

No ano em que o país atingiu recorde de casos de dengue e entrou em alerta devido ao avanço do vírus da zika, os gastos do governo federal e da maioria dos Estados com vigilância epidemiológica (atividade de prevenção e controle de doenças) caíram. 

Levantamento da Folha aponta que, além da própria União, houve queda nos investimentos de pelo menos 17 Estados e no Distrito Federal. Com a recessão derrubando as receitas, os desembolsos federais para combater epidemias diminuíram 9,2% -em valores corrigidos e efetivamente pagos pelo Ministério da Saúde, somaram
R$ 4,6 bilhões em 2015, ante R$ 5,1 bilhões no ano anterior. 


A área de vigência epidemiológica compreende repasses a Estados e municípios, campanhas de prevenção de doenças e combate a potenciais vetores (caso do Aedes aegypti, por exemplo, que transmite dengue e zika) e oferta de insumos e testes de diagnóstico, por exemplo. 

A queda maior do que a nos gastos gerais em saúde, que foi de 2%, e ocorreu no ano em que o Brasil teve 1,6 milhões de casos notificados de dengue, com 863 mortes.
Foi em 2015 também que o país identificou a presença do zika, hoje apontado como a principal hipótese para o aumento de ocorrências de recém-nascidos com microcefalia - que, no ultimo balanço, tinha 462 casos confirmados. 

‘FUMACÊ’
Nos Estados, houve cortes de até 85% nas verbas destinadas vigilância epidemiológica entre 2014 e 2015, conforme dados dos relatórios de execução orçamentaria.  Esses recursos são voltados investigação de surtos de epidemias, pesquisas e manutenção de laboratórios. A verba também pode ser usada em ações de combate direto doença, como contratação de carros de pulverização de inseticida, o “fumacê”.

A redução atingiu até Estados nordestinos que são epicentro de zika e dengue.
Pernambuco, que lidera os casos de microcefalia, reduziu de R$ 33,7 milhões para R$ 24,1 milhões os recursos da vigilância. Na Bahia, o corte foi de 30%, de R$ 45,3 milhões para R$ 32 milhões. 

Além da queda de verbas, os Estados nordestinos ainda enfrentaram greve de agentes de controle de vetores, corte nas equipes e falta de larvicida contra o aedes. O Distrito Federal foi o que mais cortou em 2015, enquanto o Piauí foi o que menos investiu: os relatórios apontam que apenas R$ 10 foram liquidado em vigilância epidemiológica em 2015. No ano anterior, foi ainda pior: zero. [o Distrito Federal está sendo a pior unidade da Federação em termos de Saúde Pública, Educação, Segurança Pública e Transporte Coletivo.
Para ficar só na Saúde Pública, informamos que há 6 (seis) meses está em falta na rede pública do DF a vacina contra tétano - importantíssima pelo fato do tétano ser uma doença letal e incurável, sendo a vacina a única forma de evitar.
Além de ser também uma vacina necessária para as mulheres grávidas. Desde agosto 2015 que não tem uma ampola sequer da antitetânica na rede pública de saúde.
A coisa está tão feia no DF, que por duas vezes o vice-governador, utilizou a imprensa para admoestar o atual governador: o incompetente Rollemberg. Só este mês o vice deu dois esporros públicos, ao vivo via Rádio e TV no atual governador.]

REDE DE VIGILÂNCIA
Municípios também dizem ter sentido os efeitos da falta de recursos, afirma Nilo Bretas, coordenador da assessoria tcnica do Conasems (Conselho Nacional de Secretários Municipais de Sade). 

Entre os impactos estão problemas na contratação de agentes que atuam no controle contra o aedes. “Nós temos prova de que a queda dos recursos causou esse cenário. Mas com certeza o subfinanciamento est ligado a isso.” 

O infectologista Kleber Luz, diretor da Sociedade de Dengue e Arboviroses, taxativo: a redução na vigilância tem impacto direto na saúde.
“Se tem inflação e o recurso diminui, a consequência pode ser isso que estamos vendo, com três epidemias [de dengue, zika e chikungunya].”




Leia a íntegra na Folha de São Paulo



 

sexta-feira, 29 de maio de 2015

Rodoviários/baderneiros do DF transformam coletivo da Viação Pioneira em motel ambulante

Jovem faz sexo em ônibus e fotos são divulgadas nas redes sociais: "minha vida está um caos"

Nas imagens, estudante aparece seminua ao lado de dois homens usando uniformes de cobrador e motorista de um coletivo do DF

A vida de uma estudante do Distrito Federal virou de cabeça para baixo depois que fotos dela em um momento íntimo foram divulgadas nas redes sociais. Nas imagens, a jovem aparece praticando atos sexuais dentro de um ônibus com dois homens que usam uniformes de rodoviários. "Minha vida está um caos. Eu não consegui dormir, estou muito mal", revelou a estudante em entrevista ao R7. "A minha família já está sabendo de tudo e meus pais estão preocupados, sem saber o que fazer", comentou.  As fotos começaram a circular nas redes sociais nesta última terça-feira (26).
Jovem faz sexo em ônibus e fotos caem nas redes: "minha vida está um caos"
(Foto: Reprodução)
Desde então, a jovem ainda não conseguiu ir para a faculdade. Ela pretende abandonar os estudos porque está com medo da reação dos colegas de classe. A situação também é complicada no trabalho. Ela teme ter a imagem profissional afetada pela divulgação das fotos íntimas e deve pedir demissão. "Eu não sei se minha chefe viu, eu não falei nada com ela, mas eu penso em dar um tempo do trabalho do mesmo jeito que vou fazer com a faculdade", disse. Nas imagens, a estudante aparece seminua com dois rapazes vestidos com a roupa de motorista e cobrador do coletivo. 

Nas imagens, estudante aparece seminua ao lado de dois homens
com uniformes de cobrador e motorista
(Foto: Reprodução)
Ela disse que manteve contato com a dupla, mas que não autorizou a divulgação das fotos. "Eu quero que eles sejam punidos, eu denunciei à delegacia e estou esperando uma ligação para saber sobre a investigação. E eu vou processar as redes sociais", garante a estudante. [o fato deve ser punido, os dois 'rodoviários' demitidos só não tem sentido é a mulher pretender processar as redes sociais.
Afinal, ela resolveu transar com os os dois baderneiros dentro de um ônibus, um coletivo do já péssimo transporte público do DF e ainda queria privacidade.
Ela agiu pior do que muitas prostitutas e não tem direito a processar ninguém e sim tentar criar vergonha na casa e exigir dos homens com quem for transar que paguem ao menos o motel.]

Ela afirma que o ato sexual ocorreu em um dos coletivos da Viação Pioneira. Ainda segundo a jovem, os funcionários que aparecem com elas foram demitidos após a divulgação das fotos. A empresa, no entanto, nega que a situação ocorreu em um dos ônibus, e não confirma se o motorista e o cobrador foram realmente dispensados. 

Fonte: Correio 24 horas

 

sexta-feira, 23 de janeiro de 2015

Brasília: Capital da Desordem



Quando se observa a crise que ora acontece na área de Saúde do Distrito Federal, não se consegue entender o porquê de tantos ladrões dos cofres públicos cometerem de forma permanente sempre os mesmos assaltos e desvios à luz do dia, mantendo-se à margem da lei. O governador petista Agnelo Queiroz (2011-15) roubou de forma aberta e escancarada, entregou o cargo a seu sucessor, Rodrigo Rollemberg (PSB) e viajou tranquilamente para gozar férias em Miami, EUA.

Diariamente, os que moram em Brasília têm sido obrigados a conviver não apenas com o drama da Saúde, mas com manifestações grevistas que paralisam as principais avenidas da Capital Federal. Elas impedem a livre circulação de veículos e expõem situação que se ramifica de cima para baixo, baseada em exemplos dos mais vergonhosos por parte de nossas “autoridades”.  Os salários dos servidores se atrasam há meses, as empresas de ônibus estão quase à falência por falta de repasse de recursos públicos e nada funciona! Quem consegue enxergar um palmo adiante do nariz tem de fazer muito exercício mental para não entrar em pânico porque o inevitável desastre que se avizinha pode se instalar a qualquer instante com violência incontrolável. No país comandado por marqueteiros, a fantasia da propaganda eleitoral mascara o horror do dia a dia.

A “administração” Agnelo Queiroz foi tão desastrosa que mesmo com toda a força do cargo que ocupava ele não conseguiu chegar ao segundo turno. Na campanha eleitoral, as peças publicitárias louvavam o modelo ímpar de sua gestão, mostrando hospitais impecáveis, semelhantes aos melhores classificados no primeiro mundo. Hoje, os médicos e professores estão em greve, por conta de salários atrasados e a realidade é diametralmente oposta à que se propagou na disputa.

O Brasil tem sido assim desde a sua fundação. O novo governante que assume, invariavelmente, é sempre muito pior do que o que sai. Cobra-se empenho, fala-se em “dedicação”, mas nada surge de positivo. Os homens públicos brasileiros se deliciam na prática política de “terra arrasada”. Os únicos a lucrarem são os que se locupletam nos altos cargos. Chame-se qualquer um para ocupar qualquer Ministério e ele irá correndo atender, sem hesitar. Busca-se apenas o enriquecimento rápido na prática de ilícitos.

A maioria dos homens públicos brasileiros não presta atenção a nada que sirva de lição e se repete em velhos desmandos, convencida de que jamais será punida. Cria-se espécie de corporativismo onde o acordo tácito é o de cuidar dos interesses de cada qual, estabelecendo-se cumplicidade que se baseia na defesa de interesses comuns. Veja-se a formação de um tribunal como o STF, com os seus membros indicados pelo presidente da República.  Depois que os mensaleiros foram condenados, aposentaram-se dois ministros: Cezar Peluso e Ayres Britto. Ao ser sabatinado pelo Senado, o novo indicado para o STF, Luís Roberto Barroso, disse logo aos senadores que a condenação dos mensaleiros havia sido “um ponto fora da curva”. Deu a senha desejada, garantindo que tal não teria acontecido com ele. Depois, nomeou-se Teori Zawascki, mudando-se radicalmente a composição do Supremo. O ministro Joaquim Barbosa não aguentou e caiu fora.

O problema é que a população parece estar chegando ao limite. Algumas manifestações de populares linchando criminosos e quebrando fóruns (como, recentemente, em Buriti, MA), deixam bem claro que já existe considerável número pretendendo fazer Justiça com as próprias mãos. Imagine-se quando a crise se agravar: sem água, sem energia e com quebra na produção de alimentos, com milhões de pessoas brigando por água e comida. Com os dirigentes que possuímos, o desastre será absoluto!


Por: Márcio Accioly, Jornalista.