O adolescente
Peterson Ricardo de Oliveira, 14 anos, morreu na tarde desta segunda-feira (9/3),
após ser agredido durante uma confusão
em uma escola pública em Ferraz de Vasconcelos, na Grande São Paulo.
Ele foi alvo de ataques por ser “filho”
de um “casal” de homossexuais,
segundo informou um dos “pais”. “Eu não sabia que
meu filho sofria preconceito por ser filho de um casal homossexual. O delegado
que nos informou. Estamos tristes e decidimos divulgar o que aconteceu para que
isso não se repita com outras crianças”, disse Márcio Nogueira, em
entrevista ao site R7.
“Ele brigou com alguns garotos na entrada da escola e passou mal quatro horas depois. Ele brincou, assistiu à aula e depois passou mal. Ele já tinha um aneurisma. Não podemos afirmar que ele passou mal por conta da briga”, informou o delegado Eduardo Boiguez Queiroz. [percebam: um garoto se desentende com colegas, há troca de agressões e o assunto, aparentemente, está encerrado e os brigões passam a desenvolver suas atividades normais.
“Ele brigou com alguns garotos na entrada da escola e passou mal quatro horas depois. Ele brincou, assistiu à aula e depois passou mal. Ele já tinha um aneurisma. Não podemos afirmar que ele passou mal por conta da briga”, informou o delegado Eduardo Boiguez Queiroz. [percebam: um garoto se desentende com colegas, há troca de agressões e o assunto, aparentemente, está encerrado e os brigões passam a desenvolver suas atividades normais.
Mais
tarde o garoto passa mal e vem a falecer. Deve ser ressaltado que a vítima era
portador de um aneurisma – má formação vascular e que costuma causar AVC com
morte repentina ou graves sequelas.
Só que um
dos dois homossexuais, com quem o garoto morava, transforma o lamentável
episódio em um caso de homofobia.]
Escolas não estão preparadas para combater
homofobia, dizem especialistas
Especialistas
em questões de diversidade alertam que instituições de ensino não estão aptas a
estimular o debate da igualdade, o que poderia evitar tragédias como a morte de
adolescente “filho” de “pais” gays na Grande São Paulo
[a obrigação de qualquer escola é ministrar conhecimentos aos alunos,
preparando-os para um futuro promissor.
Não cabe às escolas ficar conscientizando seus alunos de que condutas
sexuais anormais são normais.
Não há a menor evidencia que o garoto Peterson foi agredido por residir
com homossexuais. Mesmo que o motivo da briga entre colegas fosse a opção
sexual dos rapazes com quem Peterson morava, tal situação só reforça a
necessidade da PROIBIÇÃO ABSOLUTA de que os chamados casais gays ou
homoafetivos, adotem crianças.]
A
morte de Peterson Ricardo de Oliveira, 14 anos, após
ter sido agredido na escola em que estudava “por ser filho adotivo de um casal
homoafetivo”, evidencia a homofobia nas instituições e as falhas do
sistema educacional em lidar com questões de gênero e de orientação sexual. O
adolescente morreu na segunda-feira (9/3), após ser internado no dia 5 com
parada cardiorrespiratória no Hospital Regional de Ferraz de Vasconcelos, na
Grande São Paulo.
Apesar
de existirem iniciativas pontuais de conscientização tanto de alunos quanto de
educadores, não há políticas públicas efetivas para coibir a homofobia e a
violência de gênero. Em 2011, o projeto Escola sem Homofobia, feito em parceria
com o Ministério da Educação e conhecido como “kit gay”, perdeu força após críticas e pressão de bancadas
religiosas no Congresso. A iniciativa foi suspensa pela presidente Dilma
Rousseff naquele ano.
[distribuir material pornográfico para crianças é crime e o chamado ‘kit gay’
nada mais é do pornografia pesada, sendo justa sua proibição.]
Fonte: Correio Braziliense
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