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sábado, 25 de novembro de 2017

Quem manda no meu corpo sou eu

Deputados criam manobra em projeto de emenda constitucional para retirar o direito da mulher de interromper a gravidez em casos de risco à vida, estupro e anencefalia, garantido desde 1940. Polêmica retoma discussão sobre legalização do aborto no País

[muito justo que a mulher mande no próprio corpo, inclusive para causar danos ao mesmo. 

Caso a mulher queira cortar um dedo, o clitóris, uma orelha,  um pé, tem todo o direito (inclusive no Brasil o suicídio, ou a tentativa, não são criminalizados - a indução é, mas, o ato não) faz parte do corpo que é dela.

Inadmissível, criminoso, repugnante, covarde é que ela utilize tal argumento para assassinar covardemente um ser humano inocente e indefeso e que está em sua barriga - local onde se espera total proteção da DONA da barriga.

Percebam que a mulher é DONA da barriga, mas, não é dona da vida que esteja na barriga - o feto, ser humano desde o instante da concepção.]  

Em meio ao trauma de ter sido estuprada pelo próprio namorado, a estudante Renata*, 21 anos, sofreu mais um baque. Descobriu estar grávida. Entrou em desespero ao imaginar que manteria um laço para toda a vida com o agressor. “Fiquei com medo de ter a criança e descontar tudo nela, tratá-la mal pelo que aconteceu comigo”, disse à ISTOÉ um dia antes de realizar o aborto  [cometer um assassinato.]. “Não quero ter um filho nessas circunstâncias.” Em um hospital de São Paulo equipado para realização do procedimento, ela conversou com uma assistente social, uma psicóloga e um médico. É um trabalho minucioso para ver se a história é verdadeira, se as datas batem. Se não existisse o amparo legal, diz, estaria desesperada: “Correria o risco de fazer nesses ‘açougues’ clandestinos ou de tomar remédio sozinha.” [essa assassina, essa aborteira,  tem que considerar:
- quem a estuprou foi o namorado, não foi o fruto da relação que ela chama de estupro (será que houve mesmo o estupro?). Assim, é o namorado que merece ser punido com todo rigor, de forma cruel mesmo.
Os nossos dois leitores conhecem a posição deste Blog Prontidão Total totalmente contrária ao aborto e favorável a punição severa, que começa com uma temporada na cadeia e castração química do estuprador;
- ter um filho não implica em manter laço com o pai da criança - no caso o estuprador; assim, é uma desculpa ridícula e que não justifica o assassinato;
- o argumento de descontar tudo o que sofreu na criança não justifica assassinar a criança; consideremos, em hipótese, que uma mãe cria raiva de um filho e resolve espancar o mesmo, tratar com crueldade, submetê-lo a privações e outras maldades. Justifica que ela assassine o filho para não poder maltratá-lo.
É só substituir o filho já nascido pelo feto e ver que o argumento da mãe aborteira, não se sustenta.
Quanto a participação nos preparativos para o assassinato da assistente social, da psicóloga e do médico, não os isenta do crime covarde, hediondo, repugnante e vil. E os mesmos não estão obrigados a participar dos preparativos/execução do assassinato.]
 
A decisão de interromper a gravidez foi amparada pela legislação brasileira, que permite a prática em caso de estupro, risco de vida à gestante ou anencefalia. O decreto que estabelece o direito é de 1940, mas, apesar de antigo, é ameaçado até hoje. [o assassinato da criança anencéfala não encontra amparo na legislação brasileira;
tal crime é permitido por decisão 'legislativa' dos ministros do Supremo.] Tramita na Câmara dos Deputados uma manobra para que o País recue quase oito décadas e proíba o aborto sob qualquer circunstância. A justificativa é de se estar agindo “pela vida”. “De quem? Da mulher é que não é”, questiona Thomaz Gollop, professor de Genética Médica da Universidade de São Paulo (USP) e coordenador do Grupo de Estudos sobre o Aborto (GEA). [a luta pela defesa da vida - um direito SAGRADO e Constitucional justifica qualquer manobra regimental.
A luta é pela defesa da vida do ser humano inocente e indefeso, não pela vida de uma mãe assassina e que sobrevivendo a um aborto, muito provavelmente realizará outros.] 

IstoÉ -  Camila Brandalise

 

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