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quarta-feira, 24 de janeiro de 2018

O argumento da defesa de Lula que não poderá ser usado em Atibaia




O advogado do ex-presidente Lula, Cristiano Zanin Martins, usou como um dos argumentos de defesa, a afirmação de que “jamais o ex-presidente passou um dia no triplex, jamais passou uma noite".

Ele não poderá dizer o mesmo quando estiver sendo julgada ação do sítio de Atibaia, onde Lula passou inúmeros dias e noites. Mas essa contradição não importa no momento porque o processo do sítio ainda está atrasado. O importante para a defesa é ganhar este e afastar o risco de prisão e inelegibilidade durante o ano de 2018.

Neste começo de julgamento, a acusação, através do procurador regional da República, Maurício Gerun, optou por concentrar-se na explicação do que considera as provas do processo. Uma delas a de que o apartamento simples (145), que havia sido comprado pela família do ex-presidente, foi vendido, e que o triplex jamais foi posto à venda. Ou as escrituras rasuradas encontradas na Bancoop. 

Já a defesa do ex-presidente insistiu que não havia provas e explorou o fato de que a denúncia falava que a origem do dinheiro estava em três contratos da OAS com a Petrobras, e depois na sentença o juiz Sérgio Moro não sustenta essa tese. Se a origem é a Petrobras, Moro é que era o juiz natural. Se não era a Petrobras, Moro deveria ter se declarado incompetente.

Miriam Leitão, O Globo

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