Criaram assim uma estratégia para com ele, com o PT e os demais partidos
ligados ao Foro de São Paulo, partidos que compõem a extrema-esquerda,
colocar o presidente Jair Messias Bolsonaro no imaginário popular na
outra ponta do espectro político partidário, a que eles então passaram a
denominar de extrema-direita, quando sabemos que ele, quando muito, é
parte de uma direita adormecida que finalmente chegou ao poder, uma
direita que soma democratas-cristãos; conservadores, no melhor estilo de
Roger Scruton, ou no Brasil, de José Osvaldo de Meira Penna; liberais,
libertários ou mesmo anarcocapitalistas. Embora saibamos que traga
consigo um viés patrimonialista e de um coletivismo comtiano.
Buscam
assim, dentro desta estratégia, enganar os mais ingênuos e desinformados
e criar um vácuo no centro ou centro-esquerda a ser ocupado por um
potencial candidato vindo de uma fantasiosa 3ª Via e com ela
recuperarem o poder político e por meio dele retomar o poder do
Triângulo de Ferro e/ou a impunidade frente aos crimes cometidos.
A verdade é que, mesmo com pesquisas falsificadas ou realizadas nas
portas de sindicatos, carceragens das delegacias, dos CDPs e dos
presídios, assim como nas bocas de fumo e nos DCEs das universidades, e
com ataques diários realizados pelas Big Tech, também conhecida como
Tech Giants, Big Four ou Big Five, pelas Big Media, com a maior parte
mídia mainstream nacional, que com a sua parcialidade – pior, a
cumplicidade –encontra-se inteiramente subjugada, seja pela crise de
abstinência de recursos oficiais, seja pela ideologia revolucionária
retrógrada ou ainda devido serem de propriedade de parte de poderosos
políticos, ou de seus familiares, que tomavam parte do Triângulo de
Ferro e pela Big Farma, com as decisões absurdas do STF que exalam o
mais cruel ativismo judiciário, a covardia e passividade do Congresso,
em que vários de seus integrantes carregam nas costas bateladas de
processos judiciais por motivos nada nobres.
Com esta estratégia, buscam cansar povo brasileiro, buscam deixá-lo
exausto ou asfixiado, o fazem desrespeitando a Constituição, fazendo
dela gato e sapato. Infelizmente formam a oposição ao presidente
congressistas que só pensam, com raras exceções, em obter vantagens
próprias;
de tanta corrupção e a eles se somam parte do judiciário que
nos tribunais não condenam;
que criam uma insegurança generalizada —
jurídica e física — obrigando os brasileiros conviverem com criminosos
de todos os tipos que são postos em liberdade por meio de filigranas
jurídicas grosseiras e ainda terem que presenciar a polícia ser proibida
de combater o tráfico e o narcotráfico ligado ao Foro de São Paulo.
E como se isso tudo não bastasse, estão promovendo o cerceamento da
liberdade de expressão – ou seja, censura — a quem ousar divergir dos
"donos da verdade" ou dos antigos donos do poder do Triângulo de Ferro.
Com esta estratégia para se criar um vácuo, e assim surgir um potencial
candidato vindo com a farsa da 3ª Via, o que assistimos é a nossa
democracia, e não a oclocracia deles, sendo dinamitada por quem,
maliciosamente, vive eructando a pomposa expressão "Estado democrático
de direito" que inclui também a oclocracia, ao mesmo tempo em que
estupram a verdadeira democracia.
Esquecem eles que lutamos pelo verdadeiro Estado de Direito. O Estado de
Direito teve início com o fim de regimes absolutistas e o início das
monarquias constitucionais, com o melhor modelo para as sociedades até
os dias atuais, tanto no que se refere à forma e sistema de governo. Foi
também a razão de sucesso do Brasil no período do Império do Brasil. O
fracasso veio com a quartelada que muitos ainda chamam de Proclamação da
República.
O estado de direito veio com a perda do direito dos mandatários e do
Estado de confiscar bens e condenar pessoas sem processo e sem o direito
de defesa. O estado de direito veio com a submissão dos reis e
governantes às leis votadas pela população representada, bem como a
proteção judicial aos contratos juridicamente válidos. Foi o que tivemos
durante todo o Império do Brasil, pois nosso país surgiu como uma das
primeiras monarquias constitucionais.
O poder da lei deve vir com o entendimento básico para o que ela serve.
E isso exige que se entenda a principal característica de um bem ou
serviço público. E neste ponto os brasileiros falham, a começar pelos
que se formam como bacharéis em Direito e, principalmente os que exercem
a advocacia, passa pelos legisladores nas câmaras municipais, nas
assembleias e no Congresso Nacional, e não fica de fora nem mesmo o
presidente, seu vice e seus assessores. E a eles devemos somar os seus
apoiadores. Aliás é para isso que são pagos. Para corrigir esta pequena
falha, porém uma falha fundamental, basta lerem e relerem, entenderem,
estudarem, debaterem, aplicarem e defenderem os conceitos trazidos por
Frédéric Bastiat em seu livro "A Lei". E indo mais além, que entendam o
que é o tal estado de direito.
Em seu pequeno livro "A Lei", Frédéric Bastiat conseguiu antever toda a
sorte de equívocos que aquelas visões carregavam e criou este manifesto
para desmascarar aqueles que defendem a ideia de dar mais poder ao
Estado: os intervencionistas, os planejadores, os protecionistas e os
socialistas.
Mas, o que vem a ser Estado de Direito?
Embora uma expressão comum, ela muitas vezes é usada para caracterizar
uma sociedade como moderna. Muitas vezes Estado de Direito aparece como
um desejo, o que as pessoas gostariam prevalecesse na sociedade em que
vivem. Aparentemente, esse é o desejo expresso dos brasileiros e
brasileiras, porquanto ele foi adotado em nossa Constituição. Mas não é
observado pelos seus principais políticos.
Talvez o conceito mais claro de Estado de Direito seja o que permeia os
trabalhos de Friedrich August von Hayek, Nobel Memorial Prize in
Economic Sciences en (1974), em particular no seu Os Fundamentos da
Liberdade (The Constitution of Liberty). Segundo Hayek, Estado de
Direito caracteriza a universalidade de uma norma. Todos são iguais
perante a lei e dela devem receber o mesmo tratamento.
E aqui vemos o primeiro abuso de autoridade, a prerrogativa de foro
especial por prerrogativa de função - conhecido coloquialmente como foro
privilegiado - é um dos modos de estabelecer-se a competência penal.
Trazendo o conto de Eric Arthur Blair, mais conhecido pelo pseudônimo
George Orwell, temos que no Brasil, muitos são mais iguais que os
outros. E isso é próprio de ideologias coletivistas, seja do positivismo
comtiano até o nacional-socialismo bolivariano, também chamado de
luloPTismo. Assim, pessoa ou grupo social algum deve ser privilegiado ou
discriminado pela lei. Todos, absolutamente todos, numa sociedade de
Estado de Direito, devem buscar seus próprios interesses sob as mesmas
regras sociais.
O quinto artigo de nossa Constituição adota esse mesmo conceito de
Estado de Direito: Todos são iguais perante a lei, sem distinção de
qualquer natureza, garantindo-se aos brasileiros e aos estrangeiros
residentes no País a inviolabilidade do direito à vida, à liberdade, à
igualdade, à segurança e à propriedade, ... Em que pese esta afirmativa
levar a uma interpretação no estilo de Paulo Reglus Neves Freire. O
correto seria eliminar leis que geram privilégios ou se aplicam a grupos
específicos.
A lei é igual para todos.
Parece-nos, entretanto, que Estado de Direito no Brasil é mais um desejo
do que um princípio norteador de nosso Direito. Os antigos donos do
poder do ???ân???ø ?? F???ø não querem isso. Estão desesperados.
Bolsonaro, sabemos bem, tem sido impedido de governar, os engavetamentos
feitos por Maia e Alcolumbre, as restrições atuais no Congresso e as
123 medidas arbitrárias no STF ilustram isso muito bem e atrasaram
enormemente o desenvolvimento do Brasil. O presidente com sua equipe tem
feito um excelente governo, dentro das suas possibilidades.
Basta ver o
apoio que tem recebido da população de bem.
Nunca tanta gente em todo o
Brasil saiu às ruas para apoiá-lo e endossar muitas de nossas
bandeiras.
Oito anos, ou seja, ainda mais cinco até o final de seu mandato, é muito
tempo e isso deixa a oposição apavorada, sabe que não terão forças até
2026 sem poder praticar o esporte favorito que é o de desviar recursos,
além de gozar de privilégios por conta do pagador de impostos.
Hoje temos somente o presidente Bolsonaro, praticamente sozinho, opondo-se ao Triângulo de Ferro, que é
a forma que entendo como a mais correta de se chamar o Establischment; a
????????????????????????????????????????????????; a ????????????????
???????????????????????????? da esquerda raivosa do PT - Partido dos
Trabalhadores; o ???????????????? ???????????????????? de Rodrigo
Constantino; os ???????????????????? ???????? ???????????????????? no
Capitalismo de Laços de Sergio Lazzarini; a Estatocracia de Alexandre
Garcia; os políticos e sindicalistas da
???????????????????????????????????? ????????
???????????????????????????????????????????? de Gustavo Franco; a
???????????????? ???????????? ????????????????????????????
????????????????????????????????????????????????; os
???????????????????????????????????????????????? ????????????
????????????????????????????, mas só a ???????????????????? como definiu
Guilherme Afif, ???? ???????????????????????????? da Série da Rede
Globo de Televisão, a ???????????????????????? ???????????????? ????????
???????????????????????? ????????????????????????, usw..
O Triângulo de
Ferro, ou como queiram chamar, é o termo que foi definido de forma
brilhante por Afif e é a camada podre de políticos, de partidos, altos
funcionários públicos com seus privilégios, empresários dependentes do
Estado, banqueiros sem concorrentes e órgãos de mídia que se arrogam a
dominar a governança do país — mas que, na verdade, chafurdam, como
gordos leitões, na lama da pocilga em que transformaram o Brasil.
Um
país com enorme potencial, mas que por conta deste Triângulo de Ferro em
conluio com a política de esquerda deixam um legado de dívidas, que na
realidade são os impostos do futuro, de nossos filhos e netos, pois as
dívidas um dia vencem, um legado de desempregados, que embora esteja em
queda, porém representa 13,7% dos trabalhadores, isto é, ainda tem 14,1
milhões em busca de trabalho. Temos mais de 44% dos trabalhadores na
informalidade e já ultrapassamos os dois milhões de NEET (Nem-Nem-Nem).
Gehrard Erich Boehme