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terça-feira, 19 de abril de 2022

A dura disputa entre a comunista e o general por uma vaga no Senado

Pesquisa do instituto Real Time Big Data mostra Manuela d’Ávila e o vice-presidente Hamilton Mourão nas primeiras posições na eleição do Rio Grande do Sul

Pesquisa feita pelo instituto Real Time Big Data feita entre os dias 15 e 16 de abril e divulgada nesta segunda-feira, 18, mostra que a ex-deputada federal Manuela d’Ávila (PCdoB) e o vice-presidente da República, general Hamilton Mourão (Republicanos), travam por ora uma disputa acirrada pela única vaga do estado ao Senado que estará em jogo na eleição deste ano.[essa Manuela, a exemplo daquela evangélica pró aborto Marina Silva,  é sempre escalada para perder; o general Mourão na hora do voto, vai ganhar de goleada.]

Segundo o levantamento, no principal cenário, Manuela tem 20% das intenções de voto, contra 16% de Mourão. Os dois estão empatados dentro da margem de erro de 3 pontos porcentuais para mais ou para menos. O vice-presidente, por sua vez, também está empatado com a ex-senadora Ana Amélia (PSD), que tem 12%, e com o ex-governador José Ivo Sartori (MDB), que tem 10%.

Na sequência aparecem o ex-prefeito Nelson Marchezan Jr (PSDB), o presidente do Grêmio, Romildo Bolzan (PDT), e o senador Lasier Martins (Podemos), todos com 4% — no limite da margem de erro, eles estão empatados com Sartori.

Brancos e nulos somam 10%. Outros 20% disseram não saber em quem irão votar ou não responderam. A pesquisa ouviu 1.200 eleitores e foi registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número RS-06633/2022.

Maquiavel - Revista VEJA


quarta-feira, 29 de dezembro de 2021

O governo tem que facilitar, e não complicar

Levantamento feito pela Agência Nacional de Petróleo em postos de combustíveis no Brasil inteiro encontrou uma diferença de quase R$ 3 no litro do álcool hidratado entre o Rio Grande do Sul e São Paulo. Um posto do Rio Grande do Sul está vendendo o álcool a R$ 7,80 o litro. E, em São Paulo, o preço médio nem é o preço mais baixo - o preço médio é R$ 4,90. A maior parte das refinarias de álcool estão em São Paulo. Mas quase, praticamente R$ 3, porque esse é o preço médio em São Paulo. E está mais baixo em São Paulo por que?  
Consequência de uma medida provisória do governo autorizando a venda direta da refinaria para o posto. 
Não precisa fazer uma viagem até a distribuidora, para depois voltar para o posto. Pode vender para qualquer bandeira. Liberação é isso: o governo tem que abrir, facilitar, e não prender, amarrar, complicar para ficar tudo mais caro. Para fazer passeio por aí.
 
Na semana antes do Natal, o preço caiu muito, na maior parte dos estados. Em 19 estados o preço do litro do álcool caiu. Em Mato Grosso, chegou a cair 15% - ao passo que, no Rio Grande do Sul, esse preço em média é R$ 7, enquanto a média em São Paulo é R$ 4,90. Só para a gente registrar, comparar, na hora de abastecer. Tem muita gente, eu já ouvi muito motorista se queixar de que está vindo pela BR-101, por Santa Catarina, indo em direção ao Rio Grande do Sul, e abastece antes de entrar na divisa do Rio Grande do Sul.  
Porque no Rio Grande do Sul o imposto estadual é mais alto do que em Santa Catarina, e o preço do combustível fica mais caro, qualquer combustível.


Chuvas e inundações

Bahia sofrendo com chuvas, e também Minas Gerais, outros estados. Muita chuva neste verão. 
E o presidente Bolsonaro assinou uma medida provisória criando um crédito extraordinário de R$ 200 milhões para refazer estradas destruídas pelas chuvas, pelas inundações 
R$ 80 milhões para estradas baianas. 
Mas também vai para estradas do Pará, de São Paulo, de Minas Gerais e do Amazonas. Há mais de 20 mortos e mais de 30 mil desabrigados só na Bahia. É uma grande tragédia numa época em que a gente costuma festejar o Natal e o fim de ano.


A vitória de Alex

Quem está festejando também é o jogador que começou no Grêmio, o Alex dos Santos Gonçalves, que estava enrolado na Indonésia, não podia sair, estava sem o passaporte.                                                          E o governo brasileiro entrou nessa dando apoio diplomático e jurídico ao atleta. E o clube em que ele jogava, unilateralmente, violou o contrato reduzindo o salário dele em 75%. Aí ele se queixou para a FIFA, e a FIFA puniu o clube e mandou o clube pagar as diferenças.                                  O clube ficou furioso e retaliou, dando uma queixa na polícia, dizendo que ele já estava com o visto de trabalho vencido na Indonésia, por isso estava em situação irregular e a situação ficou difícil para ele voltar para o Brasil em festas de fim de ano, para se reunir com a família.

O governo brasileiro entrou nessa, conseguiu a liberação dele também, e ontem eu vi um tweet do presidente Bolsonaro e do ministro de Relações Exteriores, o ministro França, anunciando que ele havia passado na alfândega, na migração em Jacarta. Estava em um voo da Emirates para Dubai, ia fazer escala em Dubai, de lá iria para São Paulo, e de São Paulo ia voltar para Porto Alegre onde ele começou a carreira esportiva.

 Alexandre Garcia, colunista - Gazeta do Povo - VOZES


segunda-feira, 2 de dezembro de 2019

A lição do Flamengo: brigar por todos os títulos - O Tempo

Equipe de Jorge Jesus não priorizou um campeonato específico e festeja conquista da Libertadores e do Brasileirão, um feito raro

A passagem do técnico português Jorge Jesus pelo futebol brasileiro já serviu para mexer com muitas questões arraigadas no esporte do país e uma das principais foi deixar claro que é importante - e pelo menos possível - brigar por todos os títulos possíveis. O Flamengo foi campeão da Copa Libertadores sem deixar o Campeonato Brasileiro de lado. Levou os dois - e chegou a ir longe na Copa do Brasil.

O estabelecido no futebol brasileiro é priorizar uma competição, o que nem sempre é garantia de títulos. Imaginem se o Flamengo tivesse deixado de lado o Brasileirão para focar na Libertadores, que estava sendo vencida pelo River Plate até os 43 minutos do segundo tempo? Poderia ter ficado sem nenhum dos dois títulos.
Claro que a receita do Flamengo é superior e que o clube carioca montou uma equipe de alto nível e muitos poderão argumentar que é difícil competir, que realmente é necessário escolher apenas um alvo. Eu tenho minhas dúvidas e, mesmo com o calendário maluco do futebol brasileiro, o Flamengo usou a maioria absoluta de seus titulares em todas as competições - até pelo fato de o elenco rubro-negro não ter peças do mesmo nível para reposição em praticamente todas as posições.

Nos acostumamos, especialmente quando a Libertadores era decidida no meio do ano, em ver clubes campeões continentais arrastando no restante do Brasileiro, usando reservas e, paradoxalmente, perdendo ritmo para a disputa do Mundial no final do ano. Ou clubes em fases mais avançadas da Copa do Brasil que simplesmente ignoram o Brasileirão. O Grêmio optou por brigar pelas copas apenas nos últimos dois anos e não ganhou nenhuma delas. Neste ano, depois que saiu da Libertadores, emendou uma série de vitórias que praticamente o garantiu no G-4. E quem garante que o Cruzeiro não disputaria o Brasileirão lá em cima nos dois últimos anos, quando venceu a Copa do Brasil?

Por isso, o feito de disputar em ritmo intenso e com foco em todas as competições é louvável. Certamente, as conquistas do Flamengo vão deixar uma pulga atrás da orelha de muitos clubes e comissões técnicas que abrem mão de torneios importantes no Brasil.  Vale lembrar que, se considerar a unificação dos títulos da Taça Brasil, a última equipe que tinha vencido os dois torneios no mesmo ano foi o Santos, em 1962 e em 1963, mas a realidade era completamente diferente. O Santos disputou 5 jogos para levantar a taça nacional em 1962 e 4 em 1963. Já a Libertadores de 1962 foi conquistada após 9 jogos e o troféu de 1963 chegou após apenas 4 partidas. O feito deste ano, portanto, em um Brasileirão de 38 jogos e uma Libertadores com 13, é muito diferente.

PS 1: As conquistas do Flamengo ainda não apagam a mancha em relação às indenizações devidas para as famílias que perderam de forma trágica dez crianças no início do ano, no Ninho do Urubu. Com ainda mais grana no bolso, é um bom momento de o clube quitar essa pendência e ficar de bem com todos.
PS 2: A postura de torcedores e jogadores do River Plate no estádio em Lima foi exemplar. Os fãs não deixaram as arquibancadas enquanto os atletas não receberam as medalhas do vice-campeonato. E todos esperaram o Flamengo receber seus prêmios. Fica também esse exemplo - além da estratégia de Gallardo. O River fez uma partida bem equilibrada e anulou jogadores-chave do Flamengo na maioria do jogo. Segue forte. 

 O TEMPO - Frederico Jota




segunda-feira, 25 de novembro de 2019

Flamengo é campeão brasileiro após vitória do Grêmio sobre o Palmeiras - O Globo



Gaúchos derrotaram os paulistas por 2 a 1, em São Paulo, neste domingo

Enquanto os jogadores do Flamengo faziam a festa pelo título da Libertadores com a torcida (antes de o caos se instalar na dispersão no centro do Rio), Palmeiras e Grêmio, em São Paulo, davam o pontapé inicial na partida que podia dar o campeão brasileiro ao rubro-negro. Já a caminho de casa, os jogadores celebraram o título com a vitória por 2 a 1 dos gaúchos.





Jogadores do Flamengo comemoram o título da Libertadores, Pouco depois, o clube festejou o título do Brasileiro Foto: Antonio Scorza / Antonio Scorza
Jogadores do Flamengo comemoram o título da Libertadores, Pouco depois, o clube festejou o título do Brasileiro Foto: Antonio Scorza / Antonio Scorza
Se na comemoração em cima do trio o atacante Gabigol entrou na onda da torcida e cantou que o "Palmeiras não tem Mundial", o time paulista, em campo, tentou estragar a celebração antecipada logo no início. Mas Borja não aproveitou a chance que teve aos três minutos. O Grêmio não estava em campo pelo Flamengo. Mas pouco fazia por si. O time gaúcho ainda não havia  confirmado a vaga na Libertadores. A vitória seria um passo importante na conquista do quarto lugar. 

Num primeiro tempo de quase dar sono, o empate era o placar  realmente justo. Também um dos possíveis para a festa do Flamengo não acabar tão cedo. Mas naquele momento em que os jogadores de Palmeiras e Grêmio desceram para o intervalo, a desordem já tinha tomado conta das ruas do Rio. Os atletas do Flamengo se abrigavam no Batalhão de Choque de onde pegariam o ônibus do clube e cada um tomaria seu destino.


Entre fotos, autógrafos e reencontros com familiares no Batalhão, os jogadores não viram o início do segundo tempo. Foi uma partida mais aberta. Logo com mais chances de gol. O Palmeiras, que perderia o segundo lugar em caso de derrota,  surgiu com mais ímpeto na área de Paulo Victor. Zé Raphael e Bruno Henrique, no entanto, pararam na defesa.

O Grêmio, por outro lado, sempre pode contar com Everton. O craque do time conseguiu, aos poucos, achar os espaços necessários e se infiltrar na defesa palmeirense. Foi numa dessas que ele foi derrubado na área, aos 22 minutos, por Gustavo Gómez. Pênalti marcado.
Neste momento, os jogadores já estavam no ônibus a caminho de casa ou do CT do Ninho do Urubu. E, lá de dentro, viram Cebolinha abrir o placar aos 24 minutos. Faltavam pouco mais de 20 minutos para o grito de campeão.

Mas o Palmeiras jogava em sua casa e não entregaria o título assim tão facilmente. Empurrado pela torcida, o time de Mano Menezes pressionou o Grêmio. Num lance bobo, Dudu se preparou para dominar a bola na área e Cortez empurrou o atacante. Mais um pênalti. Aos 37 minutos, Bruno Henrique cobrou e empatou o jogo.
Resultado ainda não tirava o Brasileiro do Flamengo. Só a virada seria possível. O Palmeiras não desistiu até o fim. Mas não fez como o rubro-negro e ainda levou o segundo gol num contra-ataque do Grêmio com Pepê.

O Globo

 


domingo, 8 de setembro de 2019

Documentário sobre Os Trapalhões revela a prepotência de Renato Aragão e Rogério Ceni se diz ‘envergonhado’

O ressentimento de Dedé, Mussum e Zacarias é um dos componentes de 'Trapalhadas sem Fim', que está em fase de montagem

Gerações de brasileiros conviveram, uma vez por semana, com o humor caricatural e sem filtros produzido por Os Trapalhões, um dos maiores fenômenos da TV nacional. Eram outros tempos, e Didi (Renato Aragão), Dedé (Manfried Sant’Anna), Mussum (Antônio Carlos Gomes) e Zacarias (Mauro Faccio) despejavam piadas inconvenientes sobre mulheres, homossexuais, negros, nordestinos e pobres em geral em pleno horário nobre, sem que ninguém reclamasse. Pelo contrário, faziam tremendo sucesso, e assim continuaram ao longo de trinta anos — um recorde mundial de permanência de programa humorístico no ar, devidamente registrado no Guinness

Muito já se escreveu sobre a trajetória dos quatro, mas nem tudo foi contado. Uma série-documentário em fase de montagem, à qual VEJA teve acesso exclusivo, trata justamente dos ângulos não revelados da longa convivência dos palhaços que a audiência amou e aplaudiu durante décadas. Os bastidores abertos ao longo dos 62 depoimentos colhidos para a realização de Trapalhadas sem Fim, do diretor Rafael Spaca, expõem uma relação conturbada, com boa dose de ressentimento e divergências artísticas, de um lado, e de arrogância e autoritarismo, de outro, entre os três coadjuvantes — Dedé, Mussum e Zacarias — e Renato Aragão, o cabeça inconteste e o único multimilionário do grupo.

(...)

Victor Lustosa, diretor assistente dos filmes dos Trapalhões até o fatídico 1983, conta a reação furiosa de Renato Aragão ao ouvir que estava de partida para a produtora rival. “Ele me falou: ‘você vai morrer de fome e não venha bater na minha porta depois’.” Mais cruel ainda foi a forma como dispensou sumariamente os três ex-colegas, ainda segundo Lustosa: “Não preciso deles. Posso fazer a mesma coisa tendo um cachorro, um macaco e um veado”. Não foi a primeira, nem a última, ofensa pessoal de Didi a Dedé, Mussum e Zacarias. 

(...)

Em VEJA, MATÉRIA COMPLETA

Rogério Ceni se diz ‘envergonhado’ e ameaça deixar o cargo no Cruzeiro

'Lamento a situação vivida hoje e na Copa do Brasil', afirmou o treinador, após goleada, por 4 a 1, diante Grêmio

Rogério Ceni demonstrou todo seu descontentamento após a goleada, por 4 a 1, sofrida pelo Cruzeiro, neste domingo, no Independência, diante do Grêmio, pela 18.ª rodada do Campeonato Brasileiro.
“Estou envergonhado. Preferia não estar aqui. Venho por educação. Lamento a situação vivida hoje e na Copa do Brasil. Temos que fazer diferente. Mesmo que a gente apanhe, nos próximos jogos, a atitude vai ter que ser diferente”, afirmou o treinador, em entrevista coletiva.

(...)

“Meu respaldo é meu trabalho. Acho que tentamos tudo que era possível com essa formação. Mas isso vai mudar, temos que fazer uma mudança drástica, de atitude e de mentalidade de jogo. Vamos fazer uma intertemporada durante o campeonato para melhorar toda essa situação. Se eu for o treinador, é o que temos que fazer”, afirmou o comandante cruzeirense, que não quis polemizar após as críticas feitas por Thiago Neves, após a eliminação na Copa do Brasil.

“Desconheço conversa entre jogadores e direção. Não estamos aqui para crucificar o Thiago (Neves), que dentro das melhores condições e cabeça boa, é um jogador importante. Às vezes, o que aconteceu, foi que ele viu um amigo (Edílson) no banco.”

“A gente tem que parar de sonhar com essa coisa de Libertadores. Temos que enfrentar a realidade. A realidade é que o time briga contra o rebaixamento. No momento, temos que nos manter fora da zona. Temos Palmeiras e Flamengo (próximos jogos). Não estou pedindo mais jogadores. Peço um tempo para trabalhar mais os jogadores”, disse Ceni, que revelou o desejo de fazer uma intertemporada durante o Brasileiro.

Em Veja/Placar, MATÉRIA COMPLETA


 

quarta-feira, 1 de novembro de 2017

TOSTÃO - Futebol não é para os crédulos


Milhares de razões da astronômica ascensão e queda do Corinthians já foram abordadas, um milhão de vezes, na mídia, nas ruas e nos botequins. Alguns psicólogos do esporte pensam que houve um relaxamento do time, como mostrou, nesta terça (31), matéria da Folha. Novas estatísticas surgem a cada dia, para tentar explicar o fenômeno. Se o Corinthians não for campeão, haverá uma mega congresso, com os maiores catedráticos nos assunto.

Como sou metido a entendido, tenho também minhas teorias, que têm grandes chances de estarem erradas. Pela lógica do caos, do acaso e dos mistérios da mente, os jogadores entraram em pânico, em vez de relaxarem, quando perceberam, no início do 2º turno, que seria um vexame perder o título, pois estava muito fácil ser campeão. Até o sensato Carille perdeu o bom senso, ao pôr, ao fim de vários jogos, um excesso de atacantes, o que diminuiu organização e chance de vitórias.

Começaram as comparações entre Carille e Valentim. Se o Palmeiras for campeão, Valentim será endeusado, como foi Carille no primeiro turno. Já o técnico do Corinthians, poderá ser, se brilhar, no primeiro semestre de 2018, o Valentim do fim de 2017. As coisas vão e voltam, especialmente as análises sobre a qualidade dos técnicos.  Os melhores treinadores, ou melhor, os que ganham mais títulos, sobretudo os campeonatos por pontos corridos, são os que dirigem as equipes com os melhores jogadores. [custa reconhecer, mas, existe uma exceção: o 'zé ruela' técnico do MENGÃO; aliás, pior que o 'zé ruela' só o Mano  Menezes.]  Há exceções, pontuais. Um técnico inferior pode, surpreendentemente, ganhar um grande título, passar a dirigir as mais fortes equipes e ter mais sucesso que um outro superior, que não teve as mesmas chances. O melhor é relativo.

Parafraseando Tom Jobim, o futebol não é para os crédulos, ingênuos.

Empate
Antes do jogo contra o Cruzeiro, parecia, pelos programas esportivos e pelas conversas de rua, que o Palmeiras já se preparava para conquistar a liderança contra o Corinthians, no próximo fim de semana.

O Palmeiras jogou bem, criou chances de gol, pela qualidade de seus atacantes e pela pressão por jogar em casa, mas mostrou problemas defensivos. O time avançava a marcação e deixava espaços na defesa, ainda mais que não tem defensores de qualidade. O Cruzeiro, no início do segundo tempo, fez um gol e teve chance de fazer o terceiro. Aí, Mano Menezes trocou Arrascaeta por mais um volante, Lucas Silva. O time não melhorou a marcação, não teve mais contra-ataque e foi sufocado, até sofrer o gol de empate.

Decisões
No Fla-Flu que define a classificação na Sul-Americana, três jogadores me chamam a atenção: o jovem Scarpa, 23, que, se jogasse em um time de grandes jogadores teria chance de evoluir e se tornar um meia excepcional; Juan, 38, um dos grandes zagueiros da história do futebol brasileiro, ainda melhor que os outros; e Vinícius Jr., que passou da hora de ser mais bem aproveitado no time titular do Flamengo. [o desprezo por Vinicius Jr é mais uma das falhas do 'zé ruela' - o pior é que parece que o Vinicius está esquecendo o que é jogar;  entrou no Flamengo como promessa e tudo indica vai embora ainda prometendo.]

O Grêmio está praticamente na final da Libertadores.
Se houver uma zebra e o time ser eliminado, após vencer o Barcelona por 3 a 0, e, ao mesmo tempo, o Corinthians perder o título, o que era inimaginável ao término do primeiro turno do Brasileiro, serão situações tão surpreendentes quanto um corrupto e seus aliados apoiarem a Lava Jato.


Fonte: Blog Perca Tempo



sexta-feira, 27 de outubro de 2017

Fifa reconhece títulos de Flamengo, Grêmio, Santos e São Paulo como mundiais

A Fifa reconheceu como oficiais os títulos obtidos por clubes sul-americanos e europeus entre 1960 e 2004, através do antigo Mundial Interclubes. Mas deixou de fora torneios como a Copa Rio de 1951, vencida pelo Palmeiras. Nesta sexta-feira, na reunião do Conselho da Fifa realizada em Calcutá, na Índia, a entidade aprovou a proposta da Conmebol e, assim, espera colocar fim a uma polêmica que dura anos.

[excelente notícia para nós, membros da Galera FLAMENGUISTA e um ótimo presente de São Judas Tadeu - Padroeiro do Flamengo e cujo dia é comemorado amanhã, 28 de outubro]

Nesta semana, o presidente da Fifa, Gianni Infantino, já havia antecipado ao Estado com exclusividade que a aprovação estava à caminho. Os europeus tinham dado uma sinalização também no sentido positivo. Em 2014, Joseph Blatter, ex-presidente da Fifa, atendeu a um pedido do ex-ministro do Esporte Aldo Rebello e enviou uma carta reconhecendo o título de 1951 como sendo uma conquista mundial para o Palmeiras. Neste ano, porém, a Fifa esclareceu que, ainda que reconhecesse o valor das disputas passadas, apenas poderia reconhecer como “oficial” os torneios promovidos por ela. Isso significava que não apenas o de 1951 estava descartado, mas também as disputas entre sul-americanos e europeus entre 1960 e 2004.

A Conmebol decidiu reagir e pedir oficialmente que o assunto fosse reconsiderado. Mas mesmo a entidade sul-americana reconhece que não tinha argumentos para defender que torneios antes de 1960 fossem considerados como oficiais. Alejandro Domínguez, presidente da entidade, explicou ao Estado que o ano de 1960 foi escolhido por conta do início da Copa Libertadores nesta data – a competição definia quem era o representante da região no Mundial Interclubes.

Para 1951, porém, o Mundial que o Palmeiras alega ter vencido ocorreu quando a Libertadores ainda não existia. Em 1952, o mesmo torneio – a Copa Rio – foi vencido pelo Fluminense.

Com o reconhecimento oficial da Fifa, portanto, são campeões mundiais pelo Brasil
o Flamengo (1981), Grêmio (1983), São Paulo (1992 e 1993) e o Santos (1962 e 1963). Corinthians, com os Mundiais de 2000 e 2012, e o Internacional com o de 2006, já eram oficialmente reconhecidos, assim como a conquista de 2005 do São Paulo.

Mas nem o Palmeiras e nem o Fluminense, por essa definição do Conselho da Fifa, podem ser considerados oficialmente como campeões mundiais de clubes.

Fonte: O Estado de S. Paulo

quinta-feira, 16 de julho de 2015

MENGÃO, apesar do inútil Cristóvão, segue na Copa do Brasil

Flamengo vence o Náutico e avança na Copa do Brasil

Vitória dá novo ânimo ao time para o jogo de sábado, contra o Grêmio, no Maracanã

O inútil, o infeliz, a praga do Cristóvão Borges, precisa ser detonado do Clube de Regatas Flamengo
O traste não fez nada e mesmo precisando vencer, insistiu na formação com três volantes.
 
Média boa. Paolo Guerrero comemora seu gol contra o Náutico: atacante já marcou duas vezes em dois jogos pelo Fla - Gilvan de Souza / Flamengo


Singela homenagem a um Retorno merecido: América retorna à elite carioca
 
Verdade a ser dita: O América merece muito mais integrar a elite carioca do que um tal de Botafogo, vulgo foguinho, ou um Vasco, o vasquito, ou o covarde Fluminense, o do cone Fred e do tapetão

A Divina Comédia do Diabo: como o América retornou à elite carioca

Para voltar à Série A após quatro anos, time bancado por torcida contratou aposentados e escalou até eletricista 

Provavelmente, em nenhuma cartilha do futebol está escrito que os ingredientes a seguir compõem a receita de um time vitorioso. Um clube sem dinheiro que escalou jogadores em fim de carreira, aposentados convencidos a retornar, coadjuvantes inexpressivos e até um eletricista. Pois foi assim que o América assegurou sua volta à primeira divisão carioca, de onde fora rebaixado em 2011, num 2 a 0 sobre o Americano, nesta quarta-feira.

quinta-feira, 7 de maio de 2015

Onze dos 12 grandes clubes do Brasil fecharam 2014 com déficit

Clube de Regatas Flamengo, o MENGÃO, foi o único a fechar 2014 com superávit
Os times brasileiros nunca receberam tanto dinheiro da televisão quanto em 2014. Porém, o ano da Copa do Mundo no Brasil ficou marcado por uma verdadeira catástrofe nas contas dos maiores clubes do país. Exceto pelo Flamengo, todos os outros 11 gigantes registraram déficits. Ou seja, gastaram mais do que arrecadaram. 

A lista conta com Corinthians, Palmeiras, São Paulo, Santos, Fluminense, Vasco, Botafogo, Cruzeiro, Atlético-MG, Internacional e Grêmio (ver números completos no fim da matéria)O campeão de prejuízo foi o Botafogo, que fechou 2014 com R$ 174,8 milhões. O clube carioca chegou a dever sete meses de direitos de imagens a seus atletas, que fizeram protestos e ameaçaram greve durante o Campeonato Brasileiro. O Fogão havia tido outros R$ 73,9 milhões de rombo em 2013.

O São Paulo também superou os R$ 100 milhões de prejuízo no último ano. Segundo o presidente Carlos Miguel Aidar, as dívidas bancárias foram a grande vilã. “Pagamos quase R$ 8 milhões por mês com juros e amortização da dívida. Também ficamos sem patrocinador master por quase meio ano”, justifica.

O Corinthians usou de uma manobra contábil para disfarçar seu déficit no balanço patrimonial de 2014: o clube incluiu R$ 327,5 milhões de receita do fundo de investimento imobiliário de seu estádio. Mas, na realidade, houve prejuízo de R$ 97 milhões. Somente com bilheteria, o Timão deixou de faturar R$ 25 milhões na comparação com 2013.

Nem o fato de terem dominado as competições nacionais livrou Atlético-MG e Cruzeiro do vermelho. O Galo, que ganhou a Copa do Brasil, amargou R$ 48,4 milhões de déficit, que tem muito a ver com o aumento no investimento no departamento de futebol profissional, de R$ 43,2 milhões. A Raposa, bicampeã do Brasileirão, fechou com R$ 38,6 milhões de déficit. É bom observar que os valores das vendas de Ricardo Goulart, Everton Ribeiro e Lucas Silva serão incluídos no balanço de 2015.

O Santos também teve números alarmantes: R$ 58,9 milhões de déficit e R$ 190 milhões de dívidas vencendo a curto prazo. Detalhe importante: o Peixe tem apenas R$ 15 milhões a receber nos próximos meses e já antecipou todas as receitas com TV em 2015.

O Palmeiras parece ter equacionado seus problemas financeiros, porém fechou 2014 com R$ 27,6 milhões. O que preocupa é que o presidente Paulo Nobre emprestou R$ 180 milhões ao clube desde que tomou posse, em janeiro de 2013. O dinheiro começa a ser devolvido a partir de maio - sempre que o Verdão registrar lucro mensal, 10% do faturamento irá para os cofres do presidente.

Vasco e Fluminense tiveram prejuízos modestos na comparação com os rivais. O Cruzmaltino, que jogou a Série B e portanto pôde montar um elenco mais barato, ficou no vermelho em R$ 13,6 milhões.  
Já o Tricolor carioca gastou R$ 7,1 milhões a mais do que arrecadou - havia tido prejuízo de R$ 3,3 milhões no ano anterior.

A exceção: O único grande que teve lucro foi o Flamengo, com incríveis R$ 64,3 milhões de superávit - foi o maior lucro da história de um clube brasileiro, superando o Santos de 2005, que fechara com R$ 63,1 milhões, impulsionado pelas vendas de Robinho e companhia.

A receita flamenguista para fechar no azul passou pelos R$ 115 milhões de faturamento com direitos de transmissão, pelos R$ 79,9 milhões em patrocínios, por R$ 40,1 milhões com bilheteria e outros R$ 30,3 milhões com o programa sócio-torcedor.

CLUBE / RESULTADO EM 2014 / RESULTADO EM 2013- Botafogo / R$ - 174,8 milhões / R$ - 73,9 milhões
- São Paulo / R$ - 100,1 milhões / R$ - 23,5 milhões
- Corinthians / R$ - 97,0 milhões / R$ - 10,6 milhões
- Santos / R$ - 58,9 milhões / R$ - 40,6 milhões
- Internacional / R$ - 49,1 milhões / R$ - 0,1 milhão
- Atlético-MG / R$ - 48,4 milhões / R$ -22,5 milhões
- Cruzeiro / R$ - 38,6 milhões / R$ - 22,8 milhões
- Grêmio / R$ - 31,6 milhões / R$ - 56,8 milhões
- Palmeiras / R$ - 27,6 milhões / R$ - 22,6 milhões
- Vasco / R$ - 13,6 milhões / R$ - 10,3 milhões
- Fluminense / R$ - 7,1 milhões / R$ - 3,3 milhões

- Flamengo / R$ 64,3 milhões R$ - 19,5 milhões


Flamengo teve superávit recorde na história do país (Jorge Rodrigues/Gazeta Press)