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terça-feira, 6 de junho de 2023

De ponta-cabeça - Liminar de Moraes de Alexandre impede indicação de Zanin ao STF - Paulo Polzonoff

Vozes - Gazeta do Povo

"Ensina-me, Senhor, a ser ninguém./ Que minha pequenez nem seja minha". João Filho.

Alexandre de Moraes mundo bizarro
Moraes de Alexandre: o ministro constitucionalista e virtuoso do mundo bizarro. - Foto: Montagem

Estou há quase um mês tentando escrever esta história que se passa no mundo bizarro. Aquele onde tudo é mais ou menos o contrário do nosso mundo real. Culpa de um amigo que me deu a ideia. Tremendo presente de grego, hein?! Agora, não se passa um só dia sem que eu me arrependa de ter aceitado a incumbência, com direito a “por que eu não pensei nisso antes?” e tudo.

O problema é que, desde que me pus a imaginar o mundo bizarro (que na verdade é só um Brasil bizarramente normal), não fui além do protagonista, inteligentemente batizado pelo amigo de Moraes de Alexandre. Que é o avesso, por dentro e por fora, do ministríssimo alexandríssimo de moraesíssimo, como se pode ver por suas longas madeixas loiras (foto) e por suas decisões rigorosamente constitucionais. “Juiz tem que ter justo” – essa é a frase pela qual, lá no mundo bizarro, Moraes de Alexandre há de ser lembrado. E admirado!

Mas minha imaginação só foi até aí. Porque para criar um Moraes de Alexandre capaz de, por exemplo, vetar a indicação de Zanin Cristiano ao FTS (o Federal Tribunal Superior), seria preciso bem mais do que lhe dar uma peruca de surfista e mudar a ordem do seu nome. 
Seria preciso torcer e torcer e torcer a lógica histórica. A tal ponto que a história ficaria incompreensível para o leitor. Afinal, como explicar que no mundo bizarro Lula tenha sido eleito presidente? E pela terceira vez? E ainda mais depois de uma campanha em defesa do voto auditável, encabeçada por ninguém menos do que Luís Roberto Barroso?
 
Aliás, convém explicar que, na época em que o amigo me deu a ideia, a indicação de Zanin ao STF era uma possibilidade que só os loucos hiperbólicos levavam a sério. Nem os petistas acreditavam que Lula desceria tão baixo.  
Por isso na história original Moraes de Alexandre nem cogitava dar uma liminar impedindo a palhaçada lulista e as decisões dele tinham a ver com Janones André, Rodrigues Randolfe, Dino Flávio. Esse povo aí. 
Tinha até uma parte em que multidões, lideradas pela tchurma da MPB, saíam as ruas em defesa da liberdade e da justiça.

Bizarramente normal
E aqui você, que é um leitor atento, percebeu mais uma incongruência da história. Não adianta. Pau que nasce torto, etc. Afinal, se Moraes de Alexandre fosse mesmo bizarramente normal, jamais censuraria quem quer que fosse. Logo, nesse Brasil de ponta-cabeça não haveria motivos nem mesmo para os octogenários da MPB se darem ao trabalho de protestar. (Viu como era difícil?).

O desafio, porém, estava posto e eu não sou desses que desistem diante do primeiro, segundo ou décimo obstáculo. Me sentei para escrever. “Vez uma era...”, comecei, na esperança de que a gracinha não passasse despercebida pelo leitor. Lula virou Lalu. Nas ruas, os carros andavam de ré. A chuva caía para cima. Osasco era ponto turístico. O Coxa era tricampeão da Libertadores. Homens vestiam roupas de mulheres e as mulheres... Se bem que é melhor parar por aqui.

Até que chegou a hora da indicação de Zanin ao FTS. Travei.
Porque no mundo bizarro como eu o imagino, Zanin Cristiano é um homem decente. Um advogado das antigas. Que defendeu Lalu não por interesse financeiro, afinidade ideológica ou ambição jurídico-política. Na história, Zanin Cristiano defendeu Lalu porque acreditava que até mesmo o político mais pilantra do mundo tinha direito à defesa. Não é assim no mundo normal?

De acordo com essa sua natureza bizarramente honesta, portanto, ao ser indicado por Lalu à vaga no STF ou FTS (já nem sei mais), o Zanin do mundo invertido se viu obrigado a recusar a questionável honraria – e bota questionável nisso! De modo que não haveria sequer indicação para Moraes de Alexandre vetar.

Diante desse impasse lógico e temendo que o excesso de ironia, referências e firulas tornasse o texto ilegível, sem falar na minha incapacidade de retratar as muitas dificuldades bizarras que enfrentamos à luz de um mundo minimamente normal, desisti. 
Ou, por outra, escrevi o texto que você lê neste momento. 
De qualquer forma, saiba que no mundo bizarro aquele milagre que não nos salvará, mas ao menos nos trará algum alívio, acabou de acontecer.


Notas: (1) peço desculpas ao meu amigo de fé e irmão camarada Jones Rossi. Não é a primeira vez que falho ao tentar dar forma a uma ideia dele; (2) queria ter publicado o texto de cabeça para baixo, com o último parágrafo no lugar do primeiro, e assim por diante. Só para constar.

Paulo Polzonoff Jr., colunista - Gazeta do Povo - VOZES

 

quinta-feira, 6 de outubro de 2022

Aqui jaz um instituto de pesquisa - Revista Oeste

Silvio Navarro

O primeiro turno das eleições é marcado pela desmoralização dos institutos de pesquisa que alimentaram o consórcio de imprensa a favor de Lula 

 O fim dos institutos de pesquisa | Foto: Montagem Revista Oeste/Shutterstock

O fim dos institutos de pesquisa | Foto: Montagem Revista Oeste/Shutterstock 

Desde 2020, quando a Revista Oeste começou a ser publicada, foram produzidas cinco reportagens sobre a indústria das pesquisas de intenções de voto no Brasil. A última delas, na edição 126, em agosto, dizia: os questionários das sondagens registradas na Justiça Eleitoral explicam o favoritismo de Lula — mas será que o eleitor ainda confia nelas? O resultado do primeiro turno no domingo, 2, não deixa mais dúvidas.

Pesquisa estimulada

O objetivo dessas reportagens nunca foi desconfiar da ciência estatística. Mas entender por que as pesquisas eleitorais erram tanto. Uma das respostas possíveis encontrada é a manipulação dos questionários, elaborados para induzir o entrevistado a responder aquilo que o instituto foi buscar nas ruas — em alguns casos, pelo telefone ou até pela internet. Por essa razão, Oeste escolheu não publicar nenhuma pesquisa desde as eleições municipais.

Capa da Revista Oeste, edição 96
-  Foto: Montagem Revista Oeste/Reprodução
A campanha eleitoral deste ano foi marcada por uma profusão de sondagens jamais vista. Ao menos 22 empresas forneceram serviços a veículos de comunicação, bancos, agências de publicidade, ramo imobiliário e associações de lojistas ou supermercados
Com o fim das manchetes da covid, as porcentagens sobre a corrida eleitoral passaram a inundar o noticiário do consórcio da imprensa. Todas elas apontavam para o mesmo norte: a dianteira de Lula para Jair Bolsonaro era tão grande que a eleição poderia ser resolvida no primeiro turno.

Na véspera das urnas, a vantagem do petista variava de 7 a 14 pontos. O placar final registrou 5 pontos. Todos os institutos erram — alguns, erraram feio. Dessa lista, dois casos desafiam a ciência estatística: o Datafolha, que pertence ao grupo Folha de S.Paulo/UOL/Piauí, e o Ipec (ex-Ibope), contratado pela Rede Globo. Ambos afirmaram que Lula tinha 14 pontos a mais do que Bolsonaro. No caso do Datafolha, o levantamento foi classificado como infalível pelos colunistas do consórcio porque ouviu 12.800 pessoas em 310 cidades, com margem de erro de 2 pontos percentuais.

Um fato é inequívoco nesse cenário: nenhuma empresa produziria tantos números sobre o falso favoritismo de Lula sem a certeza de que eles seriam publicados. Mais do que publicados, os dados foram analisados em tom de seriedade por analistas nas redações. Abasteceram centenas de peças de campanha eleitoral na TV, no rádio e nas redes sociais. Aliás, houve patrulha do consórcio contra quem achou que os números não correspondiam, por exemplo, às multidões que pintaram as ruas de verde e amarelo no 7 de Setembro. As imagens de cartazes com dizeres como “Datafolha, estou aqui”  rodaram o mundo.

Outro detalhe importante é que, neste ano, a velha mídia também decidiu quais pesquisas poderiam ou não ser utilizadas em defesa do “jornalismo profissional”. O UOL criou um selo de confiança — os editores escolheram as extremamente confiáveis, como o Datafolha, as mais ou menos confiáveis e as que são proibidas de ser divulgadascuriosamente, as que mostravam Bolsonaro empatado ou até à frente de Lula.

O consórcio também fechou o cerco ao Instituto Paraná. Como o resultado destoava do Datafolha e do Ipec, o grupo publicou uma reportagem em tom de denúncia afirmando que o concorrente recebeu R$ 2,7 milhões do PL, partido de Bolsonaro. O dono da Paraná, Murilo Hidalgo, afirmou que sua empresa oferece serviços para partidos e governos, independentemente de corrente ideológica. Ele apresentou a lista de clientes. A Folha, contudo, reclamou, porque, como podem os dados não baterem com os do Datafolha, Ipec e Quaest? Alguns colunistas acusaram o Instituto Paraná de ser “bolsonarista”, algo inadmissível nas redações “progressistas”.

Além do selo de garantia do UOL, o jornal O Estado de S. Paulo criou um agregador de pesquisa. Trata-se de uma espécie de liquidificador de porcentagens coletadas em diferentes sondagens que resultam num placar final. O resultado dava 51% a 36% para Lula, que seria eleito já no domingo.

O principal problema na receita ilógica do Estadão é que não se podem consolidar números feitos por empresas diferentes, com metodologias diferentes, amostragens diferentes e questionários de perguntas diferentes. É algo como tentar fazer um consolidado dos resultados do Brasileirão; ou somar os gols de um mesmo time na Libertadores com os da Copa do Brasil.

Isso fica ainda mais claro quando se analisa o roteiro das perguntas apresentado ao eleitor. Foi esse o tema da edição 62 de Oeste, já em maio do ano passado. Naquela época, as intenções de voto em Lula em cinco empresas variavam de 29 a 41 pontos, e as de Bolsonaro de 23 a 37 pontos. Os institutos funcionavam como birutas de aeroporto, até que alguns se uniram ao pool das redações da velha imprensa — o que explica a calibragem de Datafolha, Ipec e Quaest na reta final.

Erros grotescos também ocorreram nas corridas estaduais. O trio cinco-estrelas (Datafolha-Ipec-Quaest) dos institutos, que têm nota máxima de confiabilidade, não disse em nenhum momento que Tarcísio Gomes de Freitas (Republicanos) liderava em São Paulo.  
Pelo contrário, revelou que ele estava atrás de Fernando Haddad (PT). Segundo o Datafolha da véspera, o petista vencia: 39% a 31%. O resultado foi 42% a 35% a favor de Tarcísio.

No Rio Grande do Sul, também houve falha. O Ipec disse que Eduardo Leite (PSDB) liderava com 36%, ante 27% de Onyx Lorenzoni (PL). O resultado foi 37% a 26% a favor de Onyx. Detalhe: Leite passou para o segundo turno por 2.441 votos de vantagem para o terceiro colocado — algo como alguns quarteirões de Porto Alegre ou Caxias do Sul.

Por que as pesquisas erram tanto

Lula agradece pelo apoio
Visivelmente abatido depois do susto das urnas, Lula fez questão de agradecer pelo apoio do consórcio da imprensa nos últimos meses. 
 
(...)

Nesta eleição, contudo, Lula provavelmente não teria chegado tão longe sem o apoio da militância de esquerda que tomou as redações. Junte-se a isso a necessidade da Rede Globo de renovar sua concessão pública, o que explica a postura de William Bonner ao anunciar que Lula “não deve nada à Justiça” na sabatina do Jornal Nacional. Outros jornais também têm sofrido sem as verbas polpudas da Secom (Secretaria de Comunicação da Presidência da República).

Jair Bolsonaro também comentou o papel do consórcio de imprensa depois do primeiro turno. Disse que, talvez, o resultado seria outro sem o empenho das redações.

“Vencemos a mentira, o Datafolha dava 50% a 36%. Desmoralizou de vez os institutos. A diferença foi outra, isso ajuda a levar votos para o outro lado e vai deixar de existir (…) “Acho que não vão continuar fazendo pesquisa” (Jair Bolsonaro)

É provável que os institutos continuem oferecendo seus serviços. O consórcio de imprensa deve continuar comprando. Mas o eleitor brasileiro respondeu que não quer mais. A fábrica de pesquisas faliu. É melhor mudar de negócio.

Leia também “Adolfo Sachsida: ‘Os marcos legais de mineração são ultrapassados'”

Silvio Navarro, colunista - Revista Oeste

 

terça-feira, 2 de novembro de 2021

Flamengo trata Brasileiro como lucro em maratona de novembro e ainda tenta ajustes na tabela

Comissão técnica vai preservar atletas de olho em final da Libertadores

A vitória sobre o Atlético-MG deu sobrevida ao Flamengo, mas o clube trata o Brasileiro como lucro na maratona que se inicia antes da final da Libertadores.


 
O jogo de hoje, 16h, contra o Athletico-PR, em Curitiba, válido pela quarta rodada, fará com que o time de Renato Gaúcho dispute uma decisão a cada três dias, frase repetida pelo técnico nas últimas semanas.

Ainda nesta semana, na sexta-feira, contra o Atlético-GO, no Maracanã, o rubro-negro irá igualar o número de jogos do Atlético-MG. Serão sete partidas em 19 dias.

Por isso, a orientação da comissão técnica, em acordo com a diretoria, é só utilizar quem estiver 100% fisicamente e sem riscos de lesão. O zagueiro David Luiz, totalmente recuperado, por exemplo, será preservado da partida em grama sintética.

O Flamengo ainda não terá Arrascaeta, que tem a recuperação no prazo de 30 dias ainda dentro do previsto. Seguem fora também Diego e Filipe Luís, os últimos a se lesionarem, e Rodrigo Caio, com dores no joelho. Sem falar em Pedro, em recuperação da cirurgia no joelho, e Bruno Henrique, suspenso.

Nas contas da diretoria, a briga pelo título com o Atlético-MG acontece em posição desfavorável pela remarcação de jogos em função de convocações. Por isso, o clube tenta ainda adiar o fim do Brasileiro. E quer remanejar o jogo do dia 24 contra o Sport, pois já terá que viajar para o Uruguai para a final. [milhares de torcedores do MENGÃO aproveitam para exigir do 'técnico' Tite, aglomerador de pernas de pau no timinho que desavisados chamam de seleção brasileira, para NÃO CONVOCAR jogadores do Flamengo para o seu timinho. As convocações dos craques do CLUBE DE REGATAS FLAMENGO - MENGÃO, prejudicam os nossos jogadores = convivência com perna de pau contamina. Portanto, senhor Tite convoque jogadores dos times que são adversários do MENGÃO.]

Até o fim do campeonato por pontos corridos, serão 13 partidas do clube carioca em 39 dias, contra 12 dos mineiros em 45 dias. A ideia do Flamengo é que o Brasileiro vá até o dia 15 para equilibrar tudo em 14 datas.  "Temos insistido com a CBF para mudarem o final do Brasileiro para o dia 15/12, pois teríamos 14 datas.Acabando dia 9,favorece ao Atlético MG, porque o Flamengo terá feito 13 jogos em 39 dias e o Atlético 12 em 45 dias", argumentou o vice de relações externas Luiz Eduardo Baptista.

Confira a sequência:

2/11 – Athletico-PR (fora)

5/11 – Atletico-GO (casa)

8/11 – Chapecoense (fora)

11/11 – Bahia (casa)

14/11 – São Paulo (fora)

17/11 – Corinthians (casa)

20/11 – Internacional (fora)

24/11 Sport

27/11 – Palmeiras (neutro)

Diogo Dantas, colunista - O Globo - Esportes


quinta-feira, 30 de setembro de 2021

Finalista, Flamengo atinge a maior sequência invicta da história da Libertadores

Rubro-negro também superou o Corinthians (2012-2013) e é dono da maior invencibilidade brasileira na história do torneio

Após vencer novamente o Barcelona, nesta quarta-feira, em Guayaquil, o Flamengo fez história: chegou a 17 jogos de invencibilidade (11 vitórias e cinco empates) e atingiu a maior invencibilidade um clube na história da Libertadores. O rubro-negro está empatado com o Sporting Cristal, do Peru (1962-1969), que também atingiu este feito.

Recorde:Renato Gaúcho se isola como técnico com mais vitórias na história da Libertadores

De quebra, o Flamengo superou o Corinthians e está isolado como o clube com a maior invencibilidade entre brasileiros na história do torneio. O recorde do alvinegro paulista é de 16 jogos, conquistados entre 2012 e 2013. 

Maiores invencibilidades:

  • 17 jogos: Flamengo (2020-2021)
  • 17 jogos: Sporting Cristal-PER (1962-1969)
  • 16 jogos: Corinthians (2012-2013)
  • 15 jogos: América de Cali (1980-1983)
  • 14 jogos: River Plate (1977-1978 e 2018-2019)
  • 14 jogos: Newell's Old Boys-ARG (1992)
  • 14 jogos: Cruzeiro (1998-2004)

Antes da atual sequência, o recorde do Flamengo na Libertadores tinha sido de 13 jogos (nove vitórias e quatro empates), alcançado entre as edições da Libertadores de 1984 (quatro jogos) e 1991 (nove jogos).

O Globo

 

quarta-feira, 2 de dezembro de 2020

Corujão: Terror ataca cidades brasileiras no alto da noite Tiros, pessoas feito reféns, agências bancárias assaltadas - Blog do Noblat

Tiros, pessoas feito reféns, agências bancárias assaltadas

Em linha reta, 3.630 quilômetros separam Criciúma, em Santa Catarina, de Cametá, no Pará, às margens do Rio Tocantins. A distância levaria pelo menos 50 horas para ser vencida. No curto período de 24 horas, o terror se abateu sobre as duas cidades e sua face foi a mesma: homens mascarados, pessoas feitas reféns, armamento pesado e fuzilaria intensa. 

[as principais causas das ações do 'novo cangaço' - nada a ver com 'nova república', exceto aquele ser consequência desta - são:
- a política de priorizar os 'direitos dos manos' = 'direitos dos bandidos' em relação aos direitos humanos dos humanos direitos;
- a política orquestrada de desmoralização da autoridade policial -  qualquer crime, qualquer manifestação, que resulte ou decorra de uma  ação policial os policiais são apresentados como os culpados. Não perdem tempo, investigando, ouvindo testemunhas. Antes de qualquer apuração grande parte da imprensa sentencia: violência policial, violência de agentes de forças privadas de segurança e sempre buscam maximizar aspectos que possam sustentar, ainda que por horas, tal versão = o lema: a primeira impressão é que fica, passa a ter força de decreto.

Os policiais ficam temerosos de executar o seu dever, cumprir a missão primeira da força policial: segurança para a população. 
Abordar um veículo suspeito é uma ação que além dos riscos inerentes a sua execução, pode resultar - basta um bandido morrer na operação - em acusações infundadas contra os policiais participantes, que quase sempre são vítimas de prisões precipitadas, inquéritos e punições = quando inocentados, a notícia da absolvição não é publicada ou quando publicam, em um canto de página.
 
O bandido, ou bandidos, tem a certeza de que sempre terão a simpatia das notícias de primeira hora.]

O alvo: agências bancárias destruídas com o uso de explosivos para a remoção de caixas eletrônicos. Uma agência em Criciúma na madrugada de ontem. As quatro de Cametá nesta madrugada. A polícia dormia quando os assaltantes chegaram em Criciúma e Cametá. Quando foram embora, jogaram do alto dos carros cerca de 800 mil reais recolhidos por moradores de Criciúma.

Em Cametá não foram tão generosos. Deixaram um morto estirado à beira da calçada às portas do quartel da Polícia Militar. A ação de guerra em Criciúma foi executada por 30 bandidos em 10 carros. Com essas proporções, foi a maior da história de Santa Catarina. Não se sabe ainda quantos bandidos invadiram a área central de Cametá. Sabe-se que fugiram em carros e em lanchas pelo rio.

Um grupo de homens assistia em um aparelho de televisão da praça de Cametá ao jogo que tirou o Flamengo da Libertadores quando foi surpreendido com a chegada dos bandidos. Ali, e em outros pontos ainda acordados da cidade, os bandidos capturam mais de 30 pessoas para as utilizarem como escudos de maneira a impedir a reação da polícia.

No caso de Criciúma, os bandidos foram ainda mais audaciosos. Dispararam contra o quartel da polícia, estacionaram um caminhão gigante à sua saída para bloqueá-la e tocaram fogo nele.  Ninguém foi preso em Criciúma e em Cametá. Ou melhor: em Criciúma foram presas quatro pessoas que recolhiam o dinheiro que voou pelas ruas. Uma delas depois de dizer: “Fiquei rico”. A noite em Macapá, capital do Amapá, a 1.697 quilômetros de distância de Cametá por estradas, não foi menos infernal. Faltou luz E o carapanã, mosquito sugador de sangue, atacou em bando.

Blog do Noblat - Ricardo Noblat, jornalista - VEJA

Correio Braziliense, saiba mais:  Ataques em Criciúma: truculência e armas são típicas do crime de 'Novo Cangaço',

 

quarta-feira, 23 de setembro de 2020

Os ecocanalhas pagam mico

.Edição do Alerta Total 

O falso otimismo, quase sempre, distorce a análise correta da realidade. Um exemplo fresquinho: o Flamengo venceu o Barcelona!!! Bacana, ganhar é bom demais... Só que foi o Barcelona de Guaiaquil... Time mediano, porém forte na disputa do Campeonato do Equador. Jogando com preparo físico deficiente, o Mengão dificilmente venceria o excelente time espanhol no qual joga o Messi. O recente triunfo na Libertadores – com metade do time desfalcado por Kung Flu - foi milagroso

Pior que o otimismo inocente é a análise canalha. O Presidente Jair Bolsonaro, novamente, foi vítima dela. A extrema mídia e o ambientalismo estelionatário, previsivelmente, meteram o pau no discurso brasileiro na abertura da sessão anual da Organização das Nações Unidas. Bolsonaro apenas falou o que tinha de ser dito. Apesar da sabotagem midiática, do terrorismo ecochato e da incompetência da máquina estatal, o Brasil é um dos países que mais preserva o meio ambiente.

A Amazônia brasileira é nossa (perdão pela redundância). Só precisamos cuidar da região e de seus diferentes biomas com mais competência, presença humana e do Estado. A Amazônia tem de ser conservada (explorada economicamente de forma racional, inteligente, para que se desenvolva respeitando sua biodiversidade e riquezas). Felizmente, essa missão de definir estratégias para cuidar corretamente da Amazônia está a cargo do vice-Presidente Antônio Hamilton Mourão – um gestor organizado e que conhece a realidade amazônica.

Vamos avançar, apesar da oposição burra que cada vez tem menos influência. A economia volta a andar, depois do pandemônio. A briga segue animada. 

Por Jorge Serrão


quinta-feira, 28 de novembro de 2019

Adendos aos “jesuítas” do Mengão do Bilhâo - Blog Alerta Total

Historicamente, os poderosos sempre deram o circo e o pão para a massa  (ignara ou pretensamente culta). Futebol é considerado um dos ópios do povo – junto com a religião, a ideologia e por aí vai... No caso esportivo, o culto à competição serve como válvula de escape para compensar tragédias e ansiedades do cotidiano. Uns perdem, outros têm a ilusão da glória, e o escravizante controle social segue adiante.

O fato concreto é que o Esporte Profissional, além de mexer com as massas, movimenta somas impressionantes de dinheiro. O Clube de Regatas do Flamengo se prepara para ganhar um “campeonato” inédito
Depois de vencer, sábado passado, a Copa Libertadores da América e, no domingo, sem entrar em campo, o título do Campeonato Brasileiro com cinco rodadas de antecedência, o Mengão está prestes a comemorar o primeiro título de faturamento acima de R$ 1 bilhão em um ano.

A equipe do site Bons Investimentos (https://bonsinvestimentos.com.br/) acaba de concluir um estudo que acompanha essa conquista inédita do Flamengo – que até três anos atrás era um clube com perigoso endividamento. Cálculos da Somoggi mostram que, chegando à final do campeonato mundial interclubes, o Flamengo pode atingir um patamar de receita próximo a US$ 250 milhões, cifra que se aproxima de R$ 1 bilhão (considerando a cotação atual do dólar acima de R$ 4,00).

Até o fim de setembro de 2019 (segundo balancete trimestral), o Flamengo tem um excelente valor apurado de receita: Venda de atletas (Paquetá, Uribe, Jean Lucas, Léo Duarte, Trauco e Cuéllar): R$ 295,0 milhões; TV: R$ 161,3 milhões; Bilheteria / Sócio-Torcedor: R$ 105,4 milhões; Publicidade: R$ 52,0 milhões; Social: R$ 29,0 milhões; Outras: R$ 12,7 milhões.

Os triunfos do Flamengo refletem no lado financeiro. Títulos rendem muita grana: Taça Guanabara – R$ 1 milhão; Campeonato Carioca – R$ 3,5 milhões; Libertadores – R$ 85 milhões; Copa do Brasil – R$ 2,4 milhões (até as quartas de final); Brasileiro – R$ 33 milhões; Mundial Interclubes – R$ 20 milhões (se vencer).

O desempenho econômico do Flamengo é tímido se comparado ao de outros grandes times europeus, tais como o principal rival no Mundial Interclubes, Liverpool, que fatura cerca de US$ 600 milhões (aproximadamente R$ 2,5 bilhões). O clube inglês tem elenco oito vezes mais caro que o “Mais Querido do Brasil”. Mesmo assim, vale celebrar que o Flamengo tem receitas superiores a alguns times da Premier League, como, por exemplo, o inglês West Ham, que fatura cerca de US$ 200 milhões.

A Nação Rubro-Negra pergunta, apostando na resposta positiva: o Flamengo continuará vencendo? Em entrevista à Fox Sports, Jorge Jesus se definiu como “nem melhor nem pior, que outros treinadores brasileiros: “Sou diferenciado”. Apenas isto. Jesus usou corretamente a estrutura para transformar o time em uma máquina de vitórias, a partir de postulados táticos ofensivos, porém com marcação no campo de ataque e velocidade na retomada de bola do adversário.
Jesus tem contrato com Flamengo até 31 de maio de 2020, mas tem uma cláusula que permite, em dezembro, ou o Clube demiti-lo ou ele pedir para sair. A janela de saída é improvável. Ainda mais se conquistar o Mundial de Clubes da Fifa. O Mengão tem boas chances, mas é bom ressalvar que o futebol europeu tem consistência tática para dobrar o jeito sulamericano de atuar em 4-4-2.

Os “jesuítas” não deixam de ter razão: Jesus revolucionou no jeito de jogar do Flamengo? Muitos avaliam que sim. No entanto, os adversários do Brasileirão não chegaram ao pé do Mengão. O próprio River Plate, que chegou a promover um nó tático no jogo derradeiro da Libertadores, demonstrou fraqueza defensiva no final da partida. Não soube segurar o resultado favorável, psicologicamente.

O bom senso recomenda cautela sobre a força do time campeão do Flamengo. Pragmaticamente, o elenco é vencedor. No entanto, em termos de efetiva qualidade futebolística, o Flamengo tem algumas falhas perigosas. A defesa erra além do normal, e costuma dar muito trabalho do goleiraço Diego. Falta mais toque rasteiro de bola, com objetividade ofensiva, e não com passes inúteis para o lado ou para trás.

Outra deficiência que incomoda (e vale para a quase totalidade do futebol brasileiro): são poucos (muito raros) os chutes a gol à média e longa distâncias. O time quase não gera chances para cobranças de falta perto e diante da grande área. Há demasiado exagero nos toques, em detrimento do foco em finalizações. Assim, os triunfos do Flamengo devem ser comemorados com toda intensidade, mas a torcida “jesuíta” não pode se iludir: o time ainda tem muito a melhorar tecnicamente para encarar outros grandes times do mundo. A sorte é que o jeito massacrante de buscar o gol ainda pode surpreender muitos adversários... No jogo da taça e das faixas contra o Ceará, foi assim... Faltando três rodadas para o fim do Brasileirão, o Mengão acumula impressionantes 77 gols a favor e 31 contra...

Quase no fim, uma galhofinha divina: Deus só dá título ao Flamengo, por milagre ou merecimento, porque Jesus é o treinador, e ainda tem João de Deus como auxiliar técnico. Assim é demais para os infernais adversários ou inimigos da Nação Rubro-Negra... Por fim, uma cobrança ética e moral. Por que, com um faturamento perto do bilionário, o Flamengo não separa um dinheiro e paga uma indenização justa (se é que isto é possível) às famílias dos 10 meninos mortos no incêndio do Ninho do Urubu? [cobrança que endossamos e reforçamos;
agora um alerta sobre as aves agourentas, que torcem pelos times adversários ou são inimigos da Nação Rubro Negra, começam a agourar com insinuações que o MENGÃO não vai resistir ao assédio financeiro dos inimigos de outros continentes.
Grandes vitórias são possíveis, mas, DEUS só ajuda a quem se ajuda, títulos só são conquistados por times com grandes jogadores.] 
Transcrito do ALERTA TOTAL - Jorge Serrão, jornalista

domingo, 17 de novembro de 2019

Flamengo pode ser campeão brasileiro sem entrar em campo no próximo fim de semana; saiba como


Rubro-negro depende de um tropeço do Palmeiras, ou de uma vitória na próxima rodada, para ser campeão

Marcello Neves 
 

Gabigol comemora seu gol na Arena do Grêmio Foto: DIEGO VARA / REUTERS
Gabigol comemora seu gol na Arena do Grêmio Foto: DIEGO VARA / REUTERS

A rodada foi perfeita para o Flamengo e encaminhou o título brasileiro para a Gávea. Porém, ainda é preciso mais alguns resultados para que o troféu seja conquistado matematicamente. E isso pode acontecer já na próxima rodada, mesmo que o rubro-negro não entre em campo pelo Campeonato Brasileiro — estará focado na final da Libertadores, no próximo sábado, contra o River Plate.

Após vencer o Grêmio por 1 a 0, neste domingo, na Arena, e o vice-líder Palmeiras empatar com o Bahia, pelo mesmo placar na Fonte Nova, a conta ficou simples: o adversário paulista precisaria vencer todos os jogos restantes neste Brasileiro para ser campeão.

Ou seja, o Palmeiras teria que vencer 100% dos seus jogos restantes para atingir 83 pontos e ter alguma chance. Basta um empate nesta série para fazer o alviverde no máximo empatar os 81 pontos do Flamengo, mas ficar atrás na classificação por não conseguir atingir as mesmas 25 vitórias do rubro-negro. 

Caso o tropeço ocorra na próxima rodada, quando o Palmeiras enfrentará o Grêmio, no Allianz Parque, no domingo, o Flamengo tem a chance de ser campeão da Libertadores e do Campeonato Brasileiro no mesmo fim de semana.
Atualmente, o Flamengo é o líder do Campeonato Brasileiro com 81 pontos, uma distância de 13 do vice-líder Palmeiras, que soma 68. O próximo compromisso do rubro-negro pelo Brasileiro é contra o Ceará, dia 27 de novembro, às 21h30, no Maracanã.

O Globo

 

domingo, 8 de setembro de 2019

Documentário sobre Os Trapalhões revela a prepotência de Renato Aragão e Rogério Ceni se diz ‘envergonhado’

O ressentimento de Dedé, Mussum e Zacarias é um dos componentes de 'Trapalhadas sem Fim', que está em fase de montagem

Gerações de brasileiros conviveram, uma vez por semana, com o humor caricatural e sem filtros produzido por Os Trapalhões, um dos maiores fenômenos da TV nacional. Eram outros tempos, e Didi (Renato Aragão), Dedé (Manfried Sant’Anna), Mussum (Antônio Carlos Gomes) e Zacarias (Mauro Faccio) despejavam piadas inconvenientes sobre mulheres, homossexuais, negros, nordestinos e pobres em geral em pleno horário nobre, sem que ninguém reclamasse. Pelo contrário, faziam tremendo sucesso, e assim continuaram ao longo de trinta anos — um recorde mundial de permanência de programa humorístico no ar, devidamente registrado no Guinness

Muito já se escreveu sobre a trajetória dos quatro, mas nem tudo foi contado. Uma série-documentário em fase de montagem, à qual VEJA teve acesso exclusivo, trata justamente dos ângulos não revelados da longa convivência dos palhaços que a audiência amou e aplaudiu durante décadas. Os bastidores abertos ao longo dos 62 depoimentos colhidos para a realização de Trapalhadas sem Fim, do diretor Rafael Spaca, expõem uma relação conturbada, com boa dose de ressentimento e divergências artísticas, de um lado, e de arrogância e autoritarismo, de outro, entre os três coadjuvantes — Dedé, Mussum e Zacarias — e Renato Aragão, o cabeça inconteste e o único multimilionário do grupo.

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Victor Lustosa, diretor assistente dos filmes dos Trapalhões até o fatídico 1983, conta a reação furiosa de Renato Aragão ao ouvir que estava de partida para a produtora rival. “Ele me falou: ‘você vai morrer de fome e não venha bater na minha porta depois’.” Mais cruel ainda foi a forma como dispensou sumariamente os três ex-colegas, ainda segundo Lustosa: “Não preciso deles. Posso fazer a mesma coisa tendo um cachorro, um macaco e um veado”. Não foi a primeira, nem a última, ofensa pessoal de Didi a Dedé, Mussum e Zacarias. 

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Em VEJA, MATÉRIA COMPLETA

Rogério Ceni se diz ‘envergonhado’ e ameaça deixar o cargo no Cruzeiro

'Lamento a situação vivida hoje e na Copa do Brasil', afirmou o treinador, após goleada, por 4 a 1, diante Grêmio

Rogério Ceni demonstrou todo seu descontentamento após a goleada, por 4 a 1, sofrida pelo Cruzeiro, neste domingo, no Independência, diante do Grêmio, pela 18.ª rodada do Campeonato Brasileiro.
“Estou envergonhado. Preferia não estar aqui. Venho por educação. Lamento a situação vivida hoje e na Copa do Brasil. Temos que fazer diferente. Mesmo que a gente apanhe, nos próximos jogos, a atitude vai ter que ser diferente”, afirmou o treinador, em entrevista coletiva.

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“Meu respaldo é meu trabalho. Acho que tentamos tudo que era possível com essa formação. Mas isso vai mudar, temos que fazer uma mudança drástica, de atitude e de mentalidade de jogo. Vamos fazer uma intertemporada durante o campeonato para melhorar toda essa situação. Se eu for o treinador, é o que temos que fazer”, afirmou o comandante cruzeirense, que não quis polemizar após as críticas feitas por Thiago Neves, após a eliminação na Copa do Brasil.

“Desconheço conversa entre jogadores e direção. Não estamos aqui para crucificar o Thiago (Neves), que dentro das melhores condições e cabeça boa, é um jogador importante. Às vezes, o que aconteceu, foi que ele viu um amigo (Edílson) no banco.”

“A gente tem que parar de sonhar com essa coisa de Libertadores. Temos que enfrentar a realidade. A realidade é que o time briga contra o rebaixamento. No momento, temos que nos manter fora da zona. Temos Palmeiras e Flamengo (próximos jogos). Não estou pedindo mais jogadores. Peço um tempo para trabalhar mais os jogadores”, disse Ceni, que revelou o desejo de fazer uma intertemporada durante o Brasileiro.

Em Veja/Placar, MATÉRIA COMPLETA


 

quarta-feira, 24 de julho de 2019

Ibaneis foge dos problemas do DF - viajou para Guayaquil, Equador, assistir o jogo do Flamengo x Emelec, pela Libertadores

[o Mengão pede desculpas ao sofrido povo brasiliense; 

será que o Flamengo, que valoriza seus torcedores, compactua com o governador do DF, que deixa Brasília em situação de CAOS e vai torcer pelo MENGÃO na Libertadores?

A conduta de certos torcedores não honra a torcida do MENGÃO - time do povão e este é que está sofrendo devido a incompetência do governador Ibaneis.

Também quem mandou votar nele.]

 

A Saúde Pública do DF está um caos - melhor dizendo um CAOS CAÓTICO;

Hospital da Ceilândia super lotado;

Hospital do Gama os pacientes amontoados impedem até a circulação de carrinhos com roupa suja - fonte de contaminação;

Hospital de Santa Maria em situação de pânico, superlotação e falta de recursos.

Melhor dizer: todos os hospitais do DF estão em situação de CALAMIDADE PÚBLICA.

Até o Instituto que administra o Hospital de Base começa a 'dar defeito'. 

 Ibaneis já percebeu que não pode usar suas duas medidas prediletas:

- privatizar; e,

- demitir diretor.

Então viajou para Equador para curtir o jogo Flamengo x EMELEC.

Senhores deputados distritais, a Câmara Legislativa, não goza de bom conceito.

Mas, que tal começar um estudo sério para um RECALL ou mesmo o IMPEACHMENT de Ibaneis. 

Afinal a forma como está administrando Brasília não é um modelo de responsabilidade = Ibaneis não está agindo de forma responsável.

Isso é IRRESPONSABILIDADE. Pergunta-se: IRRESPONSABILIDADE é crime de responsabilidade que justifica IMPEACHMENT?

Editores do Blog Prontidão Total

 

 

quinta-feira, 30 de novembro de 2017

Grêmio bate o Lanús e conquista a Libertadores pela terceira vez

Fernandinho abriu o placar e Luan marcou um golaço nos 2 a 1, na Argentina

[O Grêmio merece os PARABÉNS e uma Nota de Comemoração pelo feito, mas, o que motiva mesmo comentar o título ganho pelos gremistas é lembrar à torcida daquele outro time, que está fazendo um estágio na segundona, que eles não estão com nada.

 

O Inter tem tudo para amanhã ser o América  do Rio, até a camisa - só que o América deixou e ainda deixa lembranças.

Viva o MENGÃO.]

OBJETIVO: RECONQUISTAR A AMÉRICA ✅

Zico parabeniza Renato Gaúcho pela Libertadores do Grêmio: 'merece'

Ídolo do Flamengo diz que tricolor gaúcho joga o 'melhor futebol no Brasil'



Parabens amigo Renato.Vc montou a equipe que joga o melhor futebol no Brasil e vc merece pelo grande profissional e caráter.Te espero no Jogo das Estrelas pois vc e sócio proprietario.

sexta-feira, 27 de outubro de 2017

Fifa reconhece títulos de Flamengo, Grêmio, Santos e São Paulo como mundiais

A Fifa reconheceu como oficiais os títulos obtidos por clubes sul-americanos e europeus entre 1960 e 2004, através do antigo Mundial Interclubes. Mas deixou de fora torneios como a Copa Rio de 1951, vencida pelo Palmeiras. Nesta sexta-feira, na reunião do Conselho da Fifa realizada em Calcutá, na Índia, a entidade aprovou a proposta da Conmebol e, assim, espera colocar fim a uma polêmica que dura anos.

[excelente notícia para nós, membros da Galera FLAMENGUISTA e um ótimo presente de São Judas Tadeu - Padroeiro do Flamengo e cujo dia é comemorado amanhã, 28 de outubro]

Nesta semana, o presidente da Fifa, Gianni Infantino, já havia antecipado ao Estado com exclusividade que a aprovação estava à caminho. Os europeus tinham dado uma sinalização também no sentido positivo. Em 2014, Joseph Blatter, ex-presidente da Fifa, atendeu a um pedido do ex-ministro do Esporte Aldo Rebello e enviou uma carta reconhecendo o título de 1951 como sendo uma conquista mundial para o Palmeiras. Neste ano, porém, a Fifa esclareceu que, ainda que reconhecesse o valor das disputas passadas, apenas poderia reconhecer como “oficial” os torneios promovidos por ela. Isso significava que não apenas o de 1951 estava descartado, mas também as disputas entre sul-americanos e europeus entre 1960 e 2004.

A Conmebol decidiu reagir e pedir oficialmente que o assunto fosse reconsiderado. Mas mesmo a entidade sul-americana reconhece que não tinha argumentos para defender que torneios antes de 1960 fossem considerados como oficiais. Alejandro Domínguez, presidente da entidade, explicou ao Estado que o ano de 1960 foi escolhido por conta do início da Copa Libertadores nesta data – a competição definia quem era o representante da região no Mundial Interclubes.

Para 1951, porém, o Mundial que o Palmeiras alega ter vencido ocorreu quando a Libertadores ainda não existia. Em 1952, o mesmo torneio – a Copa Rio – foi vencido pelo Fluminense.

Com o reconhecimento oficial da Fifa, portanto, são campeões mundiais pelo Brasil
o Flamengo (1981), Grêmio (1983), São Paulo (1992 e 1993) e o Santos (1962 e 1963). Corinthians, com os Mundiais de 2000 e 2012, e o Internacional com o de 2006, já eram oficialmente reconhecidos, assim como a conquista de 2005 do São Paulo.

Mas nem o Palmeiras e nem o Fluminense, por essa definição do Conselho da Fifa, podem ser considerados oficialmente como campeões mundiais de clubes.

Fonte: O Estado de S. Paulo

sexta-feira, 26 de maio de 2017

As finanças do Flamengo: mesmo minado pelo passado, o milagre econômico continua

Eduardo Bandeira de Mello é cobrado por títulos, mas nunca pôde gastar a riqueza que gerou. O jogo começou a virar em 2016 – e tudo indica que continuará a melhorar 

"O Flamengo tem a justa fama de clube mau pagador. Não tem transparência. Não tem qualidade na governança. Chega a ser irresponsável no papel de contribuinte. [...] Não vamos descansar enquanto não conseguirmos equacionar esse passivo que não é só financeiro. É ético. É moral." 




Eis um trecho do discurso de posse de Eduardo Bandeira de Mello, no distante 12 de dezembro de 2012, perante dezenas de conselheiros e da constrangida  antecessora  Patrícia Amorim. Relembrar a ocasião parece chover no molhado. Em quatro anos, o cartola recuperou as finanças do clube. Mais do que isso, colou em sua gestão um selo raro no futebol brasileiro: o da boa administração. Com justiça. E sob pressão. Por parecer tão rico, o time ganhou a obrigação de ser campeão – coisa que, de fato, fez pouco. Ainda mais agora, eliminado na fase de grupos da Libertadores, o coro aumenta. E os títulos, Flamengo?

[A eliminação precoce    na Libertadores atrapalhou bastante. 
Felizmente, o Flamengo tem em 2017 várias competições e conseguirá diminuir a falta do título da Libertadores.
Matheus Sávio conseguiu aliviar um pouco o sentimento de culpa e merece uma outra chance.
Agora quem precisa sair do Flamengo, com urgência urgentíssima é o Rafael Vaz. Só atrapalha.
Precisa ser doado urgentemente, o importante para o Flamengo é que Rafael Vaz vá embora.]

A direção rubro-negra comanda um clube que, por causa das perversas administrações anteriores, não opera com capacidade plena. O faturamento, sim, explodiu em quatro anos. Foi de R$ 273 milhões em 2013 para R$ 469 milhões em 2016, um crescimento de 72% (guarde esse percentual). Isso aconteceu muito em função da reformulação moral que Bandeira citou em seu discurso de posse. A cena de um gigante do futebol sendo assumido por um time de executivos de grandes empresas ajudou a dobrar a receita do departamento comercial, triplicar a renda com bilheterias e sócios-torcedores, além do contrato de direitos de transmissão, que foi junto. Tudo dobrou, nestes quatro anos, e aí está a razão para a imagem de riqueza que colou e não desgruda do Flamengo de 2017.

O que pouca gente reparou é que, apesar de as receitas terem aumentado bruscamente, a maior parte disso foi usada para pagar dívidas, não para elevar despesas. O quesito que melhor indica a qualidade de um time de futebol, no aspecto financeiro, é o gasto com remunerações. Aqui contam salários, direitos de imagem e direitos de arena. A equipe de 2013 custava R$ 124 milhões. Quatro anos depois, a de 2016 demandou R$ 155 milhões. Repare que as remunerações subiram 25% enquanto o faturamento aumentou em 72%. A diferença entre um percentual e outro é explicada pelas dívidas. A maior parte do incremento de arrecadação foi parar não no Flamengo de 2016, mas nos times de 2012, 2011, 2010... Aqueles que entraram em campo, por vezes foram campeões, mas não receberam tudo o que os cartolas da época prometeram que pagariam.

O endividamento dá o tom sobre o milagre econômico que Bandeira realizou nestes quatro anos. Em 2012, o clube devia R$ 726 milhões na praça. O problema foi reduzido ano a ano graças aos superávits – o saldo entre receitas e despesas operacionais. As dívidas fiscais foram alongadas em 2015, depois que o governo federal instituiu o Profut e permitiu aos times de futebol parcelar seus débitos em até 20 anos, com descontos em multas, juros e encargos. A gestão conseguiu manter em pé o acordo do Ato Trabalhistao único entre os grandes do Rio de Janeiro que não foi excluído nesse meio-tempo. 

Trata-se de uma fila de ex-funcionários a quem o clube deve. Os dirigentes pagam todo mês alguma quantia, e os credores vão recebendo até que a fila acabe. As reduções dessas duas dívidas, fiscal e trabalhista, fizeram com que o Flamengo devesse R$ 470 milhões em 2016.

A boa reputação financeira faz torcedores e imprensa acreditar que os problemas financeiros acabaram na Gávea. Não acabaram. Embora gere muita receita, a direção de Bandeira não gera receita suficiente para arcar com as despesas e ainda com as dívidas de curto prazo. O passado ainda pesa sobre os ombros dos dirigentes rubro-negros. E o clube gira com empréstimos bancários. De 2013 para a frente, o time tomou R$ 50 milhões com instituições financeiras em praticamente todas as temporadas. Só em 2016 o montante de novos empréstimos caiu para R$ 36 milhões. A dívida bancária ainda é grande. Em dezembro de 2016, o clube tinha um débito de R$ 112 milhões com bancos, uma dívida problemática porque acompanha juros agressivos e gera uma despesa financeira considerável – mais uma que tira do futebol. Não havia outra saída.

A comparação com o Palmeiras, outro novo-rico do futebol brasileiro, é inevitável. As dívidas palmeirenses foram aliviadas por um caminho diferente. Paulo Nobre, bilionário e presidente, injetou R$ 200 milhões pessoais e sanou o endividamento alviverde. Isso, somado ao patrocínio de Leila Pereira e à estabilidade financeira que o Allianz Parque proporcionou, fez com que os paulistas subissem a folha salarial de R$ 97 milhões em 2013 para R$ 198 milhões em 2016. Como o Flamengo teve de tomar outro caminho para reduzir e alongar suas dívidas, a folha rubro-negra subiu de R$ 124 milhões para os R$ 155 milhões já mencionados parágrafos atrás. Na realidade, o Flamengo só chegou ao "segundo lugar" em gastos com remunerações em 2016, seguido de perto por Cruzeiro e São Paulo, times que estão próximos da casa dos R$ 150 milhões. Em 2015, já com a reputação de ricaço, o time era apenas o sétimo da lista.

Nada disso tira do departamento de futebol flamenguista, comandado pelo executivo Rodrigo Caetano, a obrigação de conseguir resultados. A queda na primeira fase da Libertadores em 2017 é certamente decepcionante. A eliminação precoce na Copa do Brasil de 2016 diante do Fortaleza também foi um vexame, mesmo com o terceiro lugar no Campeonato Brasileiro. O Flamengo já tem porte financeiro (não só em receitas, mas em gastos) para peitar qualquer grande equipe sul-americana. Falta eficiência no investimento. Mas os resultados abaixo da expectativa precisam ser digeridos com sobriedade. Em primeiro lugar porque eles não desmerecem, de jeito nenhum, os significativos avanços feitos pela gestão de Bandeira nos campos administrativo, jurídico e financeiro. E, depois, porque talvez a expectativa seja exagerada por um punhado de motivos. O clube é festejado publicamente pela gestão, marcado pela riqueza, mas na realidade não pôde gastar tudo o que arrecadou com o presente porque tem uma herança desgraçada.

A perspectiva para 2017 é mais uma vez positiva, apesar do fracasso na Libertadores. O orçamento feito no término de 2016 é o único no país a prever um superávit superior a R$ 50 milhões – um dinheiro que tende a ser consumido mais por dívidas do que por investimentos. De novo. E há reviravoltas. A transferência de Vinicius Júnior para o Real Madrid deve render cerca de R$ 100 milhões limpos, já descontados impostos e comissões, um dinheiro inesperado e sem precedentes. O clube não tem bom histórico como vendedor de jogadores. Talvez seja a primeira ocasião em que Bandeira poderá pôr as mãos numa fortuna e usar a maior parte dela para investir, seja em atletas, seja em infraestrutura, em vez de vê-la parar nos bolsos de credores. 

Ainda que o imbróglio com o Maracanã esteja longe de ser resolvido com Odebrecht e governo do Rio, problema que sacrificará rendas flamenguistas com bilheterias e sócios-torcedores, o dirigente chega enfim ao ano em que poderá gastar. 

A probabilidade de títulos está aumentando, Flamengo.

>> Especial: As análises individuais das finanças de 18 clubes