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domingo, 12 de março de 2023

Vice-presidente do PT: ‘Governo vai investir pesado contra CPI do 8 de janeiro’ - Revista Oeste

Lula tem articulado ofensivas para minar investigação do Congresso 

Inicialmente, o petista havia assinado o pedido de CPI da senadora Soraya Thronicke (União Brasil-MS)

Inicialmente, o petista havia assinado o pedido de CPI da senadora Soraya Thronicke (União Brasil-MS) | Foto: Marcos Oliveira/Agência Senado 

O vice-presidente do PT, o senador Humberto Costa (PE), disse que o governo do presidente Lula vai investir pesado contra a instalação da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) e da Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) do 8 de janeiro. A segunda conta com apoio de deputados e senadores. [A CPMI também apresenta a vantagem de não depender do omisso Pacheco para ser instalada.]

No Congresso, tramitam dois pedidos, sendo o primeiro da senadora Soraya Thronicke (União Brasil-MS) e o segundo do deputado federal André Fernandes (PL-CE). Conforme noticiou Oeste, o governo Lula tem articulado ofensivas para minar a CPMI — inclusive represando a liberação de emendas parlamentares. “O governo vai investir pesadamente para que os parlamentares sejam convencidos de que não é o melhor caminho e, se o instrumento for a retirada das assinaturas, que assim se faça”, disse Costa em entrevista ao Poder360 na quinta-feira 9.[o (des)governo petista se borra com a perspectiva de seja uma CPI ou uma CPMI, se descubram os esquerdistas infiltrados e que realmente praticaram os atos de vandalismo. 

Os dois pedidos possuem assinaturas mais do que suficientes para serem instaurados. Ambos os autores ainda aguardam o presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG), ler o requerimento das comissões. O ato está previsto para acontecer na primeira sessão em conjunta do Congresso, ainda sem data definida. Inicialmente, o petista havia assinado o pedido de Soraya. Agora ele diz que a CPI só seria necessária se o governo Lula não tivesse usado todos os meios possíveis para investigar os atos de depredação na Praça dos Três Poderes. “Se não houver alternativa, nós precisaremos cumprir aquilo que for o rito ditado pelo Supremo Tribunal Federal e que está no regimento, porque a CPI é um instrumento da minoria, mas é um instrumento político de disputa”, explicou Costa. “A maioria também tem o direito, não é absurdo, assim todos os governos fazem, de tentar fazer com que a CPI não aconteça.” 

Redação - Revista Oeste


domingo, 19 de fevereiro de 2023

Saída dos garimpeiros tem tudo para se tornar uma grande crise - Alexandre Garcia

Vozes - Gazeta do Povo

Equipamentos utilizados por garimpeiros em RR são destruídos pelo Ibama, Funai e Força Nacional.
Equipamentos utilizados por garimpeiros em RR são destruídos pelo Ibama, Funai e Força Nacional.| Foto: Divulgação / Ibama
 
Quem está gerindo a retirada dos garimpeiros da reserva dos yanomami está, na verdade, gerando uma nova crise. [afinal, o objetivo do atual governo é produzir crises - de preferência com mortes, as crises desviam atenção dos verdadeiros problemas do Brasil - a mídia militante, esquerdista,  gosta de crises, geram notícias = estupidamente, os militantes de redação e o governo esquecem que CONTINUA FALTANDO  COMIDA NA MESA DO POVO, é isso que tem que ser resolvido.
Cada máquina destruída é um bem que depois tem que ser comprado pelo governo = por nos, contribuintes; BEM MELHOR SERIA O CONFISCO.] Os garimpeiros são pessoas humildes, que estão lá tentando ganhar a vida e ficaram desesperados, estão saindo de qualquer forma. 
 A saída mais segura seria por avião, e a Força Aérea autorizou um corredor para saída até 6 de maio. 
Mesmo assim, muita gente está saindo a pé, morrendo no meio do caminho com picada de cobra, de fome, já sem poder carregar alimentação, e agora estão alertando que eles vão na direção de seis ou sete reservas de outras 14 etnias. 
Ou seja, provocaram um estouro da boiada de garimpeiros.
 
As famílias estão desesperadas. Gente do Pará, do Amazonas, do Piauí, do Ceará, de outros estados nordestinos, não sabe o que está acontecendo com seus parentes que estavam no garimpo. 
Vão ter de fazer algo a respeito, porque os garimpeiros também são brasileiros, e os parlamentares deveriam instalar uma CPI para saber exatamente o que está acontecendo. 
Já tentaram fazer uma CPI das ONGs, mas não sei que forças são essas que deixaram as ONGs para trás e fizeram entrar a CPI da Covid como palanque eleitoral.  
É importante investigar porque há muita coisa envolvida, como soberania nacional e ambições estrangeiras de países europeus. 
E digo isso também porque o ministro da Justiça anunciou um programa chamado Amazônia Mais Segura. 
Se é para tornar a Amazônia mais segura, então é preciso levar isso a sério, bem como outra terrível desgraça que ocorre na Amazônia: a entrada da droga, com o tráfico estrangeiro por lá, descendo o Rio Solimões.
STF blinda decreto desarmamentista de Lula
O ministro Gilmar Mendes, do STF,
teve uma decisão que parece um habeas corpus preventivo: mandou dizer que não adianta querer derrubar o decreto do presidente Lula, datado de 1.º de janeiro, que manda as pessoas com armas compradas depois de maio de 2019, se não me engano, se registrarem também na Polícia Federal, mesmo estando já registradas no Exército. 
Não sei qual é a dificuldade de pegar o registro do Exército e comunica-lo à PF; até por computador é possível fazer isso. 
Tem alguma coisa estranha aí.

A estranha história do homem que quebrou o relógio no Planalto
Assim como também é estranha uma questão que percebi depois de ler um artigo da jornalista Paula Schmitt, do Poder 360, sobre esse pintor de automóveis que recebe o Auxílio Brasil, foi sozinho pra Brasília e percorreu 330 km desde Catalão (GO) para ir quebrar aquele relógio no Palácio do Planalto e tudo na frente de uma câmera. Antônio Cláudio Alves Ferreira usava uma camisa com a cara de Bolsonaro, do tipo que era usada em 2018, desrespeitando a orientação dos acampamentos, que era de não usar nenhum símbolo que remetesse a Bolsonaro. E era alguém que já tinha passagem pela polícia por tráfico de droga.

Depois que li esse artigo passei a ficar com o pé atrás. Temos um novo Adélio?  
E também quero saber quem é o sujeito que furou seis vezes o quadro do Di Cavalcanti que vale milhões, saber quem é e por que fez isso. 
Falamos nisso enquanto há mais de 600 pessoas presas por incitação ao crime, por incitar as Forças Armadas a cometer o crime de intervenção armada – que não foi cometido. E não há como estar na genética de um crime que não foi cometido.

Conteúdo editado por: Marcio Antonio Campos
 
Alexandre Garcia, colunista - Gazeta do Povo  - VOZES

quarta-feira, 21 de setembro de 2022

Globo entra com pedido para renovar concessão de TV

Prazo vence em 5 de outubro

Em nota, a emissora afirmou estar obedecendo aos prazos e cumprindo as exigências legais
Em nota, a emissora afirmou estar obedecendo aos prazos e cumprindo as exigências legais | Foto: Reprodução

A TV Globo protocolou um requerimento no Ministério das Comunicações na terça-feira 20 solicitando a renovação da concessão das emissoras do grupo por mais 15 anos. O pedido vale para os canais no Rio de Janeiro, em São Paulo, Belo Horizonte, Recife e Brasília. A Globo está no ar desde 1965.

A concessão para os serviços de radiodifusão da emissora da família Marinho vence em 5 de outubro, quando completa 15 anos. A última renovação para a empresa foi feita ainda em 2008, durante o governo do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Em nota, a emissora afirmou estar obedecendo aos prazos e cumprindo as exigências legais ao entregar o requerimento de renovação e todos os documentos necessários ao governo federal.

Em junho, o ministro das Comunicações, Fábio Faria, disse que a renovação de concessão da TV Globo será “100% técnica”, e não política, em entrevista ao site Poder360. “Se estiver tudo ok e quiser renovação, será renovada. Se não estiver tudo ok, não será renovada.”

Em fevereiro, o presidente Jair Bolsonaro (PL) lembrou que a documentação para exigir a concessão deverá estar em dia. “Não vamos perseguir ninguém, nós apenas faremos cumprir a legislação para essas renovações de concessões”, afirmou à rádio Tupi do Rio de Janeiro.

Depois que o requerimento for analisado pelo Ministério das Comunicações, o pedido com o parecer será encaminhado ao gabinete do presidente da República, que poderá aprovar o pedido, enviando um decreto ao Congresso Nacional, ou reprová-lo.

Leia também: “Globo inquieta”, reportagem de Cristyan Costa publicada na edição 85 da Revista Oeste

NÃO DEIXE DE LER:  Quanto a Globo deve ao governo e o risco à concessão em 2022

Revista Oeste

 

quinta-feira, 14 de julho de 2022

Onde estão as provas da CPI da Covid? - Gazeta do Povo

Alexandre Garcia

Sri Lanka destruiu sua agricultura ao botar em prática as palavras bonitas da ONU

Como vocês sabem, lá no Sri Lanka o presidente teve de fugir para o exterior, porque o povo invadiu o palácio presidencial no sábado. Sabem qual foi a causa disso? Estou inspirado no Xico Graziano, num artigo que saiu também no Poder 360: o tal do produto orgânico. 
Ele prometeu na campanha eleitoral que não haveria mais importação de defensivos e fertilizantes químicos, e fez isso exatamente baseado num relatório da ONU.  
O pessoal da ONU fala e escreve essas coisas, é tudo muito bonito, já acompanhei de perto essas coisas lindas da notícia, da fama; pois ele aplicou.

Casal cultiva horta caseira no Sri Lanka: política agrícola do governo causou escassez de comida e revolta popular. -  Foto: Chamila Karunarathne/EFE/EPA


Em seis meses essa política já tinha arrasado a cultura do arroz em um país que era exportador. O preço interno subiu 50% e tiveram de importar arroz para comer porque a produtividade despencou 35%.  
Vocês acham muito? Pois a produtividade do chá caiu pela metade. A do coco, outro grande produto de lá, caiu 30%.
A do milho também caiu pela metade. Então, gente, quando aparecem essas novidades, essas coisas bonitinhas, tudo bem testar em pequenas propriedades, avulsas, meio raras e para quem pode pagar o preço, porque fica mais caro; em larga escala, no entanto, o Sri Lanka mostrou que fracassou. É bom a gente lembrar que Norman Borlaug ganhou um Prêmio Nobel por aumentar a produção de alimentos do mundo, aplicando fertilizantes e defensivos, principalmente.


Onde estão as provas da CPI da Covid?

Vou falar de novo da tal CPI do circo no Senado. A Polícia Federal recebeu aquele calhamaço de denúncias, mas não tinha prova nenhuma;  
então, está pedindo que o relator, o senador Renan Calheiros, mande as provas. Faz mais de meses que ela está pedindo e não vem nada. 
Então, a PF está apelando para o Supremo, já que foi o Supremo que mandou abrir essa CPI, que mande também enviar as provas para a polícia conseguir concluir os inquéritos e encaminhar tudo para a procuradoria com as devidas provas. Do contrário, não adianta nada: é só trabalho perdido da CPI, tempo perdido de quem acompanhou, da PF, vamos esperar que seja tudo encaminhado.
A propósito de CPI da Covid, eu vi aqui no Poder 360 que quem mais lucrou com a pandemia foi a Pfizer.  
O lucro líquido mais que dobrou, subiu 131%. 
A vacina rendeu US$ 13,2 bilhões; 
um tal de Paxlovit, US$ 1,5 bilhão de dólares. Bom negócio. 
Agora, diga-se a favor de todos os laboratórios que uma parte do preço do medicamento é destinada depois à pesquisa de novos avanços; tomara que a Pfizer aplique esse dinheiro em pesquisas de vacina, por exemplo.
 

[Lula = o rei da mentira = o Pinóquio de nove dedos]
O ex-presidente Lula andou passando por Brasília e deu uma entrevista para o Correio Braziliense. Depois de ter chamado Bolsonaro de mentiroso, ele afirmou que foi o político mais investigado do país e não acharam nada contra ele.
E ainda disse que a denúncia do petrolão foi recusada pela Justiça de Brasília

Pois é... Eu contei aqui as vezes em que Lula mencionou Bolsonaro: nove vezes. Alckmin ele mencionou duas vezes. Parece até que Bolsonaro é seu companheiro de chapa...

Alexandre Garcia, colunista - Gazeta do Povo - VOZES


quinta-feira, 13 de fevereiro de 2020

Sindicato só serve para extorquir dinheiro - Gazeta do Povo


J.R Guzzo

Faça as contas: sindicato só servia para extorquir o seu dinheiro


Nada como um pouco de aritmética, dessa mais simples, para melhorar o entendimento de uma porção de coisas na vida, especialmente no Brasil. É uma pena, realmente, que o hábito de fazer conta seja tão impopular neste país – isso ainda vai acabar com a gente, porque você pode escapar da saúva, que afinal das contas não acabou com o Brasil, mas não escapa da tabuada.

Jornalista não gosta de aritmética. Economista não gosta de aritmética. Político, então, tem horror de aritmética, o que explica, em boa parte, porque estão sempre fazendo leis para distribuir as riquezas nacionais, mas jamais se lembram de pensar se essas riquezas existem ou não. Quem se importa se existem ou não? Se não existirem, não é problema nosso: é problema do “governo”, que vai tirar dos impostos tudo aquilo que nós decidimos dar de presente.

O fato é que o Brasil fala, fala, fala – e não conta. Se contasse um pouco mais, veria a diferença para o país que algumas somas simples, ensinadas no curso primário, acabam fazendo. Muitas vezes elas explicam com perfeição, mais que cinco anos de discurso no Congresso Nacional, como o Brasil pode melhorar dramaticamente quando certos cálculos são alterados. Você tem ouvido falar, ultimamente, de CUT, Força Sindical, UGT e outras organizações de parasitas chamadas de “centrais sindicais? Não? Claro que não – e essa é uma das notícias mais animadoras que a população poderia ter. Não há mais a chantagem de sindicatos que ameaçam greves, nem a “mobilização” para extorquir isso ou aquilo da sociedade. Não há diretores sindicais vivendo sem trabalhar. Não há nada disso porque as “centrais sindicais estão acabando. E as centrais estão acabando porque, muito simplesmente, ficaram sem dinheiro.

Todas elas, como se sabe, viviam de uma infâmia chamada “imposto sindical”, que todo trabalhador brasileiro (e as empresas) tinham de pagar uma vez por ano – fossem ou não sindicalizados, quisessem ou não ser representados pela CUT ou pela “Força”. O governo Michel Temer, no que talvez tenha sido o seu melhor momento, conseguiu aprovar a abolição desse imposto – e as centrais, junto com os sindicatos, começaram a valer apenas o que valem, ou seja, a ter a força que deveriam ter por causa da fidelidade financeira dos associados. Mas, como se vê, não havia fidelidade nenhuma. Assim que o trabalhador ganhou o direito de não pagar, a maioria dos sindicatos não viu mais um tostão furado. Viraram o que são agora.

O portal eletrônico “Poder 360” divulgou há pouco alguns números bem simples. Em 2017, durante a vigência do imposto, a CUT, por exemplo, recebeu pouco mais de R$ 62 milhões extorquidos dos trabalhadores. Em 2019 recebeu um pouquinho acima de R$ 440 mil, ou 140 vezes menos – uma verdadeira miséria. A Força Sindical, que falava tão grosso na política brasileira, levou R$ 51 milhões em 2017 – e em 2019 ficou com menos de R$ 1 milhão. A UGT despencou de R$ 46 milhões para também R$ 1 milhão. Fim da linha.

Quantos tratados de ciência política é preciso ler para descobrir porque a CUT existia e porque não existe mais – não como alguma coisa que tenha um mínimo de relevância? Em vez disso, é muito mais eficaz fazer as contas acima.

J.R. GUZZO, jornalista - Vozes/Gazeta do Povo

quarta-feira, 6 de junho de 2018

Só dá Bolsonaro

Diante da inviabilidade de Alckmin, o capitão do Exército é, hoje, o preferido dos “mercados”, avessos à opção Ciro Gomes. 

O capitão do Exército perde apenas para o “não” voto: brancos, nulos e indecisos somam 40%. Jair Bolsonaro tem mais de 20% em todas as hipóteses apresentadas. E vitória garantida no segundo turno – se as eleições fossem hoje. Informação de abrangente pesquisa do Poder 360, link abaixo.

Em tempo: diante da inviabilidade de Geraldo Alckmin, que, entra pesquisa, sai pesquisa, só se confirma, Bolsonaro é, hoje, o preferido dos assim chamados mercados” (financeiros).  Investidores em bolsa, câmbio e renda fixa olham para a relação entre um possível futuro presidente e a leitura das agências de risco, que, em última instância, definem o custo do dinheiro por aqui.  Quanto mais irresponsável fiscal for o candidato preferido do eleitor, maior o juro, maior o dólar, e mais voláteis as ações.

O fator Paulo Guedes, ortodoxo de Chicago e principal conselheiro econômico de Bolsonaro, faz com que os mercados, hoje, mostrem preferi-lo a Ciro Gomes, do PDT.
Bolsonaro estaria mais próximo das reformas estruturais e da contenção do déficit público do que o ex-ministro da Fazenda e ex-governador do Ceará.   Obviamente, um chutômetro generalizado.  Mas é o que vem prevalecendo para definir a volatilidade de nossa pobre moeda nestes dias difíceis e indecisos.
Parabéns a meu amigo Fernando Rodrigues @FR_BSB  pelo belíssimo trabalho à frente do Poder 360.

 

Blog Lillian Witte Fibe - Veja


 

segunda-feira, 18 de setembro de 2017

O que fará Raquel Dodge com as delações?

Conheça casos que serão revisitados pela procuradora. Governo teme o que dirá Geddel; Cunha quer negociar. Nova PGR monta grupo para fiscalizar todas as delações

É grande a expectativa no Planalto e na oposição quanto ao tratamento que Raquel Dodge dará a delações premiadas ainda no forno da Lava Jato. Os dois lados não sabem como a futura procuradora-geral da República tratará do assunto.  Para os colegas, a nova chefe já criticou a forma como o atual procurador, Rodrigo Janot, vinha conduzindo as delações. Ela chegou a anunciar que montará 1 grupo para fiscalizar o cumprimento dos acordos. Mas também tem se declarado uma defensora desse instrumento de investigação.

A procuradora-geral tem dito que, assim que assumir, na 2ª feira (18.set.2017), checará algumas delações acertadas por Janot. Serão revisitados os casos da Odebrecht, do ex-senador Delcídio do Amaral (ex-PT-MS) e do ex-presidente da Transpetro Sérgio Machado.

DELAÇÃO DA J&F
Às vésperas de deixar o cargo, Rodrigo Janot anulou as delações de Joesley Batista, principal acionista da J&F (dono do frigorífico JBS-Friboi), e Ricardo Saud, executivo do grupo. O PGR ressaltou que a decisão não impede o uso de provas por eles apresentadas. Em tese, mesmo essa decisão poderá ser revista pela nova comandante da PGR.


DELAÇÕES NA FILA
Após o anúncio de Dodge como procuradora-geral da República, houve uma corrida de advogados para fechar delações premiadas. Há receio sobre como ela se comportará. O operador Lúcio Funaro foi 1 dos que conseguiram. Mas há outros ainda na fila:

  • Geddel Vieira Lima— preso junto com o ex-ministro, o advogado Gustavo Ferraz iniciou negociações com a Lava Jato. Já informou que pegou em São Paulo uma das malas de dinheiro encontradas no apartamento de Geddel. A PF acredita que, com sua colaboração, Geddel acabará delatando. O Planalto tem calafrios com essa hipótese;
  • Antonio Palocci— o ex-ministro da Fazenda negocia sua delação há meses. Começou disparando flechadas contra o PT e os ex-presidentes Lula e Dilma. Tem potencial para abrir fogo contra bancos e empresas ainda não arroladas na Lava Jato;
  • Ricardo Saud— o executivo da JBS é alvo da desconfiança dos donos da empresa desde que o grupo começou a perder os benefícios da delação premiada. Pode entregar todos os passos ainda desconhecidos de Joesley e Wesley Batista;
  • Eduardo Cunha— espera Raquel Dodge para voltar a negociar. É uma esfinge. Pode ajudar Michel Temer a desmontar a delação do operador Lúcio Funaro. Ou se tornar o tiro de misericórdia contra o Planalto.
 Fonte: FAP - Por Tales Faria, do Poder 360