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quarta-feira, 1 de fevereiro de 2023

Policiais negros matam negro em Memphis e esquerda culpa racismo - Rodrigo Constantino

Gazeta do Povo 

Um blog de um liberal sem medo de polêmica ou da patrulha da esquerda “politicamente correta”.

Para quem só tem um martelo tudo se parece com prego. A coisa mais fácil que existe em política é criar uma espécie de "pedra filosofal", uma causa única para todos os males complexos que assolam a sociedade. É o que fazem os marxistas com a luta de classes, as feministas com o patriarcado e os movimentos raciais com o racismo "estrutural".

Um negro de 29 anos acabou sendo morto por policiais em Memphis. O caso ganhou dimensão nacional e os vídeos mostram cenas chocantes. Os policiais aguardam julgamento e podem ser condenados por assassinato em primeiro grau. Eles faziam parte do grupo de elite chamado Scorpion, criado para combater a criminalidade em alta na cidade.

Imediatamente a esquerda criou a narrativa de racismo estrutural para explicar o crime. Há, porém, alguns problemas graves nessa "tese". Em primeiro lugar, todos os cinco policiais envolvidos na operação eram... negros. Em segundo lugar, Tyre Nichols, que acabou morrendo, aparece numa tomada de vídeo correndo dos policiais.

Essa nunca parece uma boa resposta. Ele não tinha ficha criminal, ao contrário de George Floyd. Ele disse que não tinha feito nada, e parece cooperar com a polícia no começo, mas em determinado momento passa a correr. Os policiais jogam spray de pimenta nele, tentam algemá-lo, pedem para que ele coloque as mãos para trás, sem sucesso.

Tudo parece muito errado, inclusive a incapacidade desses policiais de elite em conter um indivíduo. Mas a resistência de Tyre em nada ajuda seu lado e com certeza será a linha da defesa no julgamento dos policiais. Não obstante, algumas imagens após a captura do sujeito mostram alguns policiais dando chutes nele, já imobilizado. Isso é inaceitável.

Em suma, apenas um julgamento mais detalhado vai revelar o que de fato ocorreu. 
Mas duas coisas são precipitadas demais: a responsabilização do tal "racismo estrutural" pelo que aconteceu, sem qualquer embasamento; e a reação da administração da cidade, sob pressão da mídia, de suspender o Scorpion, o time de elite que combatia o crime.
 Isso certamente não vai ajudar a reduzir a criminalidade no local...

Rodrigo Constantino, colunista - Gazeta do Povo - VOZES


terça-feira, 31 de maio de 2022

Durante abordagem policial, aluno é jogado no chão e algemado no CED 1

Dois alunos discutiram no meio do pátio do Centro Educacional 1, localizado na Estrutural. Após a confusão, policiais militares agiram de forma truculenta com os adolescentes

Em menos de um mês, os alunos do Centro Educacional 1 (CED), localizado na Estrutural, alegaram ter sofrido violência novamente dos policiais militares que comandam a escola — modelo cívico-militar. Em vídeos divulgados por meio de redes sociais, um aluno menor de idade foi algemado e prensado com força no chão. [nossa opinião: o que é inaceitável que qualquer pessoa - seja maior de idade ou 'di menor' ao ser abordado pela polícia, reaja e fique por isso mesmo; 
é inaceitável o que ocorreu em Sergipe, houve excesso dos agentes da PRF que serão punidos; 
mas também é inconcebível que seja dada ao abordado oportunidade para ter uma reação violenta - nos moldes que teve o individuo abordado no Ceará por dois agentes da PRF, que vacilaram e foram desarmados e morto.
Se os agentes policiais - da PRF ou de qualquer outra corporação - fossem treinados para realizar abordagens com segurança (para eles e para o abordado) situações como as ocorridas no Ceará e em  Sergipe seriam evitadas.
Consideramos que cursos de formação, reciclagem e treinamento de integrantes de força policial, devem ser centrados em preparar os que estão treinados/reciclados para agirem com eficiência na contenção de bandidos, ou mesmo de suspeitos. 
Atenção MP: se os policiais forem treinados nos cursos de formação/reciclagem para cuidar de direitos humanos, o número de policiais mortos em serviço vai aumentar. Eles tem que ser treinados para preservar os DIREITOS HUMANOS dos HUMANOS DIREITOS e não os dos MANOS.
Se a Polícia não for respeitada, onde vamos parar?] 
 
Além disso, é possível escutar que outros alunos estavam tossindo em decorrência do uso do spray de pimenta. A situação começou com uma briga entre dois alunos no pátio do colégio. Após a confusão, um dos adolescentes foi contido no chão e algemado. Mas a história não parou por aí. Com a chegada da Polícia Militar do Distrito Federal (PMDF) em várias viaturas, outros alunos foram prejudicados. 

De acordo com uma adolescente que estuda no CED 1 — que preferiu não se identificar —, uma colega chegou a desmaiar com o cheiro do spray. “Os meninos começaram a brigar e foram para a direção. Depois disso, várias viaturas chegaram na escola, e eles usaram spray de pimenta, só que o cheiro era muito forte. Foi nesse momento que a minha amiga desmaiou e ficou no chão, pois não conseguia levantar. Ela tentou, mas caiu de novo e levaram ela para a direção”, contou.

E a situação foi confirmada por funcionários do local. A profissional, que preferiu não se identificar, confirmou ao Correio que os fatos aconteceram nesta segunda-feira (30/5), e que os alunos ficaram aterrorizados. “Teve uma briga sim, e os policiais da escola, pela falta de preparo, jogaram o aluno no chão, algemaram, e chamaram reforços. Esses reforços entraram na escola batendo nos alunos com cassetete e jogando spray de pimenta. Uma das adolescentes chegou a desmaiar com o cheiro”, garantiu.

Até a publicação desta reportagem, a Polícia Militar do Distrito Federal e a Secretaria de Educação não se posicionaram sobre o caso. O espaço permanece aberto.

Continue lendo - Correio Braziliense 

sexta-feira, 27 de maio de 2022

'Câmara de gás' da PRF em Sergipe: Saiba as diferenças entre armas lacrimogêneas e spray de pimenta - O Globo

Homem morreu após ser colocado no porta-malas de viatura da PRF; óbito de Genivaldo de Jesus Santos foi causado por asfixia e insuficiência respiratória

Morto por asfixia mecânica e insuficiência respiratória aguda na tarde desta quarta-feira, Genivaldo de Jesus Santos, de 38 anos, foi submetido a gás lacrimogêneo e spray de pimenta durante uma abordagem da Polícia Rodoviária Federal (PRF) no município de Umbaúba, no litoral de Sergipe. Imagens publicadas nas redes sociais mostram que agentes da corporação prenderam, algemaram e colocaram a vítima no porta-malas de uma viatura. De dentro do veículo saía fumaça da queima de agentes químicos.

De acordo com a PRF, os policiais usaram "tecnologias de menor potencial ofensivo" na abordagem. De fato, tanto o gás lacrimogêneo quanto o spray de pimenta são considerados armas não letais. Mas embora tenham essa classificação, as substâncias químicas que compõem esses armamentos podem resultar em mortes.— A classificação de não letal quer dizer que a pessoa não vai morrer imediatamente após a ação desses armamentos, de forma instantânea. Mas isso pode acabar acontecendo, a depender de uma superdosagem, por exemplo. Uma bala de borracha também não é considerada arma letal, mas ela pode matar se pegar no olho de alguém e causar uma hemorragia — explicou Fernando Razuck, do  Instituto de Radioproteção e Dosimetria (IRD).

Razuck é autor de um artigo sobre o assunto publicado na Revista Militar de Ciência e Tecnologia, do Instituto Militar de Engenharia (IME).

Tipos de armas
O gás lacrimogêneo e o spray de pimenta são armas químicas não letais. Elas são constituídas por químicos tóxicos inseridos em pulverizadores.
Esses pulverizadores são disparados por artefatos explosivos, mas sua carga não provoca de fato uma explosão, mas somente a queima do agente químico em seu interior.
'Câmara de gás': homem morre ao ser colocado em viatura da PRF em Sergipe

'Câmara de gás': homem morre ao ser colocado em viatura da PRF em Sergipe

Substâncias usadas
A capsaicina é o principal agente químico utilizado em sprays de pimenta. Trata-se de um princípio ativo encontrado em pimentas e pimentões. No entanto, a capsaicina usada nas armas não letais está em concentrações centenas de vezes maiores na comparação com a forma encontrada na natureza.

No gás lacrimogêneo há diferentes tipos de substâncias usadas, todas à base de gás carbônico, explica Razuck. O mais utilizado é o ortoclorobenzilmalononitrila, conhecido pela sigla CS.

Efeitos no corpo
Os agentes químicos usados em gás lacrimogêneo e o spray de pimenta inibem a entrada de oxigênio a partir do sangue, e podem levar à asfixia e morte, dependendo da exposição às substâncias.

Os efeitos imediatos do gás lacrimogêneo são ardência intensa nos olhos, seguida de produção excessiva de lágrimas. O spray de pimenta tem efeito semelhante, mas também causa irritação nas vias respiratórias.

Letalidade
Embora considerados não letais, o gás lacrimogêneo e o spray de pimenta podem causar morte. De acordo com Razuck, dois fatores podem ser fundamentais para um desfecho trágico após o uso desses armamentos.

O primeiro é a predisposição da pessoa, que pode ter alguma reação alérgica aos agentes químicos usados nessas armas. O segundo é a super exposição. — A superdosagem, a aplicação em ambiente fechado ou a ação contínua podem elevar os batimentos cardíacos e fazer o pulmão ficar sem capacidade de arejar o suficiente — disse Razuck.

Brasil - O Globo


domingo, 21 de novembro de 2021

Absolvição de jovem que matou manifestantes causa revolta nos EUA

Kyle Rittenhouse foi inocentado após matar dois em ato antirracista em Kenosha, no estado de Wisconsin, em agosto de 2020

A absolvição de Kyle Rittenhouse, jovem branco de 18 anos que matou dois manifestantes em um ato antirracista em 2020, causou revolta em todos os Estados Unidos. Protestos foram registrados nas cidades de Portland, Nova York, Chicago, Los Angeles e Washington e o próprio presidente Joe Biden admitiu ter ficado com raiva diante da sentença.

[A decisão do júri ao absolver  Kyle Rittenhouse foi justa. O jovem no dia do incidente, estava em atitude pacífica [demonstrada quando  ao cruzar com diversos veículos da polícia, colocou seu fuzil à bandoleira e ergueu as mãos. 
Mesmo assim, logo após foi derrubado por baderneiros que em atitude de extrema violência e covardia o derrubaram e  pretendiam, no mínimo, espancá-lo. 
Usou o único recurso disponível: empunhou sua arma e efetuou disparos abatendo dois desordeiros e salvando sua vida - o que foi reconhecido pelo júri.]

Rittenhouse foi absolvido nesta sexta-feira 19 por um júri de acusações que ele enfrentou por matar dois jovens durante protestos contra o racismo em Kenosha, no estado de Wisconsin, em agosto de 2020, quando ele tinha 17 anos de idade. O caso se tornou altamente politizado e fez do réu um símbolo do trumpismo.

Na noite após a confirmação da sentença, centenas de pessoas saíram às ruas de diversas cidades americanas para protestar. Em Portland, capital do Oregon, cerca de 200 manifestantes atiraram pedras contra a polícia e quebraram janelas de estabelecimentos comerciais. Os agentes usaram spray de pimenta para dispersar a multidão.

 

Em Kenosha, cidade palco dos crimes cometidos em 2020, grupos contrários e favoráveis à decisão judicial se enfrentaram nos arredores do fórum onde o caso foi julgado.  Nas redes sociais, os americanos também se dividiram. A maioria dos internautas, porém, mostrou revolta com a sentença, acusando a Justiça de empregar tratamento diferente contra ativistas antirracismo e manifestantes brancos.

Em nota oficial divulgada pela Casa Branca, o presidente Joe Biden também respondeu ao caso. “Embora o veredicto de Kenosha possa causar em muitos americanos, incluindo eu mesmo, sentimentos de raiva e preocupação, devemos levar em conta o que o júri falou”, declarou o presidente.

Com a possibilidade de manifestações relacionadas à sentença, ele pediu para a população “expressar seus pontos de vista pacificamente e de acordo com o Estado de direito”.

“A violência e a destruição de propriedade não têm lugar em nossa democracia”, afirmou Biden, que confirmou ter falado com o governador de Wisconsin, Tony Evers. Após a conversa, o chefe de governo salientou que as autoridades federais e estaduais estão em contato para estarem preparadas para qualquer resposta à decisão da corte.

Biden também garantiu que continua comprometido com seu compromisso de “unir o povo americano”, mesmo ciente de que não pode “curar as feridas do país da noite para o dia”. “Continuo resoluto em minha promessa de fazer tudo o que estiver ao meu alcance para garantir que todo americano seja tratado de forma igual, justa e com dignidade sob a lei”, finalizou.

Mundo - VEJA (Com EFE)


segunda-feira, 4 de outubro de 2021

''Revolta e angústia'': homem denuncia abuso da PM em Belo Horizonte

[de uns tempos para cá, se tornou regra o cidadão não aceitar ser abordado pela autoridade policial.
Tal conduta exige uma pronta ação da autoridade, sob pena da desmoralização de malquerer ação que busca manter a     LEI e a ORDEM PÚBLICA. Reação agressiva à ação policial, exige que a Polícia aja dentro do necessário ao cumprimento do estrito DEVER LEGAL.]

Fotógrafo e coordenador da Central Única das Favelas (Cufa) na Região Leste de BH, André Cavaleiro chegou a desmaiar após golpe de de cassetete

(crédito: Reprodução/ WhatsApp)
(crédito: Reprodução/ WhatsApp)

A Polícia Militar (PM) é foco de nova denúncia de abuso de autoridade por conta de uma abordagem ocorrida na tarde desse domingo (3/10), no Bairro Alto Vera Cruz, Região Leste de Belo Horizonte.  O coordenador da Central Única das Favelas (Cufa) na regional, André Cavaleiro, foi o alvo da corporação desta vez. Ele denuncia que levou um jato de spray de pimenta no rosto, um soco e um golpe de cassetete sem cometer qualquer crime. “A gente tinha acabado de chegar do campo, onde nosso time tinha se classificado. Estávamos comemorando com um churrasco, ao lado das esposas e crianças. Todo mundo da comunidade na rua, tomando banho de mangueira. Um clima bastante festivo”, diz André.

O que era para ser um domingo de alto astral terminou na delegacia, no entanto. “Não tinha situação alguma de violência. Quatro viaturas chegaram, e (os policiais) pediram para encostar a mão na parede. Como eles demoraram, eu tirei a mão na parede e olhei pra trás”, conta o também fotógrafo. [o cidadão ordeiro, cumpridor das leis, tem o DEVER de ao ser abordado pela autoridade policial e convidado a encontrar as mãos na parede deve obedecer. Infelizmente, virou rotina no Brasil, o abordado em vez de assumir uma postura condizente com a necessidade da ação policial, questionar as razões da conduta policial. 
Temos convicção que se o abordado facilitar a operação policial, nada acontecerá.
Inaceitável é o cidadão confrontar o policial que está apenas cumprindo seu dever e cuidando da SEGURANÇA PÚBLICA.
O spray de pimenta é um recurso não letal e que facilita em muito a contenção de eventuais e indevidas reações.]

Foi nesse momento que Cavaleiro recebeu a primeira agressão dos militares. “O policial disse: ‘Ô, desgraça, encosta a mão na parede’. E me deu um soco. Daí, eu virei e perguntei: ‘por que você está me batendo?’. Ele falou para encostar a mão na parede e jogou spray de pimenta no meu olho, muito de perto, a (cerca de) 10 centímetros”, afirma o morador do Alto Vera Cruz.

Como resultado do spray de pimenta, André diz ter limpado o rosto com sua camisa de futebol. Neste momento, ele afirma que recebeu um golpe de cassetete e desacordou. “Eu só recobrei (a consciência) na hora que eles estava me carregando igual porco para jogar dentro da viatura”, relembra o líder comunitário.

De acordo com André, outra viatura da PM interceptou a inicial e o levou até a Unidade de Pronto-Atendimento (UPA) Leste, na Avenida dos Andradas. Lá, ele passou por exames de raio-x, que não constataram lesão grave, segundo ele.

Delegacia e advogado
Após passar pela UPA, André Cavaleiro conta que os policiais o levaram até a Central de Flagrantes (Ceflan) 1, no Bairro Floresta, também no Leste de BH, onde ficou cerca de 30 minutos. Ele diz ter assinado um Termo Circunstanciado de Ocorrência (TCO) e foi liberado. 

Familiares, representantes da Cufa e advogados também se deslocaram ao Ceflan. Agora, André planeja, com assessoria de um profissional do direito, procurar a Corregedoria e a Ouvidoria da PM para punir os militares envolvidos na denúncia. [punir? qual crime foi cometido pelos policiais militares.]A reportagem procurou a Polícia Militar, por meio do Comando de Policiamento da Capital, para obter um posicionamento, mas não recebeu resposta ainda. O espaço segue aberto à corporação.

Brasil - Correio Braziliense

 

segunda-feira, 31 de maio de 2021

A Ordem Pública tem que ser mantida, custe o que custar; a Polícia tem o DEVER de agir com energia e usar a força necessária

Malu Gaspar - O Globo

GOVERNO EM XEQUE 

A violência [(sic) - agora, a ação enérgica da autoridade policial contra desordeiros tem o nome de violência.] da PM em Recife e o perigo de conflitos em 2022 

A comparação entre a postura da Polícia Militar nos protestos do último sábado, contra Bolsonaro, e na manifestação do final de semana anterior, a favor do presidente, traz um alerta preocupante para as eleições de 2022: o de que o bolsonarismo enraizado nas polícias e a insubordinação contra governadores de oposição ao presidente possa  provocar ainda mais conflitos num ambiente político já polarizado e conflagrado. 

[se ocorrerão conflitos em 2022 só DEUS sabe - talvez o desespero por ter que suportar a presença do capitão por mais 4 anos, leve seus adversários a um comportamento belicoso, o que provocará reação à altura; 
se o presidente Bolsonaro terá algum adversário, merecedor de tal classificação, é notório que não.
Os eventos bolsonaristas de 1º de maio e os do final da semana 23/maio, transcorreram em perfeita ordem, a polícia estava presente mas não precisou atuar = não houve bagunça, desordem = coisas desagradáveis e que só ocorrem em manifestações da esquerda (rotina que se repete desde 68, nas ocasiões em que  os inimigos do Brasil se manifestam; desde aquele ano estão sempre a procura de cadáveres para suprir a falta de argumentos e programa de governo, que lhes falta.)

Na motociata a favor de Bolsonaro, no Rio de Janeiro, havia mais de mil policiais militares, mas a única pessoa agredida foi um jornalista – e pelos próprios manifestantes, hostis à presença da imprensa. [não há hostilidade à presença da imprensa; o que irrita profundamente é a manipulação nas narrativas, criando situações que não correspondem à verdade - felizmente, apenas parte da imprensa, a que se alinhou aos que são contra o Brasil, manipula notícias. A imprensa legítima, que narra fatos e não versões, esta sempre será bem-vinda, necessária e querida.
Se saber como os fatos ocorreram - muitas vezes por buscar duas ou três fontes de notícia, da imprensa verdadeira - e ver outros órgãos da imprensa mentindo deslavadamente, deturpando fatos, tornando o governo do capitão o causador de todos os males (incluindo pandemia,desemprego, falta de chuvas, etc) é algo que irrita ao extremo.]
No ato em Recife, a escaramuça começou sem motivo aparente, e foi desencadeada pela própria PM - contra a orientação do chefe da polícia, o governador Paulo Câmara (PSB), que recomendava apenas acompanhar a manifestação e evitar excessos. [por óbvio, a recomendação acompanhar a manifestação inclui seguir o roteiro autorizado e a de evitar excessos inclui conter bagunça, vandalismo, etc.]
Imagens registradas pelos manifestantes mostram que o ato transcorreu pacificamente até o final do trajeto, quando os policiais passaram a disparar balas de borracha e spray de pimenta sobre as pessoas. Nas apurações preliminares, os PMs disseram ter disparado balas de borracha porque os manifestantes não se dispersaram no local combinado e seguiram caminhando por mais um trecho. [desobedeceram o trajeto autorizado e a PM cumprindo o DEVER de acompanhar a manifestação, sendo pacífico que a desobediência dos manifestantes ao combinado, buscava apenas provocar a polícia e balas de borracha e spray de pimenta são métodos eficazes, não letais, de conter desordeiros. Quanto aos feridos - estranhamente não participavam do protesto, mas estavam no meio. Quanto a vereadora do PT, dispensa comentários, pois o simples fato de pertencer ao perda total = pt,  já a credencia como capaz de provocar qualquer situação, desde que contrária à Ordem Pública.]
Nos dias anteriores à manifestação, o Ministério Público estadual notificou o governo para que o ato não fosse permitido, mas a decisão final foi de autorizá-lo. 

Na confusão, ao final do protesto, a vereadora do PT Liana Cirne foi derrubada com um jato de spray de pimenta. E  duas outras pessoas que nem sequer participavam do protesto [(sic) = tem muitos que acreditam em Papai Noel, Saci-Pererê] Daniel Campelo da Silva, 51 anos, e o arrumador Jonas Correia de França, de 29 –, foram atingidos no rosto por balas de borracha disparadas por policiais militares. Daniel perdeu a visão no olho esquerdo e Jonas, no olho direito. O governador afastou os comandantes da operação, abriu um procedimento disciplinar e já determinou que as vítimas da PM sejam assistidas e indenizadas. [estranho é a celeridade do governador Paulo Câmara em decidir quem são as vítimas e que merecem indenização. Tudo isso em  procedimento de minutos - já um cidadão de bem que sofra um acidente de responsabilidade do Estado,  tem que ingressar com ação, esperar anos e anos e quando a decisão o favorece, tem que esperar mais alguns anos, já que  o Estado recorre com o único objetivo de retardar.
Provavelmente, a celeridade cairá na conta da grana que as autoridades locais receberam do Governo Federal e cujo uso não está sujeito  à prestação de contas - a grana é para combater a pandemia, mas quem no Brasil vai contrariar uma autoridade local?] O governador também gravou vídeos em que repudia a ação violenta da PM. Mas não dá entrevistas, por exemplo, para não melindrar a polícia mais do que o que considera que seria razoável. 

Câmara tem diante de si um desafio pelo qual já passaram seus colegas de São Paulo, João Doria (PSDB), do Ceará, Camilo Santana (PT), e da Bahia, Rui Costa (PT)  – todos de oposição ao presidente da República. Em maio de 2020, atos pró e contra Bolsonaro convocados para o mesmo dia em São Paulo terminaram com conflito entre a PM e manifestantes contra o governo federal. Antes dos protestos deste final de semana, porém, Doria reuniu o Conselho de Segurança Pública de São Paulo e deu ordem expressa aos comandantes das polícias para que não houvesse agressão aos manifestantes. [a polícia não agride manifestantes, porém quando agredida reage com a energia necessária - é um procedimento padrão, um protocolo,  que Doria, o governador das vacinas que estão sempre em falta, não tem autoridade para modificar. Os manifestantes se comportaram e foram tratados da forma que pessoas de bem, ordeiras, pacíficas são tratadas.] 

A preocupação de especialistas [quando os 'especialistas' entram em cena, a credibilidade desaparece, já que poucos sabem do que estão falando.  E quando se trata de  'especialistas em segurança', surge aquele que é ex-ministro de dois ou três ministérios e cuja credibilidade é inferior a ZERO.]  e de governadores é que o caldo de insatisfação e de politização das tropas Brasil afora provoque ainda mais conflitos à medida que as eleições se aproximarem, com mais manifestações contra e a favor do governo. [se a turma dos inimigos do Brasil, da oposição sem noção e sem programa de governo, mantiver uma postura só encontrada em opositores dignos e que sabem perder, a PAZ ESTARÁ GARANTIDA.
Aos PATRIOTAS, aos AMIGOS DO BRASIL, aos que respeitam e querem o melhor para a PÁTRIA AMADA, não interessam conflitos, badernas, desordens.
Queremos o ORDEM e PROGRESSO, que são essenciais para economia sólida, pleno emprego,  paz, saúde e prosperidade.

"As polícias militares são hoje um barril de pólvora", diz  Renato Sérgio de Lima, diretor-presidente do Fórum Brasileiro de Segurança Pública e professor do Departamento de Gestão Pública da FGV-EAESP.  "Os policiais estão à flor da pele. Eles gostariam de estar reivindicando melhores salários, mas para fazer isso teriam que bater no Bolsonaro, porque os salários estão congelados por ação do governo federal", explica Lima.

Uma pesquisa publicada pelo Fórum no ano passado mostrou que 35% dos oficiais e 41% dos praças de todo o Brasil interagem em redes sociais bolsonaristas. Em geral, se posicionam de forma favorável ao presidente, que desde a pandemia alimenta conflitos com os governadores em torno da necessidade de isolamento social. [o presidente Bolsonaro tentou, nos tempos do autonomeado primeiro-ministro Maia, transferir as polícias militares para o Governo Federal e, naturalmente, a proposta de projeto de lei  foi recusada = a velha história das autoridades locais que sempre desprezam o ônus e querem o bônus.]

"Essa contradição só aumenta a tensão na tropa", explica Lima. 

No Ceará, em fevereiro de 2020, PMs fizeram um motim e pararam durante 13 dias por melhores salários.  Situação semelhante aconteceu na Bahia, em março deste ano, quando um policial militar foi abatido depois de passar cerca de quatro horas dando tiros para o alto e gritando palavras de ordem no Farol da Barra, um dos principais pontos turísticos de Salvador. Na ocasião, houve ameaça de greve, mas a paralisação acabou não acontecendo. Nos dois casos, os governadores ameaçaram punir os policiais, mas até hoje não foi divulgada nenhuma punição. [No caso do Ceará, ao que se sabe motim é crime, se houve motim o julgamento passa a ser da Justiça Militar, governador não tem competência para julgar crimes = se ocorreu denúncia e não seguiu com certeza foi denúncia  vazia = aquelas que o denunciante narra como fatos seus desejos não realizados; quanto aos baianos houve um surto de um policial e seu abate, lamentável,  se tornou necessário para evitar mais mortes. O padrão neste caso consiste em uma investigação, mediante IPM,  que comprova a necessidade da providência, sendo o resultado  encaminhado ao MPM, por este a Justiça e é arquivado.]

Malu Gaspar, colunista - O Globo


domingo, 14 de junho de 2020

Manifestantes bolsonaristas protestam em frente ao QG do Exército

E Ibaneis faz o de sempre: exonera alguém - desta vez o subcomandante da PMDF [só na área de saúde, ele exonerou em 17 meses de governo uns cinco secretários e uns dez diretores de hospitais = e a Saúde cada dia pior.]

Depois de serem retirados, de maneira pacífica, da Esplanada dos Ministérios pela Polícia Militar, militantes bolsonaristas seguiram para o quartel-general do Exército, no Setor Militar Urbano (SMU), onde fazem um ato na tarde deste domingo (14/6). Cerca de 50 pessoas estão no local.

A Esplanada foi fechada por decisão do governador do Distrito Federal, Ibaneis Rocha (MDB), para evitar aglomerações em meio à pandemia de covid-19. Por isso, antes de chegarem ao SMU, os apoiadores do presidente Jair Bolsonaro (sem partido) fizeram um buzinaço em frente ao Palácio do Buriti sede do Executivo local —, aos gritos de "Ibaneis ditador".

O QG do Exército já foi palco de outra manifestação antidemocrática. Em 19 de abril, bolsonaristas estiveram no local com faixas que pediam intervenção militar e fechamento do Congresso Nacional e do Supremo Tribunal Federal (STF). Na ocasião, o próprio presidente compareceu ao ato e disse que estava lá porque "acreditava" nos manifestantes. Os apoiadores pedem a presença de Bolsonaro novamente neste domingo.

Interdição da Esplanada
Ibaneis Rocha decretou o fechamento da Esplanada dos Ministérios neste domingo (13/6). A determinação leva em consideração as aglomerações que têm ocorrido durante as manifestações, inclusive atos antidemocráticos. O trânsito de veículos e pedestres ficará proibido entre a 0h e as 23h59 deste domingo. O acesso aos prédios públicos federais será permitido apenas a autoridades devidamente identificadas e a servidores públicos federais que estejam em serviço.  
Pouco antes da decisão, uma operação da Secretaria de Segurança Pública e do DF Legal havia desmontado acampamentos de apoiadores de Bolsonaro, também na Esplanada. Após a retirada, os bolsonaristas chegaram a tentar invadir o Congresso Nacional. À noite, integrantes do movimento "300 do Brasil" — grupo liderado pela ativista Sara Winter e que mantinha um acampamento na Esplanada — apontaram fogos de artifício para o Supremo Tribunal Federal (STF) e gravaram vídeos para distribuir nas redes sociais com ataques aos ministros e ao governador Ibaneis Rocha.

Fogos no STF derrubam comando da PM
A ação de remoção de manifestantes bolsonaristas na Esplanada dos Ministérios e a omissão diante dos fogos de artifício dirigidos ao Supremo Tribunal Federal (STF) acabaram resultando em uma crise na Polícia Militar do DF. O governador Ibaneis Rocha (MDB) exonerou nesta manhã de domingo (14/06) o subcomandante-geral da PM, Coronel Sergio Luiz Ferreira de Souza, responsável pelo comando geral neste fim de semana.


Toda a ação de ontem (13/06) de desmonte dos acampamentos dos “300  pelo Brasil“ e do QG Rural causou controvérsia. Se por um lado, houve reclamações de uso de spray de pimenta diretamente voltado para manifestantes e para ativistas que rezavam ajoelhados, por outro, houve constrangimentos entre oficiais pela postura do comando da ação de não  dar voz de prisão à líder do movimento, Sara Winter.



Ela xingou e gritou com PMs. [Os policiais militares cumpriam ordens. Alguém precisa orientar a ativista - desacato é dificil de suportar,  inaceitável.] Agiu com agressividade, como se esperasse uma reação, segundo avaliação de policiais militares. Mas não foi incomodada. À noite, manifestantes fizeram um protesto, soltando fogos de artifício em direção ao STF, com críticas, ameaças e xingamentos a ministros. O presidente do STF, Dias Toffoli, ligou para Ibaneis preocupado e indignado pela situação.

Em nota, Toffoli afirmou: “O Supremo jamais se sujeitará, como não se sujeitou em toda a sua história, a nenhum tipo de ameaça, seja velada, indireta ou direta e continuará cumprindo a sua missão”.


Guardião da Constituição 
E o presidente do STF acrescentou: “Guardião da Constituição, o Supremo Tribunal Federal repudia tais condutas e se socorrerá de todos os remédios, constitucional e legalmente postos, para sua defesa, de seus Ministros e da democracia brasileira”.
O ato também foi dirigido contra Ibaneis. Ao acender os fogos, um dos bolsonaristas afirmou: “Essa daqui vai para o senhor Ibaneis Rocha, pela covardia que o senhor fez hoje com os acampamentos”.

A crise na PM tem potencial para virar descontrole porque a corporação é majoritariamente bolsonarista. Um novo comandante precisa ter pulso e controle da tropa, sem partidarismos, enquanto a família do presidente Jair Bolsonaro apóia os manifestantes. Depois do ato no STF, a Polícia Militar divulgou uma nota em que aponta não ter visto nada de grave na ação dos 300.  “Segundo informações cerca de 30 pessoas realizaram um culto na praça, por volta de 21h, e após o término soltaram alguns foguetes. Logo após, entraram em um ônibus e se retiraram do local.”
Com informações da Agência Estado 


quinta-feira, 14 de dezembro de 2017

Ré Gleisi Hoffmann, alguém pediu tua opinião; cuida do teu processo para você não ser condenada

'Não vamos aceitar julgamento sem provas', diz Gleisi sobre Lula no TRF-4

Presidente nacional do PT e ré na Lava Jato, Gleisi Hoffmann disse que partido está disposto a ir "pra frente do tribunal" no dia em Lula for julgado em segunda instância

[senadora! sua ameaça de protestos na frente do TRF-4 é típica dos desesperados;

O presidente da CUT disse que se a Dilma fosse escarrada (impedida) a gang lulo-petista-cutista pegaria em armas e o condenado Lula ameaçou chamar o 'exército' de Stédile. Dilma foi expulsa, escarrada e não aconteceu nada. 

Fique certa que o estoque de 'spray de pimenta' da PM/PR é suficiente para a manutenção da ordem pública.

Outra coisa: sendo a senhora ré em um processo,  se comandar qualquer movimento que busque obstruir a Justiça sua prisão poderá ser decretada.]

A senadora. ré na Lava Jato  e presidente nacional do PT, Gleisi Hoffmann (RS), afirmou nesta quarta-feira (13/12) que o partido não vai aceitar "um julgamento sem provas", referindo-se ao processo contra o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva no Tribunal Regional Federal da 4° Região (TRF-4). "Se for preciso, vamos pra frente do tribunal", completou a petista.   Na terça-feira, a assessoria de imprensa do TRF-4 confirmou que a 8ª Turma da Corte marcou para 24 de janeiro o julgamento do recurso feito pela defesa de Lula contra condenação dada ao petista pelo juiz Sérgio Moro. 

Em julho de 2017, Moro condenou o ex-presidente a nove anos e meio de prisão por ter recebido um tríplex no Guarujá (SP) em troca de favorecimentos à construtora OAS. Os advogados de Lula argumentam que ele não é nem nunca foi dono do apartamento e que os procuradores da Lava-Jato não conseguiram provar a posse.

O julgamento do dia 24 é considerado crucial não só para Lula como também para todo o processo eleitoral de 2018. Caso o TRF-4 concorde com o julgamento de Moro, Lula será enquadrado na Lei da Ficha Limpa e pode até mesmo ser preso, uma vez que o Supremo Tribunal Federal (STF) admitiu, em outubro de 2016, a prisão de condenados em segunda instância. Ao discursar, Lula também mencionou o julgamento do dia 24. O ex-presidente e pré-candidato do PT às eleições de 2018 disse que quer concorrer para evitar a prisão e afirmou estar certo de que será inocentado na Justiça. "Eu não vou ser candidato para não ser preso. Serei um candidato inocentado", afirmou.
 
Caravana de Lula
A declaração de Gleisi foi feita ao lado de Lula. Os dois participam de um encontro com catadores de material reciclado no Centro de Convenções Ulysses Guimarães, em Brasília. Em mais uma etapa de sua caravana pelo país, Lula passa o dia na capital.  Durante à tarde, o político deve se encontrar com a bancada do PT na Câmara e no Senado. Na parte da noite, está prevista a participação dele em um evento sindical. O centro de convenções reunia centenas de pessoas pela manhã, embora o auditório apresentasse muitos lugares vazios.
 
 
Correio Braziliense

 

terça-feira, 15 de agosto de 2017

INsegurança pública no DF - bandidos cercam viatura da Polícia Civil do DF e resgatam presos

Grupo cerca carro da PC, rende policiais e liberta dois suspeitos detidos

Agentes teriam sido atacados com pedras e paus. Três suspeitos foram recapturados em operação com cerca de 100 homens

Agentes da Polícia Civil do Distrito Federal foram atacados por um grupo de moradores no Recanto das Emas no momento em que prenderam dois suspeitos de roubar um veículo. O palco para a caçada típica de um filme de ação foi a Favelinha, como é conhecido o local apontado como perigoso por conta do tráfico de drogas. 
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Tudo começou com o roubo de um veículo em Ceilândia, na noite de segunda-feira (14/8). Agentes da 27ª Delegacia de Polícia (Recanto das Emas) foram informados de que três suspeitos circulavam pela Quadra 406. Houve perseguição e os acusados bateram o veículo. Um deles fugiu e os policiais civis conseguiram algemar e prender os outros dois. Segundo o delegado Pablo Aguiar, titular da 27ª  Delegacia da Polícia (Recanto das Emas), no momento em que colocavam os suspeitos no camburão, os agentes foram surpreendidos por moradores, que os atacaram com  paus e pedras e libertaram os homens, que fugiram mesmo algemados.

[se Rollemberg continuar no governo do DF, logo Brasília estará pior que o Rio, com áreas onde a Polícia não entra;
sem esquecer que os hospitais já estão parando, escolas também, transporte público pior a cada dia - BRASÍLIA caminha para ser um TERRA SEM LEI.]

Megaoperação

Imediatamente, foi montada uma mega operação para localizar os suspeitos. Agentes e escrivães de várias delegacias, além de uma equipe da cavalaria da Polícia Militar fizeram um cerco na Favelinha. Cerca de 100 policiais participaram da ação. A equipe do Correio Braziliense acompanhou a caçada aos suspeitos.

Com ajuda do helicóptero da Polícia Civil, o primeiro suspeito, um adolescente de 12 anos, foi localizado sobre o telhado de uma das casas. Os agentes precisaram usar uma escada para tirá-lo de dentro da calha, onde estava escondido. Durante a apreensão, moradores tentaram, novamente, evitar a ação policial. Para conter a multidão, a polícia usou spray de pimenta. O menor foi levado para a Delegacia da Criança e do Adolescente II (DCA 2), em Taguatinga. 

Momentos depois, mais dois homens foram detidos na quadra ao lado de onde o menor foi apreendido. Durante o interrogatório, um dos suspeitos relatou sobre um esconderijo na Quadra 405 do Recanto das Emas. Equipes policias foram até o local, mas a casa estava vazia.  

Ação inesperada
Segundo o delegado Pablo Aguiar, a ação dos moradores foi inesperada. "Chama atenção a forma com que a Polícia Civil foi recebida pelos moradores. Os agentes estavam cumprindo o seu dever e foram atacados com pedras pela comunidade", desabafa. Aguiar destacou a iniciativa de polícias que estavam de folga e se disponibilizaram para integrar a equipe de buscas. "Quero agradecer a todos os irmãos policiais que colaboraram com a ocorrência", afirma. 

Fonte: Correio Braziliense
 

quinta-feira, 12 de maio de 2016

Temer enfrenta primeiros protestos em Brasília e São Paulo - protestos são ridículos, insignificantes quanto seus participantes e a presidente deposta

Manifestantes fecharam a Av. Paulista e entraram em confronto com a PM no Planalto 

Enquanto Michel Temer fazia seu primeiro pronunciamento como presidente interino no Palácio do Planalto, do lado de fora manifestantes contra o novo governo tentaram invadir o prédio e entraram em confronto com a polícia, que usou gás de pimenta para dispersar o grupo. Entre os militantes, estavam cerca de 40 mulheres que se acorrentaram na grade de proteção do palácio mais cedo em protesto contra o impeachment da presidente Dilma Rousseff. Ninguém foi detido. Durante o pronunciamento, o presidente interino também foi alvo de panelaços em alguns bairros do Rio e de São Paulo, onde manifestação fechou a Avenida Paulista.


Policiais usam spray de pimenta em protesto no Palácio do Planalto durante pronunciamento do presidente interino, Michel Temer - ANDRE COELHO / Agência O Globo

Segundo a Polícia Militar do DF, havia cerca de 200 manifestantes em frente ao Planalto. Os policiais agiram em apoio à segurança do palácio, quando um grupo conseguiu ultrapassar a grade de proteção para invadir o local. Os manifestantes chegaram a deitar na rampa, mas foram retirados com gás de pimenta. Minutos depois, outro confronto teve início, novamente com uso do produto que irrita pele, olhos, boca e mucosa nasal, levando ao fim da manifestação.

Uma das militantes, a cientista política Louise Caroline, 32 anos, filiada ao PT, disse que a mobilização em frente ao Planalto é só o início: - A gente veio dizer que não tem arrego. Vamos todos os dias desse presidente interino lembrá-lo que ele não tem legitimidade. Temer deu o golpe numa mulher, apresenta um Ministério sem nenhuma mulher. Isso é simbólico, é prova de que já conhecemos esse governo: de brancos, homens, representantes das elites - diz Louise.

Em meio à confusão, militantes que apoiam o novo governo também acabaram atingidos pelo gás de pimenta. Eles estavam a poucos metros dos manifestantes a favor de Dilma. Antes do confronto, os dois grupos chegaram a trocar insultos, mas policiais se postaram fazendo uma espécie de barreira entre os adversários.

Parte das mulheres que participavam da manifestação que terminou em confronto é de outros estados. Elas vieram a Brasília para a Conferência de Mulheres e são ligadas, em sua maioria, a movimentos e entidades que trabalham o tema de gênero. Antes das 19h, o clima já era de tranquilidade nos arredores do palácio, mas policiais se mantiveram no local para garantir a segurança.

Mais cedo, durante o discurso de Dilma, cerca de 4 mil militantes ocuparam a parte da frente do Planalto para mostrar apoio a Dilma.Para chegar à área mais próxima ao palco externo, onde ela fez um discurso para a militância, era preciso passar por um detector de metais, dispensar garrafas de água, guarda-sol e demais objetos considerados perigosos. Mesmo assim, a área ficou lotada.

A militância chamou Temer de "golpista", prometeu forte oposição popular ao governo dele e direcionou palavras de carinho a presidente afastada. Sob um forte calor do meio-dia, intensificado pela secura de Brasília, os manifestantes gritavam frases como "Dilma, eu te amo" e "Lula ladrão que roubou meu coração".

O ex-presidente Lula, que acompanhou Dilma, ao lado de outros aliados, foi ovacionado pelos manifestantes, que também não economizaram elogios a José Eduardo Cardozo. Se, enquanto ministro da Justiça, ele foi alvo de críticas por não controlar a Lava-Jato, reconquistou a simpatia da militância e do PT, de onde vinham as maiores queixas, ao atuar como defensor jurídico da presidente no processo de impeachment,na função de advogado-geral da União. - Agora é com você, Cardozo - gritavam militantes. Outros completavam: - Você é o cara!

AVENIDA PAULISTA FECHADA
Em São Paulo, protesto organizado por movimentos sociais fechou os dois sentidos da Avenida Paulista. O grupo pró-Dilma, acompanhado por um caminhão de som, saiu em marcha em direção ao prédio da Fiesp, local do acampamento pró-impeachment, onde queimaram patos de papelão. O pato é um símbolo, criado pela Federação das Indústrias de São Paulo, do movimento pelo afastamento da presidente Dilma.


Não haverá trégua. A disposição dos movimentos é de resistência. Estamos diante de um governo ilegítimo, que não foi eleito — afirma Guilherme Boulos, líder do MTST, que fez ainda duras críticas ao nomes escolhidos para os ministérios de Temer:
— Falaram em ministério de notáveis e estamos vendo notáveis de corruptos — concluiu.


Fonte: O Globo

terça-feira, 7 de abril de 2015

Depois de perder as ruas, PT tenta armar um circo. Palhaços principais: Vicentinho e Maria do Rosário

PT aproveita confusão na Câmara para armar espetáculo

A baderna armada por sindicalistas e manifestantes no Congresso virou mote para o PT encenar um espetáculo na Câmara dos Deputados. Enquanto trabalhava para adiar a votação do projeto de lei que muda o sistema de terceirização de trabalhadores, o partido pegou carona na confusão. A deputada Maria do Rosário (PT-RS), que chegou à Câmara somente depois do tumulto, chegou a conversar com seguranças da Casa para tentar liberar o acesso dos manifestantes ao corredor que dá acesso ao plenário. O ex-sindicalista e ex-líder do PT na Câmara, deputado Vicentinho (SP), também aproveitou os holofotes. 


O deputado Vicentinho (PT-SP) é retirado de de confusão durante protesto de Centrais Sindicais no gramado do Congresso(Zeca Ribeiro/Agência Câmara/VEJA)
 
Depois de o deputado ser atingido por spray de pimenta ao chegar ao Congresso, sua assessoria disparou fotos dele sendo atendido no gabinete pela equipe médica. Em seguida, circulou com uma cadeira de rodas até chegar ao departamento médico. No trajeto, passou justamente por onde cerca de quinze manifestantes tentavam cruzar a barreira policial. 

Por: Marcela Mattos, de Brasília